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:: ‘Saúde’

Bahia foi estado do Nordeste com maior número de afastamentos por ansiedade e depressão em 2024

Em todo o Brasil, esses e outros transtornos mentais justificaram mais de 470 mil afastamentos do trabalho. Número é o maior desde 2014.

Divulgação / FreepikFoto: Divulgação / Freepik

Reconhecida como um transtorno mental, a ansiedade provocou 4.517 afastamentos do mercado de trabalho da Bahia ao longo de 2024. Já a depressão foi o motivo de 3.313 licenças concedidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no mesmo período.

Os números são os maiores registrados em todo o Nordeste brasileiro e ocupam a oitava posição no levantamento nacional.

As informações são do Ministério da Previdência, mostra que o país registrou 472.328 licenças médicas por esses e outros transtornos mentais. É o maior índice desde 2014, com um aumento de 68%, o que confirma o status de crise de saúde mental enfrentado no Brasil.

Na Bahia, as doenças que mais provocaram afastamentos foram as seguintes:

Afastamentos concedidos por transtornos mentais

Categoria CID Doença Nº de concessões
F41 Ansiedade 4.517
F32 Depressão 3.313
F33 Depressão recorrente 1.701
F31 Transtorno bipolar 1.494
F20 Esquizofrenia 998
F43 Reações ao “stress” grave e transtornos 575
F19 Vício em drogas 436
F23 Transtornos psicóticos 377
F25 Transtornos esquizoafetivos 333
F10 Alcoolismo 321

Psicose (CID F29), transtorno de personalidade (F60) e vício em cocaína (F14), frequentes em outros estados, não apareceram entre os casos mais recorrentes nos postos de trabalho baianos. Vale ressaltar que os números se referem às licenças e não aos indivíduos, portanto um trabalhador pode ser contabilizado mais de uma vez caso tenha sido afastado em diferentes ocasiões.

A psicóloga Daiane Bispo observa esse problema no processo terapêutico de muitos dos seus pacientes. Para ela, isso mostra como a sobrecarga emocional e as condições de trabalho impactam o bem-estar dos indivíduos.

Posto do INSS no bairro de Brotas, em Salvador — Foto: Reprodução/TV BahiaFoto: Reprodução/TV Bahia

“Instabilidade econômica, precarização das relações de trabalho, aumento da carga horária, desigualdade social, condições de trabalho que geram altos níveis de estresse e a dificuldade de conciliar vida profissional e pessoal são fatores que contribuem diretamente para esse cenário, o que reforça a importância de políticas públicas voltadas para a promoção da saúde mental”.

Em entrevista, a profissional ressaltou ainda que são as mulheres as mais afetadas com esses transtornos, especialmente por conta da dupla ou tripla jornada de trabalho, somadas às pressões sociais e à desigualdade salarial.

Por outro lado, Daiane pontua que o maior número de afastamentos do trabalho reflete o crescimento no número de pessoas que buscam ajuda e tratamento. Na avaliação dela, isso representa um avanço na forma como a sociedade encara os problemas de origem psicossocial.

Raio-x nacional

➡️ Psiquiatras e psicólogos ouvidos pelo g1 apontaram que o recorde de afastamentos no país está diretamente ligado à situação do mercado de trabalho — insegurança financeira e aumento da informalidade, por exemplo — e ao impacto da pandemia de Covid-19.

➡️ Outro destaque é o perfil dos trabalhadores atendidos pelo INSS: 64% são mulheres e a idade média é de 41 anos. Elas costumam passar até três meses afastadas dos postos de trabalho, recebendo cerca de R$ 1,9 mil por mês.

➡️ Fatores como menor remuneração, sobrecarga com o cuidado da família e a violência ajudam a entender por que a população feminina é a mais afetada por transtornos mentais.

Diante desse cenário, o governo federal atualizou a Norma Regulamentadora nº 1, que indica as diretrizes de saúde no ambiente do trabalho. A partir disso, o Ministério do Trabalho assumiu a responsabilidade de fiscalizar os “riscos psicossociais” no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho.

⚠️ Na prática, isso significa que empresas podem ser multadas, caso o poder público identifique problemas como metas excessivas, jornadas extensas, assédio moral e condições precárias de trabalho.

Fonte: g1 BA

Erros médicos crescem mais de 500% em um ano, aponta levantamento

Número alarmante de erros médicos no Brasil preocupa pela queda na qualidade dos cuidados prestados no país.

O Brasil registrou um aumento alarmante de 506% nos processos por erro médico em 2024, com 74.358 ações judiciais, de acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Esse crescimento revela uma preocupação crescente com a qualidade dos cuidados médicos prestados no país e os danos causados aos pacientes.

