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Caso Juliana Marins: especialistas listam possíveis erros antes e depois do acidente em vulcão na Indonésