Terceiro título do ano: Flamengo é campeão carioca.

Flamengo leva o Carioca com pé nas costas e será candidato a todos os títulos se for mais letal
Com um empate, nessa tarde de domingo (16) o Flamengo se tornou bicampeão no Rio de Janeiro. O Flamengo foi o melhor time do campeonato e se sagrou campeão em cima do rival, Fluminense.
A cena de Zico reverenciando os jogadores do Flamengo na cerimônia de entrega do troféu de campeão carioca é simbólica. O maior ídolo da história do clube, fruto da maior geração da história rubro-negra, também gostou do que viu. Afinal, está dando gosto de ver o time de Filipe Luís jogar até mesmo num 0 a 0.
Foto: Reprodução / sportv
A vitória por 2 a 1 no primeiro Fla-Flu da final deu a vantagem que sacramentou com muita justiça a conquista no último domingo no Maracanã. Na campanha do 39º título carioca do maior campeão do estado, o Flamengo do “Filipismo” amassou os pequenos e dominou os clássicos. Todos, até mesmo nos raros 0 a 0. Nesse caso, quando o placar não refletiu o que foi o jogo, “pior para os fatos”, já diria o grande Nelson Rodrigues.
Candidato a tudo
Como o próprio Filipe Luís disse em entrevista coletiva depois do título: “É muito difícil ganhar da gente, somos um time que sabe como atacar e defender”. E daria para acrescentar: “E também como encher os olhos da torcida, que gritou o nome do treinador a plenos pulmões no Maracanã antes e depois da partida.
O estilo de jogo do “Filipismo” passa muito pelos volantes, e Pulgar e De la Cruz jogaram muito, tanto para defender, sair jogando e atacar. Foram os dois que mais acertaram passes no jogo: 65 do chileno e 61 do uruguaio. O “quadrado mágico” com Gerson e Arrascaeta tem tudo para dar liga quando o camisa 10 conseguir recuperar o seu melhor nível.
Foto: Gilvan de Souza / CRF
O destaque do rubro-negro está na beira do campo. Felipe Luiz, ganha hoje o seu terceiro título como treinador da equipe profissional. Em seis meses, Filipe Luís chega a 3 títulos e uma derrota na carreira profissional, o técnico levou Rubro-Negro a vitória na Copa do Brasil, Supercopa e Campeonato Carioca
Em apenas seis meses de trabalho como técnico do Flamengo, Filipe Luís conquistou três títulos relevantes: a Copa do Brasil 2024, a Supercopa do Brasil 2025 e o Campeonato Carioca 2025. Sob o comando do técnico, o Flamengo chegou à marca de 13 jogos sem perder, tendo ganhado 10 partidas e empatado 3.
Sua primeira grande conquista foi na Copa do Brasil 2024. O Flamengo disputou oito jogos no torneio, com um bom equilíbrio entre ataque e defesa. O time marcou 15 gols e sofreu 6 ao longo da competição, vencendo o Palmeiras na final com um placar agregado de 3 a 2.
Foto: Marcelo Cortes/Flamengo
O terceiro troféu de Filipe Luís no Flamengo veio no Campeonato Carioca 2025. O time teve um desempenho sólido ao longo da competição, com 11 jogos na fase de grupos, 7 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, marcando 25 gols e sofrendo apenas 5.
Nas finais, o Flamengo enfrentou o Fluminense e, após vencer o primeiro jogo por 2 a 1, garantiu o título com um empate sem gols no segundo confronto. Esse título representou o 39º campeonato estadual do Flamengo.
Fonte: gE e O Globo
Verdura, proteína, carboidrato: como a ordem dos alimentos que você consome altera o efeito sobre a saúde e a obesidade
Especialistas afirmam que a maneira com a qual você monta o seu prato pode ajudar na guerra contra a balança
Foto: vidanatural.org.br
As pessoas estão cada dia mais conscientes sobre a alimentação e a importância de ter uma dieta saudável; por isso, algumas começam a deixar de lado os alimentos que contêm calorias e açúcares.
No entanto, todo esse esforço pode acabar sendo em vão, pois a comida não está sendo consumida da maneira adequada, e a ordem dos fatores pode, sim, alterar o resultado.
