:: ‘Tecnologia’
Janja reconhece quebra de protocolo em jantar com Xi Jinping, mas diz que ‘não vai se calar’
Primeira-dama usou discurso em Brasília para defender conduta em jantar em Pequim – quando causou constrangimento ao pedir a palavra para criticar algoritmos do TikTok.
A primeira-dama, Janja da Silva, rebateu em discurso nesta segunda-feira (19) as críticas que sofreu por ter “quebrado o protocolo” ao pedir a palavra em um jantar oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim na semana anterior.
Na ocasião, Janja protagonizou um “climão” ao falar dos efeitos nocivos da plataforma chinesa TikTok e acusar a rede social de favorecer a direita.
Como noticiaram os colunistas Andréia Sadi e Valdo Cruz no g1, não havia previsão de falas nesse evento e a situação foi vista como “constrangedora” pelos presentes.
Nesta segunda, Janja participou de um evento do Ministério dos Direitos Humanos sobre o combate à violência sexual contra crianças e adolescentes. E, ao falar dos riscos gerados pelas redes sociais, fez referência ao episódio.
“Em nenhum momento eu calarei a minha voz para falar sobre isso. Em nenhum momento, em nenhuma oportunidade. Não há protocolo que me faça calar se eu tiver uma oportunidade de falar sobre isso com qualquer pessoa que seja, do maior grau ao menor grau, do mais alto nível à qualquer cidadão comum”, disse Janja.
“Eu quero dizer que a minha voz vocês podem ter certeza que vai ser usada para isso. E foi para isso que ele foi usada na semana passada quando eu me dirigi ao presidente Xi Jinping após a fala do meu marido [Lula] sobre uma rede social.”
“Eu quero dizer que eu, como mulher, não admito que alguém me dirija dizendo que eu tenho que ficar calada. Eu não me calarei quando for para proteger a vida das nossas crianças e dos nossos adolescentes”, disse.
Já no começo do discurso, enquanto cumprimentava as outras autoridades, Janja ironizou as críticas que recebeu por ter pedido a palavra no jantar com Xi Jinping.
“Eu fico feliz que vocês me convidaram e que eu vou poder falar, que eu não vou precisar ficar calada. O protocolo aqui me deixa falar, né, Macaé?”, perguntou à ministra Macaé Evaristo (Direitos Humanos), sob aplausos.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Responsabilização das plataformas
Janja defendeu a responsabilização das plataformas digitais no Brasil como uma forma de combater crimes contras crianças e adolescentes.
A primeira-dama apoia a regulamentação das plataformas, ideia defendida no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“As redes sociais, os jogos online, os grupos de mensagem, todos os espaços digitais fazem parte do cotidiano dos nossos filhos, das nossas crianças e adolescentes e, como qualquer espaço, há riscos. A violência virtual, o aliciamento, o bullying digital e o acesso a conteúdos impróprios e criminosos podem acontecer a qualquer momento”, afirmou.
A primeira-dama declarou que ficou “em choque” quando tomou conhecimento da história de uma menina de 8 anos que morreu após inalar desodorante aerossol. Segundo a família, a menina participou de um desafio lançado em uma rede social.
Virginia Fonseca na CPI das Bets
A influenciadora respondeu questionamentos sobre cachês recebidos por publicidades e contratos com grandes empresas de apostas online.
A influenciadora digital Virginia Fonseca esteve na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets, no Senado Federal. Durante a sessão, Virginia respondeu questionamentos sobre cachês recebidos por publicidades e contratos com grandes empresas de apostas online.
Foto: Internet
Virginia, que obteve na noite de segunda-feira (12) um habeas corpus do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), garantindo o direito de ficar em silêncio e não se autoincriminar, respondeu à maioria das perguntas. Ela se recusou apenas a responder sobre o maior valor recebido em propaganda para empresas de apostas.
“Me reservo ao direito de ficar calada”, disse a influenciadora ao ser questionada pela relatora da CPI, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS).
“A influenciadora afirmou que os valores recebidos por campanhas com empresas de apostas foram devidamente declarados à Receita Federal. Ela também negou ter recebido qualquer percentual extra — o chamado “cachê da desgraça” — com base nas perdas de seguidores em sites de apostas.”
Segundo Virginia, a fortuna milionária que conquistou não foi “graças a contratos com bets” e sim pelo trabalho com sua marca de cosméticos e maquiagens, a Wepink. Além das demais publicidades e empresas em outras áreas.
“Eu já tinha 30 milhões de seguidores quando divulguei [bets] e tenho a minha empresa. […] Ano passado [a minha empresa] faturou R$ 750 milhões, se não me engano. Então, eu não fiquei milionária com bet, não”, afirmou.
