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:: ‘#Saúde’

7 trocas inúteis para emagrecer: Pão por tapioca e outra mais.

Muitas substituições alimentares populares vistas como soluções para emagrecer não são eficazes; nutricionistas explicam os motivos.

alimentos saudáveisFoto: Designed by Freepik (gbot.med.br)

A busca por emagrecimento costuma envolver mudanças na alimentação que, à primeira vista, parecem ser boas. Porém, nem todas as substituições comuns no imaginário popular realmente ajudam a perder peso. Neste Dia da Mentira, confira sete trocas inúteis para emagrecer.

Um artigo da Universidade de Harvard mostra que as percepções sobre alimentação saudável muitas vezes não se traduzem em benefícios práticos, especialmente quando o objetivo é o déficit calórico, necessário para o emagrecimento. É comum que a adesão a essas mudanças na dieta seja difícil quando resultados rápidos não são observados.

Dois especialistas ouvidos por EU Atleta, o nutricionista e educador físico Lucas Eduardo Campos e o nutricionista João Muzzy, listam a seguir sete trocas alimentares comuns, mas que não são eficazes para o emagrecimento.

1. Pão por tapioca

Trocar pão por tapioca é uma escolha frequente por quem quer emagrecer, mas não é vantajosa.

— Se você usar 60g de farinha de tapioca para preparar sua refeição, isso geralmente terá mais calorias do que duas fatias de pão — adverte Lucas.

Duas fatias de pão francês (50g cada) possuem cerca de 135kcal, enquanto uma tapioca com 60g de goma tem aproximadamente 150kcal.

Outro ponto importante é que há poucas fibras na tapioca, o que reduz a saciedade proporcionada por esse alimento.

Substituir pão por tapioca é uma troca inútil para emagrecimento — Foto: iStock Foto: iStock (ge.globo)

Segundo Lucas, apesar da crença de que o glúten, presente no pão, faz mal à saúde, a incidência de problemas relacionados à proteína é baixa. Só quem tem intolerância deve evitar alimentos com glúten.

— Além disso, a tapioca tem índice glicêmico elevado, o que pode levar a picos de glicose no sangue e fome mais rapidamente — acrescenta João.

Estudos publicados no Journal of Nutrition and Metabolism reforçam que alimentos com baixo índice glicêmico promovem maior saciedade, o que é essencial para controlar o apetite.

Por isso, rechear o pão com proteínas magras e fibras pode ser mais eficiente do que apostar na tapioca.

2. Pão branco por pão integral

Pão integral e manteiga — Foto: Istock Getty ImagesFoto: Istock Getty Images (ge.globo)

João explica, que se a ideia é aumentar o consumo de fibras, é melhor incluir vegetais, grãos integrais ou psyllium na dieta do que substituir o pão branco pelo integral.

— Trocar apenas o pão sem olhar o contexto geral da alimentação é como tentar encher uma banheira com uma peneira — brinca o especialista.

Segundo Lucas, o teor calórico dos pães branco e integral é praticamente o mesmo.

— A diferença está em uma quantidade ligeiramente maior de fibras no pão integral, mas isso não justifica a troca no contexto do emagrecimento.

Um pão branco padrão contém cerca de 265kcal por 100g, enquanto o integral oferece 250kcal. Apesar de a diferença calórica ser mínima, o pão integral apresenta 2g de fibras a mais por fatia, o que pode ajudar na saciedade, mas não faz uma diferença impactante no consumo total.

3. Arroz branco por arroz integral

Lucas sustenta que trocar arroz branco pelo integral traz poucas vantagens no emagrecimento:

— A diferença em fibras é mínima e, como o arroz geralmente compõe uma refeição equilibrada com proteínas, vegetais e feijão, o impacto calórico é insignificante — explica o nutricionista.

Por exemplo, 100g de arroz branco têm cerca de 130kcal e 0,3 g de fibras, enquanto o integral tem 124kcal e 1,8g de fibras.

O arroz integral demora mais para ser digerido, o que pode gerar uma leve sensação de saciedade prolongada, mas Lucas faz um alerta sobre a preparação do alimento.

— O tempo de cozimento do integral é bem maior, o que exige mais tempo no preparo e tempo disponível na rotina, o que pode ser uma barreira para algumas pessoas — contextualiza o nutricionista.

João ressalta que, para quem gosta de arroz branco, forçar a mudança pode tornar a dieta menos prazerosa.

— É essencial pensar na adesão a longo prazo e não em trocas isoladas — pondera, destacando que um prato equilibrado com feijão e vegetais já é suficiente para compensar o menor teor de fibras do arroz branco.

4. Bebidas por sucos naturais

suco natural — Foto: Getty ImagesFoto: Getty Images (ge.globo)

Trocar refrigerantes ou outras bebidas por sucos naturais parece uma boa ideia, mas não para quem quer emagrecer.

