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Lepra, DST, loucura: por que alguns termos médicos caíram em desuso?

Para muita gente, a medicina se resume a exames, cirurgias e tratamentos. Mas ela também é feita de palavras, e a forma como são nomeadas as doenças influencia diretamente tanto o cuidado clínico quanto a maneira como a sociedade enxerga quem convive com essas condições.

ImagemFoto: Getty Images / Uol

Não por acaso, termos como “lepra”, “retardo mental” ou “loucura” foram sendo abandonados ao longo do tempo, substituídos por expressões mais técnicas, precisas e respeitosas. Essas mudanças não são meramente linguísticas: fazem parte de um campo essencial da medicina chamado nosologia —do grego nósos (doença) e logos (estudo), explica a dermatologista Camila Sampaio Ribeiro, médica pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, de Salvador.

“É a nosologia que organiza, classifica e dá nome às doenças”, continua a dermatologista. Graças a ela, profissionais de saúde, pesquisadores e sistemas de saúde ao redor do mundo conseguem falar a mesma língua, utilizando códigos padronizados como os da CID-11 (Classificação Internacional de Doenças – 11ª Revisão), organizada pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Por que as classificações mudam?

Os motivos que levam à substituição de termos médicos podem ser diversos, mas em geral envolvem três grandes fatores:

Avanços científicos: à medida que compreendemos melhor a origem e o funcionamento das doenças, certos nomes antigos se tornam imprecisos ou até equivocados. Foi o que ocorreu com o termo “retardo mental”, substituído por deficiência intelectual, uma expressão com critérios mais claros e foco nas limitações adaptativas.

Outro exemplo é a transição de “DST” para “IST” —infecção sexualmente transmissível. A mudança não é só de sigla: é de entendimento. A infectologista Sylvia Lemos Hinrichsen, professora da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), explica: “IST é mais preciso: nem toda infecção causa sintomas ou evolui para uma doença”.

Mudanças nos critérios diagnósticos: com o avanço das pesquisas, algumas condições que antes eram vistas como únicas passaram a ser divididas em subtipos, complementa a dermatologista Camila Ribeiro. É o caso do antigo “autismo”, que agora integra o TEA (transtorno do espectro autista), permitindo uma classificação mais abrangente, precisa e sensível às diferentes manifestações.

Sensibilidade social e combate ao estigma: certos termos carregam marcas históricas de exclusão, medo e preconceito. Substituí-los por nomes mais neutros e técnicos ajuda a promover respeito e dignidade. “É o caso de ‘lepra’, agora chamada de hanseníase, e de ‘transtorno de identidade de gênero’, que hoje nem é mais visto como patologia”, destaca Luiz Scocca, psiquiatra pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Ele acrescenta: “Só se fala em ‘disforia de gênero’ quando há sofrimento psíquico significativo associado, e mesmo assim, a abordagem é voltada para o acolhimento, não para a patologização.”

Scocca também menciona o clássico exemplo da “histeria”, termo que caiu em desuso por carregar preconceitos de gênero: “‘Histeria vem de ‘hystera’, útero em grego, e sugeria que era um transtorno exclusivo de mulheres. Hoje, falamos em ‘transtorno de conversão’ ou ‘transtorno dissociativo’, condições que também ocorrem em homens.”

Linguagem pode estigmatizar ou libertar

A linguagem médica afeta diretamente a vida das pessoas. Termos ofensivos, alarmistas ou mal escolhidos podem provocar medo, vergonha, exclusão social e até levar ao abandono de tratamentos, afirma a dermatologista Camila Ribeiro.

Por outro lado, nomes atualizados, respeitosos e bem contextualizados favorecem o acolhimento, ampliam o acesso ao cuidado e ajudam a reduzir o preconceito.

Um exemplo emblemático é o abandono de palavras como “aidético” ou “loucura”, expressões desumanizantes e marcadas pelo estigma. “Hoje falamos em ‘pessoa vivendo com HIV’,” explica a infectologista Sylvia Hinrichsen, “porque isso valoriza a dignidade humana, evita rótulos e reforça que o vírus não define a pessoa.”

No campo da saúde mental, a mudança de vocabulário também tem impacto profundo. O psiquiatra Luiz Scocca chama atenção para a carga social da palavra “psicopatia”: “Ela ganhou um rótulo de coisa sempre criminosa ou violenta, sinônimo de serial killer. Mas o que descrevemos, tecnicamente, é o transtorno de personalidade antissocial. O uso indiscriminado do termo causa medo e demonização desnecessária”.

Quando o nome de alguém vira problema

Além dos termos ofensivos ou ultrapassados, há um esforço crescente para abandonar epônimos (nomes de doenças baseados em pessoas), sobretudo quando essas figuras estão ligadas a contextos históricos negativos.