Médicos durante cirurgia ou dissecação - MetrópolesFoto: Metrópoles

Erro médico é o termo utilizado quando há falha na conduta do profissional de saúde, resultando em dano ao paciente. Esse tipo de erro pode ocorrer por diferentes motivos, como negligência, imprudência ou imperícia.

Tipos de erros médicos

  • Negligência: quando o médico deixa de agir como deveria. Um exemplo clássico é o caso de um paciente que chega ao hospital com sintomas evidentes de uma condição grave, mas o médico não realiza os exames necessários para um diagnóstico adequado.
  • Imprudência: refere-se ao comportamento precipitado do profissional, que age sem a devida cautela ou precaução, tomando decisões arriscadas mesmo sabendo dos potenciais riscos envolvidos.
  • Imperícia: envolve a falta de habilidade técnica ou experiência do profissional de saúde para realizar um procedimento com segurança.

É importante ressaltar que, para um erro médico ser reconhecido legalmente, é necessário comprovar que houve prejuízo ao paciente devido à falha no atendimento.

Como funciona o processo por erro médicoFoto: eltonfernandes.com.br

Panorama global e os riscos à saúde

O aumento no número de processos por erro médico no Brasil não é um fenômeno isolado. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que cerca de 1 em cada 10 pacientes no mundo seja vítima de cuidados inseguros, ou seja, práticas médicas que colocam o paciente em risco. O impacto disso é significativo, resultando em aproximadamente 3 milhões de mortes anuais.

O crescimento dos processos por erro médico pode ser visto como um reflexo da maior conscientização dos pacientes sobre seus direitos, mas também aponta para a necessidade de uma revisão nos protocolos de atendimento médico e maior capacitação dos profissionais da área.

O aumento dos casos de erro médico exige um olhar atento sobre a qualidade da formação dos profissionais de saúde, a melhoria na comunicação com os pacientes e, claro, o rigor na aplicação de boas práticas no ambiente médico.

 

Fonte: Metrópoles

Frango, bovina ou suína? Saiba qual carne tem mais proteína para gerar massa muscular

Especialistas afirmam que a carne de frango, bovina ou suína não estão no topo da lista das mais ricas em proteínas

Quando se trata de consumir proteína, as pessoas se perguntam qual é a melhor, com base em suas necessidades. Entre as mais consumidas estão carne bovina, de vitela, frango, peru e porco. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), a carne suína é a mais consumida, principalmente na Ásia, Europa e América Latina.

Antes considerado 'carne de segunda', o Shoulder passou a ganhar espaço na mesa dos brasileiros pelo bom preço e qualidade da carneFoto: Reprodução

O próximo é o frango, que é mais consumido na América do Norte, América Latina e partes da Ásia. Por fim, há o res devido ao seu custo e às implicações ambientais. Embora não exista “a melhor carne”, é recomendável consumi-la de acordo com as necessidades de cada pessoa. Por exemplo, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos destaca que o frango é uma excelente fonte de proteína magra, pobre em gordura saturada, o que o torna uma opção mais saudável em comparação com carnes vermelhas, como a bovina ou a suína.

O American Journal of Clinical Nutrition destacou que peixes gordurosos, como salmão, truta e cavala, são altamente benéficos para a saúde cardiovascular devido ao seu conteúdo de ácidos graxos ômega-3.

Em termos de nível de proteína, a carne de coelho lidera a lista com aproximadamente 33 gramas de proteína por 100, seguida pelo peru, 29, frango, 27, carne de porco, 27, e carne bovina, 24.

Guia da Cozinha - Carne suculenta: veja dicas importantes para não errar no pontoFoto: Guia da Cozinha

Se o seu objetivo é aumentar a massa muscular, recomenda-se carne bovina magra, como lombo, filé mignon ou carne moída; Eles geralmente têm uma porcentagem de gordura de 10 a 25 por cento. Enquanto seu teor de proteína está entre 20-25 gramas por 100 gramas. E fornece entre 200-250 quilocalorias por 100 gramas.

Por outro lado, o peito de frango tem um percentual de gordura entre 1 e 2 por cento, enquanto fornece 30 gramas de proteína por 100 gramas de carne. A terceira opção é o peru, com teor de gordura entre 2 e 4 por cento e teor de proteína de 30 gramas por 100 gramas consumidos.

O peito de frango tem um teor de gordura entre 1 e 2 por cento, fornecendo 30 gramas de proteína por 100 gramas de carne. Filés de peixes brancos, como tilápia e bacalhau, têm um teor de gordura entre 1 e 3%, enquanto fornecem entre 20 e 25 gramas de proteína por 100 gramas.

Fonte: O Globo

Hábito comum pela manhã ajuda a proteger o coração, diz estudo

Beber café logo ao acordar pode trazer mais benefícios do que apenas aumentar a energia. Um estudo realizado nos Estados Unidos sugere que esse hábito está associado a uma menor probabilidade de morte por doenças cardiovasculares. Essa relação foi destacada em uma pesquisa recente publicada no European Heart Journal.

