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Biometria no INSS: O que mudar a partir de novembro de 2025?
O INSS vai exigir biometria obrigatória, reconhecimento facial ou impressão digital para concessão, renovação ou manutenção de benefícios.

A partir de novembro de 2025, o INSS vai exigir biometria obrigatória, reconhecimento facial ou impressão digital para concessão, renovação ou manutenção de benefícios, como aposentadorias, pensões e o BPC/LOAS.
A iniciativa faz parte da modernização do serviço público, impulsionada pela digitalização e pela necessidade de garantir maior segurança e eficácia, reduzindo fraudes e identificações incorretas.
1. Base legal e regulamentação
A exigência decorre da lei 15.077/24, regulamentada pelo decreto 12.561/25, assinado em 23/7/25.
Esse decreto viabiliza o uso obrigatório da biometria para validação de benefícios:
CIN – Carteira de Identidade Nacional – com biometria coletada no momento da emissão;
Base da polícia Federal e base do TSE (Identificação Civil Nacional);
CNH – Carteira Nacional de Habilitação, que já inclui biometria em muitos estados.
O texto também prevê que enquanto o sistema não estiver totalmente operacional, nenhum beneficiário será prejudicado. Essa transição será cuidadosamente conduzida pelos ministérios responsáveis (MGI, MDS, MPS).
2. Quem está obrigado a fazer o cadastro biométrico?
A) Beneficiários atuais e novos solicitantes
Todos, desde quem já recebe benefícios como o BPC/LOAS, aposentadoria ou pensão, até os que ainda vão solicitar, devem comprovar a biometria para que o benefício seja concedido ou mantido.
B) Beneficiários com alterações de dados
Até mesmo quem apenas atualizou endereço ou outros dados pessoais precisa realizar a nova validação biométrica.
C) Quem já tem biometria em outros documentos
Para muitos, o cadastro já pode estar validado automaticamente. Serviços como CIN, CNH, ICN e Título de Eleitor com biometria registrada dispensam um novo procedimento.
3. Prazos e implementação gradual
A exigência será implementada a partir de 21/11/25 – 120 dias após a publicação do decreto.
O calendário será definido pelo MGI – Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, mas já se sabe que:
A implantação será gradual para evitar caos administrativo;
O processo seguirá as normas de LGPD, garantindo segurança e privacidade dos dados;
Não haverá penalização automática enquanto o sistema não estiver plenamente funcionando.
4. Objetivos e benefícios da biometria
Maior segurança contra fraudes
A biometria garante que benefícios sejam pagos somente a quem realmente tem direito, evitando pagamentos duplicados ou transferências indevidas.
Modernização e conectividade entre sistemas
Com bases integradas (gov.Br, Caixa, CNH, TSE), o procedimento torna-se mais eficiente e menos burocrático.
Conveniência para os beneficiários
Após o cadastro biométrico, será possível usar canais digitais e físicos mais acessíveis sem deslocamentos longos.
Padronização e redução de fraudes associativas
A biometria é também resposta a irregularidades que afetaram aposentados nos últimos anos, como descontos indevidos via associações.
5. Orientações práticas: Como proceder
A) Verifique se já possui biometria cadastrada
Cheque se seu CPF já tem registro na:
CNH – Carteira Nacional de Habilitação;
CIN – Carteira de Identidade Nacional;
ICN – Cartório Eleitoral.
B) Se não tiver biometria, aguarde o cronograma
C) Após a convocação, agende e compareça com documentos
Provavelmente será possível agendar pelo site ou aplicativo Meu Gov.br/INSS ou pelos CRAS.
Documentos típicos:
RG com biometria (CIN, ICN ou CNH);
CPF;
Cartão do benefício ou número do protocolo, se já for beneficiário.
D) Concluída a biometria, mantenha comprovantes
Guarde protocolos ou comprovantes, caso seja necessário recorrer em incidentes futuros.
