Bahia 2 x 1 São Paulo 
O que era para ser uma brincadeira inocente de cabo de guerra acabou em uma cirurgia na mão para colocação de 15 parafusos e duas placas. Erica Assis, 36, contou em seu perfil no Instagram que sofreu um acidente enquanto participava da brincadeira. Ao enrolar a mão na corda, ela teve múltiplas fraturas e precisou passar por uma cirurgia. O caso, que aconteceu em abril, viralizou nas redes sociais.
Foto: UOL / Instagram/@ericaa_ssisO episódio aconteceu durante um evento na escola da filha de Erica, em Brasília, no dia 12 de abril. A assessora contou que era a primeira vez que ela brincava de cabo de guerra, e que foi orientada a enrolar a mão na corda. Ao iniciar a brincadeira, o movimento torceu o membro.
“O adversário puxou de lá, meu time puxou de cá, e minha mão foi esmagada no meio da corda.” – Erica Assis.
Ela diz que sentiu a dor imediatamente. “No momento que a corda esticou, já senti a dor. Quando deixava minha mão parada, não sentia tanta dor. Mas, quando mexia, doía. A mão inchou depois de um tempo”, relembra.
A equipe da escola auxiliou Erica chamando os bombeiros, que a levaram para o hospital. “Os bombeiros informaram as enfermeiras o que tinha ocorrido e logo fui chamada. A médica fez a avaliação clínica e me mandou para o raio-x. Ela percebeu que algo estava estranho quando eu fechava a mão”.
Além de Erica, outra mãe também se machucou da mesma forma na brincadeira. No entanto, o caso da segunda mulher foi mais leve, apenas uma luxação. Segundo Erica, não houve a participação dos alunos na brincadeira. “Somente os adultos brincaram de cabo de guerra, nenhuma criança se machucou”.
A assessora ressalta o cuidado necessário durante a brincadeira. “Eu tô rindo agora, mas não deixa de ser um alerta. Se for brincar de cabo de guerra, não enrole a mão na corda!”, escreveu.
Foto: UOL / Instagram/@ericaa_ssis“Antes de propor uma brincadeira, pesquisem sobre as formas corretas de conduzi-la, o que pode ou não ser feito. Mesmo com todos os cuidados, acidentes ainda podem acontecer, por isso, é preciso ser o mais precavido possível”. – Erica Assis
Após fazer os exames de imagem, ela foi informada de que precisaria de uma cirurgia. Marcos Vinicius Muniz Lemos Souto, ortopedista, traumatologista e especialista em cirurgião de mão e microcirurgia, foi o responsável pelo caso de Erica.
Segundo ele, os movimentos da brincadeira, aparentemente inofensivos, provocaram as lesões. Como Erica enrolou a mão na corda, a compressão e a força aplicada pelos times envolvidos no cabo de guerra comprimiram e giraram a mão, torcendo os fragmentos.
Souto explicou que a paciente teve múltiplas fraturas. “[Houve] fratura metadiafosária do 4º e 5º metacarpos e da falange proximal do 5º dedo”.
Foto: UOL / Instagram/@ericaa_ssisAlém das fraturas, houve também desvio rotacional dos dedos. “Devido à complexidade do caso, optamos pela fixação com placa e parafuso nos metacarpos e fio de Kirschner [popularmente conhecido como pino] na falange proximal do 5º dedo”, explica o especialista. Erica recebeu então 15 parafusos, 2 placas e 2 fios de Kirschner —estes últimos foram retirados cerca de um mês depois da cirurgia.
O especialista explica que a intervenção busca um alinhamento ósseo mais anatômico possível. Ainda segundo o Souto, a cirurgia melhora o prognóstico do paciente, mas a recuperação é multifatorial. “A cirurgia é uma etapa do tratamento. Sempre falo para meus pacientes que a recuperação é um processo”, diz.
Foto: UOL / Instagram/@ericaa_ssisSegundo Erica, sua recuperação está correndo de forma tranquila. “Quase não tive dor [depois da cirurgia], comprei remédios e nem sequer abri. Fiz 10 sessões de fisioterapia e já recebi alta. Meus ossos já estão quase consolidados e tenho dois meses de cirurgia, foi tudo muito rápido”, diz. Em seu relato nas redes sociais, ela afirma que já consegue abrir e fechar a mão lesionada. “Está tudo bem, no mesmo dia eu já estava rindo. Levei um susto, não imaginei que ia precisar de uma cirurgia, achei que eles [os médicos] iam botar [os ossos] no lugar e pronto”.
A assessora se diz surpresa com a proporção que seu caso tomou nas redes sociais. Segundo ela, os stories em que conta o episódio somam mais de 103 mil visualizações.