Cardiovascular disease CVD, doctor with heart human model anatomy for treatment patient in hospital.Foto: msn.com / Catraca Livre

Os efeitos do café da manhã na saúde do coração

Pesquisadores analisaram os hábitos alimentares de mais de 40 mil pessoas ao longo de quase 20 anos e observaram que o consumo matinal de café está relacionado a um impacto positivo na saúde do coração. Os participantes que tinham esse costume apresentaram um risco 31% menor de morrer por doenças cardiovasculares, além de uma redução de 16% no risco de morte por qualquer causa.

De acordo com Lu Qi, professor da Escola de Saúde Pública de Harvard e um dos líderes da pesquisa, “nossas descobertas indicam que não é apenas a quantidade de café consumida que importa, mas também o horário em que a bebida é ingerida”.

Por que o horário do consumo faz diferença?

Os pesquisadores sugerem que beber café mais tarde no dia pode prejudicar os ritmos circadianos, o chamado “relógio biológico” do corpo. Consumir cafeína no período da tarde ou noite pode interferir na produção de melatonina, hormônio essencial para a regulação do sono.

Quando o ciclo circadiano é alterado, existe um aumento na pressão arterial e nos níveis de inflamação, fatores que contribuem para doenças cardiovasculares. Já pela manhã, o corpo está naturalmente em estado de alerta devido à maior atividade do sistema nervoso simpático. Tomar café nesse horário potencializa seus efeitos positivos sem comprometer os ritmos biológicos.

Café da manhã saudável e prático: dicas simples do que comerFoto: minhasaude.proteste

Qual a quantidade ideal de café pela manhã?

A pesquisa também revelou que a quantidade de café ingerida pela manhã influencia os benefícios observados. Os participantes que consumiam de duas a três xícaras diariamente apresentaram a maior redução nos riscos de mortalidade. Beber apenas uma xícara ou menos também mostrou efeitos positivos, mas em menor intensidade.

Por outro lado, ingerir mais de três xícaras não demonstrou impactos negativos claros, embora os especialistas reforcem que o consumo moderado é a melhor opção para garantir segurança e benefícios à saúde.

O café é indicado para todos?

Apesar das vantagens para a saúde cardiovascular, o café pode não ser adequado para todas as pessoas. Indivíduos com gastrite, colesterol alto ou outras condições específicas devem ter cautela com a forma de preparo da bebida e evitar o consumo excessivo.

Consultar um profissional de saúde antes de aumentar a ingestão de café é fundamental para evitar complicações. Embora mais estudos sejam necessários para confirmar todas as descobertas, as evidências atuais sugerem que tomar café pela manhã pode ser um hábito benéfico para a saúde do coração.

Mais um aliado para a saúde do coração

Além do café matinal, outro alimento pode ajudar na saúde cardiovascular: a casca da banana. Segundo matéria da Catraca Livre, esse ingrediente, geralmente descartado, é rico em fibras e antioxidantes que contribuem para a redução do colesterol e da inflamação. Incorporar hábitos simples pode fazer a diferença para um coração mais saudável.

 

Fonte: Catraca Livre

Eclâmpsia e pré-eclâmpsia

Eclâmpsia é uma doença caracterizada pela liberação, por parte do feto, de proteínas na circulação materna que provocam uma resposta imunológica da gestante. Saiba mais.

Eclâmpsia é uma doença caracterizada pela liberação, por parte do feto, de proteínas na circulação materna que provocam uma resposta imunológica da gestante. Saiba mais.Foto: uol

A gravidez pressupõe o crescimento de um ser geneticamente diferente dentro do útero da mulher, uma vez que herdou metade dos genes do pai. Ela não rejeita esse corpo estranho porque desenvolve mecanismos imunológicos para proteger o feto. Em alguns casos, porém, ele libera proteínas na circulação materna que provocam uma resposta imunológica da gestante. Essa resposta agride as paredes dos vasos sanguíneos, causando vasoconstrição e aumento da pressão arterial.

hipertensão arterial específica da gravidez recebe o nome de pré-eclâmpsia e, em geral, instala-se a partir da 20ª semana, especialmente no 3° trimestre.

A pré-eclâmpsia pode evoluir para a eclâmpsia, uma forma grave da doença, que põe em risco a vida da mãe e do feto.

As causas dessas enfermidades ainda não foram bem estabelecidas. O que se sabe é que estão associadas à hipertensão arterial, que pode ser crônica ou especifica da gravidez.