6. O que acontece se o cadastro biométrico não for feito?
Suspensão do benefício
Até que o cadastro seja feito, o benefício pode ser suspenso temporariamente, com os pagamentos interrompidos.
Negativa ou cancelamento definitivo
Se o prazo for ultrapassado ou o cadastro não ocorrer, o benefício poderá ser cortado definitivamente.
Atrasos ou negativa na concessão
Para novos pedidos, a ausência de biometria pode impedir a análise e a concessão do benefício.
Exceções legais
Mesmo diante de dificuldade de acesso, nenhum beneficiário será prejudicado, desde que ainda não haja condições viáveis para a coleta biométrica.
7. Dúvidas frequentes (e suas respostas)

A chegada da biometria obrigatória no INSS representa um avanço significativo rumo à modernização, eficiência e segurança do sistema previdenciário e assistencial.
A exigência vai abranger não só o BPC/LOAS, mas também aposentadorias, pensões e demais benefícios da seguridade.
Você pode se preparar assim:
Verifique se já tem biometria cadastrada em CNH, CIN, ICN ou Gov.br;
Aguarde o cronograma oficial (prazo: 120 dias após 23/7/25);
Após convocação, agende sua coleta biométrica e compareça;
Guarde comprovantes para evitar qualquer problema futuro;
Se necessário, busque apoio jurídico para garantir seus direitos.
Se você tem benefícios do INSS, aposentadorias, pensões, BPC/LOAS – e está em dúvida sobre a biometria ou teme ser penalizado indevidamente, não espere o problema acontecer.
Fonte: migalhas.com.br
Pix: novas regras vão facilitar devolução de valores em casos de golpe
O Banco Central (BC) publicou nesta quinta-feira (28) uma resolução que altera as regras do Pix para melhorar o chamado Mecanismo Especial de Devolução (MED). A mudança, anunciada em abril, facilita a devolução de recursos para vítimas de fraudes, golpes ou coerção.

A partir de 1º de outubro, o MED passa a ser feito de forma 100% digital, sem a necessidade de interação com o atendimento da instituição financeira. Todos os bancos participantes vão disponibilizar a funcionalidade no próprio ambiente Pix de seus aplicativos. Dessa forma, a transação poderá ser facilmente contestada, sem a necessidade de entrar em contato com a instituição financeira por meio das centrais de atendimento.
De acordo com o BC, o autoatendimento do MED dará mais agilidade e velocidade ao processo de contestação de transações fraudulentas, “o que aumenta a chance de ainda haver recursos na conta do fraudador para viabilizar a devolução para a vítima”.
Contas
Outra mudança no MED, a partir da resolução publicada hoje, é que será possível fazer a devolução do dinheiro a partir de outras contas, e não apenas daquela utilizada na fraude. Até o momento, a devolução dos recursos pode ser feita apenas a partir da conta originalmente utilizada na fraude. O problema é que os fraudadores, em geral, retiram rapidamente os recursos da conta que recebeu o dinheiro e os transferem para outras. Dessa forma, quando o cliente faz a reclamação e pede a devolução, o mais comum é que a conta já esteja esvaziada.
Com os aprimoramentos, o MED vai identificar possíveis caminhos dos recursos. Essas informações serão compartilhadas com os participantes envolvidos nas transações e permitirão a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação, de acordo com o BC. Essa mudança estará disponível a partir de 23 de novembro, de forma facultativa, e se torna obrigatória em fevereiro do ano que vem.
“O BC espera que, com essa medida, aumente a identificação de contas usadas para fraudes e a devolução de recursos, desincentivando fraudes. O compartilhamento dessas informações impedirá ainda o uso dessas contas para novas fraudes”, esclarece o banco, em nota.
Fonte: portaldotupiniquim.com.br
Taxa de desemprego no Brasil cai para 5,8% e chega ao menor nível da história.
Mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 6% no período
A taxa de desemprego brasileira recuou mais do que o esperado e foi a 5,8% no segundo trimestre, marcando o resultado mais baixo na série histórica iniciada em 2012 e mantendo o cenário de um mercado de trabalho aquecido no país, com novo recorde de renda.
Foto: Amanda Perobelli/Reuters/CNN
Com a leitura divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa mostrou forte redução em relação aos 7,0% do primeiro trimestre, ficando ainda abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters, de 6%.
No mesmo período do ano anterior, a taxa de desemprego foi de 6,9%.
Ainda no período de abril a junho, o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos chegou a R$ 3.477, o que também marcou um recorde. Isso representa crescimento de 1,1% ante o trimestre de janeiro a março deste ano e de 3,3% sobre o mesmo período do ano anterior.
O mercado de trabalho vem se mostrando aquecido e dando suporte à atividade econômica, especialmente ao consumo das famílias, favorecendo os gastos. No entanto, esse cenário com renda em alta dificulta o controle da inflação, especialmente na área de serviços.
O Banco Central manteve na véspera a taxa básica de juros Selic em 15%, antecipando manutenção por período bastante prolongado.
Agora, entretanto, pesam sobre as perspectivas as tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na quarta-feira, ele impôs uma taxa de 50% sobre a maioria dos produtos brasileiros, embora tenha suavizado o golpe ao excluir setores como aeronaves, energia e suco de laranja das taxas mais pesadas.
Nos três meses até junho, o IBGE aponta que o número de desempregados caiu 17,4% em relação ao primeiro trimestre e chegou a 6,253 milhões, um recuo ainda de 15,4% em comparação com o mesmo período do ano passado.
Foto: exame.com
Já o total de ocupados aumentou 1,8% no trimestre, a 102,316 milhões, 2,4% a mais na base anual.
“O crescimento acentuado da população ocupada no trimestre influenciou vários recordes da série histórica, dentre eles a menor taxa de desocupação”, destacou Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa.
Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado atingiram um contingente recorde de 39,020 milhões no primeiro trimestre, alta de 0,9% sobre os três meses anteriores. Os que não tinham carteira aumentaram 2,6%, a 13,539 milhões.
A taxa de participação na força de trabalho de 62,4% e o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) de 58,8% também registraram recordes no período.
Beringuy explicou ainda que o resultado do segundo trimestre traz novas ponderações com base nas projeções populacionais do país de 2024, que incorporam os resultados do último Censo Demográfico, realizado em 2022.
Fonte: CNN Brasil
Bahia pode perder 50 toneladas de manga com ameaça de tarifaço dos EUA
Setor de produção vê inviabilidade de direcionamento da carga para o comércio interno. Saiba se tarifaço altera o preço da fruta.
Foto: Heckel Junior (Seagri)
Com a iminente aplicação da tarifa de 50% dos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros a partir do dia 1º de agosto, a Bahia pode perder até 50 toneladas de manga produzidas no Vale São Francisco. O prejuízo pode ser ainda maior, uma vez que 60% da produção da fruta em todo o estado é escoada para o país norte-americano – que é o segundo maior comprador do estado –, de acordo com Humberto Miranda, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
“A colheita começa em setembro. Estamos falando de um produto altamente perecível e não há tempo hábil para encontrar mercados alternativos. [..] Se essa loucura continuar, outros mercados serão abertos, mas a fruticultura é emblemática e urgente para evitar desemprego e insegurança na atividade”, frisa.
A perda de parte da produção de manga pode ocorrer por desafios logísticos e de mercado. O principal consumidor da fruta cultivada na Bahia é a União Europeia, principalmente a Holanda, que é a porta de entrada do produto em outros países do Velho Continente, como Alemanha e França. Os Estados Unidos, que vêm em segundo lugar, compra em altas quantidades em janelas de exportação – daí o empenho logístico de alto porte.