Fonte: Uol
No sábado (14), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social realizou o “Social na Praça”. O evento levou para a comunidade os serviços que são ofertados pela Secretaria. Na conhecida Pracinha do Forró, no Clodoaldo Costa, aconteceu atendimento do Bolsa Família, Criança Feliz, CRAS, CRM, CREAS, Família Acolhedora, além de atividades físicas, de lazer, beleza, atendimentos de saúde, orientação jurídica e muita música.
Aproveitando o ensejo, juntamente com o Prefeito Eduardo Hagge, o secretário, Washington Maciel, lançou o Programa Minha Casa, Minha Vida.
Foto: SMDS / Adriel SalgadoItapetinga, voltou a ser contemplada com 200 habitações. Os interessados poderão procurar o CRAS ou realizar as inscrições online, no link abaixo.
Segue o link: https://forms.gle/6o4bCQrUhJmDgLwA9
Quem pode participar (critérios de prioridade):
Famílias em situação de vulnerabilidade social, que se encaixem em um ou mais dos critérios abaixo:
Outros critérios importantes:
Renda familiar mensal de até R$ 2.850,00
Famílias que moram ou trabalham perto do local do empreendimento
Famílias cadastradas há mais tempo no sistema habitacional
Documentos necessários:
RG, CPF, Carteira de Trabalho /
Número do NIS/PIS/PASEP
Comprovante de renda
Comprovante de deficiência, se houver (CID)
Documentos dos demais membros da família
Foto: InternetO Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) é um programa de habitação federal do Brasil. Conheça o Programa:
Histórico
O programa “Minha Casa, Minha Vida” foi lançado em 2009 no Brasil como uma iniciativa do governo federal com o objetivo de promover o acesso à moradia digna para a população de baixa renda. A crescente urbanização do país e a demanda por habitação impulsionaram a criação desse programa, que se tornou uma das principais políticas públicas voltadas para a habitação de interesse social.
Na sua primeira fase, de 2009 a 2014, o programa se concentrava principalmente na construção de unidades habitacionais para famílias de baixa renda, oferecendo subsídios financeiros e condições favoráveis de financiamento para a aquisição da casa própria. Essa fase foi um importante avanço no combate ao déficit habitacional no país e contribuiu para a geração de empregos na construção civil.
Ao longo de sua trajetória, o programa “Minha Casa, Minha Vida” evoluiu para se tornar uma importante política habitacional no Brasil, impactando positivamente a vida de milhões de famílias ao proporcionar o sonho da casa própria e contribuir para a redução das desigualdades sociais. Através de suas diferentes fases e adaptações, o programa continua a ser uma ferramenta essencial na busca por soluções habitacionais e no fortalecimento do setor imobiliário no país.
Retomada
A retomada do programa Minha Casa, Minha Vida, após o início do novo governo do presidente Lula em janeiro de 2023, ocorreu diante de um cenário desafiador para a Faixa 1 do programa. Um dos focos da retomada do programa Minha Casa, Minha Vida era impulsionar e garantir a conclusão das unidades habitacionais, provendo moradas dignas para famílias de baixa renda em todo o território nacional.
Na transição de governo, foram encontradas mais de 180 mil unidades habitacionais não concluídas.
Dentre as unidades não finalizadas, aproximadamente 83 mil estavam paralisadas devido a diversos fatores, como ocupações irregulares, pendências de infraestrutura, abandono construtivo e possíveis problemas executivos.
Para enfrentar esse desafio, os Agentes Financeiros, empresas, Governo Federal e entidades uniram esforços com o propósito de retomar as obras das unidades paralisadas. Além disso, foram estruturadas medidas para viabilizar a alocação de recursos adicionais destinados a conclusão dos projetos em andamento.
Os empreendimentos ainda em execução foram contratados entre 2009 e 2018. Em relação aos projetos com obras suspensas, naquele momento a previsão era de retomar 37,5 mil unidades habitacionais em 2023, enfrentando desafios complexos, como ocupações irregulares e problemas significativos de infraestrutura.
A retomada foi oficialmente anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 14 de fevereiro de 2023 e a lei que regulamenta o Novo Minha Casa, Minha Vida, após aprovada pelo Congresso Nacional, foi sancionada pelo presidente Lula em julho deste ano.
Inclusão no Novo PAC
O programa Minha Casa, Minha Vida integra o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo Governo Federal em 11 de agosto de 2023. O programa faz parte do eixo Cidades Sustentáveis e Resilientes e será responsável por R$ 345,4 bilhões em investimentos, sendo R$ 316,7 bilhões até 2026 e R$ 28,7 bilhões após. Estão contempladas a retomada e conclusão de 182.960 moradias, a contratação de 1 milhão de unidades habitacionais na Faixa 1, 800 mil na Faixa 2 e 200 mil na Faixa 3.