Sintomas

  • Sintomas da pré-eclâmpsia (que também pode ser assintomática): hipertensão arterialedema (inchaço), principalmente nos membros inferiores, que pode surgir antes da elevação da pressão arterial, aumento exagerado do peso corpóreo e proteinúria, isto é, perda de proteína pela urina.
  • Sintomas característicos da eclâmpsia: convulsão (às vezes precedida por dor de cabeça, de estômago e perturbações visuais), sangramento vaginal e coma.

foto ilustrativa de gravidezFoto: Freepik

Diagnóstico e fatores de risco

O diagnóstico de eclâmpsia é estabelecido com base nos níveis elevados da pressão arterial, na história clínica, nos sintomas da paciente e nos resultados de exames laboratoriais de sangue e de urina.

São fatores de risco:

  • Hipertensão arterial sistêmica crônica;
  • Primeira gestação;
  • Diabetes;
  • Lúpus;
  • Obesidade;
  • Histórico familiar ou pessoal das doenças supra-citadas;
  • Gravidez depois dos 35 anos e antes dos 18 anos;
  • Gestação gemelar.

Tratamento e prevenção

A única maneira de controlar a pré-eclâmpsia e evitar que evolua para eclâmpsia é o acompanhamento pré-natal criterioso e sistemático da gestação.

Pacientes com pré-eclâmpsia leve devem fazer repouso, medir com frequência a pressão arterial e adotar uma dieta com pouco sal.

Medicamentos anti-hipertensivos e anticonvulsivantes são indicados para o controle dos quadros de eclâmpsia mais graves, que podem exigir a antecipação do parto. A doença regride espontaneamente com a retirada da placenta.

Recomendações

  • Vá ao ginecologista antes de engravidar para avaliação clínica e início da administração de ácido fólico;
  • Compareça a todas as consultas previstas no pré-natal e siga rigorosamente as recomendações médicas durante a gestação;
  • Lembre que a hipertensão é uma doença insidiosa, que pode ser assintomática. Qualquer descuido e a ausência de sintomas podem fazer com que uma forma leve de pré-eclâmpsia evolua com complicações;
  • Faça exercícios físicos compatíveis com a fase da gestação e suas condições orgânicas no momento;
  • Reduza a quantidade de sal nas refeições, não fume e suspenda a ingestão de álcool durante a gravidez.

Fonte: uol / Drauzio Varella

Água com gás faz mal? Veja vantagens e desvantagens da bebida

água é uma bebida essencial para hidratar o organismo humano adequadamente. Porém, muitas pessoas não conseguem consumi-la de forma frequente por conta da baixa aceitação de seu sabor neutro, optando assim pela água com gás.

Água com gás faz mal? Essa especialista fala das vantagens e desvantagens da bebidaFoto:  Oscar Wong/GettyImages

Em primeiro lugar, para entender o processo de gaseificação da água, é preciso conhecer as diferenças entre os tipos de água com gás disponíveis para consumo:

  • Água gaseificada naturalmente: o reservatório de água subterrâneo libera minerais e o calor do local promove vapores e gases, transformando-a em água gaseificada, a qual será envasada para comercialização e consumo.
  • Água gaseificada artificialmente: esse é um processo comumente utilizado no Brasil e em outros países que produzem água mineral, no qual a água é retirada da fonte e armazenada em reservatórios de aço inox. Após esse armazenamento, o líquido passa por um dispositivo chamado desaerador, onde se retira todo o oxigênio de sua composição e o gás carbônico é adicionado.

Água com gás faz mal?

Cada tipo de água (com ou sem gás) apresenta uma dosagem de sódio diferente, pois a concentração desse nutriente está relacionada à fonte natural da qual a água foi extraída. Ou seja, a presença de minerais na água varia de acordo com as características ambientais do local, como solo e profundidade do lençol freático.

Por isso, a água com gás não faz mal e não apresenta maior teor de sódio do que a mineral, pois ambas contém baixas quantidades dessa substância se comparadas com outros tipos de bebidas.

“O que pode acontecer é que a presença do dióxido de carbono na bebida pode provocar uma ligeira dilatação do estômago, resultando em um desconforto, se consumida em grande quantidade. Além disso, devido ao pH da água com gás ser mais ácido, pessoas que apresentam quadros de gastrite, por exemplo, podem sentir uma leve irritabilidade na mucosa gástrica”, explica a nutricionista Karla Maciel.

Água com gás hidrata? Faz mal? Nutricionista tira dúvidas — Foto: ShutterstockFoto: Shutterstock

Benefícios da água com gás

Segundo a nutricionista Juliana Vieira, a água com gás oferece alguns benefícios para a saúde além da hidratação. Entre eles, a especialista indica:

  • É rica em nutrientes
  • Facilita o consumo de água
  • Ajuda na digestão de proteína
  • Favorece o processo de emagrecimento
  • Ajuda a melhorar as funções do paladar
  • Serve como alternativa saudável ao refrigerante

Como consumir água com gás

O consumo de água com gás deve ser feito, preferencialmente, nos intervalos das refeições a fim de evitar o estufamento gástrico durante a alimentação. Além disso, a água gaseificada é extremamente versátil e pode ser consumida pura ou combinada com outros ingredientes capazes de estimular o paladar e agregar valor nutricional à bebida, como frutas, ervas e outros.

