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:: ‘Brasil’

Federações rejeitam reunião com Ronaldo e complicam sua candidatura na CBF

O ex-jogador Ronaldo convidou federações estaduais para uma reunião em busca de apoio político para sua candidatura à CBF. A iniciativa, no entanto, foi respondida com rejeições pela maioria das entidades. Isso torna bastante complicada a inscrição da chapa dele, já que necessita de apoio de quatro delas.

No dia 27 de fevereiro, Ronaldo enviou um email às 27 federações com o convite para uma reunião. Ele se declarou pré-candidato à CBF.

Ronaldo Fenômeno tem intenção de se candidatar à presidência da CBFFoto: Reprodução/ X @RonaldoNazario

No texto, o Fenômeno fez críticas à atual gestão de Ednaldo Rodrigues.

“O futebol é a grande paixão do nosso país, mas sabemos que ele enfrenta desafios profundos. A má gestão, a falta de transparência e a centralização de decisões comprometeram a competitividade do nosso esporte, afastando torcedores, reduzindo oportunidades e limitando o crescimento do futebol em diversas regiões do Brasil.”

Ao final, convida para um encontro para discutir o futuro do futebol brasileiro. E fala em possíveis visitas aos dirigentes – ele vem prometendo uma viagem pelo Brasil desde o lançamento de sua candidatura.

Só que, pela apuração, 25 das 27 federações rejeitaram o encontro com Ronaldo. Uma parte delas alegou que apoia o atual presidente Ednaldo Rodrigues e se mostrou incomodada com as críticas do ex-jogador ao processo eleitoral da CBF — ele afirmou que faltava transparência e segurança jurídica.

Outras demonstraram pouca disposição para discutir o futebol com Ronaldo.

“Respondi que não vou para reunião porque não tenho tempo. Sou advogado da bolsa e resolvo as coisas por Zoom. Por que ia a São Paulo para ficar gastando tempo conversando? O Ronaldo pode apresentar suas propostas. Qual a proposta dele que não apresentou?”, disse o presidente da Federação Pernambucana, Evandro Carvalho, que defende o fim dos Estaduais no Nordeste substituídos por um regional.

Carvalho falou que uma candidatura de oposição na CBF legitima o processo e não teria problema em assinar a chapa de Ronaldo. Mas não se mostrou muito propenso em votar nele.

Ronaldo Fenômeno sorrindo para foto - MetrópolesFoto: Metrópoles

Um fato que tem incomodado os presidentes de federações é que Ronaldo anunciou sua candidatura em programas da Globo, deu entrevistas, mas só depois foi procurar os eleitores, isto é, as federações. E até agora não rodou o Brasil para vê-los. Só por e-mail os convidou para uma reunião em São Paulo.

Uma das federações que ainda não responderam Ronaldo é a Federação Paulista de Futebol (FPF). Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da entidade, já teve um encontro com o ex-jogador. Ele é quem mais flerta com a figura de opositor a Ednaldo Rodrigues — embora seja atualmente um dos vices da CBF — e também já teve pretensões eleitorais na confederação.

Neste cenário, sem interlocução com as federações, é bem difícil que Ronaldo obtenha as quatro assinaturas para registrar chapa.

Aliados do atual presidente Ednaldo Rodrigues veem sua base de apoio entre as entidades estaduais entre 23 e 25 federações.

Pelo estatuto, a eleição na CBF pode ser marcada a partir do final de março, quando falta um ano para o final do mandato atual de Rodrigues. A partir da convocação, haveria 30 dias para realizar as eleições, com a possibilidade de registros das chapas.

 

Fonte: uol

IR 2025: quais documentos são necessários para a declaração?

O mês de março marca o início do período de declaração do Imposto de Renda de 2025. Estar com os documentos necessários pode facilitar e agilizar o trabalho de preencher e conferir a declaração.

O prazo para o envio da declaração do Imposto de Renda de 2025 ainda não foi definido. A Receita Federal anunciará a data ainda nesta primeira quinzena de março. Em 2024, o envio das declarações do Imposto de Renda começou em 15 de março, no início da segunda quinzena do mês, e encerrou-se em 31 de maio.

