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Ambiente tóxico no trabalho? Como impor limites e saber quando é hora de sair

‘Não tem preço que pague isso’, diz mulher que trocou salário mais alto para ‘fugir’ de chefe que gritava e criticava sua aparência. Segundo especialista, novas gerações estão cada vez menos dispostas a tolerar comportamentos abusivos.

Uma semana após começar em um novo emprego, Lisa Grouette notou algo diferente no domingo à noite: o fim da sensação de angústia que costumava sentir antes de ir trabalhar toda segunda-feira.

Grouette passou 10 anos em uma agência de seguros com um chefe que, segundo ela, gritava com frequência, batia com as mãos na mesa, criticava sua aparência e quebrava objetos.

Ela afirma que ele a acusou falsamente de roubo e ameaçou negar uma carta de recomendação caso ela pedisse demissão.

Com medo de não conseguir outro emprego, ela permaneceu nesse ambiente tóxico. “Era como se estivesse implícito: ‘Você está presa’”, relembra Grouette, de 48 anos.

Mas ela encontrou uma saída. Quando surgiu uma vaga em tempo integral em um jornal onde já trabalhava como fotógrafa freelancer, pediu demissão. O novo emprego pagava US$ 400 a menos por mês, mas Grouette reduziu seus gastos para conseguir se manter.

“Não tem preço que pague isso”, disse. “Foram os 400 dólares mais bem gastos da minha vida, valeu cada centavo. Fiquei um pouco apertada no começo, mas não importava porque eu estava feliz.”

Ambiente tóxico no trabalho: como impor limites e quando é hora de sair — Foto: Peter Hamlin/Ilustração APFoto: Peter Hamlin/Ilustração AP

Cresce a intolerância a comportamentos tóxicos

Com o aumento da conscientização sobre saúde mental, crescem também as conversas sobre o que constitui um comportamento nocivo e o tipo de tratamento que as pessoas não devem — ou não precisam — aceitar em troca de um salário.

“Estamos desenvolvendo uma linguagem para lidar com ambientes de trabalho tóxicos”, afirma Jennifer Tosti-Kharas, professora de comportamento organizacional no Babson College, em Massachusetts, nos Estados Unidos.

Segundo ela, gerações mais jovens, como os millennials e a geração Z, são menos dispostas a tolerar comportamentos abusivos de colegas e chefes, além de serem melhores em impor limites.

No início da própria carreira, Tosti-Kharas conta que, ao se deparar com um ambiente tóxico no trabalho, sua atitude era de “engolir seco”. “Acho que não falávamos tanto sobre cuidar da saúde mental quanto deveríamos.”

Como identificar um ambiente de trabalho tóxico?

Conflitos e relacionamentos difíceis podem ser inevitáveis em qualquer ambiente profissional. Mas há uma grande diferença entre um desentendimento ocasional e abusos persistentes.

“O que torna algo tóxico é a persistência, a constância ao longo do tempo”, explica Tosti-Kharas. “Você pode até tentar resolver, mas nada muda. Está profundamente enraizado.”

Sinais de um ambiente emocionalmente prejudicial incluem falta generalizada de confiança e medo de ser rejeitado ao manifestar sua opinião, diz ela.

Porém, “gritaria” não é a única forma de comportamento tóxico. Também existem atos mais sutis, como atitudes passivo-agressivas de líderes que usam sarcasmo, elogios com duplo sentido, críticas indiretas e exclusão para controlar os subordinados, diz a psicóloga Alana Atchison, de Chicago.
“É uma relação em que você não pode se comunicar de forma clara e direta, então precisa se calar. Você não consegue dizer o que precisa e se sentir seguro ao mesmo tempo”, afirma.

Para identificar um ambiente potencialmente tóxico ao se candidatar a um novo emprego, confie nos seus instintos e fique atento a sinais de alerta. Anúncios frequentes para a mesma vaga, por exemplo, podem indicar alta rotatividade causada por um ambiente negativo. Você também pode procurar avaliações de funcionários na internet.

Como melhorar e prevenir ambientes de trabalho tóxicos?Foto: ibrabr.com

O que pode explicar comportamentos tóxicos?

Se você for alvo de comportamentos tóxicos, considere se o problema está mais em quem os pratica do que em você.

“É quase como uma cortina de fumaça para esconder inseguranças”, diz Atchison. “Se alguém se sente ameaçado ou com medo de ser ofuscado, pode tentar sabotar os outros, espalhar boatos ou atrapalhar projetos para se sentir mais no controle.”

Desde a pandemia de Covid-19, os relatos de ambientes tóxicos aumentaram, segundo Atchison. Um dos motivos seria a perda de habilidades sociais devido ao isolamento.

“Socializar é uma habilidade, e ela se deteriorou”, afirma.

Fale sobre suas preocupações

Se você está em uma situação tóxica no trabalho, conversar com amigos de confiança ou com um terapeuta pode ajudar a processar o que está acontecendo e encontrar formas de lidar com isso, em vez de deixar o problema se acumular.

Stephanie Strausser, 42 anos, gerente de produção de vídeo, contou que buscou apoio quando trabalhou com um chefe extremamente controlador, que a fazia se sentir insegura e tomava decisões que ela considerava antiéticas.