— Sucos, mesmo os naturais, têm calorias que podem ser usadas de forma mais eficiente em alimentos sólidos. Um copo de suco de laranja pode adicionar 120kcal a uma refeição, enquanto a mesma quantidade calórica poderia ser usada para consumir mais arroz ou vegetais, que promovem maior saciedade — compara Lucas.

João defende que o ideal é optar por bebidas zero calorias ou simplesmente água. Isso permite economizar calorias sem perder nutrientes essenciais, porque é melhor comer a fruta do que beber o suco dela.

— Mastigar uma laranja, por exemplo, oferece fibras que retardam a absorção de açúcar e aumentam a saciedade, algo que o suco não proporciona.

5. Doce de leite por pasta de amendoim

Trocar doce de leite por pasta de amendoim pode parecer saudável, mas, segundo os nutricionistas, o buraco é mais embaixo.

— A pasta de amendoim, por 20g, possui mais calorias do que o doce de leite. Sem controle nas porções, essa substituição pode acabar aumentando a ingestão calórica total — adverte Lucas.

Uma colher de sopa de doce de leite (20g) tem cerca de 70kcal, enquanto a mesma quantidade de pasta de amendoim tem 120kcal. Apesar do valor nutricional superior da pasta de amendoim, o excesso pode atrapalhar o déficit calórico, que é o objetivo principal buscado por quem quer emagrecer.

Já João acrescenta que a pasta de amendoim não é automaticamente uma escolha saudável. É preciso avaliar o contexto da dieta inteira. Ele sugere usá-la com moderação e focar na variedade alimentar.

6. Óleo de soja por óleo de coco

Trocar óleo de soja por óleo de coco não faz sentido para o emagrecimento, segundo os especialistas.

— O óleo de coco é rico em gorduras saturadas, enquanto o óleo de soja possui gorduras poli-insaturadas, que são mais recomendadas. Ambos são calóricos, e o ideal seria reduzir o consumo geral de óleos — recomenda Lucas.

Coco e óleo de coco eu atleta — Foto: Istock Getty ImagesFoto: Istock Getty Images (ge.globo)

Uma colher de sopa de óleo de soja tem cerca de 90kcal, o mesmo valor do que o óleo de coco. Apesar de diferenças na composição, nenhum deles é vantajoso para quem quer emagrecer.

— Essa troca também não traz benefícios claros para a saúde. É uma mudança que pode até piorar o perfil nutricional da dieta — afirma João.

Ele recomenda focar na redução geral de óleos, optando por métodos como grelhar ou cozinhar a vapor.

7. Frutas por oleaginosas

— Castanhas são saudáveis, mas muito calóricas. Trocar uma fruta de baixa densidade energética, como melão ou melancia, por uma porção de castanhas pode aumentar significativamente a ingestão calórica — comenta Lucas.

Por exemplo, 100g de melancia têm cerca de 30kcal, enquanto somente 30g de castanhas (uma pequena porção) contêm em torno de 180kcal. Apesar de as oleaginosas serem ricas em gorduras boas, o que é bom para a saúde, o excesso pode sabotar a dieta de emagrecimento.

João explica que essa troca pode ser feita em casos específicos, mas não é vantajosa para quem busca emagrecer, já que frutas fornecem fibras, vitaminas e saciedade com menos calorias.

Dieta de emagrecimento

Emagrecer exige consistência e escolhas que façam sentido no contexto geral da dieta.

— Não é o doce de leite, o pão francês ou o arroz branco que impedem o emagrecimento, mas a falta de equilíbrio e planejamento no déficit calórico a longo prazo — explica Lucas.

João finaliza com um conselho importante: dieta não precisa ser sinônimo de sofrimento. É preciso encontrar o equilíbrio entre prazer e saúde para garantir resultados duradouros.

Compreender o impacto real das trocas alimentares é essencial para evitar frustrações e adotar hábitos que realmente funcionem.

Fontes: ge.globo (João Muzzy é nutricionista especialista em emagrecimento e Lucas Eduardo Campos é nutricionista e profissional de Educação Física.)

‘Epidemia de diabetes’: Brasil é o 6º com mais casos no mundo e tem alta de quase 6% em 4 anos.

Novo atlas global revela que 1 em cada 9 adultos convivem com a doença no mundo – são 16,6 milhões de brasileiros; ela mata 1 cidadão a cada 6 segundos.

Muitas pessoas, não sabem que têm a doença, mas apresentam níveis de glicose no sangue alterados e estão sujeitos às complicações do diabetes.

O problema desses casos é que, quando mal controlado, o diabetes pode levar à complicações como amputação de membros, cegueira e falência renal. Também pode causar infarto do coração e derrame cerebral, sem que seja considerado a causa de morte em si.

diabetes-mundo-brasilFoto: GI/Getty Images

O diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. A insulina, por sua vez, é um hormônio que regula a glicose (açúcar), no sangue, e garante energia para o organismo.