“Houve casos em que doenças deixaram de ter nomes de médicos ligados ao nazismo, por exemplo. Atualmente, opta-se por nomes como tireoidite autoimune em vez de doença de Hashimoto”, explica Natan Chehter, clínico geral, geriatra membro da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia) e professor da Unicid (Universidade Cidade de São Paulo).

Até mesmo estruturas do corpo passaram por esse tipo de atualização. “Rótula virou patela, omoplata virou escápula”, comenta Chehter. “Essas mudanças vêm de acordos entre anatomistas. O desafio é que os novos nomes sejam absorvidos pelos profissionais de saúde e, com o tempo, também pela população.”

Lepra passou a ser chamada de hanseníase como forma de reduzir o preconceito social com a doença.Foto: Opas/Joshua Cogan / Uol

Não se trata de “politicamente correto”

Como se vê, a lista de termos atualizados é extensa, e vai além do universo técnico. Palavras populares como “cobreiro” (em vez de herpes zoster) ou “barriga d’água” (para esquistossomose) revelam o quanto a educação em saúde ainda é um desafio. “Mas não é obrigação da população saber todos os nomes médicos. É papel do profissional comunicar com clareza e respeito”, ressalta o clínico geral Natan Chehter.

No fim das contas, as mudanças na linguagem médica têm a ver com empatia, precisão e dignidade em saúde. A seguir, veja alguns dos termos que foram (ou estão sendo) atualizados e os motivos por trás das mudanças:

Lepra > Hanseníase – O termo “lepra” carrega um histórico de estigma ligado a isolamento, medo e até punição divina. “Hanseníase”, nome técnico em homenagem ao descobridor da bactéria (Mycobacterium leprae), ajuda a reduzir o preconceito social e facilita a adesão ao tratamento.

DST (doença sexualmente transmissível) > IST (infecção sexualmente transmissível) – O novo termo é biologicamente mais preciso —nem toda infecção causa sintomas ou se torna uma “doença”. Além disso, evita associações automáticas com culpa, julgamento moral ou promiscuidade, incentivando o rastreio precoce.

Retardo mental > Deficiência intelectual – Atualização que substitui um termo historicamente pejorativo, com foco nas limitações adaptativas e sem conotação depreciativa.

Mongolismo > Síndrome de Down – “Mongolismo” é considerado ofensivo, reducionista e cientificamente incorreto. “Síndrome de Down” é o nome técnico apropriado, livre de estigmas racistas.

Transexualismo > Disforia de gênero – A nova terminologia representa a despatologização da experiência trans. A disforia só é considerada um transtorno quando há sofrimento psíquico associado —e, mesmo assim, o foco é o acolhimento, não a exclusão.

Autismo >TEA (Transtorno do Espectro Autista) – O termo atual contempla a diversidade de manifestações clínicas, níveis de suporte e graus de funcionalidade, com base em critérios mais atualizados e inclusivos.

Síndrome de Asperger >TEA (Nível 1 de suporte) – A antiga classificação foi incorporada ao espectro autista, com foco no funcionamento adaptativo, e não mais em categorias isoladas.

Loucura/Insânia > Transtornos mentais específicos – Expressões genéricas e estigmatizantes foram substituídas por diagnósticos técnicos, como depressão, transtorno bipolar ou esquizofrenia.

Psicose maníaco-depressiva > Transtorno bipolar – Termo anterior era confuso e ultrapassado. A nova denominação é mais precisa e cientificamente aceita.

Esquizofrenia > Proposta: transtorno de integração – Em debate em países como Japão e Coreia do Sul, a proposta visa reduzir o estigma associado à esquizofrenia e ampliar a compreensão da condição. Ainda não adotado oficialmente no Brasil.

Histeria > Transtorno de conversão/Transtornos somatoformes – “Histeria” é um termo sexista e ultrapassado, que associava sintomas a características femininas. A terminologia atual reconhece causas neurológicas e psicológicas mais amplas.

Hipocondria > Transtorno de ansiedade por doença – Nome atualizado que evita rótulos depreciativos e reforça o entendimento de que se trata de um transtorno de ansiedade, e não de fingimento ou exagero.

Alcoólatra > Alcoolista/Pessoa com transtorno por uso de álcool – Expressões menos pejorativas e mais humanizadas, que colocam o foco na condição, e não em uma identidade rotulada.

Impotência sexual > Disfunção erétil – A nova nomenclatura é técnica e neutra, evitando associações negativas à virilidade ou masculinidade.

Derrame > AVC (acidente vascular cerebral) – O termo técnico padronizado traz mais precisão ao descrever o tipo de evento cerebral (isquêmico ou hemorrágico), e é amplamente aceito na literatura médica.