“Não esconda nem guarde para você. Converse com as pessoas. Mesmo que seja com o ChatGPT”, recomenda. “Não internalize isso. E não tome a percepção dos outros como verdade absoluta.”

Amanda Szmuc, advogada da Filadélfia, que passou por ambientes tóxicos, sugere documentar os problemas caso seja necessário levar o caso ao RH.

Anotar detalhes das situações, guardar mensagens inapropriadas ou gravações de reuniões pode ser útil — tanto para fins legais quanto para fortalecer sua percepção da realidade e se proteger contra manipulações psicológicas (gaslighting).

Como sobreviver a um ambiente de trabalho tóxicoFoto: elhombre.com

Estabeleça limites

Se sair do emprego não for financeiramente viável ou você quiser tentar melhorar a situação, vale tentar limitar o contato com a pessoa tóxica.

“As possibilidades podem incluir negociar um cargo que crie distância entre você e a pessoa tóxica, como trabalhar em turnos diferentes ou em projetos distintos”, dizTosti-Kharas.

Você também pode estabelecer prazos para si mesmo, a fim de evitar que a situação piore, diz Szmuc. Por exemplo: ‘Vou dar duas semanas para isso. Houve alguma melhora?’, questiona ela. “Existe alguma forma de talvez mudar minhas circunstâncias ou ter a opinião de outra pessoa?'”

Encontre uma saída

“O ideal seria que um funcionário que se sente maltratado pudesse recorrer a alguém do setor de recursos humanos ou ao gerente do funcionário ofensivo, apresentando evidências que mostrem um padrão de violações de conduta para, então, uma ação disciplinar ser tomada”, disse Tosti-Kharas.

Mas isso nem sempre acontece, deixando quem fez a denúncia em contato direto com a pessoa denunciada. “No mundo real, você pode perceber que é improvável que ela vá embora — e quem vai ter que sair é você”, diz Tosti-Kharas.

Em situações extremas, o melhor é procurar outro emprego, afirma ela.

“Se um inspetor encontrasse radônio [um gás radioativo] na sua casa, você não diria: ‘Deixe-me tentar conviver com o radônio’ ou ‘Como posso mantê-lo aqui, mas talvez reduzir os efeitos?'”, acrescenta. “Você tiraria a toxina da situação ou se retiraria da situação.”

A maioria das pessoas não pode se dar ao luxo de deixar o emprego sem ter outro em vista. Arranjar tempo para se candidatar a outras vagas é difícil quando você se sente sob ataque, mas também é algo fortalecedor e pode levar a uma situação melhor.

“Se alguém te dá a impressão de que você não pode sair desse emprego, isso simplesmente não é verdade”, diz Grouette. “Esse tipo de pessoa não tem o alcance ou o respeito que afirma ter, porque se é volátil com você, é volátil com os outros também”, conclui.

Fonte: g1.globo (Associated Press)

Na trama, a personagem Lucimar, interpretada pela atriz Ingrid Gaigher, decide buscar seus direitos na Justiça.

Uma cena da novela “Vale Tudo”, teve um impacto direto na vida real: apenas uma hora após a exibição, o aplicativo da Defensoria Pública do Rio de Janeiro registrou mais de 270 mil acessos relacionados a pedidos de pensão alimentícia.

Ingrid Gaigher assume papel que foi de veterana em Vale Tudo: "Expectativa  é alta"Foto: Globo/Angélica Goudinho

“O nosso aplicativo da Defensoria teve um aumento exponencial”, diz uma funcionária da Defensoria Pública.

Na trama, a personagem Lucimar, interpretada pela atriz Ingrid Gaigher, decide buscar seus direitos na Justiça. A cena retrata o momento em que ela toma a decisão de formalizar a guarda do filho e cobrar pensão do pai da criança.

“Eu nem acredito que depois de oito anos, eu vou colocar o Vasques na Justiça”, diz a personagem. “Opa: formalizar a guarda do Jorginho”, completa.

A repercussão foi imediata. A atriz Ingrid Gaigher, falou sobre a responsabilidade de interpretar uma personagem que representa tantas mulheres brasileiras.

Foto: Globo/Angélica Goudinho

“Eu falei: bom, eu tenho que estudar muito e me aprofundar nesse tema para não falar de forma leviana sobre um assunto tão sério. Por mais que existam 11 milhões de pessoas nessa situação, ainda parece um tema novo. É curioso”, afirmou a atriz.

A realidade retratada na novela é vivida por muitas mulheres, como Rita de Cássia, atendente, que se identificou com a personagem.

“É ótimo, minha filha. Tem que colocar ele na cadeia pra ver se toma juízo. Eu acho que sou uma das Lucimares. Tenho uma filha na Paraíba, o pai dela é a mesma coisa: não quer ajudar. Paga R$ 150 e acha que é uma ajuda. Eu trabalho aqui e mando dinheiro pra minha mãe que está com ela lá. Eu vou colocar ele na Justiça”, contou.

Fonte: G1 / Profissão Repórter

Receitas Juninas que vale a pena experimentar

Curau cremoso

curau cremoso é uma versão diferente do tradicional curau de milho que é bastante popular durante a Festa Junina.