A principal forma de prevenção e controle é através da prática regular de atividades físicas e de uma alimentação saudável, evitando o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

Fatores que contribuem para o desenvolvimento do diabetes:

* Diagnóstico de pré-diabetes;
* Pressão alta;
* Colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue;
* Sobrepeso, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura;
* Parentes próximos com diabetes;
* Diabetes gestacional;
* Síndrome de ovários policísticos (SOP);
* Diagnóstico de distúrbios psiquiátricos;
* Apneia do sono.

Brasil é o 3º país com mais casos de diabetes tipo 1 - 14/11/2023 - Equilíbrio e Saúde - FolhaFoto: uol.com

A Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) publicou nesta segunda, 7 de abril, a edição de 2025 do atlas global da doença. O levantamento revela que 589 milhões de pessoas de 20a 79 anos apresentam o problema de saúde no planeta, 16,6 milhões delas no Brasil. Com esse montante, o país ocupa a sexta posição no ranking mundial de números de casos, atrás apenas de China, Índia, EUA, Paquistão e Indonésia.

No cenário nacional, registrou-se uma alta de 5,7% em relação aos números do atlas de 2021, quando se somavam pouco mais de 15 milhões de casos de diabetes.

O documento também chama a atenção para o número de mortes desencadeadas pela doença, para a falta de diagnóstico e para o aumento nas despesas com tratamento do quadro e de suas complicações.

Segundo a IDF, ocorreram em 2024 3,4 milhões de óbitos ligados ao diabetes – ou seja, a doença matou uma pessoa a cada 6 segundos. No Brasil, foram 111 000 mortes causadas pela doença.

“Mas devemos lembrar que esses dados estão subestimados, pois, inúmeras vezes, o diabetes não é considerado a causa de morte em si, mas um fator contribuinte. Isso acontece com o infarto do coração e o derrame cerebral”, esclarece o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da USP de Ribeirão Preto. “O diabetes matou 20 vezes mais que a dengue em 2024”.

O especialista destaca também o alto percentual estimado pela IDF de brasileiros com a doença sem o devido diagnóstico. O atlas aponta que 32% dos adultos com níveis de glicose no sangue alterados, sujeitos às complicações do diabetes, circulam sem saber da presença da doença.

“Fora isso, cerca de 11% dos adultos no país têm pré-diabetes. Isso significa que são 17,7 milhões de cidadãos correndo o risco de desenvolver diabetes já já”, diz Couri.

O custo da doença também impressiona. Somos o terceiro país no mundo em gastos com diabetes, alocando 45 bilhões de dólares para o tratamento do problema e de suas sequelas – quando mal controlada, a enfermidade pode provocar de problemas cardiovasculares e amputação de membros a cegueira e falência renal. “Em termos de despesas, perdemos apenas para potências como EUA e China”, observa o endocrinologista.

O levantamento internacional também revela que 11% das gestações no país evoluíram com a presença do diabetes. Outro dado alarmante, pois o diabetes gestacional aumenta o risco de malformações, parto prematuro e complicações para a mãe e o bebê.

Mais um achado digno de nota foi o número de pessoas com diabetes tipo 1, aquele ocasionado pela agressão do sistema imune ao pâncreas. São quase 500 mil brasileiros com o quadro, geralmente diagnosticado na infância ou juventude. Com isso, somos o quarto colocado no ranking global, atrás apenas de EUA, China e Índia.

“Os novos dados do atlas só reforçam o tamanho do diabetes enquanto problema de saúde pública, que requer, com urgência, uma mobilização de autoridades públicas, gestores privados, profissionais de saúde e pacientes. Enfim, de toda a sociedade”, avalia Couri.

Fonte: veja.abril.com.br

 

Curiosidades sobre o SUS e sua importância

O SUS (Sistema Único de Saúde) é o sistema público de saúde do Brasil. Ele foi criado pela Constituição Federal de 1988 e tem como princípio garantir acesso universal, igualitário e gratuito à saúde para todos os brasileiros.

Foto: hospitaldebase.com.br

O SUS está presente na nossa vida, muito mais do que você imagina. Mesmo quando você acha que “não usa o SUS”, ele está lá.

A questão não é defender, precisa melhorar em muitos pontos e cobrar dos responsáveis uma melhor gestão. O SUS possui áreas deficitárias, mas também possui ilhas de excelência, referenciais para o mundo. A valorização do SUS é essencial para que o seu aperfeiçoamento seja uma prioridade política e se dê por meio da continuidade administrativa e ampliação de seus serviços.