Água com gás e limãoFoto: voloshin311/Thinkstock/Getty Images

Confira as combinações recomendadas pela nutricionista Karla Maciel:

Fonte: msn.com

Saúde mental vira obrigação para empresas em maio: o que muda com a norma?

Com a atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora n.º1), as empresas têm até o final de maio para criar normas que preservem a saúde mental de seus empregados, fazendo com que problemas dessa natureza entrem para a lista de riscos ocupacionais.

Saúde mental dos trabalhadores será obrigação das empresas Saúde mental dos trabalhadores será obrigação das empresas. Foto: Agência Brasil

O que muda para as empresas

  • Saúde mental ganha o peso de EPI (Equipamento de Proteção Individual). A garantia de bem-estar mental entra na mesma lista de obrigações de proteção contra agentes biológicos e químicos em uma corporação, por exemplo.
  • Empresa precisa criar ações que previnam problemas de saúde mental. Segundo o advogado Bruno Minoru Okajima, especialista em Direto Trabalhista, as corporações devem adotar uma postura proativa para evitar desgaste mental nos funcionários.

“As empresas devem implementar avaliações contínuas do ambiente laboral e estabelecer estratégias preventivas eficazes. Isso inclui a criação de canais de comunicação abertos, programas de apoio psicológico e iniciativas que promovam um clima organizacional positivo.” – Bruno Minoru Okajima

A mudança na NR-1 acompanha uma alteração na lei feita em 2024. No ano passado, o Governo Federal criou o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, que será concedido àquelas que se preocupam com o bem-estar dos funcionários. “Ainda não foi regulamentada, mas em breve, empresas que se adequarem às novas normas poderão receber esse reconhecimento”, diz Okajima.

Conversa ‘bonita’ agora é obrigação. Segundo a advogada Priscila Soeiro Moreira, especialista em Direito Trabalhista, esse discurso já existe faz tempo, mas agora as empresas têm que seguir as normas. “Elas precisam adotar medidas ativas, como workshop de reciclagem com empregados, observar a relação dos líderes com os liderados – e entre pares”, exemplifica.

Mulher sentada à sua mesa de trabalho, em frente ao notebook, com as mãos na cabeça e feição de cansaço, enquanto várias pessoas à sua volta cobram inúmeras demandas sem se preocupar com o estado psicológico da trabalhadora, demonstrando a importância da saúde mental no trabalho.Foto: Krakenimages.com – stock.adobe.com / Espaço Certo

Consequências para a empresa

  • Quem não cumprir pode pagar multa. O descumprimento das normas pode pesar no bolso das corporações. Se, durante uma fiscalização, o auditor fiscal do trabalho perceber que não há medidas em curso, ele pode denunciar ao Ministério Público do Trabalho, que, por sua vez, pode ajuizar uma ação civil pública, condenando a empresa que não se adequar às regras.
  • Trabalhador pode denunciar direto no Ministério Público do Trabalho. “É muito comum isso acontecer e em 99% das vezes o MPT vai investigar o que está acontecendo, porque saúde mental é um assunto sensível. Eles ouvirão testemunhas e podem chamar empregados para depor”, ensina Moreira.

Fonte: UOL

Coronavírus recém-descoberto em morcegos na China poderia afetar humanos

Estudo ressalta potencial risco da transmissão da doença, mas destaca que ainda precisa ser investigado.

Pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan, na China, publicaram um estudo na revista científica Cell em que revelam a descoberta de uma nova linhagem do coronavírus, o HKU5-CoV-2, em morcegos.

Imagem de microscópio que mostra partículas do coronavírus (dourado) dentro células do nariz de uma pessoa infectada.

Foto: NIAID – O Globo

A pesquisa ressalta o potencial risco da transmissão da doença de animais para humanos. Contudo, o risco de contaminação humana ainda precisa ser investigado.

O HKU5-CoV-2 pertence à família do Merbecovirus, um subgênero de vírus do gênero Betacoronavirus que também está relacionado com o Sars-CoV-2, que causou a pandemia de Covid-19.

Os pesquisadores explicam a cadeia da potencial transmissão em humanos no estudo. Eles ilustram que o novo vírus que infecta morcegos pode usar o ACE2 humano — uma proteína na superfície de diversas células do corpo — como um receptor de entrada nas células de uma forma inédita

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A linhagem 2 do merbecovírus HKU5-CoV que infecta morcegos pode usar o ACE2 humano como um receptor de entrada celular • Reprodução Cell

 

O receptor ACE2 também foi usado pelo Sars-CoV-2 para entrar nas células humanas.