Jessi Inchauspé é bioquímica e, em seu livro: A Revolução da Glicose, explicou como a forma de se alimentar pode ser mais importante do que os próprios nutrientes.
A ordem é fundamental, pois não apenas equilibra os níveis de açúcar no sangue, mas também ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças como diabetes, transtornos cardiovasculares e renais, neuropatias e até mesmo problemas de visão, segundo a especialista.
— Muitas pessoas estão nessa montanha-russa da glicose, com vontade constantes e cansaço, mas a chave é se libertar disso, e isso pode ser atingido em questão de dias — comentou.
Após anos de pesquisa, Inchauspé constatou que a maioria da população passa por picos de glicose ao longo do dia devido ao consumo excessivo de açúcar e carboidratos refinados.
Foto: Infoglobo
Uma das consequências disso é que as pessoas começam a se sentir cansadas, com desejos frequentes por comida, apresentam distúrbios no sono e, a longo prazo, muitos podem correr o risco de desenvolver diabetes ou obesidade.
Por esse motivo, Jessi Inchauspé criou um método baseado em quatro pilares, que são introduzidos gradualmente, um por semana. Além disso, apoiou-se na ciência com dados de vários estudos, como o da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, que demontraram que a ordem de ingestão dos alimentos pode reduzir o pico geral de glicose e o pico de insulina.
— Se você comer os ingredientes da refeição em uma ordem específica, pode reduzir o pico de glicose dessa refeição em até 75%, sem mudar a quantidade do que está comendo nem os alimentos que está ingerindo — detalha.
Assim deve ser a ordem dos alimentos para prevenir doenças
A especialista enfatiza que a ordem em que os alimentos são consumidos tem um grande impacto na glicose e que não é necessário mudar a dieta diária, apenas consumi-los da maneira correta para evitar picos de glicose e insulina.
Foto: Uol VivaBem
— A ordem deve ser: primeiro vegetais, depois proteínas e gorduras, e, por último, carboidratos e açúcares — afirma.
O efeito dessa sequência é fundamental para o organismo, devido a todos os benefícios que proporciona, incluindo a redução dos picos de glicose.
— É importante que, antes do almoço ou do jantar, você coma um prato de vegetais, pois eles têm a capacidade de criar uma barreira protetora no seu intestino e reduzir os picos de glicose — explica a bioquímica.
Fonte: O Globo
Bahia foi estado do Nordeste com maior número de afastamentos por ansiedade e depressão em 2024
Em todo o Brasil, esses e outros transtornos mentais justificaram mais de 470 mil afastamentos do trabalho. Número é o maior desde 2014.
Foto: Divulgação / Freepik
Reconhecida como um transtorno mental, a ansiedade provocou 4.517 afastamentos do mercado de trabalho da Bahia ao longo de 2024. Já a depressão foi o motivo de 3.313 licenças concedidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no mesmo período.
Os números são os maiores registrados em todo o Nordeste brasileiro e ocupam a oitava posição no levantamento nacional.
As informações são do Ministério da Previdência, mostra que o país registrou 472.328 licenças médicas por esses e outros transtornos mentais. É o maior índice desde 2014, com um aumento de 68%, o que confirma o status de crise de saúde mental enfrentado no Brasil.
Na Bahia, as doenças que mais provocaram afastamentos foram as seguintes:
Afastamentos concedidos por transtornos mentais
| Categoria CID | Doença | Nº de concessões |
| F41 | Ansiedade | 4.517 |
| F32 | Depressão | 3.313 |
| F33 | Depressão recorrente | 1.701 |
| F31 | Transtorno bipolar | 1.494 |
| F20 | Esquizofrenia | 998 |
| F43 | Reações ao “stress” grave e transtornos | 575 |
| F19 | Vício em drogas | 436 |
| F23 | Transtornos psicóticos | 377 |
| F25 | Transtornos esquizoafetivos | 333 |
| F10 | Alcoolismo | 321 |
Psicose (CID F29), transtorno de personalidade (F60) e vício em cocaína (F14), frequentes em outros estados, não apareceram entre os casos mais recorrentes nos postos de trabalho baianos. Vale ressaltar que os números se referem às licenças e não aos indivíduos, portanto um trabalhador pode ser contabilizado mais de uma vez caso tenha sido afastado em diferentes ocasiões.