Com mais de 53 milhões de seguidores no Instagram, Virginia já divulgou grandes empresas de apostas digitais e destacou que trabalhou apenas com marcas regulamentadas no Brasil: “Nunca aceitei fazer publicidade para casa de apostas que não estão regulamentadas”.
Virgínia foi tietada pelo senador Cleitinho (Republicanos). — Foto: Reprodução/TV Senado
Instalada em novembro de 2024, a CPI das Bets tem objetivo de investigar a influência dos jogos de apostas online no orçamento das famílias brasileiras, além da possível associação com organizações criminosas envolvidas em práticas de lavagem de dinheiro.
Um outro braço da apuração quer identificar como influenciadores digitais promovem grandes empresas de apostas online em suas mídias e como são remunerados pela prática que é considerada antiética, uma vez que ilude os apostadores.
Desentendimento Soraya Thronicke
No fim da sessão, Virginia se exaltou após a senadora Soraya Thronicke anunciar a exibição de um vídeo em que a influenciadora aparece dizendo que “está viciada” em jogar “com cautela”. O presidente da comissão, senador Dr. Hiran (PP-RR), interferiu e pediu respeito à relatora.
“Pega vídeo recente, Soraya. Você está pegando vídeo lá de 2022. O negócio nem tinha as coisas [regulamentações do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária], pega um vídeo recente”, reclamou. “Desculpa por ter estressado um pouco aqui”, complementou.
Nas considerações finais, Soraya disse admirar o trabalho da influenciadora e que a seguiria nas redes sociais, Virginia então respondeu que seguiria de volta e ambas posaram juntas para uma foto.
Virginia Fonseca e Soraya Thronicke – Foto: TV Globo
Fonte: CNN Brasil
Já notou o risquinho nas teclas F e J do teclado? Tem um motivo genial.
Essas pequenas protuberâncias servem como guias tátieis, que tem como objetivo de facilitar a digitação às cegas, mantendo a posição e a orientação correta das mãos.
Foto: Barbara Mannara/TechTudo
Existe um mistério que intriga usuários de computadores e notebooks: “O que são os risquinhos nas teclas F e J do teclado?”. Contrariando a expectativa por uma resposta aleatória, essas pequenas protuberâncias servem como um guia tátil para os dedos indicadores da mão direita e da mão esquerda. O objetivo é facilitar a digitação às cegas, que nada mais é que uma técnica de digitar sem olhar para o teclado, usando a memória muscular para localizar as teclas.
Além dos risquinhos nas teclas F e J, existe um terceiro na tecla 5 do teclado numérico. O posicionamento central das teclas escolhidas para apresentar esse indicador tátil também não é mera coincidência. Tanto no teclado numérico, quanto no QWERTY, a ideia é que as marcações sejam usadas como referência para saber o posicionamento das teclas ao redor de maneira mais eficiente. Nas linhas a seguir, confira tudo o que você precisa saber sobre os risquinhos nas teclas e como eles podem te auxiliar na digitação.
Fonte: Techtudo
Ao menos 56 crianças morreram vítimas de desafios online nos últimos 12 anos.
A secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça, Lilian Melo, disse que a pasta planeja a criação de um aplicativo para restringir o acesso de crianças a conteúdos inadequados.
De 2014 a 2025, ao menos 56 crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 18 anos, morreram no Brasil em decorrência de desafios compartilhados nas redes sociais. Os dados são do Instituto DimiCuida e se baseiam em casos noticiados na imprensa ou famílias que procuram organizações da sociedade civil dedicadas à temática. Neste domingo (13), a menina Sarah Raissa Pereira de Castro, de 8 anos, morreu vítima do chamado “desafio do desodorante”.
Em entrevista, a secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça, Lilian Melo, defendeu a criação de um espaço de denúncia de crimes como este e disse que a pasta planeja a criação de um aplicativo para restringir o acesso de crianças a conteúdos inadequados na internet.
— A nossa visão é de poder ir além de uma verificação etária que é uma autodeclaração, que aparece uma janela com a pergunta ‘você tem 18 anos?’ E uma criança de 12 anos diz ‘tenho’ e está tudo bem, ninguém faz mais nada, é muito insuficiente. É um consenso que precisamos construir um próximo passo — disse a secretária.
Foto: O Globo
Caso Sarah
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instaurou, neste domingo (13), um inquérito para apurar o ocorrido. A menina inalou o conteúdo de um desodorante aerossol na última quinta-feira (10), o que causou uma parada cardiorrespiratória.
Sarah foi socorrida e levada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), onde chegou a ser reanimada após cerca de uma hora. Apesar dos esforços médicos, ela não apresentou sinais de atividade neurológica, tendo sua morte cerebral confirmada ainda no hospital.