IR 2025: quais documentos são necessários para a declaração?Foto: CNN Brasil

A lista de documentos exigidos para a declaração do IR de 2025 abarca o ano-calendário de 2024. Veja a seguir os documentos necessários para prestar contas ao Fisco. Documentos de identificação Documento oficial com CPF (CNH ou RG); Comprovante de endereço atualizado, informando qualquer alteração; CPF do cônjuge; Número do Título de Eleitor; Número do recibo da declaração do IRPF do ano anterior, caso tenha sido entregue; Número de cadastro no INSS (PIS ou NIT – Autônomo); Nome, data de nascimento e CPF dos dependentes e alimentandos. Comprovantes de renda Informes de rendimentos do titular e dos dependentes, incluindo salários, aposentadorias, pensões, aluguéis, serviços autônomos, ações judiciais e rendimentos do exterior; Informes de rendimentos de contas bancárias e aplicações financeiras; Relatório de aluguéis recebidos; Informes de rendimentos e extrato de previdência privada; Informes de programas de incentivo à emissão de notas fiscais, como “Nota Fiscal Paulistana”, “Nota Paraná” e “Nota Curitiba”. Pagamentos e deduções Comprovantes de despesas médicas e odontológicas; Relatório anual de despesas com educação; Comprovantes de despesas com previdência privada, advogados, engenheiros, corretagem em aluguéis e transações imobiliárias; Recibo de doações (recebidas ou efetuadas); Documentação de bens e direitos, como imóveis e veículos; Extratos de consórcios, financiamentos e outras dívidas; Informações sobre empréstimos (dívidas e ônus). Rendas variáveis Notas de corretagem e extratos de Imposto de Renda fornecidos pelas corretoras para operações em renda variável; DARFs (Documentos de Arrecadação da Receita Federal) de renda variável; Informes de rendimentos obtidos com investimentos em renda variável. https://www.youtube.com/watch?v=sdLmgg_lrm8

Fonte: CNN Brasil

Erros médicos crescem mais de 500% em um ano, aponta levantamento

Número alarmante de erros médicos no Brasil preocupa pela queda na qualidade dos cuidados prestados no país.

O Brasil registrou um aumento alarmante de 506% nos processos por erro médico em 2024, com 74.358 ações judiciais, de acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Esse crescimento revela uma preocupação crescente com a qualidade dos cuidados médicos prestados no país e os danos causados aos pacientes.

Médicos durante cirurgia ou dissecação - MetrópolesFoto: Metrópoles

Erro médico é o termo utilizado quando há falha na conduta do profissional de saúde, resultando em dano ao paciente. Esse tipo de erro pode ocorrer por diferentes motivos, como negligência, imprudência ou imperícia.

Tipos de erros médicos

  • Negligência: quando o médico deixa de agir como deveria. Um exemplo clássico é o caso de um paciente que chega ao hospital com sintomas evidentes de uma condição grave, mas o médico não realiza os exames necessários para um diagnóstico adequado.
  • Imprudência: refere-se ao comportamento precipitado do profissional, que age sem a devida cautela ou precaução, tomando decisões arriscadas mesmo sabendo dos potenciais riscos envolvidos.
  • Imperícia: envolve a falta de habilidade técnica ou experiência do profissional de saúde para realizar um procedimento com segurança.

É importante ressaltar que, para um erro médico ser reconhecido legalmente, é necessário comprovar que houve prejuízo ao paciente devido à falha no atendimento.

Como funciona o processo por erro médicoFoto: eltonfernandes.com.br

Panorama global e os riscos à saúde

O aumento no número de processos por erro médico no Brasil não é um fenômeno isolado. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que cerca de 1 em cada 10 pacientes no mundo seja vítima de cuidados inseguros, ou seja, práticas médicas que colocam o paciente em risco. O impacto disso é significativo, resultando em aproximadamente 3 milhões de mortes anuais.

O crescimento dos processos por erro médico pode ser visto como um reflexo da maior conscientização dos pacientes sobre seus direitos, mas também aponta para a necessidade de uma revisão nos protocolos de atendimento médico e maior capacitação dos profissionais da área.

O aumento dos casos de erro médico exige um olhar atento sobre a qualidade da formação dos profissionais de saúde, a melhoria na comunicação com os pacientes e, claro, o rigor na aplicação de boas práticas no ambiente médico.

 

Fonte: Metrópoles

Parceiros e ex são agressores em 70% dos casos de violência contra mulher

Em quase 70% dos casos de violência contra a mulher, os agressores são os próprios parceiros ou ex-parceiros. É o que aponta a pesquisa “Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, do Fórum de Segurança Pública e do Instituto Datafolha.