Veja, como o SUS, te ajuda todos os dias:

Se machucou e precisou ir a um hospital ou UPA, mesmo sendo particular? Muitos desses lugares, têm parceria com o SUS. Em casos de emergência, o sistema garante atendimento e até transferência, mesmo sem plano de saúde.

Enfrentou uma doença grave e precisou de um transplante? O Brasil é destaque mundial em transplantes realizados pelo sistema público. O SUS cobre tudo: desde a cirurgia até os remédios e o acompanhamento médico.

Você toma vacina? É o SUS que garante. Do seu bebê recém-nascido à sua avó de 90 anos, o SUS oferece vacinação gratuita para todas as idades. Inclusive, na pandemia, foi ele que segurou as pontas.

vacina_dengue_06.jpgFoto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Alguém da sua família precisou fazer hemodiálise? Mais de 90% dos atendimentos são custeados integralmente pelo SUS.

Você toma água potável? O SUS fiscaliza e monitora a qualidade da água em todo país. É saúde pública desde antes a gente ficar doente.

Ficou sabendo do zika vírus e usa repelente? Foi o SUS que monitorou a epidemia, deu resposta emergencial e articulou campanhas públicas de saúde.

Vai à farmácia comprar um remédio genérico mais barato? Adivinha que regula e garante que ele seja seguro e eficaz? O SUS, junto com a ANVISA. É saúde acessível que cabe no nosso bolso.

Remédios genéricosFoto: Agência Brasil

Já precisou de pré-natal ou parto no hospital? mais de 80% dos partos no Brasil, são realizados pelo SUS. E o pré-natal é 100% gratuito – com exames, consultas e ultrassonografias.

Você é da turma da CLT?  Trabalha de carteira assinada? O exame admissional, os exames periódicos, os atestados médicos e as campanhas de saúde ocupacional são baseadas em diretrizes do SUS.

Já usou camisinha ou pílula do dia seguinte distribuída  de graça? Isso também é política pública de saúde. O SUS garante acesso à contracepção e prevenção de IST’s.

Já foi atendido em mutirões de saúde, campanhas contra dengue ou testagem de HIV? É o SUS atuando na prevenção – que evita gastos maiores e salva vidas silenciosamente.

Sua cidade tem vigilância sanitária, combate a zoonoses, controle da dengue e outras endemias? Tudo isso é SUS. Mesmo que você nunca tenha ido a um posto de saúde, o SUS vai até você.

E o SAMU (Serviço de Atenção Móvel de Urgência)! Esse já ajudou a salvar milhões de pessoas.

ambulâncias do samu.jpgFoto: Rafael Nascimento/MS

Se você leu até aqui, nunca precisou de nenhuma dessas coisas, você faz parte de uma minoria privilegiada. Só que mais de 70% da população brasileira não teve esse mesmo privilégio.

O SUS é um sistema para o Brasil e não um subsistema para os pobres, por isso a necessidade de defendê-lo, reconhecer suas conquistas e pleitear ainda mais avanços.

Fonte: Futrikei e Internet

5 alimentos que ajudam você a driblar a fome e se manter firme na dieta

A fome é uma das grandes inimigas de quem está seguindo uma alimentação equilibrada para emagrecer.

Quando sente muita fome, a pessoa não consegue se controlar e acaba fazendo escolhas menos saudáveis e mais calóricas, que prejudicam o emagrecimento e a saúde.

Para evitar isso, é muito importante que seu cardápio tenha alimentos que garantam saciedade e ajudem a driblar a fome. Veja 5 opções.

Duas fatias de torrada com abacate e ovos cozidos - MetrópolesFoto: metropoles.com

Abacate

A fruta proporciona saciedade porque é rica em gordura monoinsaturada, nutriente que demora para ser digerido. O consumo dessa gordura boa para a saúde ajuda a reduzir o colesterol, a proteger o coração e a diminuir o acúmulo de gordura corporal. O abacate ainda tem fibras, que também contribuem para controlar a fome e melhoram o funcionamento intestinal.

Castanhas

Também fornecem gorduras boas, fibras e carboidratos complexos, que demoram mais para ser digeridos. Contêm ômega 3, nutriente com ação anti-inflamatória. Porém, é preciso tomar cuidado, pois esses alimentos são muito calóricos e é fácil exagerar na porção. A recomendação é comer só um punhado por dia.

Iogurte grego - MetrópolesFoto: metropoles.com

Aveia

O cereal é uma boa opção para aumentar a ingestão de fibras ao consumir frutas, iogurtes e vitaminas.

Salada

Começar o almoço e o jantar pelos vegetais ajuda a aumentar a porção de fibras nessas refeições, fazendo com que a fome demore a chegar. Quanto mais colorida a salada, melhor. Adicione legumes crus e cozidos para diversificar os nutrientes e finalize com um pouco de azeite.