O caso foi registrado oficialmente apenas neste domingo, quando a família procurou a 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro) para relatar o ocorrido. A investigação tenta descobrir como a criança teve acesso ao conteúdo do desafio e quem são os responsáveis por sua disseminação nas redes sociais.
De acordo com o delegado-chefe João Ataliba, se for comprovado que houve dolo ou grave negligência por parte de quem propôs ou divulgou o “jogo”, os envolvidos podem ser responsabilizados por homicídio duplamente qualificado, crime cuja pena pode chegar a 30 anos de prisão.
Em uma rede social, uma tia de Sarah fez um apelo emocionado, pedindo atenção redobrada dos pais e responsáveis quanto aos perigos dos desafios online. “É preciso falar sobre isso. Crianças estão morrendo por causa de brincadeiras perigosas e sem sentido”, escreveu.
Fonte: O Globo
Lobo-terrível: ciência traz de volta à vida espécie extinta há 12 mil anos
Uma startup norte-americana alega que conseguiu recriar uma espécie de lobos pré-históricos a partir de um DNA antigo. Os lobos-terríveis estão extintos há 12 mil anos, mas a Colossal Biosciences afirmou que três exemplares nasceram em outubro e estão sendo mantidos em uma reserva natural de localização desconhecida.
Os filhotes Rômulo, Remo e Khaleesi seriam a prova de que é possível “reviver” espécies a partir da modificação de características de animais ainda existentes na Terra. O lobo-terrível (ou dire wolf, em inglês) ficou conhecido por suas aparições nas oito temporadas da série de ficção “Game of Thrones”.
Foto: CNN Brasil
Preservados no piche
O código genético foi obtido a partir de fragmentos de lobos-terríveis recuperados dos poços de La Brea, um sítio de piche — áreas onde uma forma espessa de petróleo bruto aflora à superfície da Terra — em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Esses locais são conhecidos por serem valiosos para arqueologia e paleontologia, já que criam armadilhas naturais que, ao longo de milhares de anos, aprisionaram animais, plantas e até artefatos humanos.
O piche age como um conservante natural e preserva ossos, penas, peles, sementes, madeira e outros materiais orgânicos, impedindo que essas peças se degradem.
De acordo com a empresa, em La Brea foram encontrados milhares de esqueletos de lobos-terríveis, no entanto, por causa da alta temperatura do petróleo bruto, o DNA do material estava comprometido.
Para conseguir aproveitar as peças encontradas, uma equipe internacional de mais de 50 cientistas examinou 46 restos mortais de lobos pré-históricos em busca de DNA viável e conseguiu recuperar 0,1% do genoma.
Mesmo que sejam parecidos com espécies atuais, os terríveis têm uma linhagem genética diferente que não permite que filhotes com outros canídeos — família que abrange cães, lobos, chacais, coiotes e raposas — sejam viáveis.
Lobo-terrível atualmente, já com cinco meses. — Foto: Colossal Biosciences
Criação dos filhotes
A Colossal Biosciences teria, então, conseguido recuperar o material 500 vezes mais do que qualquer equipe de pesquisadores anterior a partir de um dente com 13 mil anos e de um crânio com 72 mil anos, e criado os três filhotes.
Para, segundo a empresa, garantir a transparência com o retorno da espécie, está compartilhando em seus canais oficiais a jornada de Rômulo, Remo e Khaleesi, desde seu planejamento genético até seu momento atual, com cinco meses.
A startup afirma que continuará seus esforços para restaurar espécies perdidas que não tiveram um parente geneticamente similar em milhões de anos, como o lobo-terrível.
Lobos-terríveis na mídia
Além de estarem presentes em diversas temporadas da série ficcional “Game of Thrones”, essa espécie aparece em outras criações do entretenimento como o jogo de RPG, “Dungeons & Dragons” e o jogo de videogame “ARK: Survival Evolved”.
Além disso, o lobo-terrível aparece na música “Dire Wolf”, da banda Grateful Dead, lançada em 1970.
Fonte: CNN Brasil
O que acontece no seu corpo quando você toma um choque
Todo mundo já vivenciou o susto e a dor de sentir a corrente elétrica passando pelo corpo durante a manipulação de um fio desencapado ou algum eletroeletrônico. Na maioria das vezes, trata-se de uma descarga leve, sem grandes consequências. Mas a depender da intensidade e da extensão do choque, lesões dentro e fora do seu corpo podem aparecer.
Associado a acidentes e passível de prevenção, o choque pode decorrer de descargas na atmosfera ou da eletricidade gerada no ambiente doméstico ou industrial. Exposições profissionais, contato com fios e tomadas residenciais, além de cabos na rua são causas frequentes.
