Homem que usava cordão morre após ser puxado para dentro de máquina de ressonância magnética nos EUA
Segundo a polícia local, ele entrou sem autorização na sala onde exames são realizados.
Um homem que ficou gravemente ferido na última quarta-feira (16) após entrar em uma sala de ressonância magnética e ser puxado para dentro da máquina pelo seu colar morreu no dia seguinte. O caso aconteceu em Long Island, nos Estados Unidos.
Foto: Freepik / O Globo
A vítima de 61 anos usava uma “grande corrente metálica” no pescoço quando entrou na sala do Nassau Open MRI em Westbury, em Nova York, às 16h34 da quarta-feira, de acordo com o Departamento de Polícia do Condado de Nassau.
No entanto, ele não tinha autorização para entrar na sala. Ser puxado para dentro da máquina o fez ter um episódio clínico. Em seguida, ele foi levado para um hospital, onde morreu às 14h36 de quinta-feira (17).
A polícia do Condado de Nassau informou em um comunicado à imprensa na sexta-feira que a investigação sobre o episódio continuava. Um porta-voz do departamento afirmou que não havia outras informações disponíveis.
O Nassau Open MRI não respondeu a um pedido de comentário feito pelo The New York Times. A empresa oferece exames de ressonância magnética fechados e abertos, de acordo com seu site. Uma ressonância magnética aberta envolve um aparelho com laterais abertas, em vez de um tubo fechado.
Máquinas de ressonância magnética utilizam ímãs e correntes de radiofrequência para produzir imagens anatômicas detalhadas. A força magnética de uma máquina de ressonância magnética é forte o suficiente para arremessar uma cadeira de rodas através de uma sala, de acordo com o Instituto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia.
Os pacientes são aconselhados a remover joias e piercings antes de entrar em uma máquina de ressonância magnética, e pessoas com alguns implantes médicos, particularmente aqueles que contêm ferro, não devem se submeter a exames de ressonância magnética.
Lesões e mortes envolvendo aparelhos de ressonância magnética já ocorreram no passado. Em 2001, um menino de 6 anos morreu quando um tanque de oxigênio metálico foi puxado para dentro de um aparelho enquanto ele realizava um exame.
Um homem morreu na Índia em 2018 ao entrar em uma sala de ressonância magnética carregando um tanque de oxigênio. Em 2023, uma enfermeira na Califórnia foi esmagada e precisou de cirurgia após ficar presa entre um aparelho de ressonância magnética e uma cama de hospital que havia sido puxada em direção ao aparelho pela força magnética do aparelho.
Fonte: O Globo
Morre Preta Gil, aos 50 anos.
Preta Gil não resistiu ao tratamento contra o câncer nos EUA e morreu, neste domingo (20/7). A coluna Fábia Oliveira descobriu que a cantora teve uma piora em seu quadro de saúde, desde a última quarta-feira (16/7).

Após o tratamento inicial no Brasil com quimioterapia e radioterapia, e uma cirurgia para remoção de tumores em agosto de 2024, o câncer retornou em outras regiões do corpo, levando à retomada de intervenções médicas.
Filha de Gilberto Gil, sobrinha de Caetano Veloso, afilhada de Gal Costa. Deixa um filho e uma neta.
Fonte: G1 e Metrópoles.
Os seres humanos são corruptos por natureza? O que diz a neurociência
Quando (e como) esse impulso amoral nasce no cérebro? Será que somos seres com uma tendência inata à corrupção?
Neste momento, parece indiscutível que a corrupção é um dos piores danos que podem ser causados às sociedades democráticas. O uso indevido da autoridade, dos direitos e das oportunidades concedidas pelo exercício do poder é contra a lei e os princípios morais. Mas a realidade é que isso acontece repetidamente.
Quando (e como) esse impulso amoral nasce no cérebro? Será que somos seres com uma tendência inata à corrupção?
Vamos antecipar a resposta evitando o fatalismo: a corrupção não é uma doença e, certamente, não é inevitável.