Violência contra mulheres cresceu 22% em oito anosFoto: : Getty Images

O que aconteceu

Atuais companheiros somam 40% dos agressores. Ex-companheiros vêm na sequência, somando 26% dos responsáveis por agressões a mulheres no Brasil.

Esse número praticamente dobrou em relação a 2017, primeiro ano da pesquisa conduzida pelo Fórum. Naquele ano, parceiros e ex-parceiros eram autores de 36,4% dos casos.

57% das vítimas foram agredidas dentro da própria casa. Além de a pesquisa mostrar que as mulheres não estão seguras com os homens com quem se relacionam, revela que o lar também não é um ambiente seguro, já que é o principal palco da violência doméstica.

Ainda segundo a pesquisa, os índices de violência de gênero atingiram seu maior patamar desde 2017. “Para analisar esse aumento de casos em todos os tipos de violência, não podemos desconsiderar o fato de que cada vez mais mulheres têm se reconhecido como vítimas de violência”, afirma Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “Antes, violências que eram naturalizadas agora são reconhecidas, e isso tem a ver com novas tipificações de leis para esses crimes.”

70% de vítimas de violência doméstica foram alvo de homens com quem têm ou tiveram relacionamento íntimoFoto: : Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Testemunhas silenciosas

Os dados apontam um aumento em todos os tipos de violência contra a mulher. Cada mulher brasileira vivenciou ao menos três violências no ano de 2024.

Uma em cada cinco mulheres brasileiras foi violentada em 2024 é um número expressivo que engloba mais de 21 milhões de mulheres. Nós já contávamos com um aumento durante a pandemia, mas, ao que parece, houve uma normalização dessas violências. E elas não param de subir. – Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

A pesquisa mostra ainda que 91,8% das agressões a mulheres em 2024 foram testemunhadas. Em quase um terço dos casos, os próprios filhos da vítima presenciaram as agressões.

Maioria das vítimas não reage nem procura ajuda. Segundo a pesquisa, 47,4% das mulheres que sofrem violência doméstica não fazem nada. Quando buscam ajuda, diz o documento, 19,2% procuram familiares e 15,2% pedem socorro a amigos.

A polícia vem em quarto lugar. Apenas 14,2% das vítimas procuram órgãos oficiais como a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher ou delegacias comuns (10,3%).

Falta de provas e medo de represálias. O principal motivo alegado pelas mulheres para não procurarem a polícia é terem resolvido a situação sozinhas (36,5%), seguido pela falta de provas (17,7%). O medo de represálias (13,9%) e a descrença na capacidade da polícia de oferecer solução (14,0%) também são fatores relevantes.

Violência contra a Mulher: Febrasgo alerta para principais fatores de risco, ao longo da infância e vida adultaFoto: febrasgo.org

O que dizem os dados

Estudo ouviu 1.040 mulheres. Apesar dos avanços legislativos, como a Lei do Feminicídio (2015) e sua recente transformação em tipo penal autônomo (2024), o documento aponta que a violência continua a crescer.

Crescimento pode ser ‘efeito rebote’. Coordenadora institucional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Juliana Martins atribui o crescimento à hipótese de um “efeito rebote”, onde a conquista de direitos e espaços pelas mulheres desencadeia uma reação de valores machistas e patriarcais, que buscam manter o status quo.

Samira Bueno também conclui o mesmo. “Narrativas públicas que minimizam a violência de gênero e discursos misóginos proferidos por formadores de opinião e tomadores de decisão podem criar um ‘caldo cultural’ que autoriza agressões”.

31,4% das entrevistadas foram alvo de insultos, humilhações ou xingamentos. Esse número representa um aumento de 22,2% em relação ao ano de 2017, quando foi realizada a pesquisa pela primeira vez.

16,9% vivenciaram agressões físicas. Esse tipo de violência engloba tapas, empurrões e chutes.

16,1% foram ameaçadas. Os casos citados pelas vítimas envolvem risco à integridade física —tapas, empurrões e chutes.

16,1% foram perseguidas. Stalking (perseguição) e amedrontamento também aumentaram em relação a 2017 —em 9,3%.

10,7% sofreram tentativa forçada de relação sexual. O dado também engloba ofensas de cunho sexual e representa cerca de 5,3 milhões de brasileiras.

Divulgação não autorizada de fotos/vídeos íntimos é nova categoria. Novidade na abordagem da pesquisa, o crime de pornografia de vingança fez 3,9% de vítimas, segundo a pesquisa.

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília.Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília.

Assédio cotidiano: uma violência normalizada?

