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:: ‘Destaque3’

Por que 1º de abril é dia da mentira?

Mentir para outras pessoas é, normalmente, algo que ninguém aceita, a não ser que seja o dia 1º de Abril. Conhecido também como “Dia dos Tolos” ou “Dia dos Bobos”, o primeiro dia de abril, que acontece nesta segunda-feira, é um dia de pregar peças e enganar quem não estiver esperto, tradição que surgiu no país desde os tempos do Imperador Dom Pedro I.

 

A razão por trás do Dia da Mentira

 

Entenda: porque 1º de abril é dia da mentira?. Foto: Jules Gervais Cortellemont

 

Durante a reforma protestante na Europa, a Igreja Católica tentou reafirmar sua soberania a partir do Concílio de Trento, na Itália (1545-1563), mudando o jeito com que o ano era contado do Calendário Juliano, que estava em vigor desde o Império Romano, pelo Calendário Gregoriano, que é o que ainda usamos hoje em dia.;

Segundo Informações da National Geographic Brasil, algumas fontes sugerem que é possível que o 1º de abril que conhecemos hoje tenha sido influenciado pelo Festival Romano de Hilária (25 de Março) ou Festival Holi (31 de Março), na Índia.

Mas a razão mais aceita pelas tradições de 1º de abril surgiram na França medieval, como forma de protestar contra as mudanças do Calendário Gregoriano, que dividiam o ano em 365 dias e quatro estações, e fez com que o ano se iniciasse no dia 1º de janeiro, e não mais na páscoa.

Até Dom Pedro I foi alvo do Dia da Mentira

 

 Por que 1º de abril é dia da mentira?
Entenda: porque 1º de abril é dia da mentira?. Domínio Publico

No entanto, as tradições brasileiras do 1º de abril foram trazidos no início do séc. XIX, mais precisamente em 1828, em que o jornal “A Mentira”, situado em Minas Gerais, publicou a notícia da morte de Dom Pedro I.

Ainda segundo a NatGeo Brasil, verdade, no entanto, é que o então Imperador do Brasil só veio a falecer em 24 de setembro de 1834, em Portugal.

Desde então, as brincadeiras de primeiro de abril foram generalizadas pelo país, e é comum ver alguém dizendo que “caiu no 1º de abril” ou que fez alguém cair numa enganação divertida.

 

 

Fonte: iBahia

Brasil supera a marca de 2 milhões de casos de dengue em 2024

 

O Brasil ultrapassou a marca de 2 milhões de casos de dengue em 2024. Segundo os dados do Ministério da Saúde, que reúne casos prováveis e confirmados, o país registrou 2.010.896 de casos nas primeiras 11 semanas deste ano. O número de mortes confirmadas passa de 600.

Este é o maior registrado em toda a série histórica, que é feita desde 2000. O recorde anterior da doença havia sido batido em 2015, quando foram contabilizados 1.688.688 casos. Neste ano, superamos esse índice na última semana e os casos continuaram a subir.

📈 Para se ter um parâmetro, em 2023, em todo o mês de março, foram registrados 381 mil casos de dengue, entre confirmados e prováveis. Antes que o atual mês termine, já chegamos a quase o dobro: 714 mil.

🚨 Em fevereiro, a a secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou que a estimativa da pasta é a de que o país registre, neste ano, 4,2 milhões de casos.

Mortes por dengue

Segundo o Ministério da Saúde, 682 pessoas morreram de dengue e outras 1.042 mortes são investigadas.

A maior parte das mortes foram registradas no Distrito Federal, onde 153 pessoas morreram. Depois, o maior índice fica com Minas Gerais, com 114 mortes.

Os índices colocaram dez unidades da federação em situação de emergência por causa da dengue: Acre, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Amapá, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal.

Dengue: veja o que é a doença e quais são os seus sintomas — Foto: Arte g1/Dhara Assis

Dengue: veja o que é a doença e quais são os seus sintomas — Foto: Arte g1/Dhara Assis

 

 

 

Fonte: G1

Dengue: quais são os sintomas, quando é hora de buscar um hospital e outras 6 dúvidas sobre a doença

 

O Brasil registrou uma explosão no número de casos de dengue nas duas primeiras semanas deste ano, com 55.859 casos prováveis da doença e seis mortes devido a complicações causadas por ela.