O curioso desses eventos é que mesmo baixas voltagens (a doméstica tem 220 volts) podem levar a consequências tão graves quanto altas voltagens (qualquer voltagem acima de 500 volts). Isso depende do tempo de exposição, tamanho do indivíduo, além do caminho traçado no corpo pela eletricidade.
- No Brasil, entre 2023 e 2024 ocorreram 759 óbitos por descargas elétricas.
- Estima-se que ocorram cerca de 1.000 mortes anuais nos EUA pela mesma causa.
- Naquele país, cerca de 400 delas decorrem de choques de alta voltagem; de 50 a 300 estão associadas a raios.
- Entre os adultos esses acidentes tendem a ocorrer no ambiente profissional; entre crianças e adolescentes, o doméstico prevalece.
- Choques elétricos figuram em 4º lugar na lista das causas mais frequentes de traumas no trabalho.
Foto: Suellen Gomes/Arte UOL
Os efeitos no seu corpo
Choques são considerados queimaduras e elas acontecem não só superficialmente, mas podem atravessar a pele atingindo outros tecidos e sistemas internos.
As consequências desses eventos dependerão da classificação do choque —de alta ou baixa voltagem— mas geralmente poderão ser observadas as seguintes condições:
As queimaduras correm pelo corpo
Esta é a principal possível consequência do choque, mas a literatura médica relata que nem sempre a lesão pode ser visível na área externa da pele.
Nos quadros em que elas são perceptíveis, as queimaduras são grandes e se estendem pelo corpo. A corrente elétrica utiliza músculos e outros tecidos para fazer seu percurso. Por onde passa, vai causando danos.
Em geral pode ser identificada uma região de entrada —a principal delas é a mão— e uma de saída.
Altas voltagens podem provocar queimaduras em grande quantidade de músculos. As células musculares são quebradas, e elas liberam e elas liberam uma enzima (creatinofosfoquinase ou CPK), capaz de provocar uma lesão renal (rabdomiólise).
O coração sofre
A depender da intensidade da descarga elétrica, a resposta muscular pode ser apenas a sensação dolorosa ou contrações musculares. Já choques mais graves podem alterar a forma como o coração trabalha.
Quando o choque entra no seu corpo ele encontra isolantes térmicos naturais: a pele e a gordura sobre ela. Quanto mais espessa for a pele, maior a resistência ao fluxo da eletricidade.
Nos choques intensos, porém, a corrente elétrica consegue romper essa barreira e alcança os músculos.
Como o coração é um músculo que também é movido por cargas elétricas que regulam o batimento cardíaco, quando o choque chega nele pode provocar um descompasso.
Os médicos chamam esse quadro de arritmia. A depender da gravidade, ela pode evoluir para uma parada cardíaca. Este é considerado o maior risco associado a choques de baixa voltagem (abaixo de mil volts).
Foto: cpt.com.br
Pressão sobre cérebro e nervos
Como a cabeça representa a segunda entrada mais comum do fluxo de eletricidade, um percurso que passe pelo cérebro e pelo SNC (sistema nervoso central) pode ter efeitos que englobam alterações neurológicas e nervosas, que poderão ser identificadas por meio de variadas manifestações, tais como:
- Convulsões
- Hemorragia
- Alterações na memória
- Irritabilidade
- Sensação de entorpecimento
- Formigamento
- Perda da urina (incontinência)
Perda de líquidos acelerada
Com os tecidos do corpo “em chamas”, o organismo busca manter o equilíbrio tentando “apagar o fogo” por vários mecanismos, como a liberação de substâncias inflamatórias que promovem a vasodilatação e a expulsão dos líquidos de dentro dos vasos sanguíneos. Tal mecanismo leva ao inchaço e também pode gerar desidratação.
O principal foco do tratamento inicial desses pacientes é a hidratação que é oferecida já no pronto-socorro para reduzir as lesões na proporção dos danos já identificados.
A ideia é conter as consequências das lesões como a probabilidade de alterações nos rins e da queda da pressão, especialmente quando há mudança no batimento cardíaco.
E quando a causa for um raio?
A potência da descarga elétrica natural é grande, dura alguns segundos, mas seus efeitos podem ser leves, porque a probabilidade de danos internos é menor, especialmente quando comparados às lesões causados por acidentes derivados da eletricidade gerada.
A questão é que ele pode causar um curto-circuito no coração e no cérebro, o que pode ser fatal.
Alterações no batimento cardíaco podem levar à interrupção da respiração, que pode afetar o cérebro e as funções que ele rege.
A perfuração dos tímpanos já foi descrita na literatura médica, assim como lesões nos olhos, como cataratas.
Lesão por impacto também é uma possibilidade. Isso porque basta que a pessoa esteja apenas próxima ao objeto principal atingido pelo raio para ser arrebatada por ele.