Carnes, ovos e queijos magros

As proteínas geram saciedade por serem digeridas lentamente e ajudam no aumento da massa muscular. O nutriente deve estar presente em todas refeições. No almoço, capriche nas carnes (bovina, suína, de frango e peixe), ovos e leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilha). Ovos e laticínios são opções para o café da manhã e lanches intermediários. O queijo cottage é uma boa escolha, pois tem menos gordura que outros tipos.

Fonte: Viva Bem / uol

Aumento de casos de câncer colorretal entre jovens adultos, liga o sinal de alerta.

Dados representam um alerta para a população e a necessidade de medidas preventivas imediatas com mudanças de estilo de vida, combate ao sedentarismo e dieta saudável

Câncer de intestino preocupa jovens e adultos; conheça os riscos e sintomas | NewslabFoto: Newslab

Um novo estudo publicado na renomada revista The Lancet Oncology revela uma tendência preocupante entre jovens adultos (25 a 49 anos): o aumento significativo na incidência de câncer colorretal em 27 dos 50 países analisados. Essa tendência contrasta com a estabilização ou diminuição dos casos entre adultos mais velhos (acima de 50 anos) em muitas nações. A pesquisa identificou um crescimento especialmente acentuado em países como Chile, Nova Zelândia, Noruega, Porto Rico e Inglaterra, com taxas anuais de aumento entre 3% e 4%.

Os resultados destacam que esse fenômeno, antes concentrado em países de alta renda no Ocidente, agora também se manifesta em economias emergentes na Ásia, América Latina e Caribe. “Com dietas ricas em alimentos ultraprocessados, obesidade, e outros fatores ambientais como possíveis causas desse aumento, esses dados são um alerta pois podem representar uma tendência negativa de ocorrência entre os jovens brasileiros”, comenta o Dr. Raphael Brandão, Chefe da Oncologia da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, que também destaca que no estudo, em 14 países, o aumento foi exclusivo para a faixa etária jovem, enquanto em 13 houve crescimento tanto em jovens quanto em adultos mais velhos, mas com maior aceleração entre os jovens.

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), no Brasil, o número estimado de casos novos de câncer de cólon e reto (ou câncer de intestino), para cada ano do triênio de 2023 a 2025, é de 45.630 casos, correspondendo a um risco estimado de 21,10 casos por 100 mil habitantes, sendo 21.970 casos entre os homens e 23.660 casos entre as mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 20,78 casos novos a cada 100 mil homens e de 21,41 a cada 100 mil mulheres.

Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de cólon e reto ocupam a terceira posição entre os tipos de câncer mais frequentes no Brasil. As maiores taxas de incidência são observadas na Região Sudeste para homens e mulheres. Nela, é o segundo mais incidente entre os homens (28,62 casos por 100 mil), assim como no Centro-oeste (17,25 por 100 mil). Na Região Sul (26,89 por 100 mil), é o terceiro tumor mais frequente. Nas Regiões Nordeste (10,99 por 100 mil) e Norte (7,05 por 100 mil), ocupam a quarta posição. Entre as mulheres, é o segundo mais frequente nas Regiões Sudeste (28,88 por 100 mil), Sul (26,04 por 100 mil) e Centro-oeste (16,92 por 100 mil). Na Região Norte (7,78 por 100 mil), é o terceiro câncer mais incidente; e, na Região Nordeste (13,08 por 100 mil), o quarto.

iStockFoto: iStock

“O câncer de cólon e reto abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon, no reto, que corresponde ao final do intestino imediatamente antes do ânus, e no ânus. É uma doença heterogênea, que se desenvolve predominantemente a partir de mutações genéticas em lesões benignas, como pólipos adenomatosos e serrilhados”, explica o oncologista, Dr. Brandão.

Estudos relacionam dietas ricas em bebida alcoólica, carne vermelha e embutidos com uma maior incidência de câncer colorretal. O especialista explica ainda que é importante estar atento a sintomas principais como sangramento retal e perda de peso inexplicável.

Sinais para procurar um médico

  • Presença de sangue nas evacuações, seja sangue vivo ou escuro, misturado às fezes, com ou sem muco.
  • Sintomas irritativos, como alteração do hábito intestinal e que provoca diarreia crônica e necessidade urgente de evacuar, com pouco volume fecal.
  • Sintomas obstrutivos, como afilamento das fezes, sensação de esvaziamento incompleto, constipação persistente de início recente, cólicas abdominais frequentes associadas a inchaço abdominal.
  • Sintomas inespecíficos, como fadiga, perda de peso e anemia crônica.

“Levar uma vida saudável, manter uma dieta rica em alimentos naturais com fibras e praticar atividade física regular são os principais fatores de prevenção da doença, além de procurar ajuda médica ao detectar qualquer um dos sinais”, afirma o especialista.

