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:: ‘Destaque2’

Descubra se você tem valores a receber do antigo PIS/PASEP

Fazenda lança plataforma que facilita consulta e acesso dos trabalhadores a cotas do antigo Fundo PIS/PASEP. O sistema do REPIS Cidadão, desenvolvido pelo Ministério da Fazenda, realizará primeiros pagamentos em 28 de março.

O Ministério da Fazenda (MF) lançou a plataforma on-line do Sistema de Ressarcimento de Valores do Extinto Fundo PIS/PASEP, o REPIS Cidadão. Essa solução garante fácil consulta e subsequente acesso a saque de valores residuais das cotas do antigo fundo do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP), extinto em 2020.

Descubra se você tem valores a receber do antigo PIS/PasepFoto: agenciagov

Agora, no site http://repiscidadao.fazenda.gov.br/, o trabalhador (ou seu beneficiário legal em caso de falecimento) terá todas as informações concentradas em um só ambiente. Será possível verificar se há ou não valores a serem sacados e como proceder para retirar o dinheiro, inclusive com orientações específicas para herdeiros. Além da nova plataforma, a consulta continua podendo ser feita por meio do aplicativo do FGTS.

A iniciativa reforça propostas anteriores, que já haviam proporcionado caminhos rumo ao ressarcimento, em cumprimento à legislação que trata do tema. Mas, agora, o sistema do REPIS Cidadão chega com a proposta de ser ainda mais intuitivo, amigável e de fácil operação. Tudo isso para assegurar aos trabalhadores o acesso a recursos que lhes são de direito.

Os primeiros ressarcimentos serão pagos em 28 de março. Para realizar a consulta, o sistema exigirá conta dos níveis prata ou ouro na plataforma Gov.br, de forma a promover a máxima segurança aos usuários e pleno respeito aos requisitos estabelecidos pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Os valores que serão consultados via REPIS Cidadão dizem respeito ao ressarcimento referente às cotas do extinto Fundo PIS/Pasep das pessoas que trabalharam com carteira assinada ou como servidor público entre 1971 e 1988 e ainda não realizaram o saque. O montante a ser retirado vai variar de acordo com quanto tempo a pessoa trabalhou, nesse período, e do salário que recebia, à época. O Ministério da Fazenda calcula que o valor médio será de R$ 2,8 mil.

A solução tecnológica elaborada pelo MF se espelhou no Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central, no qual é possível consultar se o cidadão, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição e, caso tenha, saber como solicitar o valor. O REPIS é uma solução definitiva para assegurar o acesso às informações dos recursos das cotas do antigo fundo PIS/Pasep aos cidadãos.

Diferenças

Importante ressaltar, nesse contexto, que não há ligação alguma com o atual programa de pagamento do abono salarial do PIS/Pasep. O abono salarial 2025 é benefício destinado a trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos que atuaram formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base de 2023, com remuneração de até dois salários mínimos (R$ 2.604, na época), informa o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Imagem do site do Repis, Sistema de Ressarcimento PIS/PASEP. A página inicial apresenta informações sobre o sistema e como acessá-lo. Guia útil para trabalhadores.Foto: Diário do Nordeste

Histórico

Conforme informa o Tesouro Nacional, o Fundo PIS-PASEP era resultante da unificação dos fundos constituídos com recursos das contribuições para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Esta unificação foi estabelecida pela Lei Complementar nº 26/1975, com vigência a partir de julho de 1976, regulamentada pelo então Decreto nº 9.978/2019.

Desde 1989, as contas individuais do Fundo PIS-PASEP não recebem depósitos referentes à distribuição de cotas resultantes das contribuições PIS-PASEP. O artigo 239 da Constituição Federal alterou a destinação dos recursos obtidos com as contribuições PIS-PASEP, que passaram a ser alocados para o custeio do Programa do Seguro-Desemprego, do Abono Salarial e ao financiamento de Programas de Desenvolvimento Econômico pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Por fim, em 31 de maio de 2020, o Fundo PIS-PASEP foi extinto e o patrimônio do trabalhador incorporado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Fonte: gov.br – Ministério da Fazenda

Em nova instância, TSE confirma a elegibilidade da candidatura de Sheila Lemos

Com a decisão, Sheila, que venceu as eleições municipais de 2024, consolida a permanência no cargo até o final do mandato, em 2028.

Por unanimidade, TSE confirma elegibilidade da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila LemosFoto: Portal do Casé

Na noite desta terça-feira (11/03), o colegiado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, por unanimidade, o deferimento da candidatura da atual prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil). Com a decisão, a prefeita, que venceu as eleições municipais de 2024, consolida a permanência no cargo até o final do mandato, em 2028.