Fonte: Viva Bem / Uol

Repatriar o corpo: entenda como funciona o processo em caso de morte no exterior

Procedimento exige documentação extensa, pode custar até R$ 200 mil e depende de regras sanitárias do país onde ocorreu a morte

Foto: Internet

A notícia da morte de Preta Gil, aos 50 anos, na noite de domingo, 20, nos Estados Unidos, trouxe à tona uma dúvida que acomete muitas famílias em momentos de luto longe de casa: como funciona o processo de repatriação de um corpo? A cantora, filha do músico Gilberto Gil, realizava um tratamento experimental contra o câncer no intestino, e, segundo nota publicada pela família, os trâmites para trazer o corpo de volta ao Brasil já foram iniciados.

Segundo a advogada internacionalista Paula Alexandrina Vale Medeiros, vice-presidente da Comissão de Relações Internacionais da OAB/GO, o primeiro passo a ser tomado pela família, assim que informada da morte, é reunir todos os documentos hospitalares e aqueles que atestem oficialmente o falecimento, além da documentação de identidade brasileira da pessoa. Com isso em mãos, é necessário dirigir-se pessoalmente ao Consulado do Brasil mais próximo e noticiar a morte do brasileiro.

Caso não estejam no país onde ocorreu o falecimento, a família pode autorizar alguém por escrito a realizar esse procedimento em nome deles. “É importante que o Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) seja sempre comunicado para prestar auxílio à família, facilitando todos os trâmites”.

Embora o procedimento seja padronizado pela legislação brasileira, pode haver variações. “Normalmente, não há diferenças de procedimento entre países. No entanto, exigências sanitárias podem diferir, dependendo do país onde houve o óbito”, explica a advogada.

Para casos ocorridos nos Estados Unidos, como é o de Preta Gil, é exigida uma série de documentos. “Registro de óbito preenchido (disponível no site GOV.br), juntamente com documento que possa identificar o brasileiro falecido, número de título de eleitor, inscrição no INSS, inscrição no PIS/PASEP, número de benefício previdenciário (caso seja beneficiária do INSS) ou carteira de trabalho, certidão local de óbito, certidão de cremação (se for o caso), passaporte válido. Observando-se que todos os documentos estrangeiros devem estar devidamente apostilados — autenticação internacional de documentos”.

O tempo para o corpo chegar ao Brasil é bastante variável. Conforme a especialista, não há um período pré-fixado, já que dependerá das causas da morte, distância entre os países, regulamentações legais e presença das documentações necessárias. “Geralmente, leva alguns dias, podendo chegar a semanas, a depender dos exames necessários no corpo”.

O custo também pode ser significativo, a depender do país onde tenha ocorrido a morte, e dos custos com embalsamamento do corpo. Com isso, podem variar aproximadamente de R$ 30 mil a R$ 200 mil.

Segundo Paula, a responsabilidade pelo pagamento é, quase sempre, da família: “Normalmente são custeados pela família do brasileiro falecido. Importante notar se havia seguro-viagem que cobriria as despesas com o traslado”.

Contudo, o governo brasileiro pode, em alguns casos, arcar com os custos. Recentemente, o presidente Lula assinou decreto que permite que o governo pague tais despesas, mediante a comprovação de incapacidade financeira da família, quando o falecimento ocorrer em circunstâncias que causem comoção pública, quando a pessoa falecida não possuir seguro-viagem que custeie os gastos e quando houver disponibilidade financeira do governo para arcar com as referidas despesas.

Se houver suspeita de crime ou causas desconhecidas, o processo pode se prolongar ainda mais. Nesses casos, o corpo poderá ter sua liberação retardada até que as investigações policiais ou científicas possam realizar eventuais perícias, sendo então liberado após, mediante a apresentação de documentos exigidos pela Lei, explica. Ela acrescenta que, em caso de doenças contagiosas, o transporte só é liberado após “quarentena” ou com uso de urna especial para o traslado.

Fonte: terra.com

 

Homem que usava cordão morre após ser puxado para dentro de máquina de ressonância magnética nos EUA

Segundo a polícia local, ele entrou sem autorização na sala onde exames são realizados.

Um homem que ficou gravemente ferido na última quarta-feira (16) após entrar em uma sala de ressonância magnética e ser puxado para dentro da máquina pelo seu colar morreu no dia seguinte. O caso aconteceu em Long Island, nos Estados Unidos.

Máquina de ressonância magnéticaFoto: Freepik / O Globo

A vítima de 61 anos usava uma “grande corrente metálica” no pescoço quando entrou na sala do Nassau Open MRI em Westbury, em Nova York, às 16h34 da quarta-feira, de acordo com o Departamento de Polícia do Condado de Nassau.

No entanto, ele não tinha autorização para entrar na sala. Ser puxado para dentro da máquina o fez ter um episódio clínico. Em seguida, ele foi levado para um hospital, onde morreu às 14h36 de quinta-feira (17).

A polícia do Condado de Nassau informou em um comunicado à imprensa na sexta-feira que a investigação sobre o episódio continuava. Um porta-voz do departamento afirmou que não havia outras informações disponíveis.