A psicóloga Daiane Bispo observa esse problema no processo terapêutico de muitos dos seus pacientes. Para ela, isso mostra como a sobrecarga emocional e as condições de trabalho impactam o bem-estar dos indivíduos.
Foto: Reprodução/TV Bahia
“Instabilidade econômica, precarização das relações de trabalho, aumento da carga horária, desigualdade social, condições de trabalho que geram altos níveis de estresse e a dificuldade de conciliar vida profissional e pessoal são fatores que contribuem diretamente para esse cenário, o que reforça a importância de políticas públicas voltadas para a promoção da saúde mental”.
Em entrevista, a profissional ressaltou ainda que são as mulheres as mais afetadas com esses transtornos, especialmente por conta da dupla ou tripla jornada de trabalho, somadas às pressões sociais e à desigualdade salarial.
Por outro lado, Daiane pontua que o maior número de afastamentos do trabalho reflete o crescimento no número de pessoas que buscam ajuda e tratamento. Na avaliação dela, isso representa um avanço na forma como a sociedade encara os problemas de origem psicossocial.
Raio-x nacional
➡️ Psiquiatras e psicólogos ouvidos pelo g1 apontaram que o recorde de afastamentos no país está diretamente ligado à situação do mercado de trabalho — insegurança financeira e aumento da informalidade, por exemplo — e ao impacto da pandemia de Covid-19.
➡️ Outro destaque é o perfil dos trabalhadores atendidos pelo INSS: 64% são mulheres e a idade média é de 41 anos. Elas costumam passar até três meses afastadas dos postos de trabalho, recebendo cerca de R$ 1,9 mil por mês.
➡️ Fatores como menor remuneração, sobrecarga com o cuidado da família e a violência ajudam a entender por que a população feminina é a mais afetada por transtornos mentais.
Diante desse cenário, o governo federal atualizou a Norma Regulamentadora nº 1, que indica as diretrizes de saúde no ambiente do trabalho. A partir disso, o Ministério do Trabalho assumiu a responsabilidade de fiscalizar os “riscos psicossociais” no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho.
⚠️ Na prática, isso significa que empresas podem ser multadas, caso o poder público identifique problemas como metas excessivas, jornadas extensas, assédio moral e condições precárias de trabalho.
Fonte: g1 BA
Vitória cai para o Náutico, perde invencibilidade e está fora da Copa do Brasil
Leão sofre gols no primeiro tempo e é eliminado em casa.
Foto: Jhony Pinho/AGIF
Foto: Junior Damasceno/CNCFederações rejeitam reunião com Ronaldo e complicam sua candidatura na CBF
O ex-jogador Ronaldo convidou federações estaduais para uma reunião em busca de apoio político para sua candidatura à CBF. A iniciativa, no entanto, foi respondida com rejeições pela maioria das entidades. Isso torna bastante complicada a inscrição da chapa dele, já que necessita de apoio de quatro delas.
No dia 27 de fevereiro, Ronaldo enviou um email às 27 federações com o convite para uma reunião. Ele se declarou pré-candidato à CBF.
Foto: Reprodução/ X @RonaldoNazario
No texto, o Fenômeno fez críticas à atual gestão de Ednaldo Rodrigues.
“O futebol é a grande paixão do nosso país, mas sabemos que ele enfrenta desafios profundos. A má gestão, a falta de transparência e a centralização de decisões comprometeram a competitividade do nosso esporte, afastando torcedores, reduzindo oportunidades e limitando o crescimento do futebol em diversas regiões do Brasil.”
Ao final, convida para um encontro para discutir o futuro do futebol brasileiro. E fala em possíveis visitas aos dirigentes – ele vem prometendo uma viagem pelo Brasil desde o lançamento de sua candidatura.
Só que, pela apuração, 25 das 27 federações rejeitaram o encontro com Ronaldo. Uma parte delas alegou que apoia o atual presidente Ednaldo Rodrigues e se mostrou incomodada com as críticas do ex-jogador ao processo eleitoral da CBF — ele afirmou que faltava transparência e segurança jurídica.
Outras demonstraram pouca disposição para discutir o futebol com Ronaldo.