Na região do Vale São Francisco, onde a produção baiana de manga é liderada por Juazeiro e Casanova, se estendendo até Pernambuco, 20% do que é exportado nos 50 mil hectares de terra vai para os Estados Unidos. Isso equivale a 50 mil toneladas da fruta em uma janela de exportação – que dura, aproximadamente, quatro meses, sendo que a atual iniciou no final de julho e vai até meados de novembro.
Em 2024, a exportação foi menor, com 36 mil toneladas sendo enviadas para os norte-americanos. Neste segundo semestre, havia a expectativa de restabelecimento da média, com a saída de 48 mil a 50 mil toneladas do Vale São Francisco, mas elas estão sendo frustradas com a falta de acordo entre os governos brasileiro e americano.
Foto: Alex Dantas/Correio 24 horas
A manga vai ficar mais barata para os baianos?
Nesse contexto, conforme afirma Tássio Lustosa, diretor-geral da Associação de Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale São Francisco (Valexport), defende que não há como redirecionar o produto para o mercado interno e afirma que os produtores devem manter o preço.
“Com o tarifaço, não temos para onde redirecionar, porque só exportamos 20% do que é produzido e os outros 80% ficam no mercado interno. Essa quantidade de 50 mil toneladas de manga não pode ser redirecionada para o mercado interno, porque isso vai reduzir o preço da comercialização da manga e inviabilizar a comercialização da fruta. Sem conseguir vender, não conseguimos pagar nem a colheita, o que é preocupante”, diz.
A tendência é que a próxima carga da fruta embarque para os Estados Unidos no dia 2 de agosto, saindo de Salvador, Fortaleza e Natal. Se não houver reversão da tarifa de 50%, já há uma articulação dos produtores para que apenas 30% das mangas produzidas no Vale São Francisco sejam encaminhadas para a população estadunidense. Ou seja, o tarifaço pode gerar queda de 70% no volume de exportação da região e prejuízo de U$ 32 milhões (R$ 179 milhões).
“É um prejuízo imenso e, diga-se de passagem, um prejuízo direto. Quando esse impacto é mensurado, é calculado o que vai deixar de ser pago e uma dessas coisas é a mão de obra. Se não há venda, não há como manter a mão de obra, então demissão é a primeira coisa que acontece. São 7 mil pessoas que trabalham nos 51 mil hectares de terra cultivada que podem ser afetadas só nessa região. Será um caos se essa tarifa seguir”, declara Tássio Lustosa.
Arthur Cruz, coordenador de Conjuntura Econômica da Superintendência de Estudos Econômicos da Bahia (SEI), discorda. Para ele, o setor não deve ter outra alternativa a não ser baratear o preço da manga. “Não sei por que eles estão vendo essa dificuldade de vender para o mercado interno. Sim, se eles fizerem isso, eles vão vender a preços mais baixos, porque vai ter uma oferta maior do produto que eles gastaram muito para vender no padrão exigido pelos Estados Unidos, mas é a única saída. Ou eles fazem isso, ou perdem 100%”, diz.
Fonte: Correio 24 horas
Morango do amor: doce vira febre no país, gera filas em lojas e esgota rapidamente
Confeiteira comemora sucesso de vendas: ‘Nunca vi nada parecido, está sendo uma segunda Páscoa’
Um novo fenômeno conquistou o paladar e as redes sociais brasileiras: o morango do amor, releitura da tradicional maçã do amor que mistura sabor, crocância e nostalgia — e está gerando filas e lucros para confeiteiras por todo o país.
Foto: Instagram / Terra
Desde o início de julho, o termo “morango do amor” despontou no Google Trends e viralizou no TikTok e Instagram, com centenas de vídeos mostrando pessoas provando o doce ou tentando fazê-lo sozinhas. A repercussão já levou confeiteiras a aumentar a produção, e os pedidos chegam se esgotam em poucos minutos após o início das vendas.
Em diversas cidades, o morango do amor tem sido vendido entre R$ 10 e R$ 25 a unidade, dependendo da região, mas, a alta demanda faz gente pagar ainda mais caro. A confeiteira Millena Moreira, de Vila Velha (ES), contou em um vídeo postado no Instagram que um cliente desembolsou R$ 50 em apenas uma unidade.