O Nassau Open MRI não respondeu a um pedido de comentário feito pelo The New York Times. A empresa oferece exames de ressonância magnética fechados e abertos, de acordo com seu site. Uma ressonância magnética aberta envolve um aparelho com laterais abertas, em vez de um tubo fechado.

Máquinas de ressonância magnética utilizam ímãs e correntes de radiofrequência para produzir imagens anatômicas detalhadas. A força magnética de uma máquina de ressonância magnética é forte o suficiente para arremessar uma cadeira de rodas através de uma sala, de acordo com o Instituto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia.

Os pacientes são aconselhados a remover joias e piercings antes de entrar em uma máquina de ressonância magnética, e pessoas com alguns implantes médicos, particularmente aqueles que contêm ferro, não devem se submeter a exames de ressonância magnética.

Lesões e mortes envolvendo aparelhos de ressonância magnética já ocorreram no passado. Em 2001, um menino de 6 anos morreu quando um tanque de oxigênio metálico foi puxado para dentro de um aparelho enquanto ele realizava um exame.

Um homem morreu na Índia em 2018 ao entrar em uma sala de ressonância magnética carregando um tanque de oxigênio. Em 2023, uma enfermeira na Califórnia foi esmagada e precisou de cirurgia após ficar presa entre um aparelho de ressonância magnética e uma cama de hospital que havia sido puxada em direção ao aparelho pela força magnética do aparelho.

Fonte: O Globo

Morre Preta Gil, aos 50 anos.

Preta Gil não resistiu ao tratamento contra o câncer nos EUA e morreu, neste domingo (20/7). A coluna Fábia Oliveira descobriu que a cantora teve uma piora em seu quadro de saúde, desde a última quarta-feira (16/7).

Após o tratamento inicial no Brasil com quimioterapia e radioterapia, e uma cirurgia para remoção de tumores em agosto de 2024, o câncer retornou em outras regiões do corpo, levando à retomada de intervenções médicas.

Filha de Gilberto Gil, sobrinha de Caetano Veloso, afilhada de Gal Costa. Deixa um filho e uma neta.

Fonte: G1 e Metrópoles.

Os seres humanos são corruptos por natureza? O que diz a neurociência

Quando (e como) esse impulso amoral nasce no cérebro? Será que somos seres com uma tendência inata à corrupção?

Neste momento, parece indiscutível que a corrupção é um dos piores danos que podem ser causados às sociedades democráticas. O uso indevido da autoridade, dos direitos e das oportunidades concedidas pelo exercício do poder é contra a lei e os princípios morais. Mas a realidade é que isso acontece repetidamente.

Quando (e como) esse impulso amoral nasce no cérebro? Será que somos seres com uma tendência inata à corrupção?

Vamos antecipar a resposta evitando o fatalismo: a corrupção não é uma doença e, certamente, não é inevitável.

A neurociência começou a explorar como o poder político e o contexto institucional influenciam a atividade cerebral associada a decisões corruptas ou imorais.

Em um cérebro saudável, a tentação de adotar um comportamento corrupto deveria criar um conflito entre o dever e a ação. Assim, os estímulos que incentivam comportamentos corruptos — como obter benefícios pessoais abusando de uma situação vantajosa — seriam combatidos por fatores dissuasores, como o medo de uma possível punição.

Diante deste dilema, será que podemos prever o que faz a balança pender para um lado ou para o outro para cada indivíduo?

 Será que somos seres com uma tendência inata à corrupção? — Foto: AdobestockFoto: Adobestock / G1

Recompensa e autocontrole

Há dados que indicam que “cair em tentação” ou sucumbir à corrupção requer a intervenção de vários sistemas cerebrais. Os circuitos que regulam a recompensa, o autocontrole e a avaliação moral do comportamento pessoal são os mais afetados.

Entre eles, destacam-se os circuitos que recompensam um determinado comportamento, e nos motivam a repeti-lo. Essas são áreas que liberam neurotransmissores no cérebro em resposta à obtenção de dinheiro ou status.

Como resultado, cada vez que uma ação corrupta (por exemplo, um suborno) é bem-sucedida, a conexão entre os neurônios que incentivam a repetição do comportamento é fortalecida. E isso rompe o equilíbrio entre impulso e controle no cérebro que sucumbe à corrupção.

De certa forma, a satisfação com o sucesso obtido vai bloquear os mecanismos de avaliação da ética das ações.

Especificamente, há estruturas responsáveis ​​pelo planejamento de longo prazo e pela inibição de impulsos, cujo funcionamento adequado deve nos ajudar a resistir à recompensa tentadora e apostar em outros benefícios futuros, como construir uma boa reputação ou garantir uma longa carreira política. Mas a ativação dos circuitos de recompensa imediata bloqueia essas vias.