Fonte: SMDS Itapetinga e gov.br
Foto: Bahia NotíciasO Super Mundial de Clubes começa no próximo sábado, e Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras correm contra o tempo para resolverem suas respectivas pendências antes da estreia na competição continental.
Paulinho tem cronograma especial e ainda não está 100% recuperado de cirurgia na perna. O camisa 10 já estreou e balançou as redes, mas é acompanhado de perto pelo departamento médico do clube, que faz controle de carga.
O atacante, inclusive, explicou o motivo da cautela alviverde: “Toda vez que a gente tenta subir a carga, é normal que eu sinta um pouco mais. Então, é importante a gente ter a cautela para controlar essas dores, esses incômodos, para nos momentos que o professor precisar de mim, eu estar pronto”, afirmou.
Dessa forma, Abel Ferreira vai para o Mundial sem saber se poderá escalar seu ataque dos sonhos. Paulinho, Estêvão e Vitor Roque só estiveram juntos em campo em três partidas, com um total de 93 minutos (pouco mais de uma partida completa). Todos estão na lista de relacionados.
O Flamengo vê Gerson próximo de fechar com o Zenit. O time russo já informou ao Rubro-Negro que pagará a multa rescisória, de 25 milhões de euros (R$ 159 milhões, na cotação atual).
A tendência é que o jogador de 28 anos deixe o time carioca nas próximas semanas, segundo Felipe Silva, colunista do UOL. Gerson, neste momento, está com a seleção brasileira. Mesmo que feche com os russos, ele deve jogar o Mundial pelo Flamengo.
Jorginho chega como potencial substituto, mas vem de lesão e ainda precisa se adaptar ao time de Filipe Luís. O meio-campista — que prefere atuar como volante — foi apresentado no último sábado e terá pouco tempo para encaixar no time, já que o Fla estreia no Mundial no dia 16.
O Fla ainda tenta fechar com o colombiano Jorge Carrascal, mas tem até amanhã para resolver o impasse financeiro com o Dínamo de Moscou (RUS) e ainda inscrever o jogador na competição.
O Tricolor tenta convencer o Santos a vender Soteldo. O clube paulista, porém, não ficou satisfeito com os valores propostos e nem a forma de pagamento. O Fluminense quer pagar a transferência em algumas vezes.
Mesmo assim, o negócio deve sair, já que o venezuelano pediu para deixar o Alvinegro. O meia-atacante enviou mensagem para o presidente Marcelo Teixeira dizendo que jogar no Fluminense é o melhor para a sua carreira.
A contratação do atacante — que está com a seleção venezuelana — foi um pedido do técnico Renato Gaúcho. Os dois trabalharam juntos no Grêmio.
Para ter Soteldo no Mundial, o Fluminense precisa fechar o negócio até amanhã, prazo máximo para inscrição de jogadores no torneio.
O Botafogo também tenta reforçar seu elenco antes de estrear no Mundial e está próximo de ter o atacante Joaquín Correa, da Inter de Milão. O argentino seria um dos substitutos para Igor Jesus, de saída para o Nottingham Forest após o torneio. Ontem, o clube já anunciou Arthur Cabral.
O Glorioso, porém, pode ter de esperar até o fim do mês para fechar com Correa, o que o tiraria do Mundial. O clube carioca pretende esperar o término do vínculo com a Inter — em 30 de junho — para trazer o jogador de graça.
A alternativa seria pedir a liberação antecipada do atacante aos italianos, que também disputarão o Mundial. A Inter está no Grupo E, ao lado de Monterrey, River Plate e Urawa Reds.
Foto: Cesar Greco/Palmeiras, Vítor Silva/Botafogo, Adriano Fontes/Flamengo e Marcelo Gonçalves/Fluminense FCAl Ahly
Inter Miami
Palmeiras
Porto
15/6 – 19h (de Brasília) – Palmeiras x Porto
19/6 – 13h (de Brasília) – Palmeiras x Al Ahly
23/6 – 22h (de Brasília) – Inter Miami x Palmeiras
Atl. de Madri
Botafogo
PSG
Seattle Sounders
15/6 – 23h (de Brasília) – Botafogo x Seattle Sounders
19/6 – 22h (de Brasília) – PSG x Botafogo
23/6 – 16h (de Brasília) – Atl. de Madri x Botafogo
Chelsea
Espérance
Flamengo
Los Angeles FC
16/6 – 22h (de Brasília) – Flamengo x Espérance
20/6 – 15h (de Brasília) – Flamengo x Chelsea
24/6 – 22h (de Brasília) – Los Angeles FC x Flamengo
Borussia Dortmund
Fluminense
Mamelodi Sundowns
Ulsan HD
17/6 – 13h (de Brasília) – Fluminense x Borussia Dortmund
21/6 – 19h (de Brasília) – Fluminense x Ulsan HD
25/6 – 16h (de Brasília) – Mamelodi Sundowns x Fluminense
Fonte: UOL
O tratamento envolve o uso de medicamentos que ajudam a retardar a progressão da doença e estimular o crescimento capilar.