“Tinha fila com senha na minha loja, então o morango do amor não chegaria até o fim da fila. Essa pessoa ofereceu para a pessoa que estivesse na fila uma posição mais próxima cedesse o lugar para ele que ele pagaria R$ 50 pelo morango do amor”, contou.
A procura pelos doces está tão grande que a confeiteira fechou sua loja segunda e terça-feira, para focar na produção e só abrirá nesta quarta-feira, 23.
“O que está acontecendo no Brasil com esse doce, eu nunca vi nada parecido,
está sendo uma segunda Páscoa das confeiteiras.
Acho que esse produto vai ficar para a nossa história”, destacou Milena.
Foto: Internet
Por que o morango do amor faz tanto sucesso?
Apelo visual: a camada de caramelo brilhante e a cor vibrante do morango tornam o doce altamente ‘instagramável’.
Memória afetiva: é a atualização da maçã do amor em versão pequena, doce e fácil de comer – lembrando o vintage, mas com modernidade.
Textura sofisticada: morangos cobertos por brigadeiro de leite Ninho, envoltos em uma crosta crocante de caramelo vermelho brilhante formam uma combinação saborosa e gourmetizada.
Fonte: Portal Terra
MDS define novos grupos prioritários para ingresso no Programa Bolsa Família
Portaria publicada, prevê a inclusão de mais três segmentos no rol dos grupos de famílias pré-habilitadas em condições de maior vulnerabilidade social.
Foto: Roberta Aline / MDS
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) publicou, nesta quarta-feira (9.07), a Portaria nº 1.907, que prevê a inclusão de mais três segmentos no rol dos grupos de famílias pré-habilitadas em condições de maior vulnerabilidade social, e, portanto, prioritários para ingresso no Programa Bolsa Família (PBF).
Com a medida, passam a ser incluídas famílias com pessoa em situação de rua; famílias com pessoa em situação de risco social associado à violação de direitos, identificada no Prontuário SUAS; e famílias com pessoa identificada, pelo Ministério da Saúde, em situação de risco para insegurança alimentar.
As categorias se somam as já elencadas na Portaria nº 897, de julho de 2023, que abrange famílias com integrantes em situação de trabalho infantil; com integrantes libertos de situação análoga à de trabalho escravo; famílias quilombolas e indígenas; e famílias com catadores de material reciclável.
“O objetivo é aumentar o nível de proteção social, de segurança de renda e de segurança alimentar em favor de famílias que se encontram em situação de alto risco social”, explica o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias. “As inclusões são decorrentes de um olhar articulado do Programa Bolsa Família com outras políticas públicas”, completou.
Para entrada no programa, serão observados os critérios de ingresso e a consistência e atualidade dos dados cadastrais, nos termos da portaria e de normas complementares estabelecidas pelo MDS.
A portaria entrou em vigor no dia 09/07/2025, com efeitos na gestão de benefícios do Programa Bolsa Família a partir da folha de pagamento de julho de 2025.
Foto: Internet / MDS
Programa Bolsa Família
O Bolsa Família é considerado o maior programa de transferência de renda do Brasil, reconhecido internacionalmente por já ter tirado milhões de famílias da fome. O Governo Federal relançou o programa com mais proteção às famílias, com um modelo de benefício que considera o tamanho e as características familiares, aquelas com três ou mais pessoas passarão a receber mais do que uma pessoa que vive sozinha.
Além de garantir renda para as famílias em situação de pobreza, o Programa Bolsa Família busca integrar políticas públicas, fortalecendo o acesso das famílias a direitos básicos como saúde, educação e assistência social.