 

Esse número é mais do que o dobro do registrado no mesmo período de 2023, quando foram contabilizados 26.801 casos prováveis da doença e 17 óbitos. Os números são do Ministério da Saúde.

 

Para evitar essa situação é preciso ficar atento aos sintomas e complicações que podem evoluir para a forma hemorrágica da doença.

 

Entenda em sete tópicos como identificar se uma pessoa está com dengue e quando a doença requer atenção redobrada.

 

1. O que é dengue?

O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti e possui quatro sorotipos diferentes – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4.

 

Quando alguém é infectado por um deles, adquire imunidade contra aquele tipo específico, mas ainda fica suscetível aos demais. Por isso, uma pessoa pode pegar a doença mais de uma vez.

 

Os sorotipos, segundo os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, não influenciam na gravidade da doença.

 

2. Quais os principais sintomas e quando procurar um hospital?

A infecção por dengue pode ser assintomática ou apresentar quadro leve com sintomas como febre alta (acima de 38°C), dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele.

 

 

Quando os sintomas são leves, normalmente os médicos recomendam que o tratamento seja feito em casa.

 

“É indicado que o paciente sem sinais de alarme, como dizemos, seja encaminhado para tratamento domiciliar que consiste em muita hidratação e em caso de febre e dores, ele pode tomar antitérmicos, como dipirona e paracetamol”, explica Carla Kobayashi, infectologista do Hospital Sírio-Libanês.

Caso os sintomas não melhorem em até sete dias, é indicado que o paciente volte a procurar atendimento médico para ser reavaliado.

 

3. Quando a doença preocupa?

Além dos sintomas leves, há também os “sinais de alarme” assim chamados pelos médicos, por sinalizarem que aquele paciente pode ter complicações pela doença.

Esses sinais incluem dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes, sangramento de mucosas e hipotensão postural (tontura ao levantar). Nesses casos é necessária a internação do paciente.

 

Ao contrário do que muita gente pensa, esses sinais não costumam surgir no início da infecção. Eles aparecem na chamada fase crítica da doença – entre o quinto e sétimo dia após o início dos primeiros sintomas.

 

Mesmo o paciente diagnosticado com a doença em sua forma leve, a chamada dengue clássica, ele pode evoluir para a grave, também conhecida como hemorrágica.

 

“O que determina se um paciente vai apresentar a forma grave da doença ou não é a resposta imunológica dele ao vírus e se ele tem comorbidades, como cardiopatias e problemas renais, por exemplo”, explica Kobayashi.

“Se no momento da infecção, ele estava fazendo uso de medicamentos anticoagulantes, isso pode ser um agravante também”, acrescenta.

 

4. O que é dengue hemorrágica?

Quando a infecção começa a destruir plaquetas responsáveis pela coagulação, o paciente passa a ter sangramentos, o que caracteriza que a dengue clássica evoluiu para a hemorrágica.

 

Esses sangramentos normalmente são na gengiva, ou através do vômito, urina ou fezes.

 

“As plaquetas ficam baixas causando fragilidade dos pequenos vasos sanguíneos, que causa esses sangramentos”, diz João Prats, infectologista do hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo.

“Nesses casos é necessário correr para o hospital”, alerta.

A dengue hemorrágica pode acontecer na primeira vez que a pessoa contraiu o vírus ou em casos de reinfecção. Segundo os profissionais, não há uma regra para isso.

 

5. Qual o tratamento para a dengue?

Não há um medicamento específico para o tratamento da dengue.

 

Recomenda-se muita hidratação, com água e soros orais, que podem ser comprados em farmácias.

 

Esses soros, além do líquido, repõem sais minerais do organismo.

 

“Manter o corpo hidratado ajuda a compensar a perda de líquidos devido à febre e aos vômitos e ajuda na prevenção de complicações mais graves”, diz o infectologista Silvio Bertini, do Hospital Japonês Santa Cruz, de São Paulo.

 

Para aliviar os sintomas como dores e febres, pode-se tomar antitérmicos, como dipirona e paracetamol. Mas é importante lembrar que o uso de medicamentos deve ser feito com orientação de um médico.