Em novembro do ano passado, o ministro do TSE e relator do processo, André Tavares, de forma monocrática, concedeu o deferimento do registro da candidatura de Sheila. Entretanto, os autores do processo, o político Marcos Adriano (Avante) e o Partido dos Trabalhadores (PT), solicitaram recurso ao TSE contra a decisão do ministro, pedindo que o processo fosse julgado pela corte.

Já naquele momento, o André Tavares argumentou que a situação da candidatura de Sheila não se configura como terceiro mandato consecutivo do mesmo grupo familiar. Ele considerou que, Irma Lemos, mãe de Sheila, ao assumir a Prefeitura por 13 dias, entre 18 e 31 de dezembro de 2020, não teria realizado uma sucessão de Herzem Gusmão (MDB), prefeito à época, mas uma substituição, uma vez que Herzem precisou se afastar do cargo para realizar tratamento de saúde. Na sessão de hoje, o ministro reafirmou seu voto.

O conceito de sucessão e substituição do titular do cargo de prefeito foi o principal ponto de divergência entre as decisões do ministro André Tavares e do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE/BA), um dos primeiros órgãos a julgar o caso.

Sheila Lemos, candidata a prefeita em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia — Foto: Santiago NetoFoto: Santiago Neto

Em setembro, o colegiado do TRE-BA entendeu, por 4 votos a 3, que de fato houve uma sucessão de mandatos entre Irma Lemos e sua filha, Sheila. Porém, para o ministro André Tavares, o afastamento Herzem por questões de saúde não configura sucessão, pois a licença médica tem um caráter precário e pressupõe o retorno do titular ao cargo.

“Não comungo com a tese de que a assunção da Sra. Irma Lemos ao cargo de prefeita foi precária, já que assumiu como substituta legal, em função de afastamento regular do prefeito, além de ter praticado atos de gestão, logrando concluir o mandato”, relatou o ministro.

 

Fonte: Secom/PMVC

Luighi, do Palmeiras, sofre ofensa racista no Paraguai e desabafa: “O que fizeram foi um crime”

Torcedor do Cerro Porteño imita macaco na direção do garoto de 18 anos, que chora no banco de reservas e se revolta em entrevista: “Não vão perguntar sobre o ato de racismo?”

O atacante Luighi, do Palmeiras, foi alvo de uma ofensa racista por parte de um torcedor do Cerro Porteño, durante duelo válido pela Conmebol Libertadores sub-20, nesta quinta-feira, no Paraguai. O Verdão venceu o confronto por 3 a 0. Em nota oficial, o clube manifestou apoio ao jogador e disse que vai até as “últimas instâncias” para buscar punição aos responsáveis pelo ato.

Torcedor imita macaco na direção de Luighi, do Palmeiras — Foto: ReproduçãoFoto: gE / Reprodução

O torcedor imitou um macaco na direção do jogador, que se revoltou, deixou o campo chorando e desabafou em entrevista depois da partida, quando foi questionado por um repórter sobre como foi o jogo. Ele também sofreu uma cusparada enquanto se dirigia ao banco de reservas.

– Não, não. É sério isso? Vocês não vão me perguntar sobre o ato de racismo que ocorreu hoje comigo? É sério? Até quando vamos passar por isso? Me fala, até quando? O que fizeram comigo é crime, não vai perguntar sobre isso?

Luighi, do Palmeiras, chora ao sofrer racismo na Conmebol Libertadores Sub-20 — Foto: ReproduçãoFoto: gE / Reprodução

– Vai me perguntar sobre o jogo? A Conmebol vai fazer o que sobre isso? Ou a CBF, sei lá. Você não ia perguntar sobre isso né? Não ia. É um crime o que ocorreu hoje. Isso aqui é formação, estamos aqui para aprender – disse Luighi.

Jordana Araújo, comentarista do sportv e que participava da transmissão do jogo, emocionou-se com Luighi e também fez um forte desabafo.

– Não adianta fazer placas, anúncios, tem que fazer valer as ideias. E como você faz isso? Com atitudes, estudando o que causa esse tipo de crime. Em geral, as torcidas sul-americanas usam o racismo como provocação, a Conmebol precisa fazer com que entendam que isso não é, é crime.

– O racismo é um ato que mata vidas de pessoas pretas, quantas pessoas morrem só pela cor? Quantas pessoas não tem acesso, do básico ao mais complexo, somente pela cor negra. Essa campanha tem que ser mais incisiva, pessoas tem que tomar atitudes, para que eu não tenha que terminar a transmissão com a voz embargada e muito emocionada por mais um caso de racismo – disse Jordana.