Bolsa Família
O Bolsa Família é o maior programa de transferência de renda do Brasil, reconhecido internacionalmente por já ter tirado milhões de famílias da fome. O Governo Federal relançou o programa com mais proteção às famílias, com um modelo de benefício que considera o tamanho e as características familiares, aquelas com três ou mais pessoas passarão a receber mais do que uma pessoa que vive sozinha.
Além de garantir renda para as famílias em situação de pobreza, o Programa Bolsa Família busca integrar políticas públicas, fortalecendo o acesso das famílias a direitos básicos como saúde, educação e assistência social. O Bolsa Família busca promover a dignidade e a cidadania das famílias também pela atuação em ações complementares por meio de articulação com outras políticas para a superação da pobreza e transformação social, tais como esporte, ciência e trabalho.
Quem tem direito?
Para ter direito ao Bolsa Família, a principal regra é que a renda de cada pessoa da família seja de, no máximo, R$ 218 por mês. Por exemplo, se apenas um integrante da família tem renda e recebe um salário mínimo (R$ 1.518), e nessa família há sete pessoas, a renda de cada um é de R$ 216,85. Como está abaixo do limite de R$ 218 por pessoa, essa família tem o direito de receber o benefício.
Como Receber?
Em primeiro lugar, é preciso estar inscrito no Cadastro Único, com os dados corretos e atualizados. Esse cadastramento é feito em postos de atendimento da assistência social dos municípios, como os CRAS. É preciso apresentar o CPF ou o título de eleitor.
Lembrando que, mesmo inscrita no Cadastro Único, a família não entra imediatamente para o Bolsa Família. Todos os meses, o programa identifica, de forma automatizada, as famílias que serão incluídas e que começarão a receber o benefício.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS)
BRASIL REGISTRA 148 MIL NOVOS EMPREGOS FORMAIS EM MAIO. BAHIA É DESTAQUE NA REGIÃO NORDESTE.
O Brasil registrou um saldo positivo de 148.992 vagas com carteira assinada em maio, segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho. No acumulado do ano, já são 1,05 milhão de novos empregos formais, elevando o total no país para 48,3 milhões. O setor de serviços foi o que mais contratou, com 70.139 postos, seguido pelo comércio (23.258), indústria (21.569), agropecuária (17.348) e construção civil (16.678).
Entre os estados, São Paulo liderou com 33.313 vagas, à frente de Minas Gerais (20.287) e Rio de Janeiro (13.642). O único estado com saldo negativo foi o Rio Grande do Sul, que perdeu 115 empregos. O Acre teve o maior crescimento relativo, com alta de 1,24%.
Os dados mostram que mulheres (78.025) e jovens de 18 a 24 anos (98.003) foram os mais contratados, especialmente no comércio e na indústria. Pessoas pardas (116.476) e com nível médio de escolaridade (113.213) também tiveram destaque. O salário médio de admissão ficou em R$ 2.248,71, uma queda de 0,5% em relação a abril.
O ministro Luiz Marinho ressaltou que os baixos salários ainda são um obstáculo para a formalização de jovens e defendeu a revisão dos pisos salariais para estimular mais contratações.
Foto: O Divergente
BAHIA ACUMULA MAIS DE 59 MIL POSTOS DE TRABALHO CRIADOS SÓ EM 2025; VEJA SETORES
A Bahia é um dos destaques da região Nordeste na geração de empregos com carteira assinada em maio. O estado fechou o mês com 12.858 novos postos formais, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados na última segunda-feira (30), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
A capital, Salvador, foi o município baiano com melhor saldo em maio, com 1.836 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 686,3 mil empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no estado aparecem Lauro de Freitas (1.051), Santa Cruz Cabrália (653), Vitória da Conquista (578), Juazeiro (466) e Barreiras (436).
No acumulado do ano, entre janeiro e maio de 2025, a Bahia acumula 59.319 novos empregos formais. Como comparação, em 2024 o estado baiano fechou o ano tendo gerado 85.589 novos postos de trabalho com carteira assinada.
