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:: ‘Saúde’

Pesquisa analisa DNA do brasileiro e descobre que país tem a maior diversidade genética do mundo

Pesquisa é o primeiro sequenciamento completo de larga escala no país. Foram encontrados 8,7 milhões de variações genéticas que nunca tinham sido catalogadas, resultado de miscigenação de negro, indígena e europeu. Variações encontradas também estão ligadas a doenças.

Brasil tem a maior diversidade genética do mundo — Foto: Fábio Tito/g1Brasil tem a maior diversidade genética do mundo — Foto: Fábio Tito/g1

O Brasil começou com indígenas, foi invadido por europeus que forçaram a vinda de povos africanos sob a condição de escravos. Essa é a história que está nos livros, mas uma pesquisa inédita revelou que é mais do que isso: está no nosso DNA. O estudo mostra que o Brasil é o país com a maior diversidade genética do mundo.

🧬A pesquisa realizou, pela primeira vez, o sequenciamento completo e em larga escala do genoma da população brasileira. Foram analisados 2,7 mil brasileiros de todas as regiões do país, incluindo comunidades urbanas, rurais, ribeirinhas e indígenas.

🧬 Para entender: o DNA humano é 99,9% idêntico entre todas as pessoas. É no 0,1% restante que estão as pequenas variações que nos tornam únicos. O genoma, que é o conjunto completo do DNA de uma pessoa, é formado por 3 bilhões de bases.

A pesquisa, publicada nesta quinta-feira (15) na revista Science, analisou todas as bilhões de bases de cada uma das 2,7 mil pessoas. O resultado mostrou que o DNA do brasileiro é como um mosaico por causa das ancestralidades e, por isso, o mais diverso do mundo.

➡️ Além disso, o estudo descobriu que o DNA conta a história:

Foram encontrados registros de povos indígenas exterminados na colonização, mas que ainda seguem vivos no DNA.

Combinações de genomas africanos não encontrados na África porque só se misturaram no Brasil, onde foram trazidos como escravos.

E rastros que mostram que o cromossomo paterno tem descendência europeia, enquanto as linhas maternas são africana ou indígena – resultado da violência sexual na colonização.

Brasil é uma mistura de descendências africana, indígena e europeia — Foto: Fabio Tito/g1Brasil tem a maior diversidade genética do mundo — Foto: Fábio Tito/g1

Mas é mais do que isso. O estudo pode acabar com o apagão de dados sobre o país e trazer esperança. A descoberta de doenças raras, estudos sobre por que algumas doenças são mais comuns que outras e até tratamentos são feitos com a ajuda de pesquisas que olham a genética. Só que toda a referência era europeia e americana, formada, majoritariamente, por pessoas brancas – um retrato bem diferente do Brasil.

🔴 Para se ter uma ideia, os pesquisadores encontraram 8,7 milhões de variações genéticas que nunca tinham sido catalogadas. Entre elas, genes associados a doenças como pressão alta, colesterol alto, obesidade, malária, hepatite, gripe, tuberculose, salmonelose e leishmaniose.

No país, com base no estudo, 60% das pessoas têm ancestralidade europeia, 27% africana e 13% indígena. A ancestralidade varia por região no país. (Veja no mapa abaixo)

A miscigenação na história e no DNA do brasileiro

Os dados genéticos revelam a complexa rede social e étnica que se formou no Brasil ao longo dos últimos 500 anos. A nossa história, agora comprovada também pelo DNA, é marcada por encontros forçados, violência e apagamentos.

➡️ O país se forma a partir dos povos indígenas, nossos ancestrais originários. Com a chegada dos portugueses no século XVI, tem início a invasão do território, que abre espaço para a entrada de outros grupos europeus. Esse processo resultou no extermínio de boa parte das comunidades indígenas da época.

Durante a colonização, milhões de africanos de diferentes regiões do continente foram trazidos ao Brasil sob a condição de escravizados.

🔎 O que a pesquisa mostra é que essa história não está só nos livros, mas no traço do DNA que nos faz únicos e que é justamente essa história que nos faz tão miscigenados.

A pesquisa descobriu, por exemplo, que apesar de 90% dos povos originários terem sido extintos com a vinda dos europeus, eles seguem vivos nos brasileiros atuais, na forma de fragmentos de seus genomas.

Um outro achado é que foram encontradas combinações de genomas africanos não encontrados naquele continente por serem povos geograficamente distantes. Retirados à força da África, eles acabaram se encontrando no Brasil e se misturaram.

Além disso, o estudo trás um retrato da violência sexual no processo de colonização e que, até agora, está em nosso DNA.

➡️ O estudo apontou que a maioria das linhagens do cromossomo Y, que é herdado dos homens, era vindo de europeus (71%), enquanto a maioria das linhagens mitocondriais, que são herdadas das mulheres, era africana (42%) ou indígena (35%).

Estudo mostra que miscigenação no país é a maior já vista — Foto: PexelsEstudo mostra que miscigenação no país é a maior já vista — Foto: Pexels

Recorte por região

A pesquisa é a mais abrangente já feita no país porque, justamente, colheu dados de moradores de Norte a Sul do Brasil.

➡️ O estudo mostra que o processo de miscigenação se intensificou entre 1750 e 1785, com a corrida do ouro, que trouxe milhares de portugueses ao país em busca de riqueza. Depois, com a expansão dos bandeirantes pelo interior do país.

As primeiras misturas começaram nas regiões Nordeste e Sudeste. Depois, se expandem para o sul do Brasil e por último no Norte.

A pesquisa organizou os dados por macrorregião, criando perfis genéticos com base na ancestralidade local e mostra que:

  • Norte tem a maior proporção de ancestralidade indígena.
  • Nordeste se destaca pela presença mais expressiva da ancestralidade africana.
  • Sul tem uma predominância maior de origem europeia, principalmente do sul da Europa.
  • Centro-Oeste e Sudeste apresentam maior diversidade e mistura das três origens.

🔴 Apesar disso, as proporções variam inclusive dentro das regiões.

O impacto na saúde

A pesquisa foi feita em uma parceria com o Ministério da Saúde por um programa que quer identificar o DNA do brasileiro. A ideia é que os dados ajudem em pesquisas em saúde e ações de saúde pública.

🧬 Hoje, a medicina já usa a genética no que chamam de precisão. Nesse contexto, os tratamentos e diagnósticos são feitos com a análise dos dados do próprio paciente.

Entre os milhões de variações genéticas identificadas, mais de 36 mil têm potencial de causar prejuízos à saúde por estarem associadas a doenças metabólicas e infecciosas.

Os especialistas explicam que conforme a miscigenação aconteceu, essa mistura foi causando mutações genéticas. Algumas delas, gerando algum risco para doenças. Algumas dessas condições estão entre as principais causas de morte no país. As doenças são:

  • Hipertensão
  • Colesterol alto
  • Obesidade
  • Gripe
  • Hepatite
  • Tuberculose

🔴 Ainda não há como saber se as mutações são as responsáveis pela prevalência, mas a resposta do estudo é o início de um caminho importante a ser percorrido para melhores soluções em saúde pública.

➡️ E você pode se perguntar, como isso pode ajudar?

  • No rastreio de doenças: seria possível ajudar a rastrear doenças como o câncer de mama e identificar quais mulheres precisam fazer mamografia só aos 40 anos e quais precisam fazer antes.
  • Diagnóstico: a partir da identificação de um gene, seria possível saber quais são as predisposições a doenças, quais doenças e agir para prevenir.
  • Na resposta a medicamentos: mutações genéticas podem alterar a forma como o corpo metaboliza certos remédios. Um organismo miscigenado, por exemplo, pode reagir de maneira diferente de um corpo com ancestralidade exclusivamente europeia, o que afeta a eficácia e a dosagem ideal do tratamento. Ao conhecer melhor os genes da população, seria possível calibrar medicamentos com mais precisão.
Sequênciamento de DNA do brasileiro revela história do país — Foto: Getty Images via BBCSequenciamento de DNA do brasileiro revela história do país — Foto: Getty Images via BBC

➡️ Outro ponto que os pesquisadores encontraram foi que pode ter ocorrido uma “seleção natural” para certos cruzamentos. De acordo com a análise, há variações genéticas que se repetem com muito mais frequência do que o natural.

Ao analisarem o genoma, os pesquisadores descobriram que os genes estavam ligados a fatores que podem ter favorecido uma “seleção” como fertilidade, metabolismo e resposta imune. Ou seja, as pessoas com esse gene se reproduziam mais, tinham um metabolismo mais acelerado e um sistema imune mais forte.

“O estudo indicou que algumas variações se repetem mais do que outras e isso não pareceu ser aleatório. Descobrimos essa conexão com genes que podem ter dado mais força. Agora, precisamos entender melhor essas correlações”, explicou Lygia Pereira.

Fonte: G1

‘Epidemia de diabetes’: Brasil é o 6º com mais casos no mundo e tem alta de quase 6% em 4 anos.

Novo atlas global revela que 1 em cada 9 adultos convivem com a doença no mundo – são 16,6 milhões de brasileiros; ela mata 1 cidadão a cada 6 segundos.

Muitas pessoas, não sabem que têm a doença, mas apresentam níveis de glicose no sangue alterados e estão sujeitos às complicações do diabetes.

O problema desses casos é que, quando mal controlado, o diabetes pode levar à complicações como amputação de membros, cegueira e falência renal. Também pode causar infarto do coração e derrame cerebral, sem que seja considerado a causa de morte em si.

diabetes-mundo-brasilFoto: GI/Getty Images

O diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. A insulina, por sua vez, é um hormônio que regula a glicose (açúcar), no sangue, e garante energia para o organismo.

A principal forma de prevenção e controle é através da prática regular de atividades físicas e de uma alimentação saudável, evitando o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

Fatores que contribuem para o desenvolvimento do diabetes:

* Diagnóstico de pré-diabetes;
* Pressão alta;
* Colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue;
* Sobrepeso, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura;
* Parentes próximos com diabetes;
* Diabetes gestacional;
* Síndrome de ovários policísticos (SOP);
* Diagnóstico de distúrbios psiquiátricos;
* Apneia do sono.