Mais de 29 milhões de brasileiras foram assediadas em 2024. Quase metade das entrevistadas (49,6%) relatou ter sofrido algum tipo de assédio, desde cantadas na rua até serem tocadas sem consentimento.

Trabalho é um dos maiores palcos. As formas mais comuns são cantadas e comentários desrespeitosos na rua (40,8%) e no ambiente de trabalho (20,5%).

Número deve ser ainda maior. Apesar da alta frequência, os pesquisadores acreditam que o número é ainda maior, uma vez que a cotidianidade de ações de assédio podem levar mulheres a normalizar esse tipo de situação.

O ciclo da violência doméstica é complexo e marcado por barreiras que impedem a vítima de buscar ajuda. O medo, a vergonha, a dependência econômica e emocional, e o isolamento social são alguns dos fatores que contribuem para a perpetuação da violência. O rompimento do ciclo, embora necessário, expõe a mulher a um risco ainda maior, como demonstram os relatos de mulheres divorciadas. – Juliana Martins, coordenadora institucional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

 

Fonte: uol.com

Imposto de Renda: Quem pode declarar em conjunto e quem pode ser dependente

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2025 está chegando, e o contribuinte já pode reunir  documentos e de preparar para prestar contas com a Receita federal.

No ano passado, entrega da declaração começou no dia 15 de março e terminou no dia 31 de maio. Neste ano, a expectativa é que o prazo de envio comece em 17 de março.

Imposto de RendaFoto: Imposto de Renda (Crédito: Reprodução)

Até o momento, o governo não anunciou as regras para o IR 2025, mas algumas normas não devem mudar. Uma delas é quem pode ser declarado como dependente.

Quem pode ser declarado como dependente

Segundo a Receita Federal, podem ser dependentes:

  • Cônjuge, ou companheiro com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos;
  • Filhos ou enteados de até 21 anos de idade; de qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; de até 24 anos, se ainda estiver cursando ensino superior ou escola técnica de segundo grau.
  • Irmãos, netos ou bisnetos, sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial: de até 21 anos; de qualquer idade, quando incapacitado física e/ou mentalmente para o trabalho; de até 24 anos, se ainda estiver cursando ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos.
  • Pais, Avós e Bisavós se no ano-calendário, tiverem recebido rendimentos, tributáveis ou não, até o limite de isenção. O limite de isenção deve ser calculado pela tabela mensal, ajustado pelo número de meses no caso de Declaração de Saída Definitiva do País.
  • Menor Pobre de até 21 anos, que o contribuinte crie e eduque, desde que detenha sua guarda judicial.
  • Tutelados e Curatelados absolutamente incapaz da qual o contribuinte seja tutor ou curador.

Imposto de rendaFoto: jovempan.com

Quem pode declarar em conjunto?

Os cônjuges (casados), companheiros (união estável) e dependentes podem declarar em conjunto, ou seja, numa só declaração.

Para que seja considerado declarante em conjunto, todos os bens, direitos e rendimentos destas pessoas devem estar na mesma declaração (contribuinte titular). Neste caso, as pessoas declaradas em conjunto não precisam entregar uma declaração somente sua.

Mesmo que não seja obrigada a entregar a declaração, qualquer pessoa pode enviar a declaração, desde que não conste em outra declaração como dependente. Exemplo: uma pessoa que não é obrigada, mas teve imposto sobre a renda retido na fonte, pode enviar a declaração para obter a sua restituição.

Fonte: msn.com

Luighi, do Palmeiras, sofre ofensa racista no Paraguai e desabafa: “O que fizeram foi um crime”

Torcedor do Cerro Porteño imita macaco na direção do garoto de 18 anos, que chora no banco de reservas e se revolta em entrevista: “Não vão perguntar sobre o ato de racismo?”

O atacante Luighi, do Palmeiras, foi alvo de uma ofensa racista por parte de um torcedor do Cerro Porteño, durante duelo válido pela Conmebol Libertadores sub-20, nesta quinta-feira, no Paraguai. O Verdão venceu o confronto por 3 a 0. Em nota oficial, o clube manifestou apoio ao jogador e disse que vai até as “últimas instâncias” para buscar punição aos responsáveis pelo ato.

Torcedor imita macaco na direção de Luighi, do Palmeiras — Foto: ReproduçãoFoto: gE / Reprodução

O torcedor imitou um macaco na direção do jogador, que se revoltou, deixou o campo chorando e desabafou em entrevista depois da partida, quando foi questionado por um repórter sobre como foi o jogo. Ele também sofreu uma cusparada enquanto se dirigia ao banco de reservas.