Foto: iStock / Viva Bem / Uol
O que fazer nessa hora
Caso presencie um choque no ambiente familiar você só deve socorrer a pessoa após desligar o disjuntor elétrico ou a chave geral. Uma boa medida é saber exatamente onde esses dispositivos estão localizados para agir o mais rápido possível.
Mesmo em casos leves, onde não se observam danos aparentes, é sempre indicado buscar por uma avaliação médica, principalmente entre os pequenos.
Chame o serviço de emergência (193) nas seguintes situações:
- Perda da consciência, mesmo que por breve tempo.
- Alterações na respiração (mais lenta ou mais rápida).
- Alterações no batimento do coração (irregular, mais rápido ou mais lento).
Efeitos de longo prazo
Além da internação de longa permanência e processo de reabilitação intenso, pode ser difícil voltar às atividades normais conforme o tamanho das lesões musculares. Além disso, a literatura médica descreve algumas possíveis sequelas decorrentes a choques graves:
- Zumbido
- Convulsão
- Perda do equilíbrio
- Alteração na memória
- Irritabilidade
- Estresse pós-traumático
- Dor
- Fadiga
- Contrações musculares
- Dor de cabeça
- Rigidez nas juntas, entre outros
Como prevenir acidentes
Seja no ambiente de trabalho, seja em casa, providencie que todos os dispositivos de eletricidades estejam bem instalados, em bom estado de conservação e disponham de fio terra. Certifique-se de que tais instalações sejam feitas por profissionais qualificados.
No trabalho, é importante seguir as medidas de segurança pessoal, como uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual), jamais subestimando o risco de tomar um choque.
Além disso, coloque em prática as seguintes medidas:
- Desligue a corrente geral da casa antes de mexer em qualquer tipo de fiação.
- Antecipe riscos no ambiente familiar, providenciando coberturas de segurança em tomadas e quadros de energia.
- Mantenha os fios elétricos fora do alcance dos pequenos e mantenha-os sempre encapados com material isolante.
- Seja cuidadoso no uso de ferramentas elétricas.
- Mantenha aparelhos elétricos fora de superfícies ou ambientes úmidos, como o chuveiro.
- Áreas úmidas da casa devem ter interruptores diferenciais que cortam o circuito elétrico quando existem oscilações.
- Use chinelos de borracha durante o banho, caso esteja em locais onde não conheça as condições das instalações elétricas.
- Mantenha-se seguro em condições de tempestade com raios. Caso esteja em locais, abertos, piscina, mar, prefira abrigar-se em prédios que tenham para-raios, ou mesmo dentro de veículos (carro, caminhão) que possuem componentes isolantes como a borracha.
- Evite terrenos elevados, objetos metálicos e resista à ideia de se abrigar sob uma única árvore durante chuvas intensas com raios.
Fonte: Viva Bem / Uol
‘Taxa das blusinhas’ mais cara começa hoje (1); saiba mais sobre aumento
Compras internacionais em sites como Shein e Shopee ficam mais caras para os consumidores; entenda o que muda com o aumento das taxas e como saber o valor final.
Foto: folhape.com.br
A partir desta terça-feira (1), as compras internacionais realizadas em lojas online como Shein, Shopee e AliExpress sairão mais caras para o consumidor. Além da ‘Taxa das Blusinhas’, que aumenta em 20% o valor da compra, a alíquota do ICMS passa de 17% para 20%. Juntas, as taxas quase dobram o preço dos produtos importados. A decisão tomada durante a 47º Reunião Ordinária do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e DF (Comsefaz) em dezembro de 2024 revisitou o debate sobre os efeitos da tributação de encomendas internacionais. Veja, a seguir, o que é a ‘taxa das blusinhas’, como calcular o valor final da compra e mais.
O que é a ‘Taxa das Blusinhas’?
‘Taxa das Blusinhas’ é o termo popularmente usado para se referir à taxação de compras internacionais, que entrou em vigor em agosto do ano passado com a sanção da Lei 14.902/2024. A norma recebeu este ‘apelido’ porque diz respeito ao valor de importação de produtos de até US$ 50 (aproximadamente R$ 286,77) em sites como Shein, AliExpress e Shopee. Nesse caso, a alíquota é de 20%. A taxa também se aplica a compras entre US$ 50,01 e US$ 3 mil (R$ 286,83 e R$ 17.206,20), com porcentagem de 60%. Porém, para os produtos mais caros, há uma dedução de US$ 20 no imposto de importação.
Foto: Canva/TechTudo
O que muda a partir de 1° de abril?