Fonte: gE

Pessoas e empresas com irregularidade na Receita terão as chaves PIX excluídas

Com as novas exigências, publicadas nesta quinta-feira (6), Banco Central avalia que será mais difícil para os golpistas manterem chaves PIX com nomes diferentes daqueles armazenados nas bases da Receita Federal.

 

Para aumentar a segurança do PIX, o sistema de transferência de recursos, o Banco Central (BC) publicou alterações no seu regulamento nesta quinta-feira (6) e determinou que chaves de pessoas e de empresas cuja situação não esteja regular na Receita Federal sejam excluídas.

“Com as novas medidas, será mais difícil para os golpistas manterem chaves PIX com nomes diferentes daqueles armazenados nas bases da Receita Federal”, informou o Banco Central.

Na prática, o BC quer evitar que golpistas usem nomes de empresas reais para desviar recursos para contas de terceiros. Isso porque, em algumas situações, eles alteram dados de propriedade da conta para praticar golpes. E essas mudanças, muitas vezes, dificultam o rastreio pela Receita.

falso pix — Foto: Bruno Peres/Agência BrasilFoto: Bruno Peres/Agência Brasil

Com isso, as instituições financeiras deverão excluir CPFs com situação cadastral:

  1. suspensa
  2. cancelada
  3. titular falecido
  4. nula

🔎A suspensão do CPF ocorre, por exemplo, quando há alguma informação errada ou incompleta no cadastro.

🔎Já o cancelamento é quando há alguma fraude, falsificação ou quando o documento é usado irregularmente. Nessa situação, a Justiça manda suspender ou bloquear.

🔎O CPF é considerado nulo quando há um erro grave ou fraude no registro.

E, também, CNPJs com situação cadastral:

  1. suspensa
  2. inapta
  3. baixada
  4. nula

🔎O CNPJ é suspenso quando o titular, por exemplo, não efetua pagamento das contribuições ou faz declarações necessárias.

🔎É classificado como inapto quando a empresa omite dados e declarações num período de dois anos.

🔎Em casos em que a empresa é encerrada ou teve sua inscrição cancelada na Receita Federal o CNPJ é considerado baixado.

🔎É considerado nulo quando uma mesma empresa apresenta, por exemplo, vários números de inscrição.

Verificação pelos bancos

A verificação, pelas instituições financeiras, deverá ser efetuada sempre que houver uma operação envolvendo uma chave PIX, como um registro, uma alteração de informações, uma portabilidade ou uma reivindicação de posse.

Para garantir que as instituições financeiras, participantes do PIX, cumpram as novas regras, o BC informou que irá monitorar periodicamente sua conduta, “podendo aplicar penalidades para aquelas instituições que apresentem falhas nesse processo”.

Além disso, o BC também informou que “atuará ativamente” para detectar chaves PIX com nomes diferentes do registrado na Receita Federal, como forma de garantir que os participantes excluam ou ajustem essas chaves.

PixFoto: Agência O Globo

Chaves aleatórias

Outra proibição anunciada nesta quinta é a alteração de informações vinculadas a chaves aleatórias e a reivindicação de posse de chaves do tipo e-mail. Desse modo:

  1. pessoas e empresas que usam chaves aleatórias e que queiram alterar alguma informação vinculada a essa chave não poderão mais fazê-lo.
  2. A partir de agora, deve-se excluir a chave aleatória e criar uma nova chave aleatória, com as novas informações.

Chaves tipo e-mail

Segundo o BC, pessoas e empresas que queiram reivindicar a posse de um e-mail também não poderão mais fazê-lo. Chaves do tipo e-mail não poderão mais mudar de dono.

“Apenas chaves do tipo celular continuam a ter acesso a essa funcionalidade, para permitir que números de celular pré-pago, que podem mudar de dono, também possam mudar de dono quando registradas como chave PIX”, informou.

Devolução em dispositivos não cadastrados

Por fim, o Banco Central liberou a realização de devolução de qualquer valor em dispositivos de acesso não cadastrados.

Segundo a instituição, a medida que restringiu transações PIX em dispositivos de acesso não cadastrados no valor de, no máximo, R$ 200, estava impedindo que transações de devolução de boa-fé iniciadas pelo próprio recebedor pudessem ser feitas a partir de dispositivos não cadastrados.

 

Fonte: g1 Economia

O que vem depois do Oscar? E como aproveitar o embalo de ‘Ainda Estou Aqui’?

