:: ‘Saúde’
HOMEM TESTA POSITIVO PARA COVID-19 PELA SEGUNDA VEZ EM TRÊS MESES
Um homem de 52 anos, morador de Santos (SP), testou positivo para Covid-19 por duas vezes em um intervalo de três meses entre as testagens. O primeiro registro da doença foi em julho e a suposta segunda infecção foi registrada no resultado de um exame divulgado nesta quinta-feira (22).
Segundo médicos infectologistas ouvidos, o caso precisaria ser estudado para que uma reinfecção fosse constatada. No Brasil, um estudo da USP que apontou evidências de reinfecção pelo novo coronavírus em uma técnica de enfermagem de Ribeirão Preto (SP) foi publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical em setembro.
O assessor parlamentar Luciano Martins Lorenço foi diagnosticado pela primeira vez com Covid-19 no início de julho, quando apresentou quadro de dor de garganta e febre. Um teste rápido apontou resultado positivo para Covid-19 e um exame RT-PCR do Instituto de Análises Clínicas de Santos (IACS) constatou a doença.
Ele foi medicado e liberado, se recuperando dos sintomas apresentados nos dias seguintes. Luciano recorda que exames apontaram que a saturação de oxigênio em seu sangue estava boa e não teve maiores complicações.
No fim de agosto, Luciano precisou fazer uma série de exames para um procedimento de reimplante capilar, dentre eles novamente o RT-PCR, desta vez no Laboratório Pasteur. O exame apontou que não foi detectada a Covid-19 na amostra de secreção de naso e orofaringe.
No entanto, o homem voltou a apresentar febre, desta vez com coriza e dor no peito. De acordo com o relato, ele sentiu uma progressão rápida, já que em poucos dias começou a sentir dispneia (falta de ar). Ele precisou ser internado no último sábado (17), onde ficou até quarta-feira (21).
Um exame para identificar Covid-19 foi colhido durante a internação e realizado pelo Hospital Ana Costa, com resultado que detectou novamente o vírus no paciente. Outro exame, solicitado pelo próprio paciente novamente no IACS, também detectou o vírus pela segunda vez.
Reinfecção por Covid-19
De acordo com o médico infectologista Evaldo Stanislau, casos confirmados de reinfecção por Covid-19 devem cumprir critérios científicos rigorosos. Dentre os parâmetros, é preciso atestar o tipo e a qualidade dos exames realizados, além do nível de exposição do paciente à Covid-19.
Stanislau explica, também, que um quarto critério é a realização do sequenciamento do vírus em ambas as infecções. “Com uma amostra da primeira e da suposta segunda infecção, fazemos o sequenciamento e determinamos se são infecções diferentes”.
“Os casos de reinfecção têm, geralmente, 60 dias de diferença entre uma infecção e outra. Em geral, os pacientes reinfectados apresentam quadro de sintomas mais brando”, afirma o infectologista.
Stanislau afirma, ainda, que há probabilidade de registro de casos de reinfecção, mas com poucas chances de impacto epidemiológico. “Os pacientes com casos de reinfecção vão seguir os mesmos protocolos do primeiro caso, que são o isolamento, monitoramento dos sintomas, entre outros”.
“De certa forma, a reinfecção é um ‘puxão de orelha’ em quem foi infectado pela Covid-19 e acha que pode sair sem máscara. Acredito que a maior parte das pessoas vão adquirir uma imunidade prolongada, então casos como esse são exceção. Também não definimos, ainda, o esquema vacinal. Provavelmente, as pessoas pessoas vão precisar tomar a repetição de doses para manter a imunidade elevada.”
Para o biólogo e infectologista Michel Soane, apesar de relatos e publicações científicas de casos de reinfecção por Covid-19, a confirmação ainda depende de critérios técnicos, como o sequenciamento de amostras.
Soane explica que, no caso de pacientes assintomáticos, com sintomas leves e até moderados, pode haver baixa carga de anticorpos. Nessas pessoas, mesmo que haja a recuperação da doença, os anticorpos podem não ser capazes de neutralizar o vírus.
O especialista afirma, ainda, que os pacientes também podem manter uma carga viral das primeiras infecções que pode ser detectável, mesmo que não haja a disseminação da doença. “É possível detectar essa carga residual em até 60 dias depois da doença ser detectada, por isso é preciso o sequenciamento das amostras”, finaliza.
Caso poderá ser estudado
O G1 entrou em contato com a Secretaria de Saúde de Santos, cidade onde o paciente mora, para questionar acerca dos procedimentos adotados pela pasta a partir da possibilidade de reinfecção por Covid-19. Se confirmado, seria o primeiro caso registrado na Baixada Santista.
A Secretaria de Saúde de Santos informou que não foi notificada sobre o resultado positivo do paciente no mês de julho, mas recebeu no último sábado (17) uma notificação de Covid-19 do mesmo paciente relativa a exame realizado durante internação hospitalar.
O Departamento de Vigilância em Saúde (Devig) solicitará ao laboratório que realizou o exame no mês de julho informações sobre o resultado e verificará se as amostras coletadas na ocasião estão preservadas.
Se sim, elas serão encaminhadas para o Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE), do Governo do Estado, para que possa ser realizado o sequenciamento genético e identificada a cepa (linhagem) do vírus. Desta forma, poderá ser verificado se houve reinfecção ou a persistência do vírus no organismo.
A pasta explica que, em média, os laboratórios armazenam as amostras dos pacientes por até dez dias, devido às limitações de espaços físicos, o que impossibilita a confirmação ou descarte de uma possível reinfecção. O protocolo estabelece que, em situações que o paciente tem um segundo resultado positivo de Covid-19, ele receba o tratamento e o caso seja informado ao GVE.
A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informou que o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) separou um ambulatório para acompanhar possíveis casos de reinfecção pelo novo coronavírus. No momento, 27 casos de pacientes que procuraram a unidade, com sintomas e/ou testes confirmando Covid-19 com um espaço de intervalo superior a um mês, estão sob investigação.
De acordo com a pasta estadual, os sintomas e testes positivos em dois períodos diferentes poderiam ser explicados por: outra virose por um vírus diferente, que causaria confusão porque haveria ainda fragmentos inativos do vírus que causa Covid-19 (SARS- CoV-2), que permaneceram no corpo do paciente; pela longa permanência do vírus no corpo, com período de inatividade e posterior reativação ou também por uma possível reinfecção.
Por ora, nenhum exame de avaliação genética do vírus, que poderia comprovar a infecção por dois coronavírus ‘diferentes’ (o novo coronavírus, porém com alguma pequena mutação) em uma mesma pessoa, foi confirmado. Para avançar nessas e em outras hipóteses, os pacientes seguem sendo acompanhados com a realização eventual de exames adicionais a fim de melhor entender as hipóteses apresentadas.
COVID-19: GOVERNO PUBLICA NOVO DECRETO DE CALAMIDADE PÚBLICA NA BAHIA
O Governo da Bahia anunciou nesta quarta-feira (7) que será publicado no Diário Oficial desta quinta (8) um novo decreto de calamidade pública na Bahia em virtude da pandemia do coronavírus. O decreto entra em vigor na data da publicação.
Com o novo documento, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos estaduais, no âmbito das suas competências, para apoiar as ações de resposta ao desastre. “Estado e municípios poderão acessar recursos federais via Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil para que sejam utilizados no combate à pandemia da covid-19”, diz o comunicado enviado à imprensa.
O documento será encaminhado ao Governo Federal para que seja obtido o reconhecimento da União. O novo decreto substitui o anterior, publicado pelo Estado em abril, e que tinha validade até esta quarta-feira (7).
Em menos de 200 dias, Bahia ultrapassa marca de 7 mil mortes por covid-19Com 36 novos óbitos registrados em 24h, nesta quarta-feira (7) a Bahia alcançou a triste marca de 7 mil pessoas mortas pela covid-19 num período de apenas 192 dias. É o período entre hoje e a confirmação da primeira morte pela doença no estado. Foi em 29 de março, quando a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) informou que um homem de 74 anos tinha falecido, em um hospital da capital, após contrair o novo coronavírus.
Nesta quarta, a Bahia chegou a 7.021 perdas humanas para a pandemia. Também registrou 1.834 novos casos de covid-19 (taxa de crescimento de +0,6%) e 1.633 pacientes curados (+0,5%).