 

Já anti-inflamatórios como diclofenaco e ibuprofeno, AAS e aspirina, devem ser evitados, segundo os especialistas. Esses medicamentos aumentam o risco de sangramento por provocarem irritação no estômago.

 

6. O que é a vacina contra a dengue e quem pode tomar?

A vacina contra a dengue conhecida como Qdenga foi incorporada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) pelo Ministério da Saúde, e a previsão é de que comece a ser oferecida a partir de fevereiro de forma gratuita.

 

As doses poderão ser tomadas por pessoas de quatro a 60 anos — não há estudos para avaliar a eficácia e a segurança da vacina fora dessa faixa etária.

 

Pode receber o imunizante quem já teve dengue e também quem nunca foi infectado.

 

Gestantes, lactantes e pessoas com alergia a algum dos componentes presentes no imunizante, quem tem o sistema imunológico comprometido ou alguma condição imunossupressora não podem ser vacinadas.

 

“As vacinas serão destinadas a regiões de saúde com municípios de grande porte com alta transmissão nos últimos dez anos e população residente igual ou maior a 100 mil habitantes, levando também em conta altas taxas nos últimos meses”, afirmou o Ministério da Saúde, em nota.

 

“O público-alvo, em 2024, serão crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre elas”, acrescentou a pasta.

 

A lista dos municípios que receberão o imunizante e a estratégia de vacinação serão informadas pelo Ministério da Saúde nos próximos dias, segundo a pasta.

 

7. Como prevenir a doença?

A vacina é uma das maneiras mais eficazes de previr a infecção pela doença, mas como as doses não são suficientes para toda a população e não são todos os grupos que poderão tomar o imunizante, resta a prevenção.

 

80% dos focos do mosquito estão dentro das residências em locais como caixa d’água, vaso de planta, piscina e até bebedouros de animais — Foto: MARCIO VIEIRA/GOVERNO DO TOCANTINS via BBC

 

Para isso, deve-se reduzir a infestação de mosquitos por meio da eliminação de criadouros. Evitar água parada e manter reservatórios e qualquer local que possa acumular água cobertos com telas ou tampas.

 

Além disso, há maneiras de proteção individual como usar repelente.

 

 

Fonte: G1

Dia de resultado: veja como consultar sua nota do Enem 2023

Será divulgado nesta terça-feira (16) as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2023. Com o resultado, os estudantes podem se preparar a inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que começa no dia 22 de janeiro.

 

Os estudantes podem se preparar a inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que começa no dia 22 de janeiro. Foto: Érico Andrade/g1

 

É possível também concorrer a vagas em instituições privadas pelo Programa Universidade Para Todos (ProUni).

O resultado pode ser acessado pela “Página do Participante” com o login único da plataforma gov.br.

Este ano, o Sisu inaugura a modalidade de seleção em etapa única, diferente das edições anteriores. Serão ofertadas mais de 264 mil vagas em instituições públicas de educação superior em todo o Brasil.

Na Bahia, as universidades públicas vinculadas ofertarão juntas 23.887 vagas na próxima seleção.

 

Como acessar o resultado

 

As informações sobre o Sisu são obtidas no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. É necessário preencher os campos com a senha cadastrada na inscrição e o CPF.

Caso o candidato não lembre a senha cadastrada, é possível recuperá-la: basta visitar a página acesso.gov.br, digitar o CPF e clicar em “avançar”. Em seguida, é necessário escolher a opção “esqueci minha senha”, selecionar uma das formas de recuperação, preencher os campos solicitados e gerar uma nova senha.

As notas do Enem são divididas em cinco competências: Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Matemática e Redação.

Bradesco tem erros no saldo da conta no app, e clientes reclamam nas redes sociais

 

 

Clientes do Bradesco foram às redes sociais reclamar que seu saldo do banco foi zerado ou negativado, por uma falha do aplicativo.

O site Downdetector, que acusa problemas em canais digitais, mostra notificações recentes relacionados ao app do Bradesco na manhã desta segunda-feira (27).

Problemas com o app do Bradesco: clientes reclamam de saldo zerado ou negativado na manhã desta segunda-feira (27) — Foto: Reprodução

Problemas com o app do Bradesco: clientes reclamam de saldo zerado ou negativado na manhã desta segunda-feira (27) — Foto: Reprodução

 

Procurado, o Bradesco afirma que o processamento noturno do banco não atualizou corretamente o saldo da conta corrente de um grupo reduzido de clientes e que a situação deve ser regularizada em breve.