Melhor Filme Internacional do Oscar, o longa de Walter Salles levou o brasileiro aos cinemas e apresentou uma outra face do Brasil ao mundo – e ao próprio País. Agora, é preciso continuar

Walter Salles e Fernanda Torres no 97º OscarWalter Salles e Fernanda Torres no 97º Oscar. Foto: Monica Schipper/Getty Images

Pegar uma carona na vitrine global do cinema promovida pelo Oscar é bom para todo mundo, como a Letônia (com a animação Flow) e o Brasil agora podem comprovar. É provável que muita gente espalhada pelo mundo tenha assistido ou venha a assistir pela primeira vez a um filme brasileiro. É provável também que muita gente por aí, para quem a cultura brasileira se resumia ao eixo samba-Carnaval-futebol, tenha sido apresentada a uma dimensão até então desconhecida de nossa identidade. Brasileiros também fazem filmes, e até ganham o Oscar. Ah, esses brasileiros. Muito bem.

Precisamos emplacar filmes no Festival de Cannes, em maio. Devemos repetir a presença, em agosto, no Festival de Veneza, onde começou a bem-sucedida carreira internacional do filme de Walter Salles (com o prêmio de roteiro). Precisamos fincar os pés em outros festivais importantes, de ficção e de documentário, de longas e de curtas, que representam oportunidades de mercado.

Isso tudo não se obtém apenas com filmes, mas também com um esforço de promoção e de divulgação em torno deles. Cinema é arte industrial, como bem sabem os EUA, que melhor disputam (dominam, na verdade) esse jogo.

Ainda Estou AquiCartaz de “Ainda Estou Aqui” – créditos da imagem: Letras de Músicas/Reprodução

Olhemos principalmente, neste início do “dia seguinte”, para a nossa própria casa. O Oscar de Ainda Estou Aqui já exerceu um efeito salutar sobre a percepção de brasileiros a respeito do nosso cinema. Quantas pessoas terão retornado a uma sala, depois de longa ausência em que se mantiveram no sofá de casa, por causa dele?

O fato de o filme não estar ainda disponível no streaming, no Brasil e nos EUA, contribuiu para aquecer o mercado de exibição, com desdobramentos positivos sobre o hábito de ir ao cinema. Bom para todos os filmes, não só para os brasileiros. Mas como garantir que, no caso da produção nacional, esse espaço continue a ser bem ocupado? Por meio de políticas de longo prazo de distribuição e de exibição, capazes de chamar a atenção para o fato de que, além do valor cultural, o audiovisual cria empregos e movimenta a economia.

Políticas de Estado, e não só de governo, como as que beneficiam outros setores. E que envolvam uma dimensão fundamental para o acesso à cultura: a formação de espectadores.

'Ainda Estou Aqui' ganhou exibição ao ar livre no Centro Cultural São Paulo, em janeiro‘Ainda Estou Aqui’ ganhou exibição ao ar livre no Centro Cultural São Paulo, em janeiro. Foto: Fabio Vieira/Estadão / Estadão

Quantos adolescentes prestes a concluir o Ensino Médio seriam capazes de citar três ou quatro momentos importantes na história do cinema brasileiro? Quantos já ouviram falar de Adhemar Gonzaga, Humberto Mauro, Carmen Santos e Glauber Rocha, para citar quatro personagens fundamentais em um universo de centenas? Quantos sabem que, antes do Oscar, o cinema brasileiro já havia sido premiado em todos os festivais de primeira grandeza? Quantos estarão dispostos, na idade adulta, a se transformarem em espectadores regulares da produção brasileira, e a transmitir esse hábito a seus filhos e netos? Quantos dispõem de ao menos uma sala de cinema — comercial ou num espaço cultural — em seus bairros ou mesmo em suas cidades, a preços populares?

Agora, que passou o carnaval. O “dia seguinte” para o audiovisual brasileiro é de trabalho, para os profissionais da área e para todos os que se importam para valer — ou seja, muito além dos posts lacradores nas redes sociais — com o fortalecimento da cultura brasileira.

 

Fonte: terra.com

Bahia domina, vence o The Strongest e avança na Libertadores

Ademir comemora gol em Bahia x The Strongest — Foto: Letícia Martins / EC Bahia Foto: Letícia Martins / EC Bahia

Bahia está classificado para a terceira fase da Libertadores, a última antes da fase de grupos, após derrotar o The Strongest na Arena Fonte Nova por 3 a 0.

O adversário tricolor será conhecido na noite de quarta-feira (26), com o confronto entre Ñublense, do Chile, e Boston River, do Uruguai. A partida de ida terminou em triunfo uruguaio por 1 a 0.

O Tricolor de Aço voltará a campo no sábado (1º), contra o Jacuipense, pelo Baianão.

gol do bahiaFoto: Rafael Rodrigues / EC Bahia

Primeiro tempo tem gol de pênalti do Bahia

A etapa inicial foi dominada pelo Esquadrão no quesito de bola, mas em termos de jogo o Esquadrão encontrou dificuldades para organizar lances ofensivos.