Em maio, o estado apresentou desempenho positivo nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados. O destaque foi Serviços, que terminou o mês com saldo de 5.670 vagas. Na sequência aparecem os setores de Agropecuária (2.558), Indústria (2.061), Construção (1.593) e Comércio (976).
As novas vagas no estado baiano foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo masculino, responsáveis pelo ingresso em 7.116 postos. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas, com 9.179 vagas na Bahia. Jovens entre 18 e 24 anos formam o grupo com maior saldo de vagas no estado: 7.018.
Fonte: O Divergente e Bahia Econômica
Paraná Pesquisas: 67% dos brasileiros não acreditam que picanha e cerveja ficarão mais acessíveis até fim do governo Lula
A maioria da população brasileira não acredita que até o fim do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será possível incluir com mais facilidade itens como picanha e cerveja nas compras do mês. É o que mostra levantamento divulgado nesta segunda-feira (30) pelo instituto Paraná Pesquisas.
Foto: Claudio Kbene/ PR
Segundo os dados, 67,1% dos entrevistados afirmaram não acreditar que a dupla — que foi símbolo de campanha de Lula em 2022 — se tornará mais acessível economicamente até o término do atual mandato presidencial. Por outro lado, 26,3% disseram confiar em uma melhora nas condições econômicas. Outros 6,6% não souberam ou preferiram não responder.
Foto: BN Notícias
Apesar da maioria ainda demonstrar pessimismo, o índice representa uma leve melhora em relação à pesquisa anterior, realizada em abril. Naquela ocasião, 68,4% dos entrevistados se mostravam descrentes quanto à melhora, enquanto 25,7% demonstravam otimismo. Os que não souberam ou não opinaram eram 5,9%.
A Paraná Pesquisas também indica que a percepção de grande parte dos brasileiros é de que o preço da picanha está mais alto no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em comparação com o período do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Conforme os dados, 50% dos entrevistados disseram que o preço está mais alto — sendo 33,2% que o consideram “muito mais alto” e 16,8% que o veem “um pouco mais alto”. Outros 21,7% avaliam que os preços permanecem iguais.
Já 17,9% afirmam que a picanha está mais barata atualmente — divididos entre 14,1% que acham “um pouco mais baixa” e 3,8% que apontam como “muito mais baixa”. O percentual de entrevistados que não souberam ou não lembram é de 10,5%.
Foto: BN Notícias
A pesquisa ouviu 2.020 pessoas entre os dias 18 e 22 de junho, em todos os estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Fonte: BN Notícias
VÍCIO EM APOSTAS ONLINE DISPARA 142% NA BAHIA; ESTADO É 4º NO RANKING
Popularização das plataformas de apostas on line e ausência de limites rigorosos impulsionam novos casos de ludopatia no Estado
Foto: odivergente.blog
Dados da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) revelam um salto de 142,86% nos atendimentos a pessoas com dependência em jogos de azar entre 2023 e 2024. Em 2023, foram registrados 7 casos, contra 17 no ano seguinte. Apenas neste ano já são 9 pacientes atendidos na Rede de Atenção Psicossocial (Raps) pelo SUS.
O problema, conhecido como ludopatia, tem sido agravado pela popularidade das apostas online (“bets”). Um estudo do DataSenado aponta a Bahia como o 4º estado com mais apostadores via aplicativos ou sites, totalizando 1,5 milhão de baianos em apenas 30 dias.
A situação alerta para adoção de medidas céleres com vistas ao combate do vício e seus impactos sociais.
Como buscar ajuda e se reestruturar financeiramente
A orientação de terapeutas e especialistas para quem enfrenta dificuldades com o vício em apostas inclui, antes de tudo, reconhecer o problema e procurar suporte adequado. Algumas ações recomendadas são:
- Identificar o impacto financeiro do vício;
- Reorganizar as dívidas, priorizando as de juros mais altos;
- Reduzir gastos não essenciais;
- Buscar fontes alternativas de renda;
- Compartilhar o problema com familiares ou amigos de confiança;
- Recorrer a unidades da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) ou serviços especializados de psicoterapia.