Achou o fim de semana um forno? Veja até quando vai a onda de calor

 

 

O fim de semana foi de calor intenso e a semana não vai ter trégua. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de que as altas temperaturas sigam ao longo da semana com pontos do país com temperaturas acima dos 40°C.

👉O forno em que estamos é resultado de uma onda de calor. O fenômeno é comum nessa época do ano, com a aproximação do verão, mas é intensificada pelo calor intenso que já vinha sendo registrado por causa do El Niño — fenômeno que aquece as águas dos oceanos.

Com esse cenário, segundo os meteorologistas, essa deve ser uma das ondas de calor mais intensas já vistas.

Alerta de risco à saúde

O Inmet emitiu um alerta para 13 estados e Distrito Federal sobre riscos à saúde. Os alertas se concentram nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, mas também alcançam estados do Norte e do Sul do país.

🔥 As temperaturas devem ficar pelo menos 5ºC acima da média em boa parte dos estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste.

O Inmet explica que os alertas de perigo exigem atenção sobre condições meteorológicas e riscos que possam ser inevitáveis. Já os alertas de grande perigo se referem a situações em que estão previstos fenômenos meteorológicos de intensidade excepcional, com riscos para a integridade física.

Veja a classificação do alerta na sua região:

  • Alerta de grande perigo: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do SUl, Minas Gerais, Rondônia e São Paulo
  • Alerta de perigo: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraná, Rio de Janeiro e Tocantins

Em São Paulo, a Defesa Civil decretou estado de alerta diante da previsão de máxima de 37 °C. No Rio de Janeiro, as temperaturas ficaram acima de 30°C já pela manhã, e o bairro do Jardim Botânico registrou 33,7 °C, com sensação térmica de 48 °C.

O que é sensação térmica? Como é medida?

Maiores temperaturas

🔥Segundo o Inmet, São Paulo teve a maior máxima dos últimos nove anos, com 37,8°C neste domingo (12).

🔥O Inmet afirma que as temperaturas máximas no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul devem atingir os 44 °C nos próximos dias. A previsão é de que várias cidades registrem recordes históricos de calor nesta semana.

A meteorologista Andrea Ramos, do Inmet, explica que esta é uma tendência mundial, já identificada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).

“A Organização Meteorologia Mundial já identificou que estamos vivenciando quatro meses com temperaturas acima da média e uma tendência de terminarmos o ano como o mais quente já registrado desde o início das medições”, informou Andrea.

Tempestades no Sul

Na região Sul, as áreas de instabilidade devem ganhar força nos próximos dias.

Até a próxima quinta-feira (16) os acumulados podem superar os 200 milímetros entre os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As tempestades devem ter rajas das vento acima de 80 km/h e queda de granizo.

Fonta da informação: G1

Novembro Azul: todos os homens precisam fazer o exame de toque retal?

O exame de toque retal desperta medo em um a cada sete homens — Foto: Freepik

 

 

O exame de toque retal desperta medo em um a cada sete homens, segundo uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). No entanto, às vezes é preciso “enfrentar esse medo” para evitar um mal maior: o câncer de próstata. Isso porque o toque retal é um dos exames indicados para diagnosticar este tipo de câncer.

🚨O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum para os homens, atrás apenas dos tumores de pele não melanoma. No Brasil, estimam-se 71.730 novos casos deste tipo de câncer por ano para o triênio 2023-2025, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Um vídeo do ator Antônio Fagundes sobre o Novembro Azul (movimento mundial para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata), em parceria com o Porta dos Fundos, viralizou nesta semana.

Nele, o galã de novelas traz números sobre a incidência do câncer no Brasil e questiona: “quando é que você vai liberar esse c* aí? Colocar o c* para jogo é a melhor forma de se prevenir contra essa doença”.

Para Alfredo Canalini, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o vídeo traz uma mensagem importante e acende uma luz sobre o tema. “É uma mensagem para o homem que não se cuida. Os números são reais. A linguagem mais sarcástica pode ajudar esses homens a mudar de postura, a deixar o preconceito de lado”.

Mas todos os homens precisam fazer o exame de toque retal?