A primeira chance real de gol aconteceu em um chute feito por Lucho, aos 15 minutos, de fora da área, que parou no goleiro Banegas. Já aos 26, Ademir perdeu uma chance clara de gol.

O gol tricolor saiu aos 40 minutos, após pênalti sofrido por Lucho. O próprio atacante uruguaio assumiu a cobrança e balançou as redes.

Antes do intervalo, o Bahia ficou novamente com um jogador a mais em campo após Jusino cometer falta dura em Lucho Rodríguez e receber cartão vermelho.

Bahia amplia domínio e marca mais gols

Na volta para a etapa final, o Esquadrão não perdeu tempo e ampliou o placar. Após erro na saída de bola do time boliviano, Pulga acionou Ademir, que chutou de pé direito para ampliar a vantagem.

Com dois gols de vantagem, o Bahia se viu confortável em campo e empilhou chances de gol. O terceiro aconteceu aos 17 minutos, mais uma vez com Ademir aproveitando assistência feita por Pulga.

Com gritos de “olé” por parte da torcida tricolor, o Tricolor confirmou a vaga na terceira fase da Libertadores.

Esporte Clube BahiaFoto: EC Bahia

Quem já se garantiu na 3ª fase da Libertadores?

O Bahia é um dos garantidos. Os comandados de Rogério Ceni venceram o The Strongest por 4 a 1 no placar agregado — 1 a 1 na ida, em La Paz, e 3 a 0 na volta, na Fonte Nova.

O Iquique surpreendeu e também passou. O time chileno, que faz sua terceira participação na Libertadores, desbancou o Santa Fe (COL) após pênaltis.

Já o Boca Juniors ficou fora em uma noite dramática. Depois de perder no Peru para o Alianza Lima, o hexacampeão continental até tirou a desvantagem na Bombonera, mas caiu na decisão por pênaltis e está eliminado.

O Corinthians disputa a classificação nesta quarta (26). O alvinegro recebe a Universidad Central, da Venezuela, na Neo Química Arena, uma semana após empatar por 1 a 1 em Caracas.

Boston River x Ñublense, Tolima x Melgar, Monagas x Cerro Porteño e El Nacional x Barcelona-EQU são os jogos restantes da 2ª fase — dos oito clubes, quatro completam a lista dos sobreviventes.

Fonte: EC Bahia e UOL

Pix por aproximação chega na sexta (28/02); saiba como vai funcionar

Pix por aproximação não exigirá leitura de QR Code ou autenticação prévia no app do banco, o que deve tornar pagamentos na modalidade mais rápidos

Foto: FanF1

O Banco Central definiu o dia 28 de fevereiro de 2025 como a data da estreia oficial do Pix por aproximação. Por meio da modalidade, o consumidor poderá fazer compras aproximando seu dispositivo móvel do terminal de pagamento, de modo semelhante ao que já é possível fazer com cartões.

A expectativa é a de que o Pix por aproximação agilize principalmente o uso dessa forma de pagamento nas compras feitas em estabelecimentos físicos.

Hoje, o usuário precisa fazer autenticação no aplicativo de sua instituição financeira, bem como leitura de um QR Code para pagar via Pix, e isso tende a aumentar o tempo necessário para o procedimento ser concluído. Esse problema será amenizado ou deixará de existir com o Pix por aproximação.

Função de Pix na Carteira do Google (imagem: reprodução)Foto: Função de Pix na Carteira do Google (imagem: reprodução/Google)

Como o Pix por aproximação funcionará?

Em linhas gerais, o usuário terá que cadastrar a conta cujos pagamentos serão debitados em um serviço de carteira digital (wallet) ou recorrer a uma função correspondente no aplicativo da instituição financeira na qual tem conta.

Para usar o Pix por aproximação, bastará então acionar a carteira ou app e aproximar o celular do terminal de pagamento. O procedimento é parecido com os pagamentos de aproximação já disponíveis para cartões de crédito ou débito.

Não será obrigatório ler QR Code ou fazer login prévio no aplicativo da instituição financeira para ativar o pagamento via Pix e então realizar a transação. Contudo, o usuário deverá ter um dispositivo móvel compatível com NFC para o pagamento por aproximação funcionar.

Sabe-se que a Carteira do Google (Google Wallet) já é compatível com o Pix por aproximação. A modalidade começou a ser testada com o Google Pay (o sistema por trás da Carteira do Google) em julho de 2024.