Brasil é o 3º país com mais casos de diabetes tipo 1 - 14/11/2023 - Equilíbrio e Saúde - FolhaFoto: uol.com

A Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) publicou nesta segunda, 7 de abril, a edição de 2025 do atlas global da doença. O levantamento revela que 589 milhões de pessoas de 20a 79 anos apresentam o problema de saúde no planeta, 16,6 milhões delas no Brasil. Com esse montante, o país ocupa a sexta posição no ranking mundial de números de casos, atrás apenas de China, Índia, EUA, Paquistão e Indonésia.

No cenário nacional, registrou-se uma alta de 5,7% em relação aos números do atlas de 2021, quando se somavam pouco mais de 15 milhões de casos de diabetes.

O documento também chama a atenção para o número de mortes desencadeadas pela doença, para a falta de diagnóstico e para o aumento nas despesas com tratamento do quadro e de suas complicações.

Segundo a IDF, ocorreram em 2024 3,4 milhões de óbitos ligados ao diabetes – ou seja, a doença matou uma pessoa a cada 6 segundos. No Brasil, foram 111 000 mortes causadas pela doença.

“Mas devemos lembrar que esses dados estão subestimados, pois, inúmeras vezes, o diabetes não é considerado a causa de morte em si, mas um fator contribuinte. Isso acontece com o infarto do coração e o derrame cerebral”, esclarece o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da USP de Ribeirão Preto. “O diabetes matou 20 vezes mais que a dengue em 2024”.

O especialista destaca também o alto percentual estimado pela IDF de brasileiros com a doença sem o devido diagnóstico. O atlas aponta que 32% dos adultos com níveis de glicose no sangue alterados, sujeitos às complicações do diabetes, circulam sem saber da presença da doença.

“Fora isso, cerca de 11% dos adultos no país têm pré-diabetes. Isso significa que são 17,7 milhões de cidadãos correndo o risco de desenvolver diabetes já já”, diz Couri.

O custo da doença também impressiona. Somos o terceiro país no mundo em gastos com diabetes, alocando 45 bilhões de dólares para o tratamento do problema e de suas sequelas – quando mal controlada, a enfermidade pode provocar de problemas cardiovasculares e amputação de membros a cegueira e falência renal. “Em termos de despesas, perdemos apenas para potências como EUA e China”, observa o endocrinologista.

O levantamento internacional também revela que 11% das gestações no país evoluíram com a presença do diabetes. Outro dado alarmante, pois o diabetes gestacional aumenta o risco de malformações, parto prematuro e complicações para a mãe e o bebê.

Mais um achado digno de nota foi o número de pessoas com diabetes tipo 1, aquele ocasionado pela agressão do sistema imune ao pâncreas. São quase 500 mil brasileiros com o quadro, geralmente diagnosticado na infância ou juventude. Com isso, somos o quarto colocado no ranking global, atrás apenas de EUA, China e Índia.

“Os novos dados do atlas só reforçam o tamanho do diabetes enquanto problema de saúde pública, que requer, com urgência, uma mobilização de autoridades públicas, gestores privados, profissionais de saúde e pacientes. Enfim, de toda a sociedade”, avalia Couri.

Fonte: veja.abril.com.br

 

Roleta-russa do sexo? Conheça o polêmico desafio que deixou adolescente grávida

História chocante repercutiu nas redes sociais nos últimos dias.

Ela só tem 13 anos e já engravidou. Não foi abuso de um adulto. Não foi um caso isolado. Foi uma “brincadeira” entre adolescentes numa festa. Uma festa entre colegas de escola em um condomínio de luxo.

A imagem mostra o recorte da barriga de uma mulher grávida, em alusão a roleta-russa do sexo. Ela usa uma blusa cinza de manga curta e tem as unhas pintadas de branco.Foto: Banco de Imagens/ND

O termo “roleta-russa do sexo” ganhou notoriedade e repercussão nas redes sociais nos últimos dias. Desconhecido para muitos, a expressão, que popularizou-se entre adolescentes, veio à tona após a psicanalista Andrea Vermont contar, durante uma entrevista no podcast ‘3 Irmãos’, que foi professora de uma jovem de 13 anos que engravidou após participar do polêmico desafio.

Conforme Andrea Vermont, que também atua como psicanalista, o incidente aconteceu durante uma festa da escola em que lecionava. Ela não deu detalhes da cidade onde a roleta-russa do sexo teria acontecido, mas frisou que a mensalidade da escola frequentada pelos jovens é alta, o que mostra que o desafio não se limita a um grupo socioeconômico específico.

O que é a roleta-russa do sexo?

O desafio ocorre quando os meninos sentam-se, já com ereção, em cadeiras, e as meninas circulam sentando sobre eles. Ganha quem for o último a conseguir evitar o “prazer”. Sim, isso está acontecendo nas festas dos seus filhos. Essa menina participou. Engravidou. E não sabe quem é o pai da criança. “Professora… pra falar a verdade, eu nem sei de quem eu engravidei.”
Foi o que ela disse, com 13 anos, com um bebê crescendo dentro dela… e um mundo julgando, zombando, apontando.

A prática, segundo Andrea, não adota o uso de camisinha — o que, para além de toda a problemática do caso, também acende um alerta para a disseminação de DSTs entre os envolvidos.

Professora disse que menina sofreu bullying e pressão familiar após gravidez precoceFoto: Divulgação | Ministério da Saúde

No podcast, Andrea Vermont também frisa sobre a importância da educação sexual para adolescentes e do acolhimento que se faz necessário em casos de gravidez entre jovens menores de 18 anos por parte não só da família, como também de todo o núcleo de amigos e conhecidos ao seu redor.

psicanalistaFoto: metropoles.com

Estamos falando de ausência de orientação, de diálogo, de limites, de presença real na vida dos filhos. Essa história não é só sobre ela. É sobre todos nós. É sobre pais e mães que acham que conhecem seus filhos, mas não sabem o que se passa nas conversas privadas, nos grupos de mensagens, nas festas “de boa”. É sobre meninas crescendo sem noção de seu valor. É sobre meninos sendo educados para “pegar”, não para respeitar. E é sobre adultos que não querem ter conversas difíceis — até que seus filhos tenham uma vida difícil.

Pais e mães: o celular que você deu, a liberdade que você permite, a ausência que você disfarça com presentes. Tudo isso também educa. Ou deseduca. Vergonha é não orientar. Tarde demais é quando já tem uma criança criando outra. Não espere a escola, a igreja ou a internet fazerem o que só você pode fazer. Educar é cuidar. É perguntar. É proteger. É orientar. Porque no fim das contas sempre haverá reclamação. Tanto a sua ação quanto a sua omissão. Que seu “erro” seja ser presente num mundo de ausentes.

Fonte: ndmais.com.br e @ofabioflores (instagram)

Curiosidades sobre o SUS e sua importância

O SUS (Sistema Único de Saúde) é o sistema público de saúde do Brasil. Ele foi criado pela Constituição Federal de 1988 e tem como princípio garantir acesso universal, igualitário e gratuito à saúde para todos os brasileiros.

Foto: hospitaldebase.com.br

O SUS está presente na nossa vida, muito mais do que você imagina. Mesmo quando você acha que “não usa o SUS”, ele está lá.

A questão não é defender, precisa melhorar em muitos pontos e cobrar dos responsáveis uma melhor gestão. O SUS possui áreas deficitárias, mas também possui ilhas de excelência, referenciais para o mundo. A valorização do SUS é essencial para que o seu aperfeiçoamento seja uma prioridade política e se dê por meio da continuidade administrativa e ampliação de seus serviços.

Veja, como o SUS, te ajuda todos os dias:

Se machucou e precisou ir a um hospital ou UPA, mesmo sendo particular? Muitos desses lugares, têm parceria com o SUS. Em casos de emergência, o sistema garante atendimento e até transferência, mesmo sem plano de saúde.

Enfrentou uma doença grave e precisou de um transplante? O Brasil é destaque mundial em transplantes realizados pelo sistema público. O SUS cobre tudo: desde a cirurgia até os remédios e o acompanhamento médico.

Você toma vacina? É o SUS que garante. Do seu bebê recém-nascido à sua avó de 90 anos, o SUS oferece vacinação gratuita para todas as idades. Inclusive, na pandemia, foi ele que segurou as pontas.

vacina_dengue_06.jpgFoto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Alguém da sua família precisou fazer hemodiálise? Mais de 90% dos atendimentos são custeados integralmente pelo SUS.

Você toma água potável? O SUS fiscaliza e monitora a qualidade da água em todo país. É saúde pública desde antes a gente ficar doente.

Ficou sabendo do zika vírus e usa repelente? Foi o SUS que monitorou a epidemia, deu resposta emergencial e articulou campanhas públicas de saúde.

Vai à farmácia comprar um remédio genérico mais barato? Adivinha que regula e garante que ele seja seguro e eficaz? O SUS, junto com a ANVISA. É saúde acessível que cabe no nosso bolso.

Remédios genéricosFoto: Agência Brasil

Já precisou de pré-natal ou parto no hospital? mais de 80% dos partos no Brasil, são realizados pelo SUS. E o pré-natal é 100% gratuito – com exames, consultas e ultrassonografias.

Você é da turma da CLT?  Trabalha de carteira assinada? O exame admissional, os exames periódicos, os atestados médicos e as campanhas de saúde ocupacional são baseadas em diretrizes do SUS.

Já usou camisinha ou pílula do dia seguinte distribuída  de graça? Isso também é política pública de saúde. O SUS garante acesso à contracepção e prevenção de IST’s.

Já foi atendido em mutirões de saúde, campanhas contra dengue ou testagem de HIV? É o SUS atuando na prevenção – que evita gastos maiores e salva vidas silenciosamente.

Sua cidade tem vigilância sanitária, combate a zoonoses, controle da dengue e outras endemias? Tudo isso é SUS. Mesmo que você nunca tenha ido a um posto de saúde, o SUS vai até você.

E o SAMU (Serviço de Atenção Móvel de Urgência)! Esse já ajudou a salvar milhões de pessoas.

ambulâncias do samu.jpgFoto: Rafael Nascimento/MS

Se você leu até aqui, nunca precisou de nenhuma dessas coisas, você faz parte de uma minoria privilegiada. Só que mais de 70% da população brasileira não teve esse mesmo privilégio.