Dos 319.981 casos confirmados desde o início da pandemia, 306.365 já são considerados curados e 6.595 encontram-se ativos.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (27,49%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.955,33), Almadina (6.551,98), Madre de Deus (6.167,92), Itabuna (6.167,25), São José da Vitória (5.532,97).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 641.241 casos descartados e 78.200 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta quarta.
Na Bahia, 26.639 profissionais da saúde foram confirmados para covid-19.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 36 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da covid-19.
Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
O número total de óbitos por covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.021, representando uma letalidade de 2,19%. Dentre os óbitos, 55,79% ocorreram no sexo masculino e 44,21% no sexo feminino.
Em relação ao quesito raça e cor, 53,90% corresponderam a parda, seguidos por branca com 17,38%, preta com 15,18%, amarela com 0,78%, indígena com 0,11% e não há informação em 12,65% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 72,13%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (75,45%).
BAHIA TEM 2.142 NOVOS CASOS DE COVID-19 NAS ÚLTIMAS 24 HORAS
A Bahia registrou 2.142 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo boletim divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), na tarde desta terça-feira (6).
O boletim epidemiológico desta segunda ainda contabiliza 32 óbitos que ocorreram em diversas datas.

A Sesab explica que a existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19.
Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada.
Com a atualização, o número de casos de Covid-19 confirmados no estado é de 318.147, e o de mortes 6.985, o que representa uma letalidade de 2,20%. Já são consideradas curadas 304.732 pessoas e 6.430 casos encontram-se ativos. Os números são referentes ao período entre março, início da pandemia, e esta terça.
A Secretaria detalha que entre os óbitos, 55,76% ocorreram no sexo masculino e 44,24% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 53,84% corresponderam a parda, seguidos por branca com 17,31%, preta com 15,23%, amarela com 0,79%, indígena com 0,11% e não há informação em 12,71% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 72,08%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (75,47%).
Ainda segundo a Sesab, nas últimas 24 horas, a taxa de crescimento no número de casos foi de +0,7% e a de recuperados da doença, +0,6% (1.816 pacientes).
O boletim composto está disponível no site da Secretaria de Saúde e também em uma plataforma disponibilizada pela Sesab.
Outros dados
Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (27,60%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.896,55), Almadina (6.551,98), Madre de Deus (6.167,92), Itabuna (6.125,98), São José da Vitória (5.532,97).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 636.779 casos descartados e 77.075 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta terça-feira (6).
Na Bahia, 26.535 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Ocupações de leitos

ATAQUE HACKER ATRASA TESTES CLÍNICOS DE TRATAMENTOSE VACINAS PARA A COVID-19

NOVA YORK – Um ataque hacker contra a eResearchTechnology provocou atrasos em testes clínicos de medicamentos, incluindo tratamentos e vacinas para a Covid-19, informou o New York Times.
A empresa, com sede na Filadélfia, fornece softwares usados por farmacêuticas na elaboração dos testes clínicos. Há duas semanas, ela foi vítima de um ataque ransomware, malware que usa criptografia para “sequestrar” sistemas, que só são liberados após pagamento de resgate.
A eResearch Technology não informou quantos testes clínicos foram afetados, mas seu software é usado por farmacêuticas na Europa, na Ásia e na América do Norte. Em seu site, a empresa informa que seus produtos foram usados em três quartos dos medicamentos aprovados pela Food and Drug Administration no ano passado.
O vice-presidente de Marketing da empresa, Drew Bustos, confirmou que os sistemas da companhia foram bloqueados no dia 20 de setembro. Como precaução, os sistemas foram desligados e o FBI foi notificado.
—Ninguém se sente bem com uma experiência como essa, mas ela foi contida — afirmou Bustos, acrescentando que os sistemas começaram a ser religados na última sexta-feira.
Entre os clientes afetados pelo ataque estão a IQVIA, que participa dos testes clínicos da AstraZeneca por uma vacina para a Covid-19, e a Bristol Myers Squibb, que lidera um consórcio que desenvolve um teste rápido para a detecção do coronavírus.
COVID ITAPETINGA

Dados de hoje da COVID-19 em Itapetinga.