A neurociência começou a explorar como o poder político e o contexto institucional influenciam a atividade cerebral associada a decisões corruptas ou imorais.
Em um cérebro saudável, a tentação de adotar um comportamento corrupto deveria criar um conflito entre o dever e a ação. Assim, os estímulos que incentivam comportamentos corruptos — como obter benefícios pessoais abusando de uma situação vantajosa — seriam combatidos por fatores dissuasores, como o medo de uma possível punição.
Diante deste dilema, será que podemos prever o que faz a balança pender para um lado ou para o outro para cada indivíduo?
Foto: Adobestock / G1
Recompensa e autocontrole
Há dados que indicam que “cair em tentação” ou sucumbir à corrupção requer a intervenção de vários sistemas cerebrais. Os circuitos que regulam a recompensa, o autocontrole e a avaliação moral do comportamento pessoal são os mais afetados.
Entre eles, destacam-se os circuitos que recompensam um determinado comportamento, e nos motivam a repeti-lo. Essas são áreas que liberam neurotransmissores no cérebro em resposta à obtenção de dinheiro ou status.
Como resultado, cada vez que uma ação corrupta (por exemplo, um suborno) é bem-sucedida, a conexão entre os neurônios que incentivam a repetição do comportamento é fortalecida. E isso rompe o equilíbrio entre impulso e controle no cérebro que sucumbe à corrupção.
De certa forma, a satisfação com o sucesso obtido vai bloquear os mecanismos de avaliação da ética das ações.
Especificamente, há estruturas responsáveis pelo planejamento de longo prazo e pela inibição de impulsos, cujo funcionamento adequado deve nos ajudar a resistir à recompensa tentadora e apostar em outros benefícios futuros, como construir uma boa reputação ou garantir uma longa carreira política. Mas a ativação dos circuitos de recompensa imediata bloqueia essas vias.
Além disso, o cérebro é adepto do ditado “quando em Roma, faça como os romanos”, o que pode ser devastador na luta contra a corrupção. A razão é que nosso comportamento social foi selecionado, ao longo de milhões de anos de evolução, para nos encaixarmos em um grupo, adotar suas normas e, assim, obter sua aprovação.
Sair disso exige muita força emocional, criatividade e, muitas vezes, pagar o preço da solidão.
Portanto, se condutas “duvidosas” são adotadas em nosso entorno, existe o perigo de que o cérebro as adote como suas. Como o experimento de Solomon Asch mostrou anos atrás, a pressão social influencia o julgamento individual, mesmo quando a resposta correta é óbvia.
Então, em ambientes que normalizam a corrupção, a pressão do meio ativa as áreas do cérebro social, aumentando a motivação para emular o comportamento do grupo, mesmo que contradiga os princípios éticos individuais.
Se a exposição a práticas corruptas for perpetuada ao longo do tempo, sofremos dessensibilização: a repetição atenua a resposta das áreas nervosas responsáveis pela identificação do perigo e silencia o sinal de “alerta moral” no nosso cérebro.
Prevenir com contextos não permissivos
A melhor maneira de prevenir a corrupção é mudar o contexto social em que o cérebro humano opera.
Somos seres sociais, que precisam da aprovação do nosso grupo de referência. Se não exigirmos prestação de contas ou vivermos em contextos institucionais permissivos, estaremos normalizando o comportamento corrupto e atenuando os mecanismos internos de idoneidade.
Isso dá origem a um fenômeno de “racionalização” que permite que uma conduta inadequada seja reinterpretada até o ponto em que começa a ser percebida como ‘necessária’ ou, pelo menos, “menos grave”, normalizando o comportamento viciado.
Uma série de evidências mostram esse “ajuste mental” em relação à corrupção. Entre elas, pesquisas baseadas em técnicas de neuroimagem mostram que os detentores de poder modulam sua avaliação de ganhos pessoais “para cima”.
Falta de empatia e custo ético
A neurociência também mostrou que, quando as decisões são tomadas em posições de poder, os cérebros processam os custos éticos associados a um ato corrupto de forma mais benevolente.