Além disso, o cérebro é adepto do ditado “quando em Roma, faça como os romanos”, o que pode ser devastador na luta contra a corrupção. A razão é que nosso comportamento social foi selecionado, ao longo de milhões de anos de evolução, para nos encaixarmos em um grupoadotar suas normas e, assim, obter sua aprovação.

Sair disso exige muita força emocional, criatividade e, muitas vezes, pagar o preço da solidão.

Portanto, se condutas “duvidosas” são adotadas em nosso entorno, existe o perigo de que o cérebro as adote como suas. Como o experimento de Solomon Asch mostrou anos atrás, a pressão social influencia o julgamento individual, mesmo quando a resposta correta é óbvia.

Então, em ambientes que normalizam a corrupção, a pressão do meio ativa as áreas do cérebro socialaumentando a motivação para emular o comportamento do grupo, mesmo que contradiga os princípios éticos individuais.

Se a exposição a práticas corruptas for perpetuada ao longo do tempo, sofremos dessensibilização: a repetição atenua a resposta das áreas nervosas responsáveis ​​pela identificação do perigo e silencia o sinal de “alerta moral” no nosso cérebro.

Prevenir com contextos não permissivos

A melhor maneira de prevenir a corrupção é mudar o contexto social em que o cérebro humano opera.

Somos seres sociais, que precisam da aprovação do nosso grupo de referência. Se não exigirmos prestação de contas ou vivermos em contextos institucionais permissivos, estaremos normalizando o comportamento corrupto e atenuando os mecanismos internos de idoneidade.

Isso dá origem a um fenômeno de “racionalização” que permite que uma conduta inadequada seja reinterpretada até o ponto em que começa a ser percebida como ‘necessária’ ou, pelo menos, “menos grave”, normalizando o comportamento viciado.

Uma série de evidências mostram esse “ajuste mental” em relação à corrupção. Entre elas, pesquisas baseadas em técnicas de neuroimagem mostram que os detentores de poder modulam sua avaliação de ganhos pessoais “para cima”.

Falta de empatia e custo ético

A neurociência também mostrou que, quando as decisões são tomadas em posições de poder, os cérebros processam os custos éticos associados a um ato corrupto de forma mais benevolente.

A falta de empatia é outro problema, já que esta é uma habilidade que contribui para a consciência social e reduz a propensão a trapacear. A corrupção distorce as prioridades da comunidade, exacerbando a desigualdade. E o cérebro se inclina para qualquer coisa que suponha um benefício pessoal, tornando-se mais “egoísta”.

Em resumo, o poder prolongado tende a reforçar a atenção em objetivos próprios e a enfraquecer as redes neurais de autocontrole. Isso configura um cérebro menos sensível, no qual todos os sinais que permitem a reciprocidade entre as pessoas são desativados.

Sem dúvida, todas essas evidências podem fornecer novas ferramentas para prevenir a corrupção. O fortalecimento das normas éticas e das redes de controle pode ajudar a “resistir à tentação”, restaurando os mecanismos que são inibidos no cérebro corrupto.

Para o bem comum, é vital implementar as formas mais eficazes de reprovação social.

*Susana P. Gaytan é professora de fisiologia na Universidade de Sevilha, na Espanha.

Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado aqui sob uma licença Creative Commons. 

Fonte: g1.globo

Descongestionantes nasais: entenda riscos do exagero e veja alternativas para o alívio respiratório

O uso contínuo pode provocar lesões na mucosa nasal, o que, por sua vez, gera uma dependência do medicamento. Além disso, há riscos cardiovasculares sérios, como taquicardia e angina.

Uso excessivo de descongestionante pode causar problemas à saúde — Foto: ShutterstockFoto: Shutterstock/g1.globo

Quando o nariz fica entupido, especialmente no tempo seco, que aumentam as partículas irritantes no ar, muitas pessoas buscam alívio rápido nos descongestionantes nasais. No entanto, a praticidade desses medicamentos esconde consequências significativas para a saúde quando usados sem parar.

O uso contínuo de descongestionantes nasais pode levar a vícios e problemas cardíacos. A melhor forma de manter o nariz limpo é com soro fisiológico a 0,9%, dizem especialistas.

Este uso excessivo pode provocar lesões na mucosa nasal, o que, por sua vez, gera uma dependência do medicamento. Além disso, há riscos cardiovasculares sérios, como taquicardia e angina.

Mas o que leva a essa dependência?

Quando o descongestionante é aplicado, ele faz com que os vasos sanguíneos se contraiam, desinchando a mucosa e abrindo a passagem do ar.

➡️ O problema é que, logo em seguida, os vasos voltam a inchar e o nariz entope novamente, criando um ciclo vicioso onde a pessoa precisa de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito.

➡️ Para as crianças, o alerta é ainda mais grave. O uso de descongestionantes nasais não é indicado para elas e, em casos de superdosagem, pode ser fatal. O pediatra e toxicologista Anthony Wong explica que “Ele pode aumentar a pressão da criança a nível muito alto, inclusive atrapalhando a circulação”.