Curau cremoso — Foto: Caio Mendonça/GloboFoto: Caio Mendonça/Globo

A receita não demora a ficar pronta e serve até quatro pessoas. E os ingredientes são bem simples. Você vai usar espiga de milho, manteiga sem sal, amido de milho, açúcar, canela em pó e sal. Se desejar, pode decorar com pedaços de canela em pau.

Ingredientes

  • 5 espigas de milho-verde
  • Meio litro de leite
  • 1 colher de sopa de amido de milho
  • 1 xícara de chá de açúcar
  • Meia colher de sopa de canela em pó
  • 2 canelas em pau para decorar (opcional)
  • Meia colher de café de sal
  • 2 colheres de sopa de manteiga sem sal

Modo de Preparo

  1. O primeiro passo é debulhar o milho com uma faca. Repita o processo com todas as espigas de milho.
  2. Depois, adicione o milho e meio litro de leite no liquidificador. Bata até virar um creme.
  3. Peneire a mistura para descartar as fibras e partes sólidas do milho.
  4. Em uma panela, adicione a mistura peneirada de milho e dissolva 1 colher de sopa de amido de milho. Acrescente 1 xícara de chá de açúcar, meia colher de café de sal e 2 colheres de sopa de manteiga sem sal. Cozinhe em fogo médio, mexendo sempre, por cerca de 15 minutos ou até engrossar e ganhar consistência de mingau.
  5. Retire do fogo e coloque em uma travessa. Polvilhe canela por cima e sirva quente, morno ou frio.

 

Canjica com leite condensado

A canjica com leite condensado é uma receita que combina com os dias mais frios do inverno, mas pode ser consumida em qualquer época do ano. Simples e fácil de fazer, o doce leva poucos ingredientes: canjica branca, leite, leite condensado, açúcar e canela em pó.

segredo para a canjica ficar macia é deixar de molho. Você pode deixar por 4 horas ou de um dia para o outro. Quando mais tempo de molho, mais macia a canjica vai ficar. Confira como fazer a receita!

Ingredientes

  • 500 gramas de canjica branca
  • Água suficiente para cozinhar a canjica
  • 2 litros de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • 4 colheres de sopa de açúcar
  • Canela em pó a gosto

Modo de Preparo

  1. Coloque 500 gramas de canjica branca em um recipiente e cubra com água. Deixe de molho por 4 horas.
  2. Depois, escorra a canjica e coloque na panela de pressão. Cubra com água e deixe cozinhar por 20 minutos. Reserve.
  3. Em uma panela, adicione 2 litros de leite, 1 lata de leite condensado e 4 colheres de sopa de açúcar. Deixe ferver.
  4. Em seguida, adicione a canjica cozida e cozinhe por 30 minutos, mexendo sempre para não grudar.
  5. Acrescente canela em pó a gosto, misture e sirva em seguida.
Canjica com leite condensado — Foto: Receitas Foto: receitas.globo

Fonte: receitas.globo

Ela teve fratura brincando de cabo de guerra: ‘Minha mão foi esmagada’

O que era para ser uma brincadeira inocente de cabo de guerra acabou em uma cirurgia na mão para colocação de 15 parafusos e duas placas. Erica Assis, 36, contou em seu perfil no Instagram que sofreu um acidente enquanto participava da brincadeira. Ao enrolar a mão na corda, ela teve múltiplas fraturas e precisou passar por uma cirurgia. O caso, que aconteceu em abril, viralizou nas redes sociais.

Erica se preparando para a cirurgia e, à direita, os dispositivos inseridos pelos médicosFoto: UOL / Instagram/@ericaa_ssis

Brincadeira virou caso de emergência

O episódio aconteceu durante um evento na escola da filha de Erica, em Brasília, no dia 12 de abril. A assessora contou que era a primeira vez que ela brincava de cabo de guerra, e que foi orientada a enrolar a mão na corda. Ao iniciar a brincadeira, o movimento torceu o membro.

“O adversário puxou de lá, meu time puxou de cá, e minha mão foi esmagada no meio da corda.” – Erica Assis.

Ela diz que sentiu a dor imediatamente. “No momento que a corda esticou, já senti a dor. Quando deixava minha mão parada, não sentia tanta dor. Mas, quando mexia, doía. A mão inchou depois de um tempo”, relembra.

A equipe da escola auxiliou Erica chamando os bombeiros, que a levaram para o hospital. “Os bombeiros informaram as enfermeiras o que tinha ocorrido e logo fui chamada. A médica fez a avaliação clínica e me mandou para o raio-x. Ela percebeu que algo estava estranho quando eu fechava a mão”.

Além de Erica, outra mãe também se machucou da mesma forma na brincadeira. No entanto, o caso da segunda mulher foi mais leve, apenas uma luxação. Segundo Erica, não houve a participação dos alunos na brincadeira. “Somente os adultos brincaram de cabo de guerra, nenhuma criança se machucou”.

A assessora ressalta o cuidado necessário durante a brincadeira. “Eu tô rindo agora, mas não deixa de ser um alerta. Se for brincar de cabo de guerra, não enrole a mão na corda!”, escreveu.