A falta de empatia é outro problema, já que esta é uma habilidade que contribui para a consciência social e reduz a propensão a trapacear. A corrupção distorce as prioridades da comunidade, exacerbando a desigualdade. E o cérebro se inclina para qualquer coisa que suponha um benefício pessoal, tornando-se mais “egoísta”.
Em resumo, o poder prolongado tende a reforçar a atenção em objetivos próprios e a enfraquecer as redes neurais de autocontrole. Isso configura um cérebro menos sensível, no qual todos os sinais que permitem a reciprocidade entre as pessoas são desativados.
Sem dúvida, todas essas evidências podem fornecer novas ferramentas para prevenir a corrupção. O fortalecimento das normas éticas e das redes de controle pode ajudar a “resistir à tentação”, restaurando os mecanismos que são inibidos no cérebro corrupto.
Para o bem comum, é vital implementar as formas mais eficazes de reprovação social.
*Susana P. Gaytan é professora de fisiologia na Universidade de Sevilha, na Espanha.
Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado aqui sob uma licença Creative Commons.
Fonte: g1.globo
Descongestionantes nasais: entenda riscos do exagero e veja alternativas para o alívio respiratório
O uso contínuo pode provocar lesões na mucosa nasal, o que, por sua vez, gera uma dependência do medicamento. Além disso, há riscos cardiovasculares sérios, como taquicardia e angina.
Foto: Shutterstock/g1.globo
Quando o nariz fica entupido, especialmente no tempo seco, que aumentam as partículas irritantes no ar, muitas pessoas buscam alívio rápido nos descongestionantes nasais. No entanto, a praticidade desses medicamentos esconde consequências significativas para a saúde quando usados sem parar.
O uso contínuo de descongestionantes nasais pode levar a vícios e problemas cardíacos. A melhor forma de manter o nariz limpo é com soro fisiológico a 0,9%, dizem especialistas.
Este uso excessivo pode provocar lesões na mucosa nasal, o que, por sua vez, gera uma dependência do medicamento. Além disso, há riscos cardiovasculares sérios, como taquicardia e angina.
Mas o que leva a essa dependência?
Quando o descongestionante é aplicado, ele faz com que os vasos sanguíneos se contraiam, desinchando a mucosa e abrindo a passagem do ar.
➡️ O problema é que, logo em seguida, os vasos voltam a inchar e o nariz entope novamente, criando um ciclo vicioso onde a pessoa precisa de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito.
➡️ Para as crianças, o alerta é ainda mais grave. O uso de descongestionantes nasais não é indicado para elas e, em casos de superdosagem, pode ser fatal. O pediatra e toxicologista Anthony Wong explica que “Ele pode aumentar a pressão da criança a nível muito alto, inclusive atrapalhando a circulação”.
A superdosagem em crianças pode levar a reações cardiovasculares, choque, falta de ar e até parada cardíaca.
Os pais devem estar muito atentos a sintomas de superdosagem ou reação alérgica, que incluem palidez, sonolência ou agitação extrema, irritabilidade e alguma alteração de comportamento fora do usual.
Foto: Shutterstock/g1.globo
Alternativas seguras para a higiene nasal
A boa notícia é que existem métodos seguros e eficazes para manter o nariz limpo e descongestionado, sem os riscos associados aos descongestionantes.
A maneira mais recomendada é a limpeza com soro fisiológico a 0,9%.
Como utilizar o soro fisiológico:
- Para uma pessoa saudável, sem rinite ou qualquer outra inflamação, duas aplicações ao dia (uma pela manhã e outra à noite) são suficientes para manter o nariz limpo e descongestionado;
- A higiene nasal também pode ser realizada durante o banho, aproveitando que a água e o calor ajudam a amolecer as crostas, facilitando a limpeza.
A pediatra Ana Escobar e o otorrinolaringologista Marcelo Hueb apontam que priorizar a saúde nasal com métodos naturais e comprovadamente seguros é fundamental para evitar complicações.