 

Pedir exames para homens saudáveis e sem sintomas é um tema que gera debate no meio científico. A maioria das organizações médicas incentiva os homens na faixa dos 50 anos a discutir os riscos e benefícios do rastreio do câncer da próstata com os médicos.

No Brasil, se o homem tiver sinais e sintomas (leia mais abaixo), o recomendado é realizar os exames para investigar o câncer de próstata. Agora, se o paciente não tiver sintomas específicos, é necessário conversar com o médico sobre os riscos e benefícios.

  • Benefícios: realizar o exame pode ajudar a identificar o câncer de próstata logo no início da doença, aumentando assim a chance de sucesso no tratamento. Tratar o câncer de próstata na fase inicial pode evitar que se desenvolva e chegue a uma fase mais avançada;

 

  • Riscos: ter um resultado que indica câncer, mesmo não sendo, gera ansiedade e estresse, além da necessidade de novos exames, como a biópsia. Diagnosticar e tratar um câncer que não evoluiria e nem ameaçaria a vida. O tratamento pode causar impotência sexual e incontinência urinária. Os riscos desses exames estão relacionados às consequências dos seus resultados e não à sua realização.

 

A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda também que homens negros, obesos ou com histórico familiar de câncer de próstata (parentes de primeiro grau) façam o exame do toque retal (sempre em conjunto com o PSA) a partir dos 45 anos.

“Sabemos que existe uma população de risco, com maior chance de desenvolver esse tipo de câncer. O acompanhamento deve começar a partir dos 45 anos, mas defendemos que a conduta tem que ser através de decisão compartilhada entre médico e paciente. O paciente tem mais de 90% de chance de cura com o diagnóstico precoce”, explica Alfredo Canalini.

Na fase inicial, o câncer de próstata pode não apresentar sintomas e, quando apresenta, os mais comuns são:

  • Dificuldade de urinar;
  • Demora em começar e terminar de urinar;
  • Sangue na urina;
  • Diminuição do jato de urina;
  • Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.

 

Esses sinais e sintomas também ocorrem devido a doenças benignas da próstata. Por exemplo:

  • Hiperplasia benigna da próstata é o aumento benigno da próstata. Afeta mais da metade dos homens com idade superior a 50 anos e ocorre naturalmente com o avançar da idade;
  • Prostatite é uma inflamação na próstata, geralmente causada por bactérias.

PSA, toque, ressonância, biópsia

A análise da próstata é feita pela dosagem do PSA no sangue juntamente com o exame de toque. Um exame não exclui o outro, visto que é possível ter PSA aumentado e não ter a doença ou tê-lo normal e ter a doença. O PSA também pode aumentar no caso de prostatite e HPB, e há situações em que ele não se altera mesmo com o câncer em curso.

“O próximo exame é a ressonância nuclear magnética da próstata. O profissional consegue classificar as imagens como não suspeitas de câncer e pode verificar se existem nódulos”, explica o urologista.

Já a biópsia vai confirmar se existe ou não a presença de câncer. “Na biópsia conseguir classificar se é mais agressivo, ou se é indolente, se vamos só acompanhar o paciente. Tudo isso é conversado”, completa o presidente da SBU.

O tratamento pode vai depender de vários fatores. Em alguns casos, o tratamento imediato pode não ser necessário e os médicos recomendam a vigilância ativa (com acompanhamento regular). Em outros, a cirurgia de retirada da próstata é o suficiente. A radioterapia e o tratamento hormonal também podem ser indicados.

INFOGRÁFICO: entenda como a maconha age no corpo

Droga mais usada no mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a maconha é uma planta com mais de 100 fitocanabinoides (compostos químicos). O mais conhecido deles é o tetrahidrocanabinol, que é o THC, é ele quem tem o efeito psicoativo buscado por quem faz o uso recreativo da droga.

 

 

 

 

 

 

Droga mais usada no mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a maconha é uma planta com mais de 100 fitocanabinoides (compostos químicos). O mais conhecido deles é o tetrahidrocanabinol, que é o THC, é ele quem tem o efeito psicoativo buscado por quem faz o uso recreativo da droga.