Naquela época, os testes estavam sendo feitos com o C6 Bank e o PicPay, mas o Google vem expandindo as parcerias com as instituições financeiras desde então. Entre as que já foram incluídas na Carteira do Google para o Pix por aproximação estão:

  • C6 Bank
  • PicPay
  • Itaú
  • Santander*
  • Mercado Pago*
  • Nubank*
  • Banco do Brasil
  • Caixa Econômica Federal*
  • Bradesco*
  • Banco Inter*
  • Sicredi*
  • Pag Bank*
  • Banco Pan*
  • Digio*
  • BTG*

*no momento, para usuários selecionados

Mãos segurando um celular o símbolo do Pix na telaFoto: Pix por aproximação vai permitir pagamentos mais rápidos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como ativar o Pix na Carteira do Google?

Inicialmente, é preciso se certificar de que o aplicativo da instituição financeira que mantém a sua conta esteja instalado em seu celular. O app é necessário para a validação do cadastro. Depois, é preciso:

  • abrir a Carteira do Google;
  • tocar em Adicionar à Carteira e escolher opção de Pix, ou tocar no banner para cadastro de Pix;
  • iniciar a verificação de sua identidade, se o app solicitar;
  • selecionar a instituição financeira da qual você é cliente;
  • seguir os passos dados pelo app da instituição financeira, conforme disponibilidade.

E no Apple Pay ou Samsung Pay?

Ainda não há informação sobre quando o Pix por aproximação funcionará no Apple Pay ou no Samsung Pay. De acordo com a Folha, é preciso que ambos os serviços sejam credenciados como “iniciadoras de pagamento” para trabalharem com o Pix, mas Apple e Samsung entendem que isso não é necessário, razão pela qual ainda negociam com o Banco Central.

Vale destacar, porém, que as próprias instituições financeiras poderão oferecer Pix por aproximação em seus aplicativos, o que significa que a Carteira do Google não será a única opção para isso. Bradesco e Banco do Brasil estão entre as instituições que já oferecem ou oferecerão essa alternativa.

 

Fonte: Tecnoblog

Entenda o fenômeno raro que acontece esta semana: ‘Desfile de planetas’

‘Alinhamento planetário’ está previsto para acontecer novamente daqui 11 e 35 anos

O próximo “desfile de planetas” já tem data para acontecer. Segundo cientistas, o fenômeno raro conhecido como “alinhamento planetário”, que acontece somente algumas vezes por século, será visível esta semana.

De acordo com pesquisadores do site norueguês Timeanddate, a aparição noturna de seis planetas, sendo quatro visíveis a olho nu, tera seu pico entre este domingo (23) e a próxima quarta-feira (26).

O alinhamento de seis planetas ocorre nesta terça-feira, 21 de janeiro

Foto: Freepik – O Globo

Ao longo de quatro noites, será possível para observar um céu estrelado. Neste período, os planetas Marte e Júpiter estarão visíveis no alto do sudeste. Enquanto isso, Vênus, o mais brilhante, deve aparecer no oeste, com Saturno logo abaixo. Netuno e Urano, porém, serão praticamente invisíveis a quem optar por observar a olho nu.

Pesquisador do Timeanddate.com e doutor em mecânica celeste, Frank Tveter investigou a frequência com que todos os planetas ficam acima do horizonte, ao mesmo tempo, em um céu escuro. O estudioso analisou períodos em que o Sol está seis graus ou mais abaixo do horizonte e em que todos os planetas, incluindo Urano e Netuno, estão seis graus ou mais acima do horizonte.

Para a professora Patricia Reiff, da Universidade Rice, no Texas (EUA), os melhores dias para observar os sete planetas, sendo cinco deles visíveis a olho nu, será na segunda-feira (24) e na terça-feira (25). Segundo ela, mesmo assim, será difícil avistar Mercúrio e Saturno, por conta do brilho do pôr do sol a oeste.

Fonte: O Globo

Trabalhador pode ser demitido por conta de publicações nas redes sociais? Veja como funciona

Especialistas orientam alguns cuidados para compartilhar a vida no trabalho nas redes sociais, como não publicar informações confidenciais da empresa ou falar mal do chefe publicamente.

Em julho, ficou famoso o caso de uma funcionária que foi demitida por justa causa após difamar a empresa que trabalhava no LinkedIn. A mulher chegou a entrar na Justiça para reverter a demissão e receber verbas indenizatórias.

De lá para cá, surgiram mais casos parecidos pois muitos empregados utilizam as redes sociais para compartilhar a rotina de trabalho ou desabafar sobre o emprego (conheça os “blogueiros CLTs”). No entanto, é importante tomar alguns cuidados.

Publicações feitas nas redes sociais, relacionadas ou não à empresa, podem levar o trabalhador a perder o emprego. Dependendo da gravidade, o caso pode resultar em demissão por justa causa – como aconteceu com uma assessora do Ministério da Igualdade Racial.