Erica mostra a cicatriz por conta da cirurgia realizada na mão esquerda e garante estar bemFoto: UOL / Instagram/@ericaa_ssis

“Antes de propor uma brincadeira, pesquisem sobre as formas corretas de conduzi-la, o que pode ou não ser feito. Mesmo com todos os cuidados, acidentes ainda podem acontecer, por isso, é preciso ser o mais precavido possível”. – Erica Assis

Uma cirurgia, 15 parafusos e duas placas

Após fazer os exames de imagem, ela foi informada de que precisaria de uma cirurgia. Marcos Vinicius Muniz Lemos Souto, ortopedista, traumatologista e especialista em cirurgião de mão e microcirurgia, foi o responsável pelo caso de Erica.

Segundo ele, os movimentos da brincadeira, aparentemente inofensivos, provocaram as lesões. Como Erica enrolou a mão na corda, a compressão e a força aplicada pelos times envolvidos no cabo de guerra comprimiram e giraram a mão, torcendo os fragmentos.

Souto explicou que a paciente teve múltiplas fraturas. “[Houve] fratura metadiafosária do 4º e 5º metacarpos e da falange proximal do 5º dedo”.

Imagens mostram as fraturas na mão de EricaFoto: UOL / Instagram/@ericaa_ssis

Além das fraturas, houve também desvio rotacional dos dedos. “Devido à complexidade do caso, optamos pela fixação com placa e parafuso nos metacarpos e fio de Kirschner [popularmente conhecido como pino] na falange proximal do 5º dedo”, explica o especialista. Erica recebeu então 15 parafusos, 2 placas e 2 fios de Kirschner —estes últimos foram retirados cerca de um mês depois da cirurgia.

O especialista explica que a intervenção busca um alinhamento ósseo mais anatômico possível. Ainda segundo o Souto, a cirurgia melhora o prognóstico do paciente, mas a recuperação é multifatorial. “A cirurgia é uma etapa do tratamento. Sempre falo para meus pacientes que a recuperação é um processo”, diz.

À esquerda, a mão de Erica, inchada, após o acidente. À direita, após a cirurgia, ainda com os pontosFoto: UOL / Instagram/@ericaa_ssis

Segundo Erica, sua recuperação está correndo de forma tranquila. “Quase não tive dor [depois da cirurgia], comprei remédios e nem sequer abri. Fiz 10 sessões de fisioterapia e já recebi alta. Meus ossos já estão quase consolidados e tenho dois meses de cirurgia, foi tudo muito rápido”, diz. Em seu relato nas redes sociais, ela afirma que já consegue abrir e fechar a mão lesionada. “Está tudo bem, no mesmo dia eu já estava rindo. Levei um susto, não imaginei que ia precisar de uma cirurgia, achei que eles [os médicos] iam botar [os ossos] no lugar e pronto”.

A assessora se diz surpresa com a proporção que seu caso tomou nas redes sociais. Segundo ela, os stories em que conta o episódio somam mais de 103 mil visualizações.

Fonte: Uol

Minha Casa, Minha Vida em Itapetinga

No sábado (14), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social realizou o “Social na Praça”. O evento levou para a comunidade os serviços que são ofertados pela Secretaria. Na conhecida Pracinha do Forró, no Clodoaldo Costa, aconteceu atendimento do Bolsa Família, Criança Feliz, CRAS, CRM, CREAS, Família Acolhedora, além de atividades físicas, de lazer, beleza, atendimentos de saúde, orientação jurídica e muita música.

Aproveitando o ensejo, juntamente com o Prefeito Eduardo Hagge, o secretário, Washington Maciel, lançou o Programa Minha Casa, Minha Vida.

Foto: SMDS / Adriel Salgado

Itapetinga, voltou a ser contemplada com 200 habitações. Os interessados poderão procurar o CRAS ou realizar as inscrições online, no link abaixo.

Segue o link: https://forms.gle/6o4bCQrUhJmDgLwA9

Quem pode participar (critérios de prioridade):

Famílias em situação de vulnerabilidade social, que se encaixem em um ou mais dos critérios abaixo:

  • Mulher responsável pela família
  • Pessoas negras (titular ou cônjuge)
  • Pessoa com deficiência na família
  • Idosos, crianças ou adolescentes na família
  • Pessoas com câncer ou doenças raras
  • Vítimas de violência doméstica
  • Moradores de áreas de risco
  • Pessoas em situação de rua
  • Povos tradicionais e quilombolas
  • Famílias que perderam suas casas por desastres, obras públicas ou moram em áreas de risco grave podem ser indicadas diretamente pelo município, dentro dos critérios da lei.

Outros critérios importantes:
Renda familiar mensal de até R$ 2.850,00
Famílias que moram ou trabalham perto do local do empreendimento
Famílias cadastradas há mais tempo no sistema habitacional

Documentos necessários:
RG, CPF, Carteira de Trabalho /
Número do NIS/PIS/PASEP
Comprovante de renda
Comprovante de deficiência, se houver (CID)
Documentos dos demais membros da família

Foto: Internet

Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) é um programa de habitação federal do Brasil. Conheça o Programa:

Histórico

O programa “Minha Casa, Minha Vida” foi lançado em 2009 no Brasil como uma iniciativa do governo federal com o objetivo de promover o acesso à moradia digna para a população de baixa renda. A crescente urbanização do país e a demanda por habitação impulsionaram a criação desse programa, que se tornou uma das principais políticas públicas voltadas para a habitação de interesse social.