Um tipo de calvície, a alopécia androgenética é uma condição genética que leva ao afinamento progressivo dos fios e à perda capilar. Segundo a dermatologista Marcia San Juan Dertkigil, especialista em tricologia médica, a principal causa da condição é a ação do hormônio diidrotestosterona (DHT) nos folículos capilares, provocando sua miniaturização até a interrupção do crescimento.
Nos homens, a queda geralmente ocorre na forma de “entradas” e diminuição dos fios no topo da cabeça, podendo evoluir para calvície total. Já nas mulheres, a perda é mais difusa, com alargamento da risca central do cabelo, mas sem formação de áreas completamente calvas.
Foto: genera.comA dermatologista Fabiola Bordin, especialista em dermatologia pelo Hospital do Servidores do Estado do Rio de Janeiro, destaca que a predisposição genética pode vir tanto do lado materno quanto paterno. Além do fator genético, alguns hábitos agravam a condição, como tabagismo e exposição solar excessiva.
Embora afete ambos os sexos, a alopecia androgenética é mais comum em homens devido aos níveis mais elevados de hormônios masculinos.
O tratamento envolve o uso de medicamentos como finasterida e minoxidil, que ajudam a retardar a progressão da doença e estimular o crescimento capilar. No entanto, esses medicamentos podem apresentar efeitos colaterais, como espessamento de pelos corporais, inchaço e, em alguns casos, impactos na libido e na função erétil.
O transplante capilar é uma opção para casos avançados, mas deve ser combinado com o uso contínuo de medicamentos para manutenção dos resultados.
A única maneira de evitar a progressão da doença e a calvície é fazendo o tratamento com medicamentos orais ou tópicos em casa e tratamentos de consultório. Eles fazem o folículo ficar “mais ativo”, aumentando a quantidade de fios e o seu volume.
Foto: julianafonte.com.brProcedimentos com laser, terapia regenerativa e eletroporação de medicamentos diretamente no couro cabeludo aceleram bastante a recuperação dos fios. “Muitas vezes, o paciente chega ao consultório achando que já precisa de implante capilar e conseguimos reverter o quadro”, afirma Bordin. O tratamento em casa é para a vida toda. Se o paciente suspende o uso dos medicamentos, o resultado desaparece em poucos meses.
“Existem poucos laseres que realmente funcionam, mas estes poucos já geram grande resultado. E a infusão de medicamentos pela MMP ou pela eletroporação (sem uso de agulhas) é uma das grandes diferenças dos últimos anos”, acrescenta a especialista.
“Finasterida e dutasterida devem ser evitados em pacientes com história de câncer de mama. Também podem gerar diminuição do volume espermático. Não geram infertilidade, mas, se o homem já tem um espermograma alterado, pode dificultar a chance de gestação. Estes efeitos não ocorrem apenas durante o uso do medicamento. Também são relatados (pequena chance, mas pode ocorrer) diminuição da libido e ereção”, alerta Bordin.
Além dos tratamentos medicamentosos, procedimentos como laser e infusão de medicamentos no couro cabeludo têm mostrado bons resultados nos últimos anos. Segundo Bordin, a aplicação direta dessas substâncias melhora a eficácia do tratamento e reduz os efeitos colaterais.
Hábitos como o uso de shampoos adequados, alimentação balanceada e controle do estresse também podem ajudar a preservar a saúde capilar. O acompanhamento médico é essencial para definir a melhor abordagem para cada paciente.
Fonte: CNN Brasil
A hora de dormir é a hora mais prazerosa após um longo dia. Para outros, é como se deitar na cama para pegar no sono iniciasse um campo de batalha. No entanto, de acordo com o médico Scott Walter, de Connecticut, nos Estados Unidos, em um vídeo que já acumula mais de 4,3 milhões de visualizações no TikTok, existem truques fáceis — além do óbvio — para ajudar no processo de adormecer.
Foto: FreePik“Sou médico e às vezes tenho dificuldade em adormecer, e vou contar sobre o método que funcionou para mim, uma vez que o aprendi. Não envolve tomar melatonina ou outros suplementos, não envolve tomar banho quente antes de dormir, nem mesmo ler. É um simples exercício mental que chamamos de embaralhamento cognitivo”, promete o especialista.
Segundo ele, este método, que consiste em reorganizar os pensamentos, é como embaralhar um baralho de cartas. Desta forma, se torna possível distrair a mente de pensar conscientemente pois isso atrapalha o processo de adormecimento.