Trabalhadores precisam se atentar para as publicações que fazem nas redes sociais. — Foto: Reprodução/Freepik

Foto: Reprodução/Freepik

Para alertar os empregados, o g1 conversou com advogados trabalhistas e responde abaixo:

1. Funcionário pode ser demitido por má conduta nas redes sociais?

Sim. Segundo a advogada Elisa Alonso, especialista em direito do trabalho e sócia do RCA Advogados, a demissão depende do conteúdo das publicações e de como elas afetam a imagem da empresa.

“Caso a postagem cause prejuízos à reputação da organização, viole regras internas ou exponha informações sigilosas, o empregador pode aplicar sanções, que vão desde advertências até a demissão por justa causa, explica a especialista.

Um bom exemplo é quando um colaborador faz críticas ofensivas à empresa ou aos gestores em uma rede social, prejudicando a imagem da organização. Foi o que aconteceu com a trabalhora que difamou empresa no LinkedIn.

Mas também a divulgação de informações estratégicas, como projetos sigilosos ou dados de clientes, pode ser considerada quebra de confidencialidade, justificando a rescisão do contrato.

Além disso, postagens que desrespeitem normas de convivência da empresa também podem gerar punições.

“Caso o empregado publique comentários preconceituosos, racistas, machistas ou homofóbicos e a empresa entenda que isso compromete seus valores ou o ambiente de trabalho, ele pode ser desligado”, diz a advogada.

A regra é válida mesmo que a postagem seja feita fora do expediente, em especial quando o colaborador é facilmente identificado como funcionário da empresa.

Casos de assédio virtual contra colegas, como mensagens ofensivas ou vazamento de conversas privadas, também podem resultar em demissão, já que afetam diretamente o clima organizacional.

No entanto, ainda que as publicações possam gerar rescisão do contrato, é importante destacar que a demissão por justa causa exige provas concretas e deve haver proporcionalidade na penalidade.

“Se a postagem não trouxer impactos diretos à empresa ou não violar normas internas, o desligamento por justa causa pode ser questionado na Justiça”, completa Elisa Alonso.

2. O que o trabalhador NÃO pode publicar nas redes sociais?

Carolina Dostal, diretora regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP), alerta que é importante tomar alguns cuidados ao compartilhar conteúdo do trabalho nas redes sociais, como:

🚫 Não publicar dados confidenciais da empresa;

🚫 Evitar compartilhar produtos ou serviços que são lançamentos;

🚫 Não postar a tela do computador;

🚫 Não divulgar reuniões estratégicas;

🚫 Evitar abordar assuntos polêmicos;

🚫 Tomar cuidado com erros de português;

🚫 Não compartilhar notícias falsas;

🚫 Não falar mal do patrão ou da empresa publicamente;

🚫 Não compartilhar fofocas do trabalho;

🚫 Não publicar conteúdos que são contra ao posicionamento da companhia;

🚫 Evitar qualquer informação que possa prejudicar a imagem do empregador.

“O trabalhador precisa estar muito alinhado com a empresa, com os mesmos valores e cultura da empresa”, explica Dostal.

Segundo a especialista, o empregador deve oferecer treinamento para os funcionários que fazem publicações sobre o trabalho nas redes socais.

3. A empresa pode proibir as publicações nas redes sociais?

Sim. De acordo com Adriana Faria, advogada especializada em direito trabalhista do escritório Rodrigues Faria Advogados, a empresa pode proibir ou restringir as publicações dos seus funcionários nas redes sociais.

Porém, essa proibição precisa estar prevista em contrato de trabalho ou em política interna da empresa, e não pode ser genérica ou abusiva. É necessário justificar a regra por motivos razoáveis, como a proteção de informações confidenciais ou a imagem da empresa.

Segundo Adriana Faria, o departamento de Recursos Humanos desempenha um papel fundamental nesse contexto, tanto na orientação dos funcionários quanto na gestão de possíveis conflitos relacionados ao uso das redes sociais.

“O RH deve desenvolver políticas claras e objetivas sobre o uso das redes sociais pelos funcionários, definindo o que pode e o que não pode ser compartilhado, e quais as consequências para o descumprimento das regras”, afirma Adriana Faria.

Baixe aqui ícones de redes sociais em PNG gratuitamente!

Foto: Internet

4. Quais os principais cuidados que o trabalhador deve tomar?

É essencial que o trabalhador reflita sobre o impacto das publicações na própria imagem profissional e na imagem da empresa, além de respeitar as políticas internas, segundo Beatriz Nóbrega, especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional.

“O bom senso é essencial: se houver dúvida sobre a adequação de um conteúdo, o ideal é não postar, completa a especialista.

Antes de fazer qualquer publicação, Beatriz Nóbrega orienta fazer um checklist:

➡️ Respeitei a política interna? Muitas empresas têm diretrizes sobre o uso de redes sociais, que devem ser seguidas, mesmo fora do expediente.

➡️ Tive bom senso? O que parece inofensivo para quem posta pode ser interpretado de forma negativa por quem consome o conteúdo.

➡️ Não expus colegas ou clientes? Compartilhar informações sem consentimento pode gerar consequências legais.

➡️ Fiz o papel de “advogado do diabo”? Pergunte-se: isso pode comprometer minha imagem ou a da empresa?

Outro ponto importante é a exposição. Muitos empregados relatam nas redes sociais, de modo direto ou indireto, insatisfações com o trabalho ou com o patrão. Com isso, são levantadas questões que podem estar relacionadas a assédio moral ou burnout, por exemplo.

Segundo Carla Martins, especialista em gestão de negócios, o ideal é não desabafar, expor a empresa ou outros trabalhadores, por meio das redes sociais.

“Ainda que os motivos das insatisfações relatadas tenham fundamento, as redes sociais podem ter um impacto significativo na reputação profissional dos trabalhadores, tanto positivo quanto negativo. As empresas estão cada vez mais atentas ao que os funcionários publicam. Portanto, é fundamental ter cuidado com o que é compartilhado”, explica Carla Martins.

5. Quais situações que podem gerar demissão por justa causa?

A CLT prevê diversas situações que podem gerar justa causa para a demissão do funcionário. Segundo a advogada Adriana Faria, algumas delas são:

  1. Ato de improbidade (roubo, furto, desvio de dinheiro, entre outros);
  2. Incontinência de conduta ou mau procedimento (comportamento inadequado, ofensivo ou imoral);
  3. Negociação habitual por conta própria ou de terceiro sem permissão do empregador (venda de produtos/mercadorias);
  4. Concorrência desleal com a empresa;
  5. Embriaguez habitual ou no serviço;
  6. Indisciplina ou insubordinação;
  7. Abandono de emprego;
  8. Assédio moral ou sexual;
  9. Agressão física ou verbal;
  10. Divulgação de segredos da empresa.

6. A demissão por justa causa pode ser revertida?

De acordo com a advogada Adriana Faria, a justa causa pode ser revertida na justiça em algumas situações, como:

  1. Quando não há provas suficientes da falta grave cometida pelo funcionário;
  2. Quando a falta cometida não é considerada grave o suficiente para justificar a demissão por justa causa;
  3. Quando a empresa não segue o procedimento correto para a aplicação da justa causa (deixa de aplicar advertência e suspensão);
  4. Quando há indícios de perseguição ou discriminação contra o funcionário.

Fonte: g1 – Trabalho e Carreira

Às vésperas do Carnaval, Bahia tem quase 2 mil casos de Covid

Até 17 de fevereiro deste ano, também foram registradas 12 mortes pela doença em todo o estado

A Bahia tem 1.826 casos confirmados de Covid neste ano. Os dados foram confirmados nesta segunda-feira (17) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), que também registrou 12 mortes pela doença, através do boletim epidemiológico de 2025.

Boletim de monitoramento genômico apresenta panorama de circulação viral da  Covid-19 no Brasil nos últimos 50 dias — Ministério da Ciência, Tecnologia  e Inovação

Foto: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Apesar das preocupações levantadas sobre a segurança sanitária durante o Carnaval, que começa oficialmente dia 27 de fevereiro, em Salvador, a pasta confirma que houve uma redução de 78% nos casos por Covid em comparação com o mesmo período do ano passado.

Em 2024, o estado contabilizou 8.353 casos. Já o número de óbitos passou de 57 para 12 mortes em 2025, o que representa uma diminuição de 79%.

“Os dados mais recentes mostram um cenário controlado, mas que exige atenção contínua para evitar novos aumentos. Os resultados fazem parte das estratégias de vacinação e do fortalecimento da rede assistencial”, disse a Sesab por meio de nota.

Mais de 95% da população baiana com 12 anos ou mais já completou o esquema primário de vacinação contra a Covid-19, enquanto a imunização de rotina segue disponível para crianças de 6 meses a menores de 5 anos.

A secretaria orienta ainda que a imunização continua sendo a principal ferramenta para evitar o aumento de casos e hospitalizações, especialmente durante o período de Carnaval, quando o fluxo de pessoas e aglomerações aumentam significativamente. Além de manter o esquema vacinal atualizado, medidas preventivas também devem voltar a ser adotadas como a higienização frequente das mãos.

Fonte: CNN Brasil



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