“Respondi que não vou para reunião porque não tenho tempo. Sou advogado da bolsa e resolvo as coisas por Zoom. Por que ia a São Paulo para ficar gastando tempo conversando? O Ronaldo pode apresentar suas propostas. Qual a proposta dele que não apresentou?”, disse o presidente da Federação Pernambucana, Evandro Carvalho, que defende o fim dos Estaduais no Nordeste substituídos por um regional.
Carvalho falou que uma candidatura de oposição na CBF legitima o processo e não teria problema em assinar a chapa de Ronaldo. Mas não se mostrou muito propenso em votar nele.
Foto: Metrópoles
Um fato que tem incomodado os presidentes de federações é que Ronaldo anunciou sua candidatura em programas da Globo, deu entrevistas, mas só depois foi procurar os eleitores, isto é, as federações. E até agora não rodou o Brasil para vê-los. Só por e-mail os convidou para uma reunião em São Paulo.
Uma das federações que ainda não responderam Ronaldo é a Federação Paulista de Futebol (FPF). Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da entidade, já teve um encontro com o ex-jogador. Ele é quem mais flerta com a figura de opositor a Ednaldo Rodrigues — embora seja atualmente um dos vices da CBF — e também já teve pretensões eleitorais na confederação.
Neste cenário, sem interlocução com as federações, é bem difícil que Ronaldo obtenha as quatro assinaturas para registrar chapa.
Aliados do atual presidente Ednaldo Rodrigues veem sua base de apoio entre as entidades estaduais entre 23 e 25 federações.
Pelo estatuto, a eleição na CBF pode ser marcada a partir do final de março, quando falta um ano para o final do mandato atual de Rodrigues. A partir da convocação, haveria 30 dias para realizar as eleições, com a possibilidade de registros das chapas.
Fonte: uol
IR 2025: quais documentos são necessários para a declaração?
O mês de março marca o início do período de declaração do Imposto de Renda de 2025. Estar com os documentos necessários pode facilitar e agilizar o trabalho de preencher e conferir a declaração.
O prazo para o envio da declaração do Imposto de Renda de 2025 ainda não foi definido. A Receita Federal anunciará a data ainda nesta primeira quinzena de março. Em 2024, o envio das declarações do Imposto de Renda começou em 15 de março, no início da segunda quinzena do mês, e encerrou-se em 31 de maio.
Foto: CNN Brasil
A lista de documentos exigidos para a declaração do IR de 2025 abarca o ano-calendário de 2024. Veja a seguir os documentos necessários para prestar contas ao Fisco. Documentos de identificação Documento oficial com CPF (CNH ou RG); Comprovante de endereço atualizado, informando qualquer alteração; CPF do cônjuge; Número do Título de Eleitor; Número do recibo da declaração do IRPF do ano anterior, caso tenha sido entregue; Número de cadastro no INSS (PIS ou NIT – Autônomo); Nome, data de nascimento e CPF dos dependentes e alimentandos. Comprovantes de renda Informes de rendimentos do titular e dos dependentes, incluindo salários, aposentadorias, pensões, aluguéis, serviços autônomos, ações judiciais e rendimentos do exterior; Informes de rendimentos de contas bancárias e aplicações financeiras; Relatório de aluguéis recebidos; Informes de rendimentos e extrato de previdência privada; Informes de programas de incentivo à emissão de notas fiscais, como “Nota Fiscal Paulistana”, “Nota Paraná” e “Nota Curitiba”. Pagamentos e deduções Comprovantes de despesas médicas e odontológicas; Relatório anual de despesas com educação; Comprovantes de despesas com previdência privada, advogados, engenheiros, corretagem em aluguéis e transações imobiliárias; Recibo de doações (recebidas ou efetuadas); Documentação de bens e direitos, como imóveis e veículos; Extratos de consórcios, financiamentos e outras dívidas; Informações sobre empréstimos (dívidas e ônus). Rendas variáveis Notas de corretagem e extratos de Imposto de Renda fornecidos pelas corretoras para operações em renda variável; DARFs (Documentos de Arrecadação da Receita Federal) de renda variável; Informes de rendimentos obtidos com investimentos em renda variável. https://www.youtube.com/watch?v=sdLmgg_lrm8
Fonte: CNN Brasil
Em nova instância, TSE confirma a elegibilidade da candidatura de Sheila Lemos
Com a decisão, Sheila, que venceu as eleições municipais de 2024, consolida a permanência no cargo até o final do mandato, em 2028.