O especialista explica que existe mais de um tipo de embaralhamento. Um deles é pensar qualquer palavra ou forma que venha à mente de forma aleatória, que não tenham relação entre eles.
“Por exemplo, vaca, folha, sanduíche, manteiga, fígado, coisas assim. Apenas coisas aleatórias que não fazem sentido”, afirma o médico.
O outro, também indicado por Walter, é escolher uma letra do alfabeto, e em seguida, iniciar uma contagem dos batimentos do coração. A partir de oito batidas, uma palavra deve ser escolhida começando com a letra escolhida.
“Você deve estar se perguntando: ‘como isso realmente funciona?’. Além de distrair o seu cérebro, o embaralhamento cognitivo imita o que chamamos de ‘micro sonhos’, que ocorrem durante a transição até o sono. Então, é uma forma de dizer ao seu cérebro: ‘ei, é seguro dormir agora'”, explica o especialista.
Fonte: O Globo
O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. Apesar de ser mais comum em pessoas acima dos 60 anos, pode afetar indivíduos de qualquer idade, especialmente aqueles com fatores de risco como hipertensão, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e tabagismo. O AVC ocorre quando o fluxo de sangue é interrompido ou quando há um rompimento de vasos no cérebro, o que provoca a morte de células cerebrais em minutos.
Há dois tipos principais de AVC: o isquêmico, responsável por cerca de 85% dos casos, é causado pela obstrução de uma artéria cerebral; já o hemorrágico ocorre quando um vaso se rompe e provoca sangramento no cérebro. Em ambas as situações, o tempo de resposta é fundamental para reduzir os danos neurológicos e aumentar as chances de recuperação sem sequelas.
Foto: caminhosposavc.com.brOs sintomas costumam surgir de forma súbita e podem incluir fraqueza ou dormência em um lado do corpo, paralisia facial — geralmente com a boca torta —, dificuldade para falar ou entender a fala, perda de visão em um ou ambos os olhos, tontura, desequilíbrio, dor de cabeça intensa e confusão mental. Esses sinais não devem ser ignorados. O atendimento médico imediato é essencial. Ao suspeitar de um AVC, a orientação é ligar para o SAMU (192) ou procurar o pronto-socorro mais próximo sem hesitar.
Um método prático para identificar o AVC é o teste SAM, que envolve três passos: pedir para a pessoa sorrir (um lado do rosto pode estar paralisado), levantar os braços (um deles pode não subir) e repetir uma frase simples (a fala pode estar embolada). Qualquer alteração nesses testes já é motivo para acionar o socorro.
Além do atendimento rápido, a melhor forma de enfrentar o AVC é a prevenção. Manter a pressão arterial sob controle, adotar uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, evitar o cigarro e o consumo excessivo de álcool, além de fazer acompanhamento médico regular, são atitudes que reduzem consideravelmente o risco. Falar sobre o tema e divulgar os sinais de alerta é uma forma de salvar vidas — talvez até a sua.
Foto: clinicaimr.comFatores de risco:
– hipertensão;
– diabetes;
– tabagismo;
– consumo freqüente de álcool e drogas;
– estresse;
– colesterol elevado;
– doenças cardiovasculares, sobretudo as que produzem arritmias;
– sedentarismo;
– doenças do sangue.
Existem fatores que podem facilitar o desencadeamento de um Acidente Vascular Cerebral e que são inerentes à vida humana, como o envelhecimento. Características genéticas, como pertencer a raça negra, e história familiar de doenças cardiovasculares também aumentam a chance de AVC. Esses indivíduos, portanto, devem ter mais atenção e fazer avaliações médicas mais frequentes.
Reabilitação:
Parte importante do tratamento, o processo de reabilitação muitas vezes começa no próprio hospital, a fim de que o paciente se adeque mais facilmente a sua nova situação e restabeleça sua mobilidade, habilidades funcionais e independência física e psíquica. Esse processo ocorre quando a pressão arterial, o pulso e a respiração estabilizam, muitas vezes um ou dois dias após o episódio de Acidente Vascular Cerebral e é conduzido por equipe multiprofissional, formada por neurologistas, enfermeiros, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.
O processo de reaprendizagem exige paciência e obstinação do paciente e, também, do seu cuidador, que tem uma função extremamente importante durante toda a reabilitação. Outro aspecto de considerável importância é a reintrodução do indivíduo no convívio social, seja por meio de leves passeios, compras em lojas ou quaisquer atividades comuns à sua rotina normal.