O SUS é um sistema para o Brasil e não um subsistema para os pobres, por isso a necessidade de defendê-lo, reconhecer suas conquistas e pleitear ainda mais avanços.

Fonte: Futrikei e Internet

Bebedouros de campus da UFBA em Salvador são interditados após indícios de contaminação na água

Universidade afirmou que determinou investigação com empresa credenciada para testes e providenciou lavagem dos reservatórios da Escola Politécnica.

Bebedouros da Escola Politécnica, na Federação, foram interditadosFoto: Correio

Os bebedouros da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba), localizada no bairro da Federação, em Salvador, foram interditados após indícios de contaminação por Coliformes totais e Escherichia coli serem encontrados.

A informação foi divulgada pela universidade na quarta-feira (9). A medida foi tomada após recomendação da Superintendência de Meio Ambiente e Infraestrutura (SEMAI) da Ufba.

Por causa da situação, a Ufba disse que determinou uma investigação com empresa credenciada para testes e providenciou a lavagem dos reservatórios.

Bebedouros de campus da Ufba em Salvador são interditados após indícios de contaminação na água — Foto: Arquivo PessoalFoto: g1 BA

Informou ainda que testes nos sistemas de abastecimento de água das instalações são uma rotina preventiva realizada periodicamente e que, uma vez constatada qualquer eventual irregularidade, são tomadas as medidas corretivas necessárias para a solução do problema.

Por causa da situação, a Ufba disse que determinou uma investigação com empresa credenciada para testes e providenciou a lavagem dos reservatórios.

Informou ainda que testes nos sistemas de abastecimento de água das instalações são uma rotina preventiva realizada periodicamente e que, uma vez constatada qualquer eventual irregularidade, são tomadas as medidas corretivas necessárias para a solução do problema.

Escola Politécnica da Ufba — Foto: g1 BAFoto: g1 BA

Denúncia feita por professora

As suspeitas de contaminação nos bebedouros da unidade começaram após denúncia feita pela vice-coordenadora do curso de graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental, Gemima Arcanjo.

De acordo com a vice-coordenadora, durante as aulas práticas de uma disciplina, no segundo semestre de 2024, foram realizadas análises microbiológicas da água de alguns bebedouros da Escola Politécnica.

Os resultados, conforme Gemima Arcanjo, indicaram a presença de Coliformes totais e Escherichia coli nas amostras coletadas nos bebedouros do 4º e 7º andares.

Bebedouros de campus da Ufba em Salvador são interditados após indícios de contaminação na água — Foto: Arquivo PessoalFoto: g1 BA

A vice-coordenadora explicou que a e.coli é um indicador de contaminação por material fecal (humano ou animal), e sua presença sugere a existência de outros microrganismos patogênicos de transmissão fecal-oral, como giárdia, salmonela e verminoses.

“O consumo dessa água contaminada pode causar doenças gastrointestinais, com sintomas que incluem diarreia, vômitos e infecções mais graves. Quero deixar claro que o objetivo desta mensagem não é criar alarde, mas informar a todos sobre a situação, uma vez que não houve divulgação e isto é do interesse de todos até mesmo por se tratar de uma questão de saúde pública”.

Fonte: g1 BA

5 alimentos que ajudam você a driblar a fome e se manter firme na dieta

A fome é uma das grandes inimigas de quem está seguindo uma alimentação equilibrada para emagrecer.

Quando sente muita fome, a pessoa não consegue se controlar e acaba fazendo escolhas menos saudáveis e mais calóricas, que prejudicam o emagrecimento e a saúde.

Para evitar isso, é muito importante que seu cardápio tenha alimentos que garantam saciedade e ajudem a driblar a fome. Veja 5 opções.

Duas fatias de torrada com abacate e ovos cozidos - MetrópolesFoto: metropoles.com

Abacate

A fruta proporciona saciedade porque é rica em gordura monoinsaturada, nutriente que demora para ser digerido. O consumo dessa gordura boa para a saúde ajuda a reduzir o colesterol, a proteger o coração e a diminuir o acúmulo de gordura corporal. O abacate ainda tem fibras, que também contribuem para controlar a fome e melhoram o funcionamento intestinal.

Castanhas

Também fornecem gorduras boas, fibras e carboidratos complexos, que demoram mais para ser digeridos. Contêm ômega 3, nutriente com ação anti-inflamatória. Porém, é preciso tomar cuidado, pois esses alimentos são muito calóricos e é fácil exagerar na porção. A recomendação é comer só um punhado por dia.

Iogurte grego - MetrópolesFoto: metropoles.com

Aveia

O cereal é uma boa opção para aumentar a ingestão de fibras ao consumir frutas, iogurtes e vitaminas.

Salada

Começar o almoço e o jantar pelos vegetais ajuda a aumentar a porção de fibras nessas refeições, fazendo com que a fome demore a chegar. Quanto mais colorida a salada, melhor. Adicione legumes crus e cozidos para diversificar os nutrientes e finalize com um pouco de azeite.