A superdosagem em crianças pode levar a reações cardiovasculares, choque, falta de ar e até parada cardíaca.

Os pais devem estar muito atentos a sintomas de superdosagem ou reação alérgica, que incluem palidez, sonolência ou agitação extrema, irritabilidade e alguma alteração de comportamento fora do usual.

Uso contínuo do descongestionante nasal pode causar problemas como taquicardia, hipertensão e insônia — Foto: ShutterstockFoto: Shutterstock/g1.globo

Alternativas seguras para a higiene nasal

A boa notícia é que existem métodos seguros e eficazes para manter o nariz limpo e descongestionado, sem os riscos associados aos descongestionantes.

 A maneira mais recomendada é a limpeza com soro fisiológico a 0,9%.

Como utilizar o soro fisiológico:

  • Para uma pessoa saudável, sem rinite ou qualquer outra inflamação, duas aplicações ao dia (uma pela manhã e outra à noite) são suficientes para manter o nariz limpo e descongestionado;
  • A higiene nasal também pode ser realizada durante o banho, aproveitando que a água e o calor ajudam a amolecer as crostas, facilitando a limpeza.

A pediatra Ana Escobar e o otorrinolaringologista Marcelo Hueb apontam que priorizar a saúde nasal com métodos naturais e comprovadamente seguros é fundamental para evitar complicações.

Fonte: g1.globo

Bahia registra o pior índice de alfabetização do país, aponta MEC

A Bahia ficou com o pior índice de alfabetização entre os estados brasileiros, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), com base em levantamento feito pelo Inep. De acordo com o Indicador Criança Alfabetizada, apenas 36% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental na Bahia conseguem ler e escrever textos simples, índice abaixo da média nacional.

A meta estabelecida pelo governo federal para 2024 era de que ao menos 60% das crianças estivessem alfabetizadas até os 7 anos. No geral, o Brasil registrou avanço: o percentual nacional subiu de 56%, em 2023, para 59,2% em 2024, mas ainda aquém da meta.

Bahia registra o pior índice de alfabetização do país, aponta MECFoto: Joá Souza/GovBa/BN

Entre os 11 estados que atingiram o objetivo estão Ceará (85,3%), Goiás (72,7%), Minas Gerais (72,1%) e Espírito Santo (71,7%). Já além da Bahia, outros estados com desempenho abaixo do esperado incluem Rio Grande do Sul, Amazonas, Paraná, Pará e Rondônia.

O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que esses estados com piores índices estão recebendo acompanhamento prioritário. No caso do Rio Grande do Sul, as enchentes de 2023 foram apontadas como um dos fatores que impactaram negativamente os resultados, o estado teve queda de 63,4% para 44,7%.

O levantamento envolveu cerca de 2 milhões de alunos em 42 mil escolas de 5.450 municípios. Roraima foi o único estado que não participou da avaliação, sob a justificativa de que 40% de suas escolas estão em áreas indígenas.

A meta do governo federal é que todos os estados brasileiros alcancem 80% de crianças alfabetizadas até 2030.

 

Fonte: Bahia Notícias

MDS define novos grupos prioritários para ingresso no Programa Bolsa Família

Portaria publicada, prevê a inclusão de mais três segmentos no rol dos grupos de famílias pré-habilitadas em condições de maior vulnerabilidade social.

Foto: Roberta Aline / MDSFoto: Roberta Aline / MDS

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) publicou, nesta quarta-feira (9.07), a Portaria nº 1.907, que prevê a inclusão de mais três segmentos no rol dos grupos de famílias pré-habilitadas em condições de maior vulnerabilidade social, e, portanto, prioritários para ingresso no Programa Bolsa Família (PBF).

Com a medida, passam a ser incluídas famílias com pessoa em situação de rua; famílias com pessoa em situação de risco social associado à violação de direitos, identificada no Prontuário SUAS; e famílias com pessoa identificada, pelo Ministério da Saúde, em situação de risco para insegurança alimentar.

As categorias se somam as já elencadas na Portaria nº 897, de julho de 2023, que abrange famílias com integrantes em situação de trabalho infantil; com integrantes libertos de situação análoga à de trabalho escravo; famílias quilombolas e indígenas; e famílias com catadores de material reciclável.

“O objetivo é aumentar o nível de proteção social, de segurança de renda e de segurança alimentar em favor de famílias que se encontram em situação de alto risco social”, explica o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias. “As inclusões são decorrentes de um olhar articulado do Programa Bolsa Família com outras políticas públicas”, completou.

Para entrada no programa, serão observados os critérios de ingresso e a consistência e atualidade dos dados cadastrais, nos termos da portaria e de normas complementares estabelecidas pelo MDS.

A portaria entrou em vigor no dia 09/07/2025, com efeitos na gestão de benefícios do Programa Bolsa Família a partir da folha de pagamento de julho de 2025.