TIKTOKERS ESTÃO LIXANDO SEUS PRÓPRIOS DENTES EM CASA
Você piscou e puff, surgiu uma nova tendência ~duvidosa~ na internet. Dessa vez, adolescentes do mundo todo estão serrando os próprios dentes com uma lixa de unhas como intuito de deixá-los retos. A ideia surgiu (e viralizou) no TikTok, a partir de um vídeo da influenciadora Mia Dio, de 19 anos, com milhões de visualizações — e não demorou muito para outros adolescentes tentarem a técnica no mínimo arriscada.

Em seu vídeo, Mia diz que teve a “ideia maluca de lixar os dentes, porque eles não são perfeitos, tenho algumas falhas e estou sem dinheiro”. O plot twist é que Mia agora faz parte do time que precisou procurar um dentista para reparar o dano causado e, detalhe, agora apela para que as pessoas não façam isso.
De acordo com a dentista Caroline Malvasi, desgastes como esse são irreversíveis, pois, diferente das unhas, nossos dentes só crescem uma vez na vida. “Nossos dentes crescem no momento da troca da dentição de leite pela permanente. Uma vez desgastados, ficarão assim para sempre. Além disso, nosso esmalte dental, que é a proteção mais externa, resistente e brilhos, fica extremamente danificada”, explica. Ainda como consequência, eles podem ficar super sensíveis, perder as características ópticas naturais e o mais grave: lixar seus dentes pode gerar trincas e fraturas internas irreversíveis, a ponto de precisar extrair.
O dentista Ricardo Gaeta reforça que serrar os dentes em casa também pode abalar a oclusão (contato dos dentes superiores com os inferiores, ao fechar a boca), causando problemas de mastigação por perda da função correta. Além das consequências funcionais, o dentista diz ainda que, se o desgaste do esmalte for grande e chegar até a dentina, há um manchamento muito maior e a coloração pode ser afetada.
A tiktoker Aislinn Rendulic, de 16 anos, foi uma das que sofreram consequências mais severas. Em entrevista ao The Washington Post, a adolescente disse que lixou os dentes inferiores e, conforme os dias passaram, sentiu muita sensibilidade. “Hoje reconheço que o procesumento não foi uma boa ideia”, conta.
A gente já sabe…
… mas não custa lembrar que quem se incomoda com os dentes deve procurar um profissional, que corrigirá as irregularidades de forma segura e rápida. De qualquer maneira, fica o recado: não faça sozinha, muito menos com uma lixa de unha!
FONTE: https://revistaglamour.globo.com/Beleza/Saude/noticia/2020/10/tiktokers-estao-lixando-seus-proprios-dentes-em-casa-e-te-contamos-porque-voce-nao-deve-fazer-isso.html
OUTUBRO ROSA – Mês de prevenção ao Câncer de Mama
Todos os anos no mês de outubro diversas campanhas de conscientização sobre o câncer de mama surgem pela televisão, rádios, jornais e internet. Muitos reclamam que todo mundo já sabe de cor e salteado sobre a prevenção. Mas quantas vezes você, mulher, fez o autoexame desde outubro do ano passado? Marcou sua visita de rotina ao ginecologista? Conseguiu no meio da sua rotina incluir os exames que o médico solicitou? Levou de volta para ele olhar?
Outras, superaram, mas perderam a mama e aí a luta da autoestima é uma nova batalha a vencer. Pela sua vida, não vale uma vez por mês fazer antes ou depois do banho o autoexame? Ele não é decisivo, mas ajuda a identificar alterações na mama mais rapidamente. Conhecer seu corpo é muito importante e ir ao ginecologista acompanhar anualmente sua saúde é primordial. Ter um tempo para si mesma deve ser constante. A chance de cura quando se descobre no comecinho é de 95%.
Fazer campanha do Outubro Rosa é muito relevante e importante. Mas para além desse mês, sempre que puder, converse com as mulheres ao seu redor sobre os cuidados que são necessários. Fale sobre a saúde feminina com suas amigas, irmãs, esposas, namoradas, mães, tias e colegas de trabalho. Cuidado e carinho nunca são demais. Se cuide e cuide de quem você ama.