Fonte: jerbersonjosue.blogspot e bvsms.saude
Bahia 2 x 1 São Paulo 
Vasco 0 x 2 Red Bull Bragantino
Mirassol 1 x 0 Sport
Juventude 0 x 2 Grêmio
O Santos continua na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O time até jogou melhor que o Botafogo, mas perdeu por 1 a 0 em duelo pela 11ª rodada, na Vila Belmiro. Além do resultado, a principal notícia é negativa e tem Neymar como protagonista. O camisa 10 foi expulso no segundo tempo após fazer um gol de mão. O jogador tem contrato até 30 de junho, mas está suspenso para o próximo jogo, o último do Santos antes da parada do calendário para o Mundial de Clubes. A intenção do clube é renovar, mas ainda não há definição sobre o tema.
Santos 0 x 1 Botafogo
Ceará 0 x 1 Atlético-MG 
Corinthians 0 x 0 Vitória
Flamengo 5 x 0 Fortaleza
Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras
Internacional 0 x 2 Fluminense
Foto: Designed by Freepik (gbot.med.br)A busca por emagrecimento costuma envolver mudanças na alimentação que, à primeira vista, parecem ser boas. Porém, nem todas as substituições comuns no imaginário popular realmente ajudam a perder peso. Neste Dia da Mentira, confira sete trocas inúteis para emagrecer.
Um artigo da Universidade de Harvard mostra que as percepções sobre alimentação saudável muitas vezes não se traduzem em benefícios práticos, especialmente quando o objetivo é o déficit calórico, necessário para o emagrecimento. É comum que a adesão a essas mudanças na dieta seja difícil quando resultados rápidos não são observados.
Dois especialistas ouvidos por EU Atleta, o nutricionista e educador físico Lucas Eduardo Campos e o nutricionista João Muzzy, listam a seguir sete trocas alimentares comuns, mas que não são eficazes para o emagrecimento.
Trocar pão por tapioca é uma escolha frequente por quem quer emagrecer, mas não é vantajosa.
— Se você usar 60g de farinha de tapioca para preparar sua refeição, isso geralmente terá mais calorias do que duas fatias de pão — adverte Lucas.
Duas fatias de pão francês (50g cada) possuem cerca de 135kcal, enquanto uma tapioca com 60g de goma tem aproximadamente 150kcal.
Outro ponto importante é que há poucas fibras na tapioca, o que reduz a saciedade proporcionada por esse alimento.
Foto: iStock (ge.globo)Segundo Lucas, apesar da crença de que o glúten, presente no pão, faz mal à saúde, a incidência de problemas relacionados à proteína é baixa. Só quem tem intolerância deve evitar alimentos com glúten.
— Além disso, a tapioca tem índice glicêmico elevado, o que pode levar a picos de glicose no sangue e fome mais rapidamente — acrescenta João.
Estudos publicados no Journal of Nutrition and Metabolism reforçam que alimentos com baixo índice glicêmico promovem maior saciedade, o que é essencial para controlar o apetite.
Por isso, rechear o pão com proteínas magras e fibras pode ser mais eficiente do que apostar na tapioca.
Foto: Istock Getty Images (ge.globo)João explica, que se a ideia é aumentar o consumo de fibras, é melhor incluir vegetais, grãos integrais ou psyllium na dieta do que substituir o pão branco pelo integral.
— Trocar apenas o pão sem olhar o contexto geral da alimentação é como tentar encher uma banheira com uma peneira — brinca o especialista.
Segundo Lucas, o teor calórico dos pães branco e integral é praticamente o mesmo.
— A diferença está em uma quantidade ligeiramente maior de fibras no pão integral, mas isso não justifica a troca no contexto do emagrecimento.
Um pão branco padrão contém cerca de 265kcal por 100g, enquanto o integral oferece 250kcal. Apesar de a diferença calórica ser mínima, o pão integral apresenta 2g de fibras a mais por fatia, o que pode ajudar na saciedade, mas não faz uma diferença impactante no consumo total.
Lucas sustenta que trocar arroz branco pelo integral traz poucas vantagens no emagrecimento:
— A diferença em fibras é mínima e, como o arroz geralmente compõe uma refeição equilibrada com proteínas, vegetais e feijão, o impacto calórico é insignificante — explica o nutricionista.
Por exemplo, 100g de arroz branco têm cerca de 130kcal e 0,3 g de fibras, enquanto o integral tem 124kcal e 1,8g de fibras.
O arroz integral demora mais para ser digerido, o que pode gerar uma leve sensação de saciedade prolongada, mas Lucas faz um alerta sobre a preparação do alimento.
— O tempo de cozimento do integral é bem maior, o que exige mais tempo no preparo e tempo disponível na rotina, o que pode ser uma barreira para algumas pessoas — contextualiza o nutricionista.
João ressalta que, para quem gosta de arroz branco, forçar a mudança pode tornar a dieta menos prazerosa.