Conheça os novos grupos prioritários do Bolsa Família | Radioagência NacionalFoto: Internet / MDS

Programa Bolsa Família

O Bolsa Família é considerado o maior programa de transferência de renda do Brasil, reconhecido internacionalmente por já ter tirado milhões de famílias da fome. O Governo Federal relançou o programa com mais proteção às famílias, com um modelo de benefício que considera o tamanho e as características familiares, aquelas com três ou mais pessoas passarão a receber mais do que uma pessoa que vive sozinha.

Além de garantir renda para as famílias em situação de pobreza, o Programa Bolsa Família busca integrar políticas públicas, fortalecendo o acesso das famílias a direitos básicos como saúde, educação e assistência social.

Bolsa Família

O Bolsa Família é o maior programa de transferência de renda do Brasil, reconhecido internacionalmente por já ter tirado milhões de famílias da fome. O Governo Federal relançou o programa com mais proteção às famílias, com um modelo de benefício que considera o tamanho e as características familiares, aquelas com três ou mais pessoas passarão a receber mais do que uma pessoa que vive sozinha.

Além de garantir renda para as famílias em situação de pobreza, o Programa Bolsa Família busca integrar políticas públicas, fortalecendo o acesso das famílias a direitos básicos como saúde, educação e assistência social. O Bolsa Família busca promover a dignidade e a cidadania das famílias também pela atuação em ações complementares por meio de articulação com outras políticas para a superação da pobreza e transformação social, tais como esporte, ciência e trabalho.

Quem tem direito?
Para ter direito ao Bolsa Família, a principal regra é que a renda de cada pessoa da família seja de, no máximo, R$ 218 por mês. Por exemplo, se apenas um integrante da família tem renda e recebe um salário mínimo (R$ 1.518), e nessa família há sete pessoas, a renda de cada um é de R$ 216,85. Como está abaixo do limite de R$ 218 por pessoa, essa família tem o direito de receber o benefício.

Como Receber?
Em primeiro lugar, é preciso estar inscrito no Cadastro Único, com os dados corretos e atualizados. Esse cadastramento é feito em postos de atendimento da assistência social dos municípios, como os CRAS. É preciso apresentar o CPF ou o título de eleitor.
Lembrando que, mesmo inscrita no Cadastro Único, a família não entra imediatamente para o Bolsa Família. Todos os meses, o programa identifica, de forma automatizada, as famílias que serão incluídas e que começarão a receber o benefício.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS)

 

Brasileirão 2025 volta neste sábado: relembre a situação dos times

Após uma pausa de um mês por conta da disputa do Mundial de Clubes 2025, o Brasileirão 2025 está de volta. Principal competição nacional que conta com a elite dos clubes brasileiros, o campeonato se estende até o final de dezembro deste ano.

As últimas partidas do Brasileirão antes da pausa, foram disputadas no dia 12 de junho, válidas pela rodada 12 da competição, ainda no primeiro turno de jogos. A temporada completa tem 38 partidas para cada time.

Brasileirão 2025 volta neste sábado: relembre a situação dos timesFoto: Getty Images / olympics.com

Quem lidera o Brasileirão 2025?

No momento da paralisação da competição, na primeira metade de junho, o Flamengo, dirigido por Filipe Luís, liderava o campeonato, com 24 pontos conquistados em 11 partidas disputadas. O Cruzeiro tem a mesma pontuação, só perdendo no saldo de gols, que é de 9, contra 20 do clube carioca.

O G4 é fechado pelo Red Bull Bragantino, com 23 pontos em 12 partidas, e o Palmeiras de Abel Ferreira, que com 11 jogos disputados até aqui, teve uma queda de rendimento nas duas últimas partidas e perdeu posições no ranking, com 22 pontos.

Quem corre perigo na tabela do Brasileirão 2025?

Apesar das poucas rodadas disputadas até aqui, algumas equipes já se complicam e frequentam a parte inferior da tabela do Brasileirão 2025. O atual Z4, como é conhecida a zona de rebaixamento, tem equipes de peso.

O Internacional, comandado por Roger Machado, vem de uma surpreendente sequência de seis partidas sem vencer na competição nacional, e abre a zona de rebaixamento, na posição 17, com apenas 11 pontos em 12 partidas jogadas.

Fortaleza enfrenta uma sequência negativa similar, com quatro derrotas em suas últimas quatro partidas, e amarga a 18ª colocação na tabela, com 10 pontos. O Juventude é o 19º colocado, com seis derrotas e dois empates em seus últimos oito jogos, e só 8 pontos conquistados.

O lanterna isolado da competição é o Sport, que ainda não venceu no Brasileirão em seus 11 compromissos. São apenas 3 pontos conquistados, todos em empates obtidos, e um saldo negativo de 13 gols.