Além da taxa sancionada pelo Governo Federal, outra taxa já era aplicada às compras internacionais: o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Até o ano passado, a alíquota era de 17%. Em dezembro de 2024, durante a 47º Reunião Ordinária do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e DF (Comsefaz), os estados brasileiros decidiram aumentar a taxa para 20%. A alteração entra em vigor nesta terça.
A tributação, segundo os governos estaduais e o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), busca equilibrar os impostos entre produtos nacionais e importados, fortalecendo o comércio local e gerando empregos no Brasil. No entanto, consumidores e empresas de e-commerce estrangeiras afirmam que esses impostos elevados prejudicam principalmente os consumidores de baixa renda, que podem ter que pagar até 50% a mais em compras internacionais.
Como calcular o preço final da compra?
Para saber o valor total da compra realizada no exterior, o consumidor terá de somar o preço do produto ao frete, aplicar 20% de Imposto de Importação (II) sobre esse total e, depois, calcular o ICMS, que varia conforme o estado, sobre o novo valor.
Por exemplo, para uma compra com o valor de R$ 50 e frete de R$ 10, o valor do Imposto de Importação será de R$ 12 (20% de R$ 60). Aplicando o ICMS de 20% sobre o resultado, haverá um acréscimo de R$ 12,96. Assim, o valor total será de R$ 84,96. Isso representa um aumento de aproximadamente 69,92%.
Foto: Mariana Saguias/TechTudo
O que as lojas dizem sobre tributação?
A Shein lamentou a decisão do Confaz e disse compreender “a importância do controle das contas públicas para governos estaduais, mas acredita que essa decisão transfere injustamente o ônus tributário para os consumidores, especialmente para as classes de renda mais baixa (C, D e E)”. Em nota, a empresa afirmou que “continuará trabalhando para garantir o acesso a produtos de qualidade e preços acessíveis”.
Para o AliExpress, “essa medida, somada ao aumento de agosto que já havia dobrado os impostos sobre produtos abaixo de US$ 50, impactará diretamente os consumidores brasileiros, já sobrecarregados pelas maiores tarifas de importação do mundo”.
Como isso impacta as compras dos usuários?
O aumento da taxa de importação e do ICMS eleva o custo final dos produtos comprados no exterior, tornando-os menos acessíveis para os consumidores. Esse impacto é significativo para pessoas que recorrem muitas vezes a sites internacionais em busca de preços mais baixos. Com a tributação, as opções de compra são reduzidas e o acesso a determinados bens é limitado.
Além disso, a elevação dos impostos sobre importação pode desestimular as compras em plataformas estrangeiras, afetando o e-commerce global. Por outro lado, essa medida pode beneficiar o comércio nacional, incentivando o consumo de produtos fabricados no país e fortalecendo a economia local. No entanto, os consumidores podem sentir uma redução na variedade de produtos disponíveis e enfrentar preços mais altos no mercado interno.
Fonte: techtudo.com.br
Higiene do sono: Veja como adaptar a rotina para dormir melhor
Diretor do Laboratório do Sono do InCor explica a importância de bons hábitos para um sono de qualidade e como a pandemia afetou os padrões de sono dos brasileiros.
Foto: institutosomed.com.br
Durante a Semana Mundial do Sono, o pneumologista Geraldo Lorenzi Filho, diretor do Laboratório do Sono do InCor, compartilhou insights valiosos sobre a “higiene do sono” e como melhorar a qualidade do descanso noturno.
De acordo com dados da Fundação Oswaldo Cruz, 7 em cada 10 brasileiros enfrentam algum problema relacionado ao sono, como insônia ou dificuldade para dormir. O especialista destaca que a pandemia agravou essa situação, e muitas pessoas ainda não conseguiram retomar padrões saudáveis de sono.
Tipos de insônia e necessidades de sono
Lorenzi Filho explica que existem três tipos principais de insônia: dificuldade para iniciar o sono, dificuldade para mantê-lo e acordar mais cedo do que o desejado. Ele ressalta que a quantidade ideal de sono varia de pessoa para pessoa, mas em média, um adulto precisa de pelo menos seis horas de sono por noite, sendo sete horas considerado o ideal.
O médico alerta sobre os perigos da restrição crônica de sono, especialmente entre adolescentes. “Se eu te tirar 15 minutos de sono todos os dias, você não percebe. E aí você começa a ficar cansado, começa a ficar mal humorado, e isso vai se acumulando”, afirma.
Foto: nucleohealthcare.com.br
Hábitos que afetam o sono
O especialista abordou diversos fatores que podem impactar negativamente o sono, como o consumo de álcool e cafeína, e o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir. Sobre exercícios físicos, Lorenzi Filho recomenda evitar atividades intensas próximo ao horário de dormir, pois podem aumentar a temperatura corporal e a excitação, dificultando o início do sono.