– Não, não. É sério isso? Vocês não vão me perguntar sobre o ato de racismo que ocorreu hoje comigo? É sério? Até quando vamos passar por isso? Me fala, até quando? O que fizeram comigo é crime, não vai perguntar sobre isso?

Luighi, do Palmeiras, chora ao sofrer racismo na Conmebol Libertadores Sub-20 — Foto: ReproduçãoFoto: gE / Reprodução

– Vai me perguntar sobre o jogo? A Conmebol vai fazer o que sobre isso? Ou a CBF, sei lá. Você não ia perguntar sobre isso né? Não ia. É um crime o que ocorreu hoje. Isso aqui é formação, estamos aqui para aprender – disse Luighi.

Jordana Araújo, comentarista do sportv e que participava da transmissão do jogo, emocionou-se com Luighi e também fez um forte desabafo.

– Não adianta fazer placas, anúncios, tem que fazer valer as ideias. E como você faz isso? Com atitudes, estudando o que causa esse tipo de crime. Em geral, as torcidas sul-americanas usam o racismo como provocação, a Conmebol precisa fazer com que entendam que isso não é, é crime.

– O racismo é um ato que mata vidas de pessoas pretas, quantas pessoas morrem só pela cor? Quantas pessoas não tem acesso, do básico ao mais complexo, somente pela cor negra. Essa campanha tem que ser mais incisiva, pessoas tem que tomar atitudes, para que eu não tenha que terminar a transmissão com a voz embargada e muito emocionada por mais um caso de racismo – disse Jordana.

Fonte: gE

Contra alta de alimentos, governo adota medidas e zera tarifa de 10 produtos

Alckmin anunciou redução de alíquota de imposto de importação de gêneros alimentícios, entre outras ações. Para especialistas, queda dos preços já é esperada com colheita de safra maior

Alimentos pressionam a inflação: governo quer forçar queda nos preços com importadosFoto: Guito Moreto

O que aconteceu
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) anunciou dez produtos que terão alíquota zerada para importação por tempo indeterminado. “Não há necessidade na portaria de ter o prazo. O objetivo é redução de preço de alimentos para a população, será o prazo necessário”, afirmou o vice-presidente em coletiva. São eles:

  1. Carne (hoje, é 10,8%)
  2. Café (9%)
  3. Açúcar (14%)
  4. Milho (7,2%)
  5. Óleo de girassol (9%)
  6. Azeite de oliva (9%)
  7. Sardinha (32%)
  8. Biscoitos (16%)
  9. Massas alimentícias: (14,4%)
  10. Óleo de palma: aumentar limite de importação de 65 mil para 150 mil toneladas

Sardinha em lata: produto popular pode ficar mais barato — Foto: PexelsFoto: Pexels

As seis medidas foram anunciadas por Alckmin ao lado de ministros e empresários. As propostas envolvem o estímulo para produção de alimentos da cesta básica pelo Plano Safra e um “programa de publicidade de preços”. São elas:

  1. Zerar a alíquota de importação de dez produtos;
  2. Aceleração de municípios com Sisbi (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal), que inspeciona abate de animais, de 1.500 para 3.000 cidades no país;
  3. Estímulo e prioridade para alimentos no financiamento via Plano Safra;
  4. Negociar com governadores para isenção do ICMS de produtos da cesta básica, que já são zerados nacionalmente;
  5. Fortalecer e acabar com os estoques reguladores;
  6. Lançar um programa de publicidade dos melhores preços.

As medidas têm mais ou menos eficácia direta. A mudança nas alíquotas, por exemplo, deve ocorrer “em alguns dias” sem tempo determinado de vigência, e o Plano Safra só começa a valer em junho. Já a mudança de imposto estadual depende do diálogo do governo com os estados, e o programa de publicidade para indicar onde há os melhores preços não foi esmiuçado.

Alckmin disse que ainda não se sabe o impacto da renúncia fiscal. Segundo a Fazenda, os ministérios deverão soltar notas técnicas nos próximos dias explicando o impacto de cada um, mas o vice-presidente afirmou que em parte dos produtos a importação é pequena “exatamente porque o produto tinha uma alíquota mais alta”.

Segundo o vice-presidente, a medida não vai impactar a produção nacional. “A mudança tem um grande reflexo nos ovos, no custo dos ovos e da proteína animal, das carnes. Nós estamos num momento onde você reduzir o imposto de importação ajuda a reduzir preço. Não está substituindo, está complementando.”