Foto: Portal do Casé
Na noite desta terça-feira (11/03), o colegiado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, por unanimidade, o deferimento da candidatura da atual prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil). Com a decisão, a prefeita, que venceu as eleições municipais de 2024, consolida a permanência no cargo até o final do mandato, em 2028.
Em novembro do ano passado, o ministro do TSE e relator do processo, André Tavares, de forma monocrática, concedeu o deferimento do registro da candidatura de Sheila. Entretanto, os autores do processo, o político Marcos Adriano (Avante) e o Partido dos Trabalhadores (PT), solicitaram recurso ao TSE contra a decisão do ministro, pedindo que o processo fosse julgado pela corte.
Já naquele momento, o André Tavares argumentou que a situação da candidatura de Sheila não se configura como terceiro mandato consecutivo do mesmo grupo familiar. Ele considerou que, Irma Lemos, mãe de Sheila, ao assumir a Prefeitura por 13 dias, entre 18 e 31 de dezembro de 2020, não teria realizado uma sucessão de Herzem Gusmão (MDB), prefeito à época, mas uma substituição, uma vez que Herzem precisou se afastar do cargo para realizar tratamento de saúde. Na sessão de hoje, o ministro reafirmou seu voto.
O conceito de sucessão e substituição do titular do cargo de prefeito foi o principal ponto de divergência entre as decisões do ministro André Tavares e do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE/BA), um dos primeiros órgãos a julgar o caso.
Foto: Santiago Neto
Em setembro, o colegiado do TRE-BA entendeu, por 4 votos a 3, que de fato houve uma sucessão de mandatos entre Irma Lemos e sua filha, Sheila. Porém, para o ministro André Tavares, o afastamento Herzem por questões de saúde não configura sucessão, pois a licença médica tem um caráter precário e pressupõe o retorno do titular ao cargo.
“Não comungo com a tese de que a assunção da Sra. Irma Lemos ao cargo de prefeita foi precária, já que assumiu como substituta legal, em função de afastamento regular do prefeito, além de ter praticado atos de gestão, logrando concluir o mandato”, relatou o ministro.
Fonte: Secom/PMVC
Erros médicos crescem mais de 500% em um ano, aponta levantamento
Número alarmante de erros médicos no Brasil preocupa pela queda na qualidade dos cuidados prestados no país.
O Brasil registrou um aumento alarmante de 506% nos processos por erro médico em 2024, com 74.358 ações judiciais, de acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Esse crescimento revela uma preocupação crescente com a qualidade dos cuidados médicos prestados no país e os danos causados aos pacientes.
Foto: Metrópoles
Erro médico é o termo utilizado quando há falha na conduta do profissional de saúde, resultando em dano ao paciente. Esse tipo de erro pode ocorrer por diferentes motivos, como negligência, imprudência ou imperícia.
Tipos de erros médicos
- Negligência: quando o médico deixa de agir como deveria. Um exemplo clássico é o caso de um paciente que chega ao hospital com sintomas evidentes de uma condição grave, mas o médico não realiza os exames necessários para um diagnóstico adequado.
- Imprudência: refere-se ao comportamento precipitado do profissional, que age sem a devida cautela ou precaução, tomando decisões arriscadas mesmo sabendo dos potenciais riscos envolvidos.
- Imperícia: envolve a falta de habilidade técnica ou experiência do profissional de saúde para realizar um procedimento com segurança.
É importante ressaltar que, para um erro médico ser reconhecido legalmente, é necessário comprovar que houve prejuízo ao paciente devido à falha no atendimento.
Foto: eltonfernandes.com.br
Panorama global e os riscos à saúde
O aumento no número de processos por erro médico no Brasil não é um fenômeno isolado. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que cerca de 1 em cada 10 pacientes no mundo seja vítima de cuidados inseguros, ou seja, práticas médicas que colocam o paciente em risco. O impacto disso é significativo, resultando em aproximadamente 3 milhões de mortes anuais.