Fonte: g1.globo
Bahia registra o pior índice de alfabetização do país, aponta MEC
A Bahia ficou com o pior índice de alfabetização entre os estados brasileiros, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), com base em levantamento feito pelo Inep. De acordo com o Indicador Criança Alfabetizada, apenas 36% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental na Bahia conseguem ler e escrever textos simples, índice abaixo da média nacional.
A meta estabelecida pelo governo federal para 2024 era de que ao menos 60% das crianças estivessem alfabetizadas até os 7 anos. No geral, o Brasil registrou avanço: o percentual nacional subiu de 56%, em 2023, para 59,2% em 2024, mas ainda aquém da meta.
Foto: Joá Souza/GovBa/BN
Entre os 11 estados que atingiram o objetivo estão Ceará (85,3%), Goiás (72,7%), Minas Gerais (72,1%) e Espírito Santo (71,7%). Já além da Bahia, outros estados com desempenho abaixo do esperado incluem Rio Grande do Sul, Amazonas, Paraná, Pará e Rondônia.
O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que esses estados com piores índices estão recebendo acompanhamento prioritário. No caso do Rio Grande do Sul, as enchentes de 2023 foram apontadas como um dos fatores que impactaram negativamente os resultados, o estado teve queda de 63,4% para 44,7%.
O levantamento envolveu cerca de 2 milhões de alunos em 42 mil escolas de 5.450 municípios. Roraima foi o único estado que não participou da avaliação, sob a justificativa de que 40% de suas escolas estão em áreas indígenas.
A meta do governo federal é que todos os estados brasileiros alcancem 80% de crianças alfabetizadas até 2030.
Fonte: Bahia Notícias
MDS define novos grupos prioritários para ingresso no Programa Bolsa Família
Portaria publicada, prevê a inclusão de mais três segmentos no rol dos grupos de famílias pré-habilitadas em condições de maior vulnerabilidade social.
Foto: Roberta Aline / MDS
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) publicou, nesta quarta-feira (9.07), a Portaria nº 1.907, que prevê a inclusão de mais três segmentos no rol dos grupos de famílias pré-habilitadas em condições de maior vulnerabilidade social, e, portanto, prioritários para ingresso no Programa Bolsa Família (PBF).
Com a medida, passam a ser incluídas famílias com pessoa em situação de rua; famílias com pessoa em situação de risco social associado à violação de direitos, identificada no Prontuário SUAS; e famílias com pessoa identificada, pelo Ministério da Saúde, em situação de risco para insegurança alimentar.
As categorias se somam as já elencadas na Portaria nº 897, de julho de 2023, que abrange famílias com integrantes em situação de trabalho infantil; com integrantes libertos de situação análoga à de trabalho escravo; famílias quilombolas e indígenas; e famílias com catadores de material reciclável.
“O objetivo é aumentar o nível de proteção social, de segurança de renda e de segurança alimentar em favor de famílias que se encontram em situação de alto risco social”, explica o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias. “As inclusões são decorrentes de um olhar articulado do Programa Bolsa Família com outras políticas públicas”, completou.
Para entrada no programa, serão observados os critérios de ingresso e a consistência e atualidade dos dados cadastrais, nos termos da portaria e de normas complementares estabelecidas pelo MDS.
A portaria entrou em vigor no dia 09/07/2025, com efeitos na gestão de benefícios do Programa Bolsa Família a partir da folha de pagamento de julho de 2025.
Foto: Internet / MDS
Programa Bolsa Família
O Bolsa Família é considerado o maior programa de transferência de renda do Brasil, reconhecido internacionalmente por já ter tirado milhões de famílias da fome. O Governo Federal relançou o programa com mais proteção às famílias, com um modelo de benefício que considera o tamanho e as características familiares, aquelas com três ou mais pessoas passarão a receber mais do que uma pessoa que vive sozinha.
Além de garantir renda para as famílias em situação de pobreza, o Programa Bolsa Família busca integrar políticas públicas, fortalecendo o acesso das famílias a direitos básicos como saúde, educação e assistência social.