O assunto foi debatido durante todo o dia. Primeiro, o ministro Carlos Fávaro, da Agricultura, se reuniu com Alckmin e os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira. Depois, levaram as propostas a Lula.

Lula ainda deveria participar de uma reunião com empresários e representantes do setor, mas desistiu. A Secom (Secretaria de Comunicação) não informou o assunto, mas seguiu no Palácio do Planalto durante o encontro.

Açougue no Rio de Janeiro: carnes têm contribuído com a inflação — Foto: Domingos Peixoto / Agência O GloboFoto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Soluções para ‘ontem’

Comida está entre os principais vilões da inflação atualmente. Dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) apontam que alimentos e bebidas subiram 5,4% nos últimos cinco meses, alta acumulada que supera a inflação de todo o ano de 2024 (4,83%).

A redução de preços é considerada “prioridade zero” do governo. O Planalto vê a alta dos preços como o principal fator para as sucessivas quedas de popularidade de Lula —pesquisas mostram que 8 a cada 10 brasileiros já sentem esta pressão— e avalia que o quadro só será revertido com diminuição do peso do bolso.

Lula tem pressionado ministros por soluções para “ontem”. Só em janeiro, houve variação de 1,07% dos produtos consumidos no domicílio, puxada pelos preços da cenoura (36,14%), do tomate (20,27%), e do café moído (8,56%).

O desafio do governo é diminuir o preço tentando alinhar expectativa da indústria, do mercado e dos pequenos produtores. Fávaro não adiantou nenhuma medida, mas havia prometido que Lula baterá o martelo”.

Fonte: uol

Pessoas e empresas com irregularidade na Receita terão as chaves PIX excluídas

Com as novas exigências, publicadas nesta quinta-feira (6), Banco Central avalia que será mais difícil para os golpistas manterem chaves PIX com nomes diferentes daqueles armazenados nas bases da Receita Federal.

 

Para aumentar a segurança do PIX, o sistema de transferência de recursos, o Banco Central (BC) publicou alterações no seu regulamento nesta quinta-feira (6) e determinou que chaves de pessoas e de empresas cuja situação não esteja regular na Receita Federal sejam excluídas.

“Com as novas medidas, será mais difícil para os golpistas manterem chaves PIX com nomes diferentes daqueles armazenados nas bases da Receita Federal”, informou o Banco Central.

Na prática, o BC quer evitar que golpistas usem nomes de empresas reais para desviar recursos para contas de terceiros. Isso porque, em algumas situações, eles alteram dados de propriedade da conta para praticar golpes. E essas mudanças, muitas vezes, dificultam o rastreio pela Receita.

falso pix — Foto: Bruno Peres/Agência BrasilFoto: Bruno Peres/Agência Brasil

Com isso, as instituições financeiras deverão excluir CPFs com situação cadastral:

  1. suspensa
  2. cancelada
  3. titular falecido
  4. nula

🔎A suspensão do CPF ocorre, por exemplo, quando há alguma informação errada ou incompleta no cadastro.

🔎Já o cancelamento é quando há alguma fraude, falsificação ou quando o documento é usado irregularmente. Nessa situação, a Justiça manda suspender ou bloquear.

🔎O CPF é considerado nulo quando há um erro grave ou fraude no registro.

E, também, CNPJs com situação cadastral:

  1. suspensa
  2. inapta
  3. baixada
  4. nula

🔎O CNPJ é suspenso quando o titular, por exemplo, não efetua pagamento das contribuições ou faz declarações necessárias.

🔎É classificado como inapto quando a empresa omite dados e declarações num período de dois anos.

🔎Em casos em que a empresa é encerrada ou teve sua inscrição cancelada na Receita Federal o CNPJ é considerado baixado.

🔎É considerado nulo quando uma mesma empresa apresenta, por exemplo, vários números de inscrição.

Verificação pelos bancos

A verificação, pelas instituições financeiras, deverá ser efetuada sempre que houver uma operação envolvendo uma chave PIX, como um registro, uma alteração de informações, uma portabilidade ou uma reivindicação de posse.

Para garantir que as instituições financeiras, participantes do PIX, cumpram as novas regras, o BC informou que irá monitorar periodicamente sua conduta, “podendo aplicar penalidades para aquelas instituições que apresentem falhas nesse processo”.