O crescimento dos processos por erro médico pode ser visto como um reflexo da maior conscientização dos pacientes sobre seus direitos, mas também aponta para a necessidade de uma revisão nos protocolos de atendimento médico e maior capacitação dos profissionais da área.
O aumento dos casos de erro médico exige um olhar atento sobre a qualidade da formação dos profissionais de saúde, a melhoria na comunicação com os pacientes e, claro, o rigor na aplicação de boas práticas no ambiente médico.
Fonte: Metrópoles
Frango, bovina ou suína? Saiba qual carne tem mais proteína para gerar massa muscular
Especialistas afirmam que a carne de frango, bovina ou suína não estão no topo da lista das mais ricas em proteínas
Quando se trata de consumir proteína, as pessoas se perguntam qual é a melhor, com base em suas necessidades. Entre as mais consumidas estão carne bovina, de vitela, frango, peru e porco. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), a carne suína é a mais consumida, principalmente na Ásia, Europa e América Latina.
Foto: Reprodução
O próximo é o frango, que é mais consumido na América do Norte, América Latina e partes da Ásia. Por fim, há o res devido ao seu custo e às implicações ambientais. Embora não exista “a melhor carne”, é recomendável consumi-la de acordo com as necessidades de cada pessoa. Por exemplo, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos destaca que o frango é uma excelente fonte de proteína magra, pobre em gordura saturada, o que o torna uma opção mais saudável em comparação com carnes vermelhas, como a bovina ou a suína.
O American Journal of Clinical Nutrition destacou que peixes gordurosos, como salmão, truta e cavala, são altamente benéficos para a saúde cardiovascular devido ao seu conteúdo de ácidos graxos ômega-3.
Em termos de nível de proteína, a carne de coelho lidera a lista com aproximadamente 33 gramas de proteína por 100, seguida pelo peru, 29, frango, 27, carne de porco, 27, e carne bovina, 24.
Foto: Guia da Cozinha
Se o seu objetivo é aumentar a massa muscular, recomenda-se carne bovina magra, como lombo, filé mignon ou carne moída; Eles geralmente têm uma porcentagem de gordura de 10 a 25 por cento. Enquanto seu teor de proteína está entre 20-25 gramas por 100 gramas. E fornece entre 200-250 quilocalorias por 100 gramas.
Por outro lado, o peito de frango tem um percentual de gordura entre 1 e 2 por cento, enquanto fornece 30 gramas de proteína por 100 gramas de carne. A terceira opção é o peru, com teor de gordura entre 2 e 4 por cento e teor de proteína de 30 gramas por 100 gramas consumidos.
O peito de frango tem um teor de gordura entre 1 e 2 por cento, fornecendo 30 gramas de proteína por 100 gramas de carne. Filés de peixes brancos, como tilápia e bacalhau, têm um teor de gordura entre 1 e 3%, enquanto fornecem entre 20 e 25 gramas de proteína por 100 gramas.
Fonte: O Globo
Parceiros e ex são agressores em 70% dos casos de violência contra mulher
Em quase 70% dos casos de violência contra a mulher, os agressores são os próprios parceiros ou ex-parceiros. É o que aponta a pesquisa “Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, do Fórum de Segurança Pública e do Instituto Datafolha.
Foto: : Getty Images
O que aconteceu
Atuais companheiros somam 40% dos agressores. Ex-companheiros vêm na sequência, somando 26% dos responsáveis por agressões a mulheres no Brasil.
Esse número praticamente dobrou em relação a 2017, primeiro ano da pesquisa conduzida pelo Fórum. Naquele ano, parceiros e ex-parceiros eram autores de 36,4% dos casos.
57% das vítimas foram agredidas dentro da própria casa. Além de a pesquisa mostrar que as mulheres não estão seguras com os homens com quem se relacionam, revela que o lar também não é um ambiente seguro, já que é o principal palco da violência doméstica.
Ainda segundo a pesquisa, os índices de violência de gênero atingiram seu maior patamar desde 2017. “Para analisar esse aumento de casos em todos os tipos de violência, não podemos desconsiderar o fato de que cada vez mais mulheres têm se reconhecido como vítimas de violência”, afirma Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “Antes, violências que eram naturalizadas agora são reconhecidas, e isso tem a ver com novas tipificações de leis para esses crimes.”