Bolsa Família
O Bolsa Família é o maior programa de transferência de renda do Brasil, reconhecido internacionalmente por já ter tirado milhões de famílias da fome. O Governo Federal relançou o programa com mais proteção às famílias, com um modelo de benefício que considera o tamanho e as características familiares, aquelas com três ou mais pessoas passarão a receber mais do que uma pessoa que vive sozinha.
Além de garantir renda para as famílias em situação de pobreza, o Programa Bolsa Família busca integrar políticas públicas, fortalecendo o acesso das famílias a direitos básicos como saúde, educação e assistência social. O Bolsa Família busca promover a dignidade e a cidadania das famílias também pela atuação em ações complementares por meio de articulação com outras políticas para a superação da pobreza e transformação social, tais como esporte, ciência e trabalho.
Quem tem direito?
Para ter direito ao Bolsa Família, a principal regra é que a renda de cada pessoa da família seja de, no máximo, R$ 218 por mês. Por exemplo, se apenas um integrante da família tem renda e recebe um salário mínimo (R$ 1.518), e nessa família há sete pessoas, a renda de cada um é de R$ 216,85. Como está abaixo do limite de R$ 218 por pessoa, essa família tem o direito de receber o benefício.
Como Receber?
Em primeiro lugar, é preciso estar inscrito no Cadastro Único, com os dados corretos e atualizados. Esse cadastramento é feito em postos de atendimento da assistência social dos municípios, como os CRAS. É preciso apresentar o CPF ou o título de eleitor.
Lembrando que, mesmo inscrita no Cadastro Único, a família não entra imediatamente para o Bolsa Família. Todos os meses, o programa identifica, de forma automatizada, as famílias que serão incluídas e que começarão a receber o benefício.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS)
Brasileirão 2025 volta neste sábado: relembre a situação dos times
Após uma pausa de um mês por conta da disputa do Mundial de Clubes 2025, o Brasileirão 2025 está de volta. Principal competição nacional que conta com a elite dos clubes brasileiros, o campeonato se estende até o final de dezembro deste ano.
As últimas partidas do Brasileirão antes da pausa, foram disputadas no dia 12 de junho, válidas pela rodada 12 da competição, ainda no primeiro turno de jogos. A temporada completa tem 38 partidas para cada time.
Foto: Getty Images / olympics.com
Quem lidera o Brasileirão 2025?
No momento da paralisação da competição, na primeira metade de junho, o Flamengo, dirigido por Filipe Luís, liderava o campeonato, com 24 pontos conquistados em 11 partidas disputadas. O Cruzeiro tem a mesma pontuação, só perdendo no saldo de gols, que é de 9, contra 20 do clube carioca.
O G4 é fechado pelo Red Bull Bragantino, com 23 pontos em 12 partidas, e o Palmeiras de Abel Ferreira, que com 11 jogos disputados até aqui, teve uma queda de rendimento nas duas últimas partidas e perdeu posições no ranking, com 22 pontos.
Quem corre perigo na tabela do Brasileirão 2025?
Apesar das poucas rodadas disputadas até aqui, algumas equipes já se complicam e frequentam a parte inferior da tabela do Brasileirão 2025. O atual Z4, como é conhecida a zona de rebaixamento, tem equipes de peso.
O Internacional, comandado por Roger Machado, vem de uma surpreendente sequência de seis partidas sem vencer na competição nacional, e abre a zona de rebaixamento, na posição 17, com apenas 11 pontos em 12 partidas jogadas.
O Fortaleza enfrenta uma sequência negativa similar, com quatro derrotas em suas últimas quatro partidas, e amarga a 18ª colocação na tabela, com 10 pontos. O Juventude é o 19º colocado, com seis derrotas e dois empates em seus últimos oito jogos, e só 8 pontos conquistados.
O lanterna isolado da competição é o Sport, que ainda não venceu no Brasileirão em seus 11 compromissos. São apenas 3 pontos conquistados, todos em empates obtidos, e um saldo negativo de 13 gols.