Carnes, ovos e queijos magros

As proteínas geram saciedade por serem digeridas lentamente e ajudam no aumento da massa muscular. O nutriente deve estar presente em todas refeições. No almoço, capriche nas carnes (bovina, suína, de frango e peixe), ovos e leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilha). Ovos e laticínios são opções para o café da manhã e lanches intermediários. O queijo cottage é uma boa escolha, pois tem menos gordura que outros tipos.

Fonte: Viva Bem / uol

Aumento de casos de câncer colorretal entre jovens adultos, liga o sinal de alerta.

Dados representam um alerta para a população e a necessidade de medidas preventivas imediatas com mudanças de estilo de vida, combate ao sedentarismo e dieta saudável

Câncer de intestino preocupa jovens e adultos; conheça os riscos e sintomas | NewslabFoto: Newslab

Um novo estudo publicado na renomada revista The Lancet Oncology revela uma tendência preocupante entre jovens adultos (25 a 49 anos): o aumento significativo na incidência de câncer colorretal em 27 dos 50 países analisados. Essa tendência contrasta com a estabilização ou diminuição dos casos entre adultos mais velhos (acima de 50 anos) em muitas nações. A pesquisa identificou um crescimento especialmente acentuado em países como Chile, Nova Zelândia, Noruega, Porto Rico e Inglaterra, com taxas anuais de aumento entre 3% e 4%.

Os resultados destacam que esse fenômeno, antes concentrado em países de alta renda no Ocidente, agora também se manifesta em economias emergentes na Ásia, América Latina e Caribe. “Com dietas ricas em alimentos ultraprocessados, obesidade, e outros fatores ambientais como possíveis causas desse aumento, esses dados são um alerta pois podem representar uma tendência negativa de ocorrência entre os jovens brasileiros”, comenta o Dr. Raphael Brandão, Chefe da Oncologia da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, que também destaca que no estudo, em 14 países, o aumento foi exclusivo para a faixa etária jovem, enquanto em 13 houve crescimento tanto em jovens quanto em adultos mais velhos, mas com maior aceleração entre os jovens.

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), no Brasil, o número estimado de casos novos de câncer de cólon e reto (ou câncer de intestino), para cada ano do triênio de 2023 a 2025, é de 45.630 casos, correspondendo a um risco estimado de 21,10 casos por 100 mil habitantes, sendo 21.970 casos entre os homens e 23.660 casos entre as mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 20,78 casos novos a cada 100 mil homens e de 21,41 a cada 100 mil mulheres.

Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de cólon e reto ocupam a terceira posição entre os tipos de câncer mais frequentes no Brasil. As maiores taxas de incidência são observadas na Região Sudeste para homens e mulheres. Nela, é o segundo mais incidente entre os homens (28,62 casos por 100 mil), assim como no Centro-oeste (17,25 por 100 mil). Na Região Sul (26,89 por 100 mil), é o terceiro tumor mais frequente. Nas Regiões Nordeste (10,99 por 100 mil) e Norte (7,05 por 100 mil), ocupam a quarta posição. Entre as mulheres, é o segundo mais frequente nas Regiões Sudeste (28,88 por 100 mil), Sul (26,04 por 100 mil) e Centro-oeste (16,92 por 100 mil). Na Região Norte (7,78 por 100 mil), é o terceiro câncer mais incidente; e, na Região Nordeste (13,08 por 100 mil), o quarto.

iStockFoto: iStock

“O câncer de cólon e reto abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon, no reto, que corresponde ao final do intestino imediatamente antes do ânus, e no ânus. É uma doença heterogênea, que se desenvolve predominantemente a partir de mutações genéticas em lesões benignas, como pólipos adenomatosos e serrilhados”, explica o oncologista, Dr. Brandão.

Estudos relacionam dietas ricas em bebida alcoólica, carne vermelha e embutidos com uma maior incidência de câncer colorretal. O especialista explica ainda que é importante estar atento a sintomas principais como sangramento retal e perda de peso inexplicável.

Sinais para procurar um médico

  • Presença de sangue nas evacuações, seja sangue vivo ou escuro, misturado às fezes, com ou sem muco.
  • Sintomas irritativos, como alteração do hábito intestinal e que provoca diarreia crônica e necessidade urgente de evacuar, com pouco volume fecal.
  • Sintomas obstrutivos, como afilamento das fezes, sensação de esvaziamento incompleto, constipação persistente de início recente, cólicas abdominais frequentes associadas a inchaço abdominal.
  • Sintomas inespecíficos, como fadiga, perda de peso e anemia crônica.

“Levar uma vida saudável, manter uma dieta rica em alimentos naturais com fibras e praticar atividade física regular são os principais fatores de prevenção da doença, além de procurar ajuda médica ao detectar qualquer um dos sinais”, afirma o especialista.

“Os dados evidenciam que o aumento no câncer colorretal entre jovens adultos é um problema de saúde pública global que demanda conscientização, rastreamento e mudanças no estilo de vida para evitar que essa tendência se torne mais devastadora no futuro”, conclui Dr. Brandão.

Fonte: Hospital São Camilo

O que acontece no seu corpo quando você toma um choque

Todo mundo já vivenciou o susto e a dor de sentir a corrente elétrica passando pelo corpo durante a manipulação de um fio desencapado ou algum eletroeletrônico. Na maioria das vezes, trata-se de uma descarga leve, sem grandes consequências. Mas a depender da intensidade e da extensão do choque, lesões dentro e fora do seu corpo podem aparecer.