Além disso, o BC também informou que “atuará ativamente” para detectar chaves PIX com nomes diferentes do registrado na Receita Federal, como forma de garantir que os participantes excluam ou ajustem essas chaves.

PixFoto: Agência O Globo

Chaves aleatórias

Outra proibição anunciada nesta quinta é a alteração de informações vinculadas a chaves aleatórias e a reivindicação de posse de chaves do tipo e-mail. Desse modo:

  1. pessoas e empresas que usam chaves aleatórias e que queiram alterar alguma informação vinculada a essa chave não poderão mais fazê-lo.
  2. A partir de agora, deve-se excluir a chave aleatória e criar uma nova chave aleatória, com as novas informações.

Chaves tipo e-mail

Segundo o BC, pessoas e empresas que queiram reivindicar a posse de um e-mail também não poderão mais fazê-lo. Chaves do tipo e-mail não poderão mais mudar de dono.

“Apenas chaves do tipo celular continuam a ter acesso a essa funcionalidade, para permitir que números de celular pré-pago, que podem mudar de dono, também possam mudar de dono quando registradas como chave PIX”, informou.

Devolução em dispositivos não cadastrados

Por fim, o Banco Central liberou a realização de devolução de qualquer valor em dispositivos de acesso não cadastrados.

Segundo a instituição, a medida que restringiu transações PIX em dispositivos de acesso não cadastrados no valor de, no máximo, R$ 200, estava impedindo que transações de devolução de boa-fé iniciadas pelo próprio recebedor pudessem ser feitas a partir de dispositivos não cadastrados.

 

Fonte: g1 Economia

Água com gás faz mal? Veja vantagens e desvantagens da bebida

água é uma bebida essencial para hidratar o organismo humano adequadamente. Porém, muitas pessoas não conseguem consumi-la de forma frequente por conta da baixa aceitação de seu sabor neutro, optando assim pela água com gás.

Água com gás faz mal? Essa especialista fala das vantagens e desvantagens da bebidaFoto:  Oscar Wong/GettyImages

Em primeiro lugar, para entender o processo de gaseificação da água, é preciso conhecer as diferenças entre os tipos de água com gás disponíveis para consumo:

  • Água gaseificada naturalmente: o reservatório de água subterrâneo libera minerais e o calor do local promove vapores e gases, transformando-a em água gaseificada, a qual será envasada para comercialização e consumo.
  • Água gaseificada artificialmente: esse é um processo comumente utilizado no Brasil e em outros países que produzem água mineral, no qual a água é retirada da fonte e armazenada em reservatórios de aço inox. Após esse armazenamento, o líquido passa por um dispositivo chamado desaerador, onde se retira todo o oxigênio de sua composição e o gás carbônico é adicionado.

Água com gás faz mal?

Cada tipo de água (com ou sem gás) apresenta uma dosagem de sódio diferente, pois a concentração desse nutriente está relacionada à fonte natural da qual a água foi extraída. Ou seja, a presença de minerais na água varia de acordo com as características ambientais do local, como solo e profundidade do lençol freático.

Por isso, a água com gás não faz mal e não apresenta maior teor de sódio do que a mineral, pois ambas contém baixas quantidades dessa substância se comparadas com outros tipos de bebidas.

“O que pode acontecer é que a presença do dióxido de carbono na bebida pode provocar uma ligeira dilatação do estômago, resultando em um desconforto, se consumida em grande quantidade. Além disso, devido ao pH da água com gás ser mais ácido, pessoas que apresentam quadros de gastrite, por exemplo, podem sentir uma leve irritabilidade na mucosa gástrica”, explica a nutricionista Karla Maciel.

Água com gás hidrata? Faz mal? Nutricionista tira dúvidas — Foto: ShutterstockFoto: Shutterstock

Benefícios da água com gás

Segundo a nutricionista Juliana Vieira, a água com gás oferece alguns benefícios para a saúde além da hidratação. Entre eles, a especialista indica:

  • É rica em nutrientes
  • Facilita o consumo de água
  • Ajuda na digestão de proteína
  • Favorece o processo de emagrecimento
  • Ajuda a melhorar as funções do paladar
  • Serve como alternativa saudável ao refrigerante

Como consumir água com gás

O consumo de água com gás deve ser feito, preferencialmente, nos intervalos das refeições a fim de evitar o estufamento gástrico durante a alimentação. Além disso, a água gaseificada é extremamente versátil e pode ser consumida pura ou combinada com outros ingredientes capazes de estimular o paladar e agregar valor nutricional à bebida, como frutas, ervas e outros.