Na sua primeira fase, de 2009 a 2014, o programa se concentrava principalmente na construção de unidades habitacionais para famílias de baixa renda, oferecendo subsídios financeiros e condições favoráveis de financiamento para a aquisição da casa própria. Essa fase foi um importante avanço no combate ao déficit habitacional no país e contribuiu para a geração de empregos na construção civil.

Ao longo de sua trajetória, o programa “Minha Casa, Minha Vida” evoluiu para se tornar uma importante política habitacional no Brasil, impactando positivamente a vida de milhões de famílias ao proporcionar o sonho da casa própria e contribuir para a redução das desigualdades sociais. Através de suas diferentes fases e adaptações, o programa continua a ser uma ferramenta essencial na busca por soluções habitacionais e no fortalecimento do setor imobiliário no país.

Retomada

A retomada do programa Minha Casa, Minha Vida, após o início do novo governo do presidente Lula em janeiro de 2023, ocorreu diante de um cenário desafiador para a Faixa 1 do programa. Um dos focos da retomada do programa Minha Casa, Minha Vida era impulsionar e garantir a conclusão das unidades habitacionais, provendo moradas dignas para famílias de baixa renda em todo o território nacional.

Na transição de governo, foram encontradas mais de 180 mil unidades habitacionais não concluídas.

Dentre as unidades não finalizadas, aproximadamente 83 mil estavam paralisadas devido a diversos fatores, como ocupações irregulares, pendências de infraestrutura, abandono construtivo e possíveis problemas executivos.

Para enfrentar esse desafio, os Agentes Financeiros, empresas, Governo Federal e entidades uniram esforços com o propósito de retomar as obras das unidades paralisadas. Além disso, foram estruturadas medidas para viabilizar a alocação de recursos adicionais destinados a conclusão dos projetos em andamento.

Os empreendimentos ainda em execução foram contratados entre 2009 e 2018. Em relação aos projetos com obras suspensas, naquele momento a previsão era de retomar 37,5 mil unidades habitacionais em 2023, enfrentando desafios complexos, como ocupações irregulares e problemas significativos de infraestrutura.

A retomada foi oficialmente anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 14 de fevereiro de 2023 e a lei que regulamenta o Novo Minha Casa, Minha Vida, após aprovada pelo Congresso Nacional, foi sancionada pelo presidente Lula em julho deste ano.

Inclusão no Novo PAC

O programa Minha Casa, Minha Vida integra o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo Governo Federal em 11 de agosto de 2023. O programa faz parte do eixo Cidades Sustentáveis e Resilientes e será responsável por R$ 345,4 bilhões em investimentos, sendo R$ 316,7 bilhões até 2026 e R$ 28,7 bilhões após. Estão contempladas a retomada e conclusão de 182.960 moradias, a contratação de 1 milhão de unidades habitacionais na Faixa 1, 800 mil na Faixa 2 e 200 mil na Faixa 3.

Fonte: SMDS Itapetinga e gov.br

 

Governo Lula classifica Instagram como não recomendado para menores de 16 anos

O governo Lula (PT) aumentou a classificação indicativa do Instagram, rede social da plataforma Meta, para pessoas com 16 anos ou mais. A recomendação é da Secretaria Nacional de Justiça, órgão ligado ao Ministério da Justiça. Na decisão oficializada Diário Oficial da União de quarta-feira (11), o Governo Federal cita a presença de conteúdos com “drogas, violência extrema e sexo explícito”.
Foto: Bahia Notícias
Esse tipo de orientação fica registrado em lojas de aplicativos, como Google Play, que já alterou a classificação etária. Antes, a rede era recomendada a maiores de 14 anos. O despacho do governo afirma que os conteúdos “díspares em relação à classificação indicativa outrora atribuída” foram encontrados em análise de rotina do aplicativo.
“Estão presentes tendências de classificação mais elevadas, tais como: morte intencional (14); mutilação (16); crueldade (18); nudez (14), erotização (14); relação sexual intensa (16); situação sexual complexa ou de forte impacto (18); sexo explícito (18) e Consumo de droga ilícita (16)”, diz ainda a publicação da secretaria.
O mesmo documento diz que a mudança de classificação preserva, ao mesmo tempo, a liberdade de expressão e a proteção de crianças e adolescentes. “O objetivo principal classificação indicativa é alertar pais e responsáveis sobre o tipo de conteúdo que os menores sob sua guarda potencialmente encontrarão”, afirma nota técnica que baseou a decisão de mudar a classificação indicativa do Instagram.
Em nota, a Meta disse que trabalha “há mais de uma década em ferramentas e recursos para proteger adolescentes e apoiar suas famílias”. “E restringimos a recomendação de conteúdos sensíveis a adolescentes no Instagram”, diz a empresa que tem Mark Zuckerberg como CEO e fundador.
A empresa afirma que “a metodologia do Classind [Sistema de Classificação Indicativa Brasileiro] não leva em consideração nenhuma medida de proteção que as plataformas oferecem e o Ministério da Justiça está reavaliando o processo de classificação indicativa por meio de uma consulta pública, na qual estamos comprometidos em participar ativamente”, diz a Meta.
Fonte: Bahia Extra

Mundial começa nesta semana: o que os brasileiros ainda precisam resolver

O Super Mundial de Clubes começa no próximo sábado, e Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras correm contra o tempo para resolverem suas respectivas pendências antes da estreia na competição continental.