Entretanto, o novo vírus possui um modo de ligação distinto de outros CoVs conhecidos que usam ACE2. “Análises estruturais e funcionais indicam que o HKU5-CoV-2 tem uma melhor adaptação ao ACE2 humano do que a linhagem 1 HKU5-CoV”, afirmam os pesquisadores.

Por isso, eles destacaram o risco da doença possivelmente se espalhar entre os animais e humanos.

O estudo afirma que a capacidade do vírus de infectar células humanas foi confirmada.

A notícia do novo coronavírus ainda afetou mercados globais, com oscilação do dólar durante o dia.

Fonte: CNN

Mês de Conscientização sobre o Lúpus, Fibromialgia, Alzheimer e Leucemia: Fevereiro Roxo e Laranja

Notícia - Campanhas de Conscientização: Fevereiro Roxo e Fevereiro Laranja  - Câmara Municipal de Caçapava

Foto: Internet

O mês de fevereiro, além de ser marcado por importantes datas comemorativas, também é um período crucial para a conscientização sobre questões de saúde que afetam milhões de pessoas ao redor do mundo. Em 2025, celebramos o Fevereiro Roxo e Laranja, duas campanhas que têm como objetivo aumentar o entendimento sobre o Lúpus, Fibromialgia, Alzheimer e a Leucemia. Todas estas condições, apesar de impactarem a vida de muitas pessoas, ainda são pouco discutidas e compreendidas, o que torna a conscientização uma ferramenta poderosa na luta contra o preconceito e o sofrimento.

Fevereiro Roxo: A Luta Contra o Lúpus, Fibromialgia e Alzheimer

Fevereiro Roxo foi criado em 2014, na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais. Inicialmente, promovida por ONGS´s, prefeituras, governos estaduais e municipais, a campanha possui o objetivo de levar informação, conhecimento e conscientização sobre o tema através de palestras e ações públicas.

O Lúpus é uma doença autoimune crônica, em que o sistema imunológico ataca tecidos saudáveis do corpo, causando inflamação e danos em órgãos como pele, articulações, rins e coração. Seus sintomas podem incluir dor nas articulações, cansaço extremo e erupções cutâneas. É uma doença autoimune que afeta cerca de 65 milhões de pessoas em todo o mundo, com uma prevalência maior entre mulheres, especialmente entre 15 e 45 anos. No Brasil, estima-se que aproximadamente 65 mil pessoas convivam com a doença. Apesar de ser mais comum em mulheres, o lúpus também pode afetar homens e crianças.

A fibromialgia é uma síndrome que afeta o sistema musculoesquelético e é caracterizada por dores crônicas espalhadas por todo o corpo, além de cansaço, insônia e outros sintomas debilitantes. Estima-se que no Brasil, cerca de 4 milhões de pessoas vivam com a condição, sendo que a maioria são mulheres. A fibromialgia ainda é uma doença pouco compreendida e, por vezes, mal diagnosticada.

Já o Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta a memória, o pensamento e as funções cognitivas, com impacto significativo na vida dos pacientes e suas famílias. Com o envelhecimento da população, a doença tornou-se uma das principais causas de demência, afetando mais de 50 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS. No Brasil, um novo caso é diagnosticado a cada 3 minutos, e estima-se que, até 2050, esse número dobre. O Fevereiro Laranja foi escolhido para conscientizar sobre a urgência de tratar e apoiar aqueles que convivem com o Alzheimer e suas famílias.

O roxo, cor escolhida para representar a luta contra essas condições, simboliza a força e a resistência dos pacientes que enfrentam os desafios diários da doença.

Fevereiro Laranja: A Conscientização sobre a Leucemia

Criada em conjunto com o Fevereiro Roxo, a campanha Fevereiro Laranja trabalha a conscientização sobre a Leucemia e a importância da doação de medula óssea. Esse, infelizmente, ainda é um tipo de câncer com alta taxa de mortalidade no Brasil e que precisa da atenção de todos.

A leucemia é um câncer que se origina na medula óssea, onde as células sanguíneas são produzidas. Ela causa a produção anormal de glóbulos brancos, que não funcionam corretamente, prejudicando a defesa do organismo e comprometendo o transporte de oxigênio e a coagulação do sangue. Os principais sintomas incluem cansaço excessivo, febre, infecções frequentes e sangramentos anormais.

Existem vários tipos de leucemia, e o tratamento depende de fatores como o tipo específico da doença e a saúde geral do paciente. A leucemia pode ser tratada com quimioterapia, radioterapia, transplante de medula óssea ou medicamentos específicos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que cerca de 400 mil casos de leucemia sejam diagnosticados anualmente no planeta. No Brasil, a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) é que, em 2025, aproximadamente 10.800 novos casos de leucemia sejam registrados, com destaque para a leucemia linfoblástica aguda (LLA) em crianças e a leucemia mieloide crônica (LMC) em adultos. A taxa de sobrevida depende de vários fatores, incluindo o tipo de leucemia, a idade do paciente e a resposta ao tratamento, mas a detecção precoce e os avanços no tratamento têm melhorado significativamente as chances de cura e qualidade de vida.