Foto: : Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Testemunhas silenciosas
Os dados apontam um aumento em todos os tipos de violência contra a mulher. Cada mulher brasileira vivenciou ao menos três violências no ano de 2024.
Uma em cada cinco mulheres brasileiras foi violentada em 2024 é um número expressivo que engloba mais de 21 milhões de mulheres. Nós já contávamos com um aumento durante a pandemia, mas, ao que parece, houve uma normalização dessas violências. E elas não param de subir. – Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
A pesquisa mostra ainda que 91,8% das agressões a mulheres em 2024 foram testemunhadas. Em quase um terço dos casos, os próprios filhos da vítima presenciaram as agressões.
Maioria das vítimas não reage nem procura ajuda. Segundo a pesquisa, 47,4% das mulheres que sofrem violência doméstica não fazem nada. Quando buscam ajuda, diz o documento, 19,2% procuram familiares e 15,2% pedem socorro a amigos.
A polícia vem em quarto lugar. Apenas 14,2% das vítimas procuram órgãos oficiais como a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher ou delegacias comuns (10,3%).
Falta de provas e medo de represálias. O principal motivo alegado pelas mulheres para não procurarem a polícia é terem resolvido a situação sozinhas (36,5%), seguido pela falta de provas (17,7%). O medo de represálias (13,9%) e a descrença na capacidade da polícia de oferecer solução (14,0%) também são fatores relevantes.
Foto: febrasgo.org
O que dizem os dados
Estudo ouviu 1.040 mulheres. Apesar dos avanços legislativos, como a Lei do Feminicídio (2015) e sua recente transformação em tipo penal autônomo (2024), o documento aponta que a violência continua a crescer.
Crescimento pode ser ‘efeito rebote’. Coordenadora institucional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Juliana Martins atribui o crescimento à hipótese de um “efeito rebote”, onde a conquista de direitos e espaços pelas mulheres desencadeia uma reação de valores machistas e patriarcais, que buscam manter o status quo.
Samira Bueno também conclui o mesmo. “Narrativas públicas que minimizam a violência de gênero e discursos misóginos proferidos por formadores de opinião e tomadores de decisão podem criar um ‘caldo cultural’ que autoriza agressões”.
31,4% das entrevistadas foram alvo de insultos, humilhações ou xingamentos. Esse número representa um aumento de 22,2% em relação ao ano de 2017, quando foi realizada a pesquisa pela primeira vez.
16,9% vivenciaram agressões físicas. Esse tipo de violência engloba tapas, empurrões e chutes.
16,1% foram ameaçadas. Os casos citados pelas vítimas envolvem risco à integridade física —tapas, empurrões e chutes.
16,1% foram perseguidas. Stalking (perseguição) e amedrontamento também aumentaram em relação a 2017 —em 9,3%.
10,7% sofreram tentativa forçada de relação sexual. O dado também engloba ofensas de cunho sexual e representa cerca de 5,3 milhões de brasileiras.
Divulgação não autorizada de fotos/vídeos íntimos é nova categoria. Novidade na abordagem da pesquisa, o crime de pornografia de vingança fez 3,9% de vítimas, segundo a pesquisa.
Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília.
Assédio cotidiano: uma violência normalizada?
Mais de 29 milhões de brasileiras foram assediadas em 2024. Quase metade das entrevistadas (49,6%) relatou ter sofrido algum tipo de assédio, desde cantadas na rua até serem tocadas sem consentimento.
Trabalho é um dos maiores palcos. As formas mais comuns são cantadas e comentários desrespeitosos na rua (40,8%) e no ambiente de trabalho (20,5%).
Número deve ser ainda maior. Apesar da alta frequência, os pesquisadores acreditam que o número é ainda maior, uma vez que a cotidianidade de ações de assédio podem levar mulheres a normalizar esse tipo de situação.
O ciclo da violência doméstica é complexo e marcado por barreiras que impedem a vítima de buscar ajuda. O medo, a vergonha, a dependência econômica e emocional, e o isolamento social são alguns dos fatores que contribuem para a perpetuação da violência. O rompimento do ciclo, embora necessário, expõe a mulher a um risco ainda maior, como demonstram os relatos de mulheres divorciadas. – Juliana Martins, coordenadora institucional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Fonte: uol.com