Associado a acidentes e passível de prevenção, o choque pode decorrer de descargas na atmosfera ou da eletricidade gerada no ambiente doméstico ou industrial. Exposições profissionais, contato com fios e tomadas residenciais, além de cabos na rua são causas frequentes.

O curioso desses eventos é que mesmo baixas voltagens (a doméstica tem 220 volts) podem levar a consequências tão graves quanto altas voltagens (qualquer voltagem acima de 500 volts). Isso depende do tempo de exposição, tamanho do indivíduo, além do caminho traçado no corpo pela eletricidade.

  • No Brasil, entre 2023 e 2024 ocorreram 759 óbitos por descargas elétricas.
  • Estima-se que ocorram cerca de 1.000 mortes anuais nos EUA pela mesma causa.
  • Naquele país, cerca de 400 delas decorrem de choques de alta voltagem; de 50 a 300 estão associadas a raios.
  • Entre os adultos esses acidentes tendem a ocorrer no ambiente profissional; entre crianças e adolescentes, o doméstico prevalece.
  • Choques elétricos figuram em 4º lugar na lista das causas mais frequentes de traumas no trabalho.
ImagemFoto: Suellen Gomes/Arte UOL

Os efeitos no seu corpo

Choques são considerados queimaduras e elas acontecem não só superficialmente, mas podem atravessar a pele atingindo outros tecidos e sistemas internos.

As consequências desses eventos dependerão da classificação do choque —de alta ou baixa voltagem— mas geralmente poderão ser observadas as seguintes condições:

As queimaduras correm pelo corpo

Esta é a principal possível consequência do choque, mas a literatura médica relata que nem sempre a lesão pode ser visível na área externa da pele.

Nos quadros em que elas são perceptíveis, as queimaduras são grandes e se estendem pelo corpo. A corrente elétrica utiliza músculos e outros tecidos para fazer seu percurso. Por onde passa, vai causando danos.

Em geral pode ser identificada uma região de entrada —a principal delas é a mão— e uma de saída.

Altas voltagens podem provocar queimaduras em grande quantidade de músculos. As células musculares são quebradas, e elas liberam e elas liberam uma enzima (creatinofosfoquinase ou CPK), capaz de provocar uma lesão renal (rabdomiólise).

O coração sofre

A depender da intensidade da descarga elétrica, a resposta muscular pode ser apenas a sensação dolorosa ou contrações musculares. Já choques mais graves podem alterar a forma como o coração trabalha.

Quando o choque entra no seu corpo ele encontra isolantes térmicos naturais: a pele e a gordura sobre ela. Quanto mais espessa for a pele, maior a resistência ao fluxo da eletricidade.

Nos choques intensos, porém, a corrente elétrica consegue romper essa barreira e alcança os músculos.

Como o coração é um músculo que também é movido por cargas elétricas que regulam o batimento cardíaco, quando o choque chega nele pode provocar um descompasso.

Os médicos chamam esse quadro de arritmia. A depender da gravidade, ela pode evoluir para uma parada cardíaca. Este é considerado o maior risco associado a choques de baixa voltagem (abaixo de mil volts).

Eletricista? Conheça as causas e as consequências do choque elétrico Artigos CPTFoto: cpt.com.br

Pressão sobre cérebro e nervos

Como a cabeça representa a segunda entrada mais comum do fluxo de eletricidade, um percurso que passe pelo cérebro e pelo SNC (sistema nervoso central) pode ter efeitos que englobam alterações neurológicas e nervosas, que poderão ser identificadas por meio de variadas manifestações, tais como:

  • Convulsões
  • Hemorragia
  • Alterações na memória
  • Irritabilidade
  • Sensação de entorpecimento
  • Formigamento
  • Perda da urina (incontinência)

Perda de líquidos acelerada

Com os tecidos do corpo “em chamas”, o organismo busca manter o equilíbrio tentando “apagar o fogo” por vários mecanismos, como a liberação de substâncias inflamatórias que promovem a vasodilatação e a expulsão dos líquidos de dentro dos vasos sanguíneos. Tal mecanismo leva ao inchaço e também pode gerar desidratação.

O principal foco do tratamento inicial desses pacientes é a hidratação que é oferecida já no pronto-socorro para reduzir as lesões na proporção dos danos já identificados.

A ideia é conter as consequências das lesões como a probabilidade de alterações nos rins e da queda da pressão, especialmente quando há mudança no batimento cardíaco.

E quando a causa for um raio?

A potência da descarga elétrica natural é grande, dura alguns segundos, mas seus efeitos podem ser leves, porque a probabilidade de danos internos é menor, especialmente quando comparados às lesões causados por acidentes derivados da eletricidade gerada.

A questão é que ele pode causar um curto-circuito no coração e no cérebro, o que pode ser fatal.

Alterações no batimento cardíaco podem levar à interrupção da respiração, que pode afetar o cérebro e as funções que ele rege.

A perfuração dos tímpanos já foi descrita na literatura médica, assim como lesões nos olhos, como cataratas.