“O sono é como pular uma corda. Se você entra no horário errado, a corda bate na tua cabeça”, compara o médico, enfatizando a importância de manter uma rotina consistente.
Para melhorar a qualidade do sono, Lorenzi Filho sugere desligar dispositivos eletrônicos pelo menos uma hora antes de dormir e buscar atividades relaxantes, como leitura. Ele também alerta sobre a relação entre apneia do sono e insônia, ressaltando que metade das pessoas com insônia também sofrem de apneia.
Ao final, o especialista deixa um desafio aos ouvintes: desligar o celular uma hora antes de dormir e tentar desconectar-se da rede digital, buscando assim uma melhor qualidade de sono e, consequentemente, uma melhor saúde mental e qualidade de vida.
Fonte: CNN Brasil
‘Stalking’: entenda quando a perseguição na internet se torna crime
Lei sancionada em abril de 2021 tipificou prática no Código Penal, que pode acontecer no mundo físico ou virtual e é mais comum contra mulheres. Entenda o que é, quais são penas e veja como denunciar.
Perseguir uma pessoa on-line ou no mundo físico pode dar cadeia no Brasil desde abril de 2021, quando foi sancionada uma lei que incluiu no Código Penal o crime de perseguição, conhecido também como “stalking” (em inglês).
As investigações sobre o assassinato de Vitória Regina de Souza, de 17 anos, indicam que ela pode ter sido vítima de “stalking“ .
Foto: Reprodução/TV Globo
Maicol Sales dos Santos é o único suspeito preso até agora. A perícia feita no celular dele indica que ele acompanhava os passos de Vitória desde 2024 e pode ter cometido o crime sozinho.
A pena para quem for condenado por “stalking” é de 6 meses a 2 anos de prisão, mas pode chegar a 3 anos com agravantes, como crimes contra mulheres.
Apesar de a lei ser recente, as perseguições sempre ocorreram. Antes, no entanto, elas eram enquadradas em um artigo da Lei das Contravenções Penais e tinham como pena a prisão por 15 dias a dois meses, ou multa. Agora, “stalking” é crime, com tipificação específica.
Foto: Daniel Ivanaskas/G1
O que caracteriza o crime de ‘stalking’ na internet?
O termo “stalkear” muitas vezes parece banal, utilizado para se referir a prática de bisbilhotar os posts de pessoas. A curiosidade, por si só, não configura nenhum tipo crime.
O delito ocorre quando isso passa a influenciar na vida de quem é acompanhado. A lei diz que a perseguição deve ser reiterada, ou seja, acontecer diversas vezes.
Na prática, o crime de “stalking” digital se dá quando a tentativa de contatos é exagerada: o autor passa a ligar repetidas vezes, envia inúmeras mensagens, faz inúmeros comentários nas redes sociais e cria perfis falsos para driblar eventuais bloqueios.
Foto: Daniel Ivanaskas/Arte G1
Crime vai além da espionagem
O stalker, muitas vezes, usa malwares (programas espiões) para infectar dispositivos móveis ou o computador da vítima. A partir daí, o criminoso pode ter histórico de localização, chamadas, agenda de contatos e publicações da pessoa.
Muitas vezes, a instalação desse tipo de software, também chamado de “stalkerware”, acontece por meio de um acesso físico ao aparelho celular – ou seja, alguma pessoa da convivência da vítima pega o aparelho e baixa o programa.
Apesar disso, há casos em que os apps vêm “disfarçados” e as vítimas podem ser levadas a instalá-los em seus dispositivos sem perceber.
“O crime exige a perseguição somada com ameaça de integridade física, psicológica, perturbação da privacidade, da liberdade, restringindo a capacidade de locomoção. A vítima tem que sentir que houve violação de alguma dessas características”, explicou Nayara Caetano Borlina Duque, delegada da Polícia Civil de São Paulo.
Quando e como denunciar?
Quando uma pessoa se sentir perseguida a ponto de ter que alterar a sua rotina por medo do “stalker”, é hora de procurar a polícia, segundo especialistas.
A pessoa que sofre esse tipo de perseguição deve procurar a delegacia mais próxima ou a delegacia eletrônica para fazer o registro do boletim de ocorrência.
Não é preciso conhecer o “stalker” para fazer a denúncia. Em muitos casos on-line, os perseguidores utilizam perfis falsos para enviar mensagens – e a polícia pode pedir para as empresas de mídias sociais compartilharem informações sobre o dono daquela conta.
Foto: Daniel Ivanaskas/Arte G1
Para que a polícia possa dar prosseguimento à investigação, a vítima precisa fazer uma representação, que é dizer às autoridades que deseja que o agressor seja processado.
Não é preciso apresentar provas na hora do registro da ocorrência, mas a recomendação é reunir evidências da perseguição.