Palmeiras

Paulinho tem cronograma especial e ainda não está 100% recuperado de cirurgia na perna. O camisa 10 já estreou e balançou as redes, mas é acompanhado de perto pelo departamento médico do clube, que faz controle de carga.

O atacante, inclusive, explicou o motivo da cautela alviverde: “Toda vez que a gente tenta subir a carga, é normal que eu sinta um pouco mais. Então, é importante a gente ter a cautela para controlar essas dores, esses incômodos, para nos momentos que o professor precisar de mim, eu estar pronto”, afirmou.

Dessa forma, Abel Ferreira vai para o Mundial sem saber se poderá escalar seu ataque dos sonhos. Paulinho, Estêvão e Vitor Roque só estiveram juntos em campo em três partidas, com um total de 93 minutos (pouco mais de uma partida completa). Todos estão na lista de relacionados.

Flamengo

O Flamengo vê Gerson próximo de fechar com o Zenit. O time russo já informou ao Rubro-Negro que pagará a multa rescisória, de 25 milhões de euros (R$ 159 milhões, na cotação atual).

A tendência é que o jogador de 28 anos deixe o time carioca nas próximas semanas, segundo Felipe Silva, colunista do UOL. Gerson, neste momento, está com a seleção brasileira. Mesmo que feche com os russos, ele deve jogar o Mundial pelo Flamengo.

Jorginho chega como potencial substituto, mas vem de lesão e ainda precisa se adaptar ao time de Filipe Luís. O meio-campista — que prefere atuar como volante — foi apresentado no último sábado e terá pouco tempo para encaixar no time, já que o Fla estreia no Mundial no dia 16.

O Fla ainda tenta fechar com o colombiano Jorge Carrascal, mas tem até amanhã para resolver o impasse financeiro com o Dínamo de Moscou (RUS) e ainda inscrever o jogador na competição.

Fluminense

O Tricolor tenta convencer o Santos a vender Soteldo. O clube paulista, porém, não ficou satisfeito com os valores propostos e nem a forma de pagamento. O Fluminense quer pagar a transferência em algumas vezes.

Mesmo assim, o negócio deve sair, já que o venezuelano pediu para deixar o Alvinegro. O meia-atacante enviou mensagem para o presidente Marcelo Teixeira dizendo que jogar no Fluminense é o melhor para a sua carreira.

A contratação do atacante — que está com a seleção venezuelana — foi um pedido do técnico Renato Gaúcho. Os dois trabalharam juntos no Grêmio.

Para ter Soteldo no Mundial, o Fluminense precisa fechar o negócio até amanhã, prazo máximo para inscrição de jogadores no torneio.

Botafogo

O Botafogo também tenta reforçar seu elenco antes de estrear no Mundial e está próximo de ter o atacante Joaquín Correa, da Inter de Milão. O argentino seria um dos substitutos para Igor Jesus, de saída para o Nottingham Forest após o torneio. Ontem, o clube já anunciou Arthur Cabral.

O Glorioso, porém, pode ter de esperar até o fim do mês para fechar com Correa, o que o tiraria do Mundial. O clube carioca pretende esperar o término do vínculo com a Inter — em 30 de junho — para trazer o jogador de graça.

A alternativa seria pedir a liberação antecipada do atacante aos italianos, que também disputarão o Mundial. A Inter está no Grupo E, ao lado de Monterrey, River Plate e Urawa Reds.

Mundial começa nesta semana: o que os brasileiros ainda precisam resolver | Tribuna Online | Seu portal de NotíciasFoto: Cesar Greco/Palmeiras, Vítor Silva/Botafogo, Adriano Fontes/Flamengo e Marcelo Gonçalves/Fluminense FC

Grupos e jogos dos brasileiros no Super Mundial

Grupo A

Al Ahly
Inter Miami
Palmeiras
Porto
15/6 – 19h (de Brasília) – Palmeiras x Porto
19/6 – 13h (de Brasília) – Palmeiras x Al Ahly
23/6 – 22h (de Brasília) – Inter Miami x Palmeiras

Grupo B

Atl. de Madri
Botafogo
PSG
Seattle Sounders
15/6 – 23h (de Brasília) – Botafogo x Seattle Sounders
19/6 – 22h (de Brasília) – PSG x Botafogo
23/6 – 16h (de Brasília) – Atl. de Madri x Botafogo

Grupo D

Chelsea
Espérance
Flamengo
Los Angeles FC
16/6 – 22h (de Brasília) – Flamengo x Espérance
20/6 – 15h (de Brasília) – Flamengo x Chelsea
24/6 – 22h (de Brasília) – Los Angeles FC x Flamengo

Grupo F

Borussia Dortmund
Fluminense
Mamelodi Sundowns
Ulsan HD
17/6 – 13h (de Brasília) – Fluminense x Borussia Dortmund
21/6 – 19h (de Brasília) – Fluminense x Ulsan HD
25/6 – 16h (de Brasília) – Mamelodi Sundowns x Fluminense

 

Fonte: UOL

 

Alopécia genética: entenda condição e por que afeta homens e mulheres

O tratamento envolve o uso de medicamentos que ajudam a retardar a progressão da doença e estimular o crescimento capilar.