Água com gás e limãoFoto: voloshin311/Thinkstock/Getty Images

Confira as combinações recomendadas pela nutricionista Karla Maciel:

Fonte: msn.com

O que vem depois do Oscar? E como aproveitar o embalo de ‘Ainda Estou Aqui’?

Melhor Filme Internacional do Oscar, o longa de Walter Salles levou o brasileiro aos cinemas e apresentou uma outra face do Brasil ao mundo – e ao próprio País. Agora, é preciso continuar

Walter Salles e Fernanda Torres no 97º OscarWalter Salles e Fernanda Torres no 97º Oscar. Foto: Monica Schipper/Getty Images

Pegar uma carona na vitrine global do cinema promovida pelo Oscar é bom para todo mundo, como a Letônia (com a animação Flow) e o Brasil agora podem comprovar. É provável que muita gente espalhada pelo mundo tenha assistido ou venha a assistir pela primeira vez a um filme brasileiro. É provável também que muita gente por aí, para quem a cultura brasileira se resumia ao eixo samba-Carnaval-futebol, tenha sido apresentada a uma dimensão até então desconhecida de nossa identidade. Brasileiros também fazem filmes, e até ganham o Oscar. Ah, esses brasileiros. Muito bem.

Precisamos emplacar filmes no Festival de Cannes, em maio. Devemos repetir a presença, em agosto, no Festival de Veneza, onde começou a bem-sucedida carreira internacional do filme de Walter Salles (com o prêmio de roteiro). Precisamos fincar os pés em outros festivais importantes, de ficção e de documentário, de longas e de curtas, que representam oportunidades de mercado.

Isso tudo não se obtém apenas com filmes, mas também com um esforço de promoção e de divulgação em torno deles. Cinema é arte industrial, como bem sabem os EUA, que melhor disputam (dominam, na verdade) esse jogo.

Ainda Estou AquiCartaz de “Ainda Estou Aqui” – créditos da imagem: Letras de Músicas/Reprodução

Olhemos principalmente, neste início do “dia seguinte”, para a nossa própria casa. O Oscar de Ainda Estou Aqui já exerceu um efeito salutar sobre a percepção de brasileiros a respeito do nosso cinema. Quantas pessoas terão retornado a uma sala, depois de longa ausência em que se mantiveram no sofá de casa, por causa dele?

O fato de o filme não estar ainda disponível no streaming, no Brasil e nos EUA, contribuiu para aquecer o mercado de exibição, com desdobramentos positivos sobre o hábito de ir ao cinema. Bom para todos os filmes, não só para os brasileiros. Mas como garantir que, no caso da produção nacional, esse espaço continue a ser bem ocupado? Por meio de políticas de longo prazo de distribuição e de exibição, capazes de chamar a atenção para o fato de que, além do valor cultural, o audiovisual cria empregos e movimenta a economia.

Políticas de Estado, e não só de governo, como as que beneficiam outros setores. E que envolvam uma dimensão fundamental para o acesso à cultura: a formação de espectadores.

'Ainda Estou Aqui' ganhou exibição ao ar livre no Centro Cultural São Paulo, em janeiro‘Ainda Estou Aqui’ ganhou exibição ao ar livre no Centro Cultural São Paulo, em janeiro. Foto: Fabio Vieira/Estadão / Estadão

Quantos adolescentes prestes a concluir o Ensino Médio seriam capazes de citar três ou quatro momentos importantes na história do cinema brasileiro? Quantos já ouviram falar de Adhemar Gonzaga, Humberto Mauro, Carmen Santos e Glauber Rocha, para citar quatro personagens fundamentais em um universo de centenas? Quantos sabem que, antes do Oscar, o cinema brasileiro já havia sido premiado em todos os festivais de primeira grandeza? Quantos estarão dispostos, na idade adulta, a se transformarem em espectadores regulares da produção brasileira, e a transmitir esse hábito a seus filhos e netos? Quantos dispõem de ao menos uma sala de cinema — comercial ou num espaço cultural — em seus bairros ou mesmo em suas cidades, a preços populares?

Agora, que passou o carnaval. O “dia seguinte” para o audiovisual brasileiro é de trabalho, para os profissionais da área e para todos os que se importam para valer — ou seja, muito além dos posts lacradores nas redes sociais — com o fortalecimento da cultura brasileira.

 

Fonte: terra.com



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