“Os dados evidenciam que o aumento no câncer colorretal entre jovens adultos é um problema de saúde pública global que demanda conscientização, rastreamento e mudanças no estilo de vida para evitar que essa tendência se torne mais devastadora no futuro”, conclui Dr. Brandão.

Fonte: Hospital São Camilo

O que acontece no seu corpo quando você toma um choque

Todo mundo já vivenciou o susto e a dor de sentir a corrente elétrica passando pelo corpo durante a manipulação de um fio desencapado ou algum eletroeletrônico. Na maioria das vezes, trata-se de uma descarga leve, sem grandes consequências. Mas a depender da intensidade e da extensão do choque, lesões dentro e fora do seu corpo podem aparecer.

Associado a acidentes e passível de prevenção, o choque pode decorrer de descargas na atmosfera ou da eletricidade gerada no ambiente doméstico ou industrial. Exposições profissionais, contato com fios e tomadas residenciais, além de cabos na rua são causas frequentes.

O curioso desses eventos é que mesmo baixas voltagens (a doméstica tem 220 volts) podem levar a consequências tão graves quanto altas voltagens (qualquer voltagem acima de 500 volts). Isso depende do tempo de exposição, tamanho do indivíduo, além do caminho traçado no corpo pela eletricidade.

  • No Brasil, entre 2023 e 2024 ocorreram 759 óbitos por descargas elétricas.
  • Estima-se que ocorram cerca de 1.000 mortes anuais nos EUA pela mesma causa.
  • Naquele país, cerca de 400 delas decorrem de choques de alta voltagem; de 50 a 300 estão associadas a raios.
  • Entre os adultos esses acidentes tendem a ocorrer no ambiente profissional; entre crianças e adolescentes, o doméstico prevalece.
  • Choques elétricos figuram em 4º lugar na lista das causas mais frequentes de traumas no trabalho.
ImagemFoto: Suellen Gomes/Arte UOL

Os efeitos no seu corpo

Choques são considerados queimaduras e elas acontecem não só superficialmente, mas podem atravessar a pele atingindo outros tecidos e sistemas internos.

As consequências desses eventos dependerão da classificação do choque —de alta ou baixa voltagem— mas geralmente poderão ser observadas as seguintes condições:

As queimaduras correm pelo corpo

Esta é a principal possível consequência do choque, mas a literatura médica relata que nem sempre a lesão pode ser visível na área externa da pele.

Nos quadros em que elas são perceptíveis, as queimaduras são grandes e se estendem pelo corpo. A corrente elétrica utiliza músculos e outros tecidos para fazer seu percurso. Por onde passa, vai causando danos.

Em geral pode ser identificada uma região de entrada —a principal delas é a mão— e uma de saída.

Altas voltagens podem provocar queimaduras em grande quantidade de músculos. As células musculares são quebradas, e elas liberam e elas liberam uma enzima (creatinofosfoquinase ou CPK), capaz de provocar uma lesão renal (rabdomiólise).

O coração sofre

A depender da intensidade da descarga elétrica, a resposta muscular pode ser apenas a sensação dolorosa ou contrações musculares. Já choques mais graves podem alterar a forma como o coração trabalha.

Quando o choque entra no seu corpo ele encontra isolantes térmicos naturais: a pele e a gordura sobre ela. Quanto mais espessa for a pele, maior a resistência ao fluxo da eletricidade.

Nos choques intensos, porém, a corrente elétrica consegue romper essa barreira e alcança os músculos.

Como o coração é um músculo que também é movido por cargas elétricas que regulam o batimento cardíaco, quando o choque chega nele pode provocar um descompasso.

Os médicos chamam esse quadro de arritmia. A depender da gravidade, ela pode evoluir para uma parada cardíaca. Este é considerado o maior risco associado a choques de baixa voltagem (abaixo de mil volts).

Eletricista? Conheça as causas e as consequências do choque elétrico Artigos CPTFoto: cpt.com.br

Pressão sobre cérebro e nervos

Como a cabeça representa a segunda entrada mais comum do fluxo de eletricidade, um percurso que passe pelo cérebro e pelo SNC (sistema nervoso central) pode ter efeitos que englobam alterações neurológicas e nervosas, que poderão ser identificadas por meio de variadas manifestações, tais como:

  • Convulsões
  • Hemorragia
  • Alterações na memória
  • Irritabilidade
  • Sensação de entorpecimento
  • Formigamento
  • Perda da urina (incontinência)

Perda de líquidos acelerada

Com os tecidos do corpo “em chamas”, o organismo busca manter o equilíbrio tentando “apagar o fogo” por vários mecanismos, como a liberação de substâncias inflamatórias que promovem a vasodilatação e a expulsão dos líquidos de dentro dos vasos sanguíneos. Tal mecanismo leva ao inchaço e também pode gerar desidratação.

O principal foco do tratamento inicial desses pacientes é a hidratação que é oferecida já no pronto-socorro para reduzir as lesões na proporção dos danos já identificados.