Foto: Raul Baretta/Santos FC
Quando o Brasileirão 2025 retorna?
Com a grande final do Mundial de Clubes agendada para o próximo dia 13 de julho, domingo, o Brasileirão 2025 tem suas primeiras partidas do retorno marcadas para este sábado, dia 12 de julho.
A data marca o início da rodada 13 de 38 do campeonato, apesar dos jogos atrasados da rodada 12, que ainda serão agendados e disputados. As partidas da rodada acontecem entre o sábado (12) e segunda-feira (14).
Confira a agenda:
Sábado, 12 de julho
- 16h30 – Flamengo vs São Paulo
- 16h30 – Internacional vs Vitória
- 18h30 – Vasco da Gama vs Botafogo
- 21h00 – Bahia vs Atlético-MG
Domingo, 13 de julho
- 19h00 – Corinthians vs Bragantino
- 20h30 – Cruzeiro vs Grêmio
- 20h30 – Fortaleza vs Ceará
Segunda-feira, 14 de julho
- 20h00 – Juventude vs Sport Recife
Confira a tabela do Brasileirão 2025
| POSIÇÃO | TIME | PONTOS | PARTIDAS |
|---|---|---|---|
| 1 | Flamengo | 24 | 11 |
| 2 | Cruzeiro | 24 | 12 |
| 3 | Red Bull Bragantino | 23 | 12 |
| 4 | Palmeiras | 22 | 11 |
| 5 | Bahia | 21 | 12 |
| 6 | Fluminense | 20 | 11 |
| 7 | Atlético-MG | 20 | 12 |
| 8 | Botafogo | 18 | 11 |
| 9 | Mirassol | 17 | 11 |
| 10 | Corinthians | 16 | 12 |
| 11 | Grêmio | 16 | 12 |
| 12 | Ceará | 15 | 11 |
| 13 | Vasco | 13 | 12 |
| 14 | São Paulo | 12 | 12 |
| 15 | Santos | 11 | 12 |
| 16 | Vitória | 11 | 12 |
| 17 | Internacional | 11 | 12 |
| 18 | Fortaleza | 10 | 12 |
| 19 | Juventude | 8 | 11 |
| 20 | Sport | 3 | 11 |
Confira a lista com os principais artilheiros do Brasileirão 2025
| POSIÇÃO | JOGADOR | GOLS |
|---|---|---|
| 1 | Giorgian Arrascaeta (Flamengo) | 9 |
| 2 | Pablo Vegetti (Vasco) | 8 |
| 2 | Kaio Jorge (Cruzeiro) | 8 |
| 4 | Pedro Raul (Ceará) | 6 |
| 5 | Reinaldo (Mirassol) | 6 |
Fonte: olympics.com
Itapetinga sedia evento “Nossas Memórias”
Itapetinga sedia evento “Nossas Memórias” com foco na história, cultura e identidade do Médio Sudoeste Baiano.

Salvador é destaque no ranking da ONU das cidades mais felizes do país em 2025
Salvador aparece na 22ª posição no ranking das cidades mais felizes do Brasil em 2025, segundo estudo anual da Organização das Nações Unidas (ONU). A pesquisa, baseada no modelo do World Happiness Report (WHR), combina dados objetivos e variáveis subjetivas de bem-estar e adapta os critérios internacionais de qualidade de vida à realidade brasileira.
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O levantamento identifica os municípios com os melhores indicadores sociais e busca apontar os territórios onde as pessoas vivem com mais satisfação, segurança e equilíbrio. Entre os fatores analisados estão PIB per capita, expectativa de vida saudável, apoio social, liberdade para fazer escolhas de vida, generosidade e percepção de corrupção.
Foto: Dicas do nosso Brasil
No topo do ranking aparecem Joinville (SC), com nota 8,91/10, seguida por São José dos Campos (SP), Curitiba (PR), Gavião Peixoto (SP) e Maringá (PR). Completam o grupo das dez primeiras colocadas Vinhedo (SP), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Brasília (DF) e São Caetano do Sul (SP).