O Fevereiro Laranja é uma oportunidade importante para chamar a atenção para essa doença, apoiar os pacientes e suas famílias e promover a conscientização sobre a importância de um diagnóstico precoce e tratamentos adequados.

Foto de duas fitas coloridas, uma roxa e uma laranja, destacando a conscientização sobre causas sociais. Ideal para campanhas de apoio e solidariedade.

Foto: Shutterstock

Por Que Essas Campanhas São Importantes?

As campanhas de Fevereiro Roxo e Laranja são mais do que um simples apelo à informação. Elas são uma chamada à empatia, à compreensão e, principalmente, à ação. O aumento da conscientização sobre essas doenças pode proporcionar um apoio maior para os indivíduos diagnosticados, além de garantir que mais recursos sejam direcionados para pesquisas e tratamentos.

Em um país com uma grande população, como o Brasil, a luta contra essas condições precisa da ajuda de todos. Empatia é a palavra-chave. Quem não vive essas doenças pode apoiar de diversas formas: seja com gestos de carinho, acolhimento ou, até mesmo, fazendo a sua parte na divulgação de informações essenciais.

O Que Você Pode Fazer?

  1. Compartilhe informações: Divulgue este artigo e outros materiais educativos nas redes sociais. Quanto mais pessoas souberem sobre essas doenças, mais fácil será o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.
  2. Esteja presente para quem precisa: A solidariedade é fundamental. Oferecer suporte emocional para aqueles que enfrentam esses desafios pode fazer toda a diferença.
  3. Apoie a pesquisa: Muitas entidades de saúde e grupos de apoio que dependem de doações e voluntários. Investir em pesquisa é essencial para que mais avanços sejam feitos na luta contra essas condições.
  4. Seja um defensor: Participe das discussões sobre o tema, ajude a reduzir o estigma em torno dessas doenças e lute para que mais pessoas tenham acesso ao tratamento adequado.

Neste Fevereiro Roxo e Laranja, queremos convidá-lo a refletir sobre como cada um de nós pode ser parte da mudança. A informação e a solidariedade podem transformar a vida daqueles que vivem com o Lúpus, Fibromialgia, Alzheimer ou Leucemia. Vamos juntos apoiar essa causa e ajudar a construir uma sociedade mais empática e consciente.

A luta contra essas doenças não é só de quem as vive, mas de todos nós. Juntos, somos mais fortes!

 

Fontes:
GOV.BR
OMS (Organização Mundial da Saúde)
Instituto Nacional de Câncer (INCA)

Calculadora da água: descubra quanto você precisa beber por dia em época de ondas de calor

O cálculo pode ser feito a partir do seu peso, mas há pessoas que podem ter que beber mais ou menos água. Tudo depende do estilo de vida e de outras restrições. A quantidade de 2 litros não vale para todos.

A onda de calor que atinge o Brasil deve se estender até 24 de fevereiro e diversas capitais do Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste podem seguir registrando temperaturas acima da média.

Além do prejuízo à qualidade do ar, com a maior concentração de poluentes, as ondas de calor também aumentam o risco para a saúde. E beber bastante líquido é uma das principais recomendações para evitar os efeitos prejudiciais do tempo seco.

Calculadora da água: descubra quanto você precisa beber por dia em época de tempo seco e ondas de calor — Foto: Adobe Stock

 Foto: Adobe Stock

1 – Quanto de água devo tomar?

Em média, um adulto precisa beber 2 litros de água por dia. Mas não tem uma fórmula única para todo mundo: a quantidade pode variar conforme o peso, se a pessoa faz algum esporte e se o clima está quente demais, por exemplo.

Dá para fazer um cálculo individual: em condições normais, multiplicar 35 ml pelo peso do seu corpo. Por exemplo: uma pessoa que pesa 55 quilos deve tomar pelo menos 1,9 litro diariamente. Mas você não precisa fazer a conta: use a calculadora no topo desta reportagem.

Em épocas de calor, pode ser acrescentado cerca de mais 10 ml/kg (45 ml) . Por exemplo: uma pessoa que pesa 55 quilos deve tomar pelo menos 2,5 litros diariamente.

E em situação de de onda de calor e atividade física, pode ser acrescentado cerca de mais 30 ml/kg (65 ml). Por exemplo: uma pessoa que pesa 55 quilos deve tomar pelo menos 3,5 litros diariamente.

Os cálculos são aproximações e fatores como idade, condições de saúde, intensidade da atividade física e clima podem influenciar a quantidade ideal de água para cada indivíduo. Para pessoas que suam mais, estão em locais quentes e secos ou praticam esportes e atividades físicas, o consumo de água diário pode aumentar para 3,5 ou até 4 litros.