Retorno de Neymar no Brasileirão é confirmado; saiba quando - ISTOÉ  IndependenteFoto: Raul Baretta/Santos FC

Quando o Brasileirão 2025 retorna?

Com a grande final do Mundial de Clubes agendada para o próximo dia 13 de julho, domingo, o Brasileirão 2025 tem suas primeiras partidas do retorno marcadas para este sábado, dia 12 de julho.

A data marca o início da rodada 13 de 38 do campeonato, apesar dos jogos atrasados da rodada 12, que ainda serão agendados e disputados. As partidas da rodada acontecem entre o sábado (12) e segunda-feira (14).

Confira a agenda:

Sábado, 12 de julho

  • 16h30 – Flamengo vs São Paulo
  • 16h30 – Internacional vs Vitória
  • 18h30 – Vasco da Gama vs Botafogo
  • 21h00 – Bahia vs Atlético-MG

Domingo, 13 de julho

  • 19h00 – Corinthians vs Bragantino
  • 20h30 – Cruzeiro vs Grêmio
  • 20h30 – Fortaleza vs Ceará

Segunda-feira, 14 de julho

  • 20h00 – Juventude vs Sport Recife

 

Confira a tabela do Brasileirão 2025

POSIÇÃO TIME PONTOS PARTIDAS
1 Flamengo 24 11
2 Cruzeiro 24 12
3 Red Bull Bragantino 23 12
4 Palmeiras 22 11
5 Bahia 21 12
6 Fluminense 20 11
7 Atlético-MG 20 12
8 Botafogo 18 11
9 Mirassol 17 11
10 Corinthians 16 12
11 Grêmio 16 12
12 Ceará 15 11
13 Vasco 13 12
14 São Paulo 12 12
15 Santos 11 12
16 Vitória 11 12
17 Internacional 11 12
18 Fortaleza 10 12
19 Juventude 8 11
20 Sport 3 11

Confira a lista com os principais artilheiros do Brasileirão 2025

POSIÇÃO JOGADOR GOLS
1 Giorgian Arrascaeta (Flamengo) 9
2 Pablo Vegetti (Vasco) 8
2 Kaio Jorge (Cruzeiro) 8
4 Pedro Raul (Ceará) 6
5 Reinaldo (Mirassol) 6

Fonte: olympics.com

Itapetinga sedia evento “Nossas Memórias”

Itapetinga sedia evento “Nossas Memórias” com foco na história, cultura e identidade do Médio Sudoeste Baiano.

Na próxima quinta-feira, dia 10 de julho, a cidade de Itapetinga será palco de um evento inédito na história cultural do território: a realização do “Nossas Memórias”, ação vinculada ao Projeto Nossas Memórias, da Fundação Pedro Calmon e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Pela primeira vez, o Território de Identidade do Médio Sudoeste Baiano será contemplado pela iniciativa.
O projeto tem como finalidade catalogar, arquivar e valorizar os acervos culturais públicos e privados existentes nos municípios baianos, promovendo a preservação da memória regional e o fortalecimento das identidades locais. A ação inclui ainda debates e atividades pedagógicas que abordam a história da Bahia com foco especial na luta pela Independência da Bahia — ou Independência do Brasil na Bahia, celebrada em 2 de julho.
Durante o evento, além do mapeamento cultural, ocorrerão mesas temáticas com professores especialistas, que debaterão a história do município de Itapetinga e do território do Médio Sudoeste, promovendo a valorização dos saberes locais e das narrativas que moldam a região.
A programação se dividirá em dois momentos:
🕘 Pela manhã – 09:00h
A atual gestão de Cultura de Itapetinga conduzirá uma mesa de debates sobre a importância das políticas territoriais de cultura e apresentará uma proposta concreta: a criação de um Consórcio Intermunicipal de Cultura do Médio Sudoeste Baiano, com vistas a fortalecer ações conjuntas, ampliar investimentos e articular projetos contínuos entre os municípios vizinhos.
🕑 À tarde – 14:00h
Duas mesas redondas com renomados historiadores vão abordar temas centrais:
•A história da Independência da Bahia e seu significado para a construção da identidade baiana;
•A história do território do Médio Sudoeste Baiano, suas características sociais, econômicas e culturais, a partir de uma abordagem crítica e formativa.
O evento será realizado na Câmara de Vereadores de Itapetinga e é aberto à comunidade, gestores, professores, estudantes, artistas, lideranças e demais interessados na história, na cultura e no desenvolvimento regional.
📍 SERVIÇO
Evento: Nossas Memórias – Edição Médio Sudoeste Baiano
Data: 10 de julho de 2025
Horário: A partir das 9h
Local: Câmara de Vereadores de Itapetinga
Realização: Fundação Pedro Calmon – Secretaria de Cultura do Estado da Bahia
Apoio: Prefeitura Municipal de Itapetinga – Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia- Departamento de Cultura
Fonte: Departamento de Cultura / Itapetinga-BA


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