Fonte: Bahia Notícias
Dona Ruth perde a guarda de Léo, filho de Marilia Mendonça, como fica a cabeça dessa criança?
E o pai, Murilo Huff, comprova alienação parental e negligência. Você tem ideia do que isso faz com a cabeça de uma criança?
Pouca gente entendeu a gravidade do que aconteceu aqui. Depois que Marilia Mendonça morreu, quem criou o pequeno Léo, foi a avó, Dona Ruth. Era ela quem dava colo, o leitinho e segurança.
Mas, o pai, Murilo Huff, entrou na justiça e pediu a guarda para ele. O motivo? Ele acusou a avó do filho de praticar alienação parental e ainda negligenciar a saúde do menino.
Foto: Portal Leo Dias
O QUE É ALIENAÇÃO PARENTAL?
Alienação parental é quando um adulto faz a cabeça da criança contra o outro. Fala mal, omite informações, distorce verdades, faz chantagem emocional. O pior? Isso destrói o cérebro em formação. A criança cresce dividida entre amar quem cuida ou quem é afastado, e carrega culpas que não são dela.
E O QUE É NEGLIGÊNCIA MÉDICA?
Murilo também acusou Dona Ruth de esconder informações sobre a saúde do próprio neto. Léo tem diabetes tipo I, precisa de atenção redobrada.
Segundo a justiça, a avó teria orientado até babás a não contar pro pai quando o menino tomava antibióticos.
Sabe o que isso significa? Que o garoto ficou no meio de um cabo de guerra, sem saber quem realmente podia proteger ele.
Mas olha… Não vamos fazer fofoca de famoso. E nem pra te dar a notícia que você já leu em todos os sites. Vamos ver o que isso faz no cérebro, no corpo e no coração de uma criança. E, como, sem perceber, muitas pessoas repetem isso dentro de suas casas.
É como se o corpinho dele dissesse assim:
“Eu não sei se posso confiar no amor. Não sei se é seguro receber o doce da vida. Então vou precisar controlar isso, para não me machucar mais.”
Quando uma criança perde a mãe tão cedo, e depois vive em meio a disputas e segredos, o corpo dela entende que o mundo é perigoso. E manifesta isso em forma de doença, pra tentar proteger o coraçãozinho.
NEUROCIÊNCIA: O CÉREBRO SOB ATAQUE
Pela neurociência, quando uma criança vive estresse crônico, o cérebro dela muda de verdade.
A amígdala fica super alerta, o hipocampo registra medo em vez de memórias felizes, o pré-frontal tem dificuldade de amadurecer.
Resultado?
Ansiedade, crise de pânico, dificuldade pra confiar nas pessoas e até doenças autoimunes no futuro.
PSICOLOGIA: O EMOCIONAL EM FRANGALHOS
Na psicologia, a gente vê que crianças assim podem ter medo constante de serem abandonadas, pesados, insegurança pra falar o que sentem.
Muitas voltam a fazer xixi na cama, têm ataques de raiva ou ficam quietinhas demais.
Tudo porque o lar, que deveria ser o lugar mais seguro do mundo, virou palco de disputa.
COMO EVITAR QUE ISSO ACONTEÇA?
Então se você que é pai, mãe, avó, tia…
Por favor, nunca coloque uma criança no meio dos seus problemas de adulto.
Não fale mal do outro na frente dela. Não a force a escolher lados.
E dê o exemplo do que é um amor maduro, seguro, presente.
O QUE A CRIANÇA PRECISA
Uma criança precisa de previsibilidade. precisa saber que você vai estar lá amanhã.
Precisa de colo, de rotina, de conversas calmas sobre sentimentos.
Precisa entender que o mundo pode ser bom, e que o amor não vai sumir de uma hora para outra.
Blinde suas crianças para que elas não vivam essa bagunça emocional que o Léo está vivendo.
Fonte: Instagram @dra.proton