Os especialistas explicam que cada organismo reage de diferentes formas em cada organismo e que seu efeito pode ter duração de até 24 horas. O modo mais difundido de consumo é pelo fumo. A fumaça tragada entra nos pulmões com THC. A substância percorre a corrente sanguínea, se prende às células de gordura e segue para o cérebro. É lá que o efeito da maconha acontece.

Quando o THC chega ao cérebro, ele se conecta aos neurônios com receptores canabinóides. Essas células são parte de uma rede de comunicação no cérebro, chamada sistema endocanabinoide. Algumas áreas do nosso cérebro têm muitos receptores desse tipo, como o hipocampo, cerebelo, gânglio basal e córtex cerebral.

O efeito da maconha acontece quando o THC age sobre essas áreas. Como cada pessoa sente o efeito varia porque nosso metabolismo não é igual.

Tristeza causa câncer? Cientistas dão resposta definitiva

Muitas pessoas acreditam que a ansiedade e a depressão estão relacionadas ao desenvolvimento de câncer — Foto: Freepik

 

Tristeza causa câncer? Essa é uma crença muito comum em várias partes do mundo e o questionamento intrigou um grupo de pesquisadores da University Medical Center Groningen, da Holanda, que decidiu analisar dados científicos que pudessem confirmar ou rechaçar essa teoria.

 

Para isso, os cientistas analisaram dados de 320 mil pessoas na Holanda, Reino Unido, Noruega e Canadá. Os resultados afastaram completamente a teoria de que estar triste, com depressão ou ansiedade poderia aumentar o risco de desenvolver tumores.

 

Publicado na revista científica da Sociedade Americana de Câncer, o estudo teve como base o inquérito internacional Psychosocial Factors and Cancer Incidence (PSY-CA). Entre os quase 320 mil adultos, mais de 25 mil deles tiveram algum tipo de câncer. No trabalho, os pesquisadores concluíram que depressão ou ansiedade não estavam associados ao desenvolvimento de câncer geral, assim como de mama, próstata e colorretal.

No entanto, eles os cientistas observaram que em pacientes com quadros de câncer de pulmão e de garganta, o diagnóstico de depressão e ansiedade aumentou o risco para o tumor. Mas essa relação foi atenuada quando os pesquisadores avaliaram outros fatores de risco para estes tipos de câncer, como tabagismo, uso de álcool e índice de massa corporal.

“Não encontramos evidências de associação entre depressão ou ansiedade e incidência geral de câncer no acompanhamento. Ao observar tipos específicos de câncer, descobrimos que a depressão e a ansiedade estavam associadas a um risco aumentado de câncer de pulmão nos modelos minimamente ajustados. Em modelos ajustados ao máximo, todas as estimativas de efeito foram atenuadas. Da mesma forma, para cânceres relacionados ao tabagismo, diagnóstico de depressão, diagnóstico de ansiedade e sintomas de ansiedade foram associados a um risco aumentado de incidência. Novamente, essas estimativas de efeito foram atenuadas nos modelos ajustados ao máximo”, escreveram os autores do estudo.

“Não foram encontradas associações entre depressão ou ansiedade e câncer geral, de mama, próstata, colorretal e relacionado ao álcool”.

INSS volta a conceder auxílio-doença sem perícia

 

 

O Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) simplificou as regras de concessão de benefício por incapacidade temporária. Assim, os laudos e atestados médicos podem ser enviados para concessão do auxílio-doença apenas com análise documental, sem precisar da perícia médica presencial.
O INSS aumentou de 90 para 180 dias, o período do afastamento temporário por doença, que é feito de forma remota sem precisar agendar perícia médica. O sistema é chamado de Atestmed. Caso a pessoa tem o pedido negado, ela terá prazo de 15 dias para recorrer.
Antes, a solicitação de auxílio-doença apenas com o atestado e de forma remota só poderia ser feita nas localidades em que o tempo de espera para a realização da perícia fosse superior a 30 dias. E o benefício só poderia ser concedido por 90 dias.
Além disso, os benefícios por incapacidade temporária de natureza acidentária também poderão ser concedidos por análise documental, desde que seja apresentada a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) emitida pelo empregador. Segundo portaria do Ministério da Previdência Social em conjunto com o INSS, a decisão “se soma às iniciativas adotadas para acabar com as filas de agendamentos para a realização da perícia médica”.
A portaria foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (21).


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