De acordo com médicos ouvidos pelo g1:

🚰 Água é insubstituível: o ideal é que esses dois litros sejam apenas de água, sem contar a que está presente em alimentos ou outras bebidas que podem ser ingeridas ao longo do dia.

💧 A melhor hidratação é feita de forma gradual: ou seja, beba pequenas quantidades de água durante a manhã, tarde e noite. Faz mal para a saúde ficar o dia todo sem beber uma gota e, à noite, tomar um litro de uma vez só.

💦 Para pessoas que suam mais, estão em locais quentes e secos ou praticam esportes atividades físicas, o consumo de água diário pode aumentar para 3,5 até 4 litros.

🚱 Há pessoas que possuem restrições na ingestão de água e, por isso, podem beber apenas 1 ou 1,5 litro por dia. É o caso de pacientes com problemas cardíacos específicos ou outras comorbidades.

Segundo os especialistas, não dá para substituir um copo de água por uma lata de refrigerante ou um copo de suco. Se você quiser variar na ingestão do líquido, o ideal é fazer isso com a própria água.

“O que dá para fazer é, em determinados momentos, tomar água aromatizada, com fruta ou gás para variar um pouco e ajudar no paladar”, diz o endocrinologista Madson Queiroz de Almeida, presidente do Departamento de Adrenal e Hipertensão da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Idosos também tendem a sentir menos sede. “Conforme vão envelhecendo, as pessoas vão perdendo o centro da sede e tendem a ser mais desidratadas”, afirma a nutróloga e geriatra Mariana Carvalho.

2 – Água em pouca quantidade ou em excesso faz mal?

Não tomar água ao longo do dia causa desidratação, que gera problemas de saúde a curto prazo, como intestino preso e pedras nos rins. O principal sinal que indica que você está desidratado é a sede.

Quando você tem sintomas de sede, você já deveria estar bebendo água há muito tempo. — Mariana Carvalho, nutróloga

A desidratação também causa alterações na urina, que pode ficar mais escura e ter mal cheiro.

Beber água demais também pode fazer mal. “Quando você tem um excesso de água, pode causar uma maior diluição do corpo humano e hiponatremia, que é uma baixa concentração de sódio no sangue. Quando isso acontece, a pessoa tem dor de cabeça, náuseas e confusão mental”, afirmou a médica.

De acordo com Mariana, excesso de água pode levar à morte em alguns casos: depende do estado de saúde da pessoa e de alguma restrição ou comorbidade que ela possa ter.

3 – Quais os benefícios da água?

Especialistas afirmam que o ideal é sempre buscar o equilíbrio e beber água de forma regular e gradual, acordo com as suas necessidades diárias e geográficas. Seguindo essa regra, a água é responsável por uma série de benefícios para o corpo e para a saúde, como:
  • Regula a temperatura do corpo;
  • Hidrata a pele;
  • Mantém o nível de água corporal adequado;
  • Lubrifica as articulações;
  • Melhora o funcionamento do intestino e dos rins;
  • Desintoxica o organismo.

4 – Como se manter hidratado?

Quem não tem o hábito de beber água com frequência precisa adotar táticas ao longo do dia para se manter hidratado. Uma delas já é velha conhecida: manter sempre uma garrafinha de água por perto.

“O que você não consegue medir, você não consegue quantificar nem qualificar”, diz a nutróloga, que indica aos pacientes o uso de uma garrafa. “Serve para policiar, incentivar e metrificar a quantidade de água que você está bebendo”, explica.

Recentemente, virou febre nas redes sociais e começou a aparecer na lista de mais vendidas nos principais sites do país um novo modelo: as garrafas de água com frases motivacionais, que podem servir como um incentivo adicional.

Garrafas com frases motivacionais e horários podem ser facilitadoras para quem tem dificuldades em beber água ao longo do dia  — Foto: Reprodução

Garrafas com frases motivacionais e horários podem ser facilitadoras para quem tem dificuldades em beber água ao longo do dia — Foto: Reprodução

Garrafas desse tipo podem não estar acessíveis para todo mundo: em uma busca rápida na internet, há modelos sendo vendidos de R$ 10 a até mais de R$ 100. Na dúvida, a boa e velha garrafinha pet de 500 ml, vendida a R$ 2 nos supermercados, segue sendo uma alternativa de medição.

Além das garrafas, os preguiçosos da água também podem adotar outros métodos:

  • 🥤 Beber dois copos de água ao acordar;
  • 🍽 Beber água após as refeições;
  • ☕ Tomar um gole de água após o cafezinho;
  • ⌚ Colocar alarmes no celular ou em relógios digitais, que avisam que é hora de beber água.

 

Fonte: g1 Saúde



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