— É essencial pensar na adesão a longo prazo e não em trocas isoladas — pondera, destacando que um prato equilibrado com feijão e vegetais já é suficiente para compensar o menor teor de fibras do arroz branco.
Foto: Getty Images (ge.globo)Trocar refrigerantes ou outras bebidas por sucos naturais parece uma boa ideia, mas não para quem quer emagrecer.
— Sucos, mesmo os naturais, têm calorias que podem ser usadas de forma mais eficiente em alimentos sólidos. Um copo de suco de laranja pode adicionar 120kcal a uma refeição, enquanto a mesma quantidade calórica poderia ser usada para consumir mais arroz ou vegetais, que promovem maior saciedade — compara Lucas.
João defende que o ideal é optar por bebidas zero calorias ou simplesmente água. Isso permite economizar calorias sem perder nutrientes essenciais, porque é melhor comer a fruta do que beber o suco dela.
— Mastigar uma laranja, por exemplo, oferece fibras que retardam a absorção de açúcar e aumentam a saciedade, algo que o suco não proporciona.
Trocar doce de leite por pasta de amendoim pode parecer saudável, mas, segundo os nutricionistas, o buraco é mais embaixo.
— A pasta de amendoim, por 20g, possui mais calorias do que o doce de leite. Sem controle nas porções, essa substituição pode acabar aumentando a ingestão calórica total — adverte Lucas.
Uma colher de sopa de doce de leite (20g) tem cerca de 70kcal, enquanto a mesma quantidade de pasta de amendoim tem 120kcal. Apesar do valor nutricional superior da pasta de amendoim, o excesso pode atrapalhar o déficit calórico, que é o objetivo principal buscado por quem quer emagrecer.
Já João acrescenta que a pasta de amendoim não é automaticamente uma escolha saudável. É preciso avaliar o contexto da dieta inteira. Ele sugere usá-la com moderação e focar na variedade alimentar.
Trocar óleo de soja por óleo de coco não faz sentido para o emagrecimento, segundo os especialistas.
— O óleo de coco é rico em gorduras saturadas, enquanto o óleo de soja possui gorduras poli-insaturadas, que são mais recomendadas. Ambos são calóricos, e o ideal seria reduzir o consumo geral de óleos — recomenda Lucas.
Foto: Istock Getty Images (ge.globo)Uma colher de sopa de óleo de soja tem cerca de 90kcal, o mesmo valor do que o óleo de coco. Apesar de diferenças na composição, nenhum deles é vantajoso para quem quer emagrecer.
— Essa troca também não traz benefícios claros para a saúde. É uma mudança que pode até piorar o perfil nutricional da dieta — afirma João.
Ele recomenda focar na redução geral de óleos, optando por métodos como grelhar ou cozinhar a vapor.
— Castanhas são saudáveis, mas muito calóricas. Trocar uma fruta de baixa densidade energética, como melão ou melancia, por uma porção de castanhas pode aumentar significativamente a ingestão calórica — comenta Lucas.
Por exemplo, 100g de melancia têm cerca de 30kcal, enquanto somente 30g de castanhas (uma pequena porção) contêm em torno de 180kcal. Apesar de as oleaginosas serem ricas em gorduras boas, o que é bom para a saúde, o excesso pode sabotar a dieta de emagrecimento.
Emagrecer exige consistência e escolhas que façam sentido no contexto geral da dieta.
— Não é o doce de leite, o pão francês ou o arroz branco que impedem o emagrecimento, mas a falta de equilíbrio e planejamento no déficit calórico a longo prazo — explica Lucas.
João finaliza com um conselho importante: dieta não precisa ser sinônimo de sofrimento. É preciso encontrar o equilíbrio entre prazer e saúde para garantir resultados duradouros.
Compreender o impacto real das trocas alimentares é essencial para evitar frustrações e adotar hábitos que realmente funcionem.
Fontes: ge.globo (João Muzzy é nutricionista especialista em emagrecimento e Lucas Eduardo Campos é nutricionista e profissional de Educação Física.)
Mãe de um menino de três anos, Jessica da Silva Avelino não imaginava que sua vida mudaria completamente depois de tentar espremer um furúnculo no braço. A jovem de 26 anos, moradora do Espírito Santo, contou sua história para coluna ‘Viva Bem’, do portal Uol, e surpreendeu com o relato de quase morte.
Foto: Redes SociaisTudo começou em novembro de 2023, quando ela percebeu um furúnculo no braço esquerdo. “Nunca tinha tido um na vida, foi a primeira vez. Tive a atitude de tentar tirar o pus e nunca imaginei que isso mudaria toda a minha vida”, conta ao detalhar que a atitude teve as primeiras consequências. “Depois que apertei, ficou bastante inchado e muito vermelho ao redor. Comecei a usar soro fisiológico e tampava a região”.