Um tipo de calvície, a alopécia androgenética é uma condição genética que leva ao afinamento progressivo dos fios e à perda capilar. Segundo a dermatologista Marcia San Juan Dertkigil, especialista em tricologia médica, a principal causa da condição é a ação do hormônio diidrotestosterona (DHT) nos folículos capilares, provocando sua miniaturização até a interrupção do crescimento.

Nos homens, a queda geralmente ocorre na forma de “entradas” e diminuição dos fios no topo da cabeça, podendo evoluir para calvície total. Já nas mulheres, a perda é mais difusa, com alargamento da risca central do cabelo, mas sem formação de áreas completamente calvas.

Alopecia Genética – de origem genética, é o tipo mais comum de queda de cabeloFoto: genera.com

A dermatologista Fabiola Bordin, especialista em dermatologia pelo Hospital do Servidores do Estado do Rio de Janeiro, destaca que a predisposição genética pode vir tanto do lado materno quanto paterno. Além do fator genético, alguns hábitos agravam a condição, como tabagismo e exposição solar excessiva.

Embora afete ambos os sexos, a alopecia androgenética é mais comum em homens devido aos níveis mais elevados de hormônios masculinos.

Como tratar a alopecia androgenética?

O tratamento envolve o uso de medicamentos como finasterida e minoxidil, que ajudam a retardar a progressão da doença e estimular o crescimento capilar. No entanto, esses medicamentos podem apresentar efeitos colaterais, como espessamento de pelos corporais, inchaço e, em alguns casos, impactos na libido e na função erétil.

transplante capilar é uma opção para casos avançados, mas deve ser combinado com o uso contínuo de medicamentos para manutenção dos resultados.

A única maneira de evitar a progressão da doença e a calvície é fazendo o tratamento com medicamentos orais ou tópicos em casa e tratamentos de consultório. Eles fazem o folículo ficar “mais ativo”, aumentando a quantidade de fios e o seu volume.

Calvície - Alopecia AndrogênicaFoto: julianafonte.com.br

Procedimentos com laser, terapia regenerativa e eletroporação de medicamentos diretamente no couro cabeludo aceleram bastante a recuperação dos fios. “Muitas vezes, o paciente chega ao consultório achando que já precisa de implante capilar e conseguimos reverter o quadro”, afirma Bordin. O tratamento em casa é para a vida toda. Se o paciente suspende o uso dos medicamentos, o resultado desaparece em poucos meses.

“Existem poucos laseres que realmente funcionam, mas estes poucos já geram grande resultado. E a infusão de medicamentos pela MMP ou pela eletroporação (sem uso de agulhas) é uma das grandes diferenças dos últimos anos”, acrescenta a especialista.

“Finasterida e dutasterida devem ser evitados em pacientes com história de câncer de mama. Também podem gerar diminuição do volume espermático. Não geram infertilidade, mas, se o homem já tem um espermograma alterado, pode dificultar a chance de gestação. Estes efeitos não ocorrem apenas durante o uso do medicamento. Também são relatados (pequena chance, mas pode ocorrer) diminuição da libido e ereção”, alerta  Bordin.

Procedimentos complementares

Além dos tratamentos medicamentosos, procedimentos como laser e infusão de medicamentos no couro cabeludo têm mostrado bons resultados nos últimos anos. Segundo Bordin, a aplicação direta dessas substâncias melhora a eficácia do tratamento e reduz os efeitos colaterais.

Hábitos como o uso de shampoos adequados, alimentação balanceada e controle do estresse também podem ajudar a preservar a saúde capilar. O acompanhamento médico é essencial para definir a melhor abordagem para cada paciente.

Fonte: CNN Brasil

Problemas para dormir? Médico compartilha um jogo cerebral simples que ajuda a pegar no sono

Os truques citados pelo especialista são uma forma de dizer o cérebro que é seguro adormecer.

A hora de dormir é a hora mais prazerosa após um longo dia. Para outros, é como se deitar na cama para pegar no sono iniciasse um campo de batalha. No entanto, de acordo com o médico Scott Walter, de Connecticut, nos Estados Unidos, em um vídeo que já acumula mais de 4,3 milhões de visualizações no TikTok, existem truques fáceis — além do óbvio — para ajudar no processo de adormecer.