A ideia é conter as consequências das lesões como a probabilidade de alterações nos rins e da queda da pressão, especialmente quando há mudança no batimento cardíaco.

E quando a causa for um raio?

A potência da descarga elétrica natural é grande, dura alguns segundos, mas seus efeitos podem ser leves, porque a probabilidade de danos internos é menor, especialmente quando comparados às lesões causados por acidentes derivados da eletricidade gerada.

A questão é que ele pode causar um curto-circuito no coração e no cérebro, o que pode ser fatal.

Alterações no batimento cardíaco podem levar à interrupção da respiração, que pode afetar o cérebro e as funções que ele rege.

A perfuração dos tímpanos já foi descrita na literatura médica, assim como lesões nos olhos, como cataratas.

Lesão por impacto também é uma possibilidade. Isso porque basta que a pessoa esteja apenas próxima ao objeto principal atingido pelo raio para ser arrebatada por ele.

ImagemFoto: iStock / Viva Bem / Uol

O que fazer nessa hora

Caso presencie um choque no ambiente familiar você só deve socorrer a pessoa após desligar o disjuntor elétrico ou a chave geral. Uma boa medida é saber exatamente onde esses dispositivos estão localizados para agir o mais rápido possível.

Mesmo em casos leves, onde não se observam danos aparentes, é sempre indicado buscar por uma avaliação médica, principalmente entre os pequenos.

Chame o serviço de emergência (193) nas seguintes situações:

  • Perda da consciência, mesmo que por breve tempo.
  • Alterações na respiração (mais lenta ou mais rápida).
  • Alterações no batimento do coração (irregular, mais rápido ou mais lento).

Efeitos de longo prazo

Além da internação de longa permanência e processo de reabilitação intenso, pode ser difícil voltar às atividades normais conforme o tamanho das lesões musculares. Além disso, a literatura médica descreve algumas possíveis sequelas decorrentes a choques graves:

  • Zumbido
  • Convulsão
  • Perda do equilíbrio
  • Alteração na memória
  • Irritabilidade
  • Estresse pós-traumático
  • Dor
  • Fadiga
  • Contrações musculares
  • Dor de cabeça
  • Rigidez nas juntas, entre outros

Como prevenir acidentes

Seja no ambiente de trabalho, seja em casa, providencie que todos os dispositivos de eletricidades estejam bem instalados, em bom estado de conservação e disponham de fio terra. Certifique-se de que tais instalações sejam feitas por profissionais qualificados.

No trabalho, é importante seguir as medidas de segurança pessoal, como uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual), jamais subestimando o risco de tomar um choque.

Além disso, coloque em prática as seguintes medidas:

  • Desligue a corrente geral da casa antes de mexer em qualquer tipo de fiação.
  • Antecipe riscos no ambiente familiar, providenciando coberturas de segurança em tomadas e quadros de energia.
  • Mantenha os fios elétricos fora do alcance dos pequenos e mantenha-os sempre encapados com material isolante.
  • Seja cuidadoso no uso de ferramentas elétricas.
  • Mantenha aparelhos elétricos fora de superfícies ou ambientes úmidos, como o chuveiro.
  • Áreas úmidas da casa devem ter interruptores diferenciais que cortam o circuito elétrico quando existem oscilações.
  • Use chinelos de borracha durante o banho, caso esteja em locais onde não conheça as condições das instalações elétricas.
  • Mantenha-se seguro em condições de tempestade com raios. Caso esteja em locais, abertos, piscina, mar, prefira abrigar-se em prédios que tenham para-raios, ou mesmo dentro de veículos (carro, caminhão) que possuem componentes isolantes como a borracha.
  • Evite terrenos elevados, objetos metálicos e resista à ideia de se abrigar sob uma única árvore durante chuvas intensas com raios.

Fonte: Viva Bem / Uol

Dia Mundial de Conscientização do Autismo – 2 de abril

Dia Mundial de Conscientização do Autismo é importante para levar informação de qualidade à população e, assim, reduzir o preconceito e discriminação sobre esse transtorno.

O dia 2 de abril é definido como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data voltada para a conscientização da sociedade sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O TEA é um transtorno que se caracteriza, entre outras manifestações, por dificuldade de interação social e presença de comportamentos repetitivos. Apresenta diferentes graus, classificados de leve à grave.

O quebra-cabeça é usado para simbolizar o TEA, pois faz referência à complexidade do transtorno.O quebra-cabeça é usado para simbolizar o TEA, pois faz referência à complexidade do transtorno.

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi definido pela Organização das Nações Unidas (ONUem 2007 e é comemorado no dia 2 de abril. É uma data importante, pois muitas pessoas não compreendem o que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo fundamental a propagação de informação de qualidade. Entender melhor esse transtorno é chave para o fim do preconceito e da discriminação que cercam as pessoas com TEA, as quais apresentam apenas uma forma diferente de agir e encarar o mundo.