Legislação avança, mas desafios permanecem
Com o objetivo de frear o avanço da ludopatia e tornar o setor mais transparente, foi sancionada em dezembro de 2023 a Lei nº 14.790, que regulamenta as apostas de quota fixa no Brasil. A nova legislação proíbe a participação de menores de 18 anos e de pessoas diagnosticadas com o transtorno, além de exigir que as plataformas incluam alertas sobre os riscos do jogo em suas comunicações.
As empresas também são obrigadas a promover campanhas de prevenção ao vício e mensagens de desestímulo ao jogo compulsivo. No entanto, especialistas destacam que a regulamentação, embora necessária, ainda não é suficiente.
Medidas educativas e fiscalização são urgentes
O aumento de casos de ludopatia revela a urgência por políticas públicas mais robustas. É essencial implementar:
- Campanhas de conscientização nas escolas e nas mídias;
- Fiscalização rigorosa sobre a publicidade das bets;
- Fortalecimento da rede pública de apoio psicológico;
- Incentivo à educação financeira desde a infância.
O vício em apostas, embora muitas vezes invisível, carrega impactos profundos nas vidas das pessoas e das famílias. A Bahia, ao registrar esse salto alarmante nos atendimentos, torna-se um alerta vivo para todo o país sobre os perigos de um mercado ainda em consolidação, mas que já deixa marcas irreversíveis.
Fonte: O Divergente Blog e Muita Informação
Fiz um Pix errado: e agora? Veja o que fazer para tentar recuperar o dinheiro
Foto: portaltocanews
Com a praticidade das transferências instantâneas via Pix, também aumentaram os casos de erros ao digitar a chave, CPF ou número da conta. Mas, se você fez um Pix para a pessoa errada ou digitou o valor incorretamente, não entre em pânico: há medidas que podem ser tomadas para tentar recuperar o dinheiro.
O Banco Central orienta que, ao perceber o erro, o remetente tente entrar em contato diretamente com o recebedor, caso o número de telefone ou e-mail estejam disponíveis. Em muitos casos, a outra parte colabora e faz a devolução espontaneamente, até porque ficar com um valor transferido por engano pode ser considerado apropriação indébita, crime previsto no Código Penal.
Segundo passo: fale com o seu banco
Se o contato com o recebedor não for possível ou não houver boa vontade para devolver o valor, entre em contato com o banco ou instituição financeira imediatamente. Forneça todos os detalhes da operação: valor, data, hora, chave Pix utilizada e comprovante da transação.
Em caso de golpe ou má-fé, peça a devolução via Mecanismo Especial de Devolução (MED)
Se você foi vítima de um golpe ou fraude — como enviar dinheiro por engano para um golpista —, é possível acionar o banco e solicitar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). O pedido será analisado, e, se for comprovada a fraude, o banco pode bloquear os valores na conta do recebedor e devolver o dinheiro à vítima. Importante: o MED só vale para transações feitas entre contas de diferentes instituições e deve ser solicitado em até 80 dias após o Pix.
Foto: portaltocanews
Quando recorrer à Justiça?
Se a pessoa que recebeu o valor se recusar a devolver e o banco não conseguir resolver, o remetente pode recorrer à Justiça. Como o Pix é registrado eletronicamente, há provas suficientes para abrir uma ação judicial de cobrança ou até por danos morais, dependendo do caso.
Como evitar esse tipo de erro no futuro?
Para evitar transtornos, siga estas recomendações:
-
Confira todos os dados antes de confirmar a transferência;
-
Sempre verifique o nome do destinatário que aparece na tela;
-
Evite fazer transferências com pressa;
-
Prefira copiar e colar a chave Pix, em vez de digitar manualmente;
-
Ative notificações no aplicativo do banco para acompanhar transações em tempo real.
Fonte: portaltocanews