Problema para dormirFoto: FreePik

Embaralhamento cognitivo

“Sou médico e às vezes tenho dificuldade em adormecer, e vou contar sobre o método que funcionou para mim, uma vez que o aprendi. Não envolve tomar melatonina ou outros suplementos, não envolve tomar banho quente antes de dormir, nem mesmo ler. É um simples exercício mental que chamamos de embaralhamento cognitivo”, promete o especialista.

Segundo ele, este método, que consiste em reorganizar os pensamentos, é como embaralhar um baralho de cartas. Desta forma, se torna possível distrair a mente de pensar conscientemente pois isso atrapalha o processo de adormecimento.

O especialista explica que existe mais de um tipo de embaralhamento. Um deles é pensar qualquer palavra ou forma que venha à mente de forma aleatória, que não tenham relação entre eles.

“Por exemplo, vaca, folha, sanduíche, manteiga, fígado, coisas assim. Apenas coisas aleatórias que não fazem sentido”, afirma o médico.

O outro, também indicado por Walter, é escolher uma letra do alfabeto, e em seguida, iniciar uma contagem dos batimentos do coração. A partir de oito batidas, uma palavra deve ser escolhida começando com a letra escolhida.

“Você deve estar se perguntando: ‘como isso realmente funciona?’. Além de distrair o seu cérebro, o embaralhamento cognitivo imita o que chamamos de ‘micro sonhos’, que ocorrem durante a transição até o sono. Então, é uma forma de dizer ao seu cérebro: ‘ei, é seguro dormir agora'”, explica o especialista.

Fonte: O Globo

O que é AVC? Entenda os sinais e por que o socorro imediato é essencial

Acidente vascular cerebral (AVC)

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. Apesar de ser mais comum em pessoas acima dos 60 anos, pode afetar indivíduos de qualquer idade, especialmente aqueles com fatores de risco como hipertensão, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e tabagismo. O AVC ocorre quando o fluxo de sangue é interrompido ou quando há um rompimento de vasos no cérebro, o que provoca a morte de células cerebrais em minutos.

Há dois tipos principais de AVC: o isquêmico, responsável por cerca de 85% dos casos, é causado pela obstrução de uma artéria cerebral; já o hemorrágico ocorre quando um vaso se rompe e provoca sangramento no cérebro. Em ambas as situações, o tempo de resposta é fundamental para reduzir os danos neurológicos e aumentar as chances de recuperação sem sequelas.

Foto: caminhosposavc.com.br

Os sintomas costumam surgir de forma súbita e podem incluir fraqueza ou dormência em um lado do corpo, paralisia facial — geralmente com a boca torta —, dificuldade para falar ou entender a fala, perda de visão em um ou ambos os olhos, tontura, desequilíbrio, dor de cabeça intensa e confusão mental. Esses sinais não devem ser ignorados. O atendimento médico imediato é essencial. Ao suspeitar de um AVC, a orientação é ligar para o SAMU (192) ou procurar o pronto-socorro mais próximo sem hesitar.

Um método prático para identificar o AVC é o teste SAM, que envolve três passos: pedir para a pessoa sorrir (um lado do rosto pode estar paralisado), levantar os braços (um deles pode não subir) e repetir uma frase simples (a fala pode estar embolada). Qualquer alteração nesses testes já é motivo para acionar o socorro.

Além do atendimento rápido, a melhor forma de enfrentar o AVC é a prevenção. Manter a pressão arterial sob controle, adotar uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, evitar o cigarro e o consumo excessivo de álcool, além de fazer acompanhamento médico regular, são atitudes que reduzem consideravelmente o risco. Falar sobre o tema e divulgar os sinais de alerta é uma forma de salvar vidas — talvez até a sua.

e31dbe8bb26a86c8477d8046b3788f05-640_427Foto: clinicaimr.com

Fatores de risco:

– hipertensão;
– diabetes;
– tabagismo;
– consumo freqüente de álcool e drogas;
– estresse;
– colesterol elevado;
– doenças cardiovasculares, sobretudo as que produzem arritmias;
– sedentarismo;
– doenças do sangue.

Existem fatores que podem facilitar o desencadeamento de um Acidente Vascular Cerebral e que são inerentes à vida humana, como o envelhecimento. Características genéticas, como pertencer a raça negra, e história familiar de doenças cardiovasculares também aumentam a chance de AVC. Esses indivíduos, portanto, devem ter mais atenção e fazer avaliações médicas mais frequentes.

Reabilitação:

Parte importante do tratamento, o processo de reabilitação muitas vezes começa no próprio hospital, a fim de que o paciente se adeque mais facilmente a sua nova situação e restabeleça sua mobilidade, habilidades funcionais e independência física e psíquica. Esse processo ocorre quando a pressão arterial, o pulso e a respiração estabilizam, muitas vezes um ou dois dias após o episódio de Acidente Vascular Cerebral e é conduzido por equipe multiprofissional, formada por neurologistas, enfermeiros, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.

O processo de reaprendizagem exige paciência e obstinação do paciente e, também, do seu cuidador, que tem uma função extremamente importante durante toda a reabilitação. Outro aspecto de considerável importância é a reintrodução do indivíduo no convívio social, seja por meio de leves passeios, compras em lojas ou quaisquer atividades comuns à sua rotina normal.

Fonte: jerbersonjosue.blogspot e bvsms.saude



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