Lesão por impacto também é uma possibilidade. Isso porque basta que a pessoa esteja apenas próxima ao objeto principal atingido pelo raio para ser arrebatada por ele.

ImagemFoto: iStock / Viva Bem / Uol

O que fazer nessa hora

Caso presencie um choque no ambiente familiar você só deve socorrer a pessoa após desligar o disjuntor elétrico ou a chave geral. Uma boa medida é saber exatamente onde esses dispositivos estão localizados para agir o mais rápido possível.

Mesmo em casos leves, onde não se observam danos aparentes, é sempre indicado buscar por uma avaliação médica, principalmente entre os pequenos.

Chame o serviço de emergência (193) nas seguintes situações:

  • Perda da consciência, mesmo que por breve tempo.
  • Alterações na respiração (mais lenta ou mais rápida).
  • Alterações no batimento do coração (irregular, mais rápido ou mais lento).

Efeitos de longo prazo

Além da internação de longa permanência e processo de reabilitação intenso, pode ser difícil voltar às atividades normais conforme o tamanho das lesões musculares. Além disso, a literatura médica descreve algumas possíveis sequelas decorrentes a choques graves:

  • Zumbido
  • Convulsão
  • Perda do equilíbrio
  • Alteração na memória
  • Irritabilidade
  • Estresse pós-traumático
  • Dor
  • Fadiga
  • Contrações musculares
  • Dor de cabeça
  • Rigidez nas juntas, entre outros

Como prevenir acidentes

Seja no ambiente de trabalho, seja em casa, providencie que todos os dispositivos de eletricidades estejam bem instalados, em bom estado de conservação e disponham de fio terra. Certifique-se de que tais instalações sejam feitas por profissionais qualificados.

No trabalho, é importante seguir as medidas de segurança pessoal, como uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual), jamais subestimando o risco de tomar um choque.

Além disso, coloque em prática as seguintes medidas:

  • Desligue a corrente geral da casa antes de mexer em qualquer tipo de fiação.
  • Antecipe riscos no ambiente familiar, providenciando coberturas de segurança em tomadas e quadros de energia.
  • Mantenha os fios elétricos fora do alcance dos pequenos e mantenha-os sempre encapados com material isolante.
  • Seja cuidadoso no uso de ferramentas elétricas.
  • Mantenha aparelhos elétricos fora de superfícies ou ambientes úmidos, como o chuveiro.
  • Áreas úmidas da casa devem ter interruptores diferenciais que cortam o circuito elétrico quando existem oscilações.
  • Use chinelos de borracha durante o banho, caso esteja em locais onde não conheça as condições das instalações elétricas.
  • Mantenha-se seguro em condições de tempestade com raios. Caso esteja em locais, abertos, piscina, mar, prefira abrigar-se em prédios que tenham para-raios, ou mesmo dentro de veículos (carro, caminhão) que possuem componentes isolantes como a borracha.
  • Evite terrenos elevados, objetos metálicos e resista à ideia de se abrigar sob uma única árvore durante chuvas intensas com raios.

Fonte: Viva Bem / Uol

Bahia registra mais de mil casos de picadas de escorpião em 2025; Vitória da Conquista lidera ocorrências

A Bahia registra um aumento preocupante nos casos de picadas de escorpião em 2025, com mais de mil ocorrências já registradas, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Os dados do Centro de Informação e Assistência Toxicológica da Bahia (CIATox-BA) revelam que, em 2024, foram 24.049 acidentes com escorpião, resultando em seis óbitos.

As cidades com maior incidência de acidentes em 2024 foram Vitória da Conquista (1.012), Jequié (555), Feira de Santana (547), Irecê (406) e Seabra (360). O município de Vitória da Conquista lidera o ranking pelo segundo consecutivo, e a tendência se mantém em 2025, com mais de 60 casos já registrados.

Imagem de um escorpião amarelo Foto: SMS Setor de Zoonoses e Vetores – BN

A gravidade das picadas de escorpião varia, com sintomas como dor intensa, inchaço, náusea, vômito e, em casos graves, problemas cardiorrespiratórios.

Para prevenir acidentes, é essencial manter a casa limpa e organizada, vedar portas e janelas, usar repelentes e inspecionar calçados e roupas antes de usar. Em caso de picada, procure atendimento médico imediato, lave a área com água e sabão, mantenha a calma e aplique compressas frias. Não corte ou sugue a picada.

Escorpião amarelo — Foto: ButantanFoto: Butantan – g1

As espécies de escorpião de maior relevância na Bahia são o escorpião-amarelo (T. serrulatus), o escorpião-marrom (T. bahiensis) e o escorpião-amarelo-do-nordeste (T. stigmurus).

Fonte: Bahia Notícias

 

Encontro de Famílias pela Conscientização do Autismo. Participe

O grupo Vamos falar sobre Autismo, convida toda comunidade para participar do Encontro de Famílias pela conscientização do Autismo.

A concentração será no dia 05/04/2024, no Parque Poliesportivo da Lagoa, às 16 horas.

Vista sua camisa e vamos todos juntos apoiar essa causa tão importante e relevante.

 

Participe, Compartilhe e principalmente, apoie essa causa.



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