Apesar do cuidado, Jessica relata que começou a sentir muitas dores, a ponto de precisar ser internada, mesmo depois do uso de muitos medicamentos que atuaram de forma paliativa. “Fui internada com suspeita de meningite e, em 30 de novembro, os exames mostraram uma bactéria no sangue. Logo depois, minhas pernas começaram a formigar. Comecei a andar pelo quarto tentando aliviar, mas no momento em que sentei, não consegui mais levantar. A paralisia já tinha tomado as duas pernas”.
A jovem lembra que precisou ser hospitalizada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), de forma imediata, com risco de morte. “Fui rapidamente para a UTI, onde comecei a tomar antibióticos fortes. A bactéria poderia se espalhar pelo corpo e levar à morte ou deixar sequelas graves. Fiquei uma semana na UTI. Depois, fiz uma cirurgia para verificar se havia algo comprimindo a medula. Na região T7 [da coluna, na área do tórax] encontraram uma pequena quantidade de pus, mas nada estava comprimindo. Sem diagnóstico, fui transferida para outro hospital, em Vitória”.
Em sua nova internação, Jessica finalmente teve conhecimento do que se tratava. “Foi lá que os médicos descobriram que a bactéria se alojou na medula, causando uma inflamação medular, tudo decorrente do furúnculo. Fiquei mais 21 dias internada, tomando antibióticos. As dores lombares eram fortíssimas, agudas e constantes. Chorava dia e noite. Com o tempo, o antibiótico fez efeito, mas a paralisia permaneceu”.
“Os médicos explicaram que a paralisia ocorreu porque a bactéria se alojou justamente na região da medula responsável por transmitir informações para o cérebro. Como essa comunicação foi interrompida, meu corpo não responde da cintura para baixo. Mas existe uma chance de voltar a andar, já que foi uma inflamação e não houve lesão direta na medula”.
“Eu era uma pessoa ativa, amava dançar, pilotar, dirigir, trabalhar. Passei por um quadro de depressão, ansiedade, compulsão e ganhei peso”.
Atualmente, ela compartilha a rotina de tratamento nas redes sociais e afirma que não busca pensar em quando voltará a andar. “Hoje, vejo a vida de forma diferente. Aproveito o dia como se não houvesse amanhã. Voltei a fazer o que mais amo: dançar, sair e ser feliz —mesmo sendo cadeirante. Comecei a contar minha história em vídeos para alertar outras pessoas sobre o que pode acontecer. Meu objetivo é mostrar que viver com uma deficiência, seja ela qual for, pode ser uma aventura maravilhosa”.
Foto: brasilescolaCausas e tratamento
Em contato com a reportagem, a dermatologista do Hospital Anchieta, Tatiana Sabaneeff, explica o que pode ter causado a paraplegia da jovem. “Ao tentar manipular a lesão em casa, a paciente provavelmente facilitou a entrada da bactéria em camadas mais profundas da pele. Esse tipo de manipulação pode fazer com que a infecção ultrapasse a barreira cutânea, atinja vasos sanguíneos e se dissemine pela corrente sanguínea –um quadro que chamamos de bacteremia”.
“Uma vez na corrente sanguínea, a bactéria pode se espalhar para diferentes órgãos do corpo, como coração (levando à endocardite), pulmões (provocando pneumonias graves), rins, ossos (osteomielite) e até o sistema nervoso central. No caso de Jéssica, a bactéria se alojou na medula espinhal, causando uma mielite infecciosa, uma inflamação severa que comprometeu os nervos responsáveis pelos movimentos, levando à paraplegia”, explica.
“A possibilidade de recuperação dos movimentos depende de diversos fatores como a extensão e localização da lesão: lesões mais extensas ou localizadas em regiões críticas da medula geralmente têm pior prognóstico. Outro fator é o tipo de bactéria envolvida e a rapidez do tratamento, diz Diogo Haddad, neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. “A recuperação pode ser demorada e nem sempre com a completa recuperação dos movimentos. Isso vai depender da gravidade da infecção”, completa Isabella Albuquerque, infectologista do Hospital São Vicente de Paulo (RJ).
O que é furúnculo?
O furúnculo é uma infecção cutânea causada principalmente pela bactéria Staphylococcus aureus, que atinge a raiz de um pelo e provoca uma inflamação profunda na pele.
Entre as principais causas estão a má higiene, o suor excessivo, o atrito constante na pele, o sistema imunológico enfraquecido e condições como o diabetes.
O tratamento pode incluir o uso de compressas mornas para ajudar na drenagem espontânea do pus, além de antibióticos quando a infecção é mais extensa ou recorrente. Em alguns casos, pode ser necessária a drenagem médica do furúnculo.
Fonte: BNews