As vítimas de crimes na internet podem, por exemplo, fazer a captura de tela de uma mensagem, mas o ideal é buscar meios que ajudem a comprovar a autenticidade das informações.
Um dos avanços que a lei que modificou o Código Penal trouxe foi a possibilidade de prisão por até 3 anos das pessoas que cometem o “stalking”.
Em sua modalidade simples, sem agravantes, a pena é de reclusão de 6 meses a 2 anos, considerada de um crime de menor potencial ofensivo. No entanto, a lei prevê um agravante, com pena de reclusão aumentada em metade, caso o crime seja cometido: contra criança, adolescente ou idoso; contra mulher; por duas ou mais pessoas, ou com o emprego de arma.
Fonte: g1
Pix por aproximação chega na sexta (28/02); saiba como vai funcionar
Pix por aproximação não exigirá leitura de QR Code ou autenticação prévia no app do banco, o que deve tornar pagamentos na modalidade mais rápidos
Foto: FanF1
O Banco Central definiu o dia 28 de fevereiro de 2025 como a data da estreia oficial do Pix por aproximação. Por meio da modalidade, o consumidor poderá fazer compras aproximando seu dispositivo móvel do terminal de pagamento, de modo semelhante ao que já é possível fazer com cartões.
A expectativa é a de que o Pix por aproximação agilize principalmente o uso dessa forma de pagamento nas compras feitas em estabelecimentos físicos.
Hoje, o usuário precisa fazer autenticação no aplicativo de sua instituição financeira, bem como leitura de um QR Code para pagar via Pix, e isso tende a aumentar o tempo necessário para o procedimento ser concluído. Esse problema será amenizado ou deixará de existir com o Pix por aproximação.
Foto: Função de Pix na Carteira do Google (imagem: reprodução/Google)
Como o Pix por aproximação funcionará?
Em linhas gerais, o usuário terá que cadastrar a conta cujos pagamentos serão debitados em um serviço de carteira digital (wallet) ou recorrer a uma função correspondente no aplicativo da instituição financeira na qual tem conta.
Para usar o Pix por aproximação, bastará então acionar a carteira ou app e aproximar o celular do terminal de pagamento. O procedimento é parecido com os pagamentos de aproximação já disponíveis para cartões de crédito ou débito.
Não será obrigatório ler QR Code ou fazer login prévio no aplicativo da instituição financeira para ativar o pagamento via Pix e então realizar a transação. Contudo, o usuário deverá ter um dispositivo móvel compatível com NFC para o pagamento por aproximação funcionar.
Sabe-se que a Carteira do Google (Google Wallet) já é compatível com o Pix por aproximação. A modalidade começou a ser testada com o Google Pay (o sistema por trás da Carteira do Google) em julho de 2024.
Naquela época, os testes estavam sendo feitos com o C6 Bank e o PicPay, mas o Google vem expandindo as parcerias com as instituições financeiras desde então. Entre as que já foram incluídas na Carteira do Google para o Pix por aproximação estão:
- C6 Bank
- PicPay
- Itaú
- Santander*
- Mercado Pago*
- Nubank*
- Banco do Brasil
- Caixa Econômica Federal*
- Bradesco*
- Banco Inter*
- Sicredi*
- Pag Bank*
- Banco Pan*
- Digio*
- BTG*
*no momento, para usuários selecionados
Foto: Pix por aproximação vai permitir pagamentos mais rápidos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Como ativar o Pix na Carteira do Google?
Inicialmente, é preciso se certificar de que o aplicativo da instituição financeira que mantém a sua conta esteja instalado em seu celular. O app é necessário para a validação do cadastro. Depois, é preciso:
- abrir a Carteira do Google;
- tocar em Adicionar à Carteira e escolher opção de Pix, ou tocar no banner para cadastro de Pix;
- iniciar a verificação de sua identidade, se o app solicitar;
- selecionar a instituição financeira da qual você é cliente;
- seguir os passos dados pelo app da instituição financeira, conforme disponibilidade.
E no Apple Pay ou Samsung Pay?
Ainda não há informação sobre quando o Pix por aproximação funcionará no Apple Pay ou no Samsung Pay. De acordo com a Folha, é preciso que ambos os serviços sejam credenciados como “iniciadoras de pagamento” para trabalharem com o Pix, mas Apple e Samsung entendem que isso não é necessário, razão pela qual ainda negociam com o Banco Central.
Vale destacar, porém, que as próprias instituições financeiras poderão oferecer Pix por aproximação em seus aplicativos, o que significa que a Carteira do Google não será a única opção para isso. Bradesco e Banco do Brasil estão entre as instituições que já oferecem ou oferecerão essa alternativa.
Fonte: Tecnoblog