De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, uma em cada 160 crianças possui TEA. Ainda de acordo com a Organização, tem-se observado um aumento de casos no mundo, o que pode ser explicado pelo aumento da conscientização sobre o tema e uma maior busca pelo diagnóstico.

Sendo assim, o Dia Mundial de Conscientização do Autismo é também importante para que mais pessoas sejam diagnosticadas precocemente e tenham acesso a terapias, as quais podem ser decisivas para seu desenvolvimento.

Foto: amazoniasemfronteiras.com

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do desenvolvimento neurológico, que não apresenta cura, mas pode ter seus sintomas suavizados com um acompanhamento adequado e precoce do paciente. Apesar de não haver uma causa bem estabelecida, acredita-se que fatores ambientais e genéticos podem estar envolvidos.

O TEA é observado logo nos primeiros anos de vida, mas os sintomas nem sempre são os mesmos para todos os indivíduos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o transtorno caracteriza-se por “dificuldades de comunicação e interação social e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritivos”.

Alguns dos sinais do TEA que podem ser observados em crianças no primeiro ano de vida são: não responder ao nome, sentir grande incômodo quando colocadas em ambientes com sons altos, ter interesse maior por objetos do que por pessoas, pouco contato visual, enfileirar objetos e não aceitar toque. Vale salientar que o TEA apresenta diferentes graus, sendo possível encontrar pessoas com quadros considerados leves e pessoas com quadros mais graves, as quais necessitaram de cuidados especiais ao longo da vida.

Infelizmente, muitas pessoas são diagnosticadas tardiamente com TEA, sendo o diagnóstico realizado, em média, quando a criança apresenta entre 4 e 5 anos. O diagnóstico tardio é prejudicial para ela, uma vez que as terapias são importantes para o seu desenvolvimento completo. Aproveite a oportunidade e leia mais sobre o Transtorno do Espectro Autista.

Lei Romeo Mion

No ano de 2020, foi sancionada a Lei nº 13.977, que institui a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea). A lei ficou conhecida como Lei Romeo Mion, em homenagem ao filho do apresentador Marcos Mion, que possui o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Com essa iniciativa, a pessoa com TEA terá direito a uma carteira de identificação, que, segundo o texto da lei, terá como objetivo “garantir atenção integral, pronto atendimento e prioridade no atendimento e no acesso aos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social” para esse público. Para identificar a prioridade à pessoa com TEA, os estabelecimentos poderão utilizar como símbolo a fita quebra-cabeças (ver figura a seguir).

A fita quebra-cabeça identifica a prioridade de atendimento para pessoas com TEA.A fita quebra-cabeça identifica a prioridade de atendimento para pessoas com TEA.

A aprovação dessa lei é um marco importante, pois garante mais uma vitória às pessoas com esse transtorno. Vale salientar que, apesar dos avanços nos últimos anos, temos um longo caminho a ser percorrido até que se conheça completamente o TEA e que as pessoas com esse transtorno tenham seus direitos respeitados.

Fonte: mundoeducacao.uol.com.br

Bahia registra mais de mil casos de picadas de escorpião em 2025; Vitória da Conquista lidera ocorrências

A Bahia registra um aumento preocupante nos casos de picadas de escorpião em 2025, com mais de mil ocorrências já registradas, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Os dados do Centro de Informação e Assistência Toxicológica da Bahia (CIATox-BA) revelam que, em 2024, foram 24.049 acidentes com escorpião, resultando em seis óbitos.

As cidades com maior incidência de acidentes em 2024 foram Vitória da Conquista (1.012), Jequié (555), Feira de Santana (547), Irecê (406) e Seabra (360). O município de Vitória da Conquista lidera o ranking pelo segundo consecutivo, e a tendência se mantém em 2025, com mais de 60 casos já registrados.

Imagem de um escorpião amarelo Foto: SMS Setor de Zoonoses e Vetores – BN

A gravidade das picadas de escorpião varia, com sintomas como dor intensa, inchaço, náusea, vômito e, em casos graves, problemas cardiorrespiratórios.

Para prevenir acidentes, é essencial manter a casa limpa e organizada, vedar portas e janelas, usar repelentes e inspecionar calçados e roupas antes de usar. Em caso de picada, procure atendimento médico imediato, lave a área com água e sabão, mantenha a calma e aplique compressas frias. Não corte ou sugue a picada.

Escorpião amarelo — Foto: ButantanFoto: Butantan – g1

As espécies de escorpião de maior relevância na Bahia são o escorpião-amarelo (T. serrulatus), o escorpião-marrom (T. bahiensis) e o escorpião-amarelo-do-nordeste (T. stigmurus).

Fonte: Bahia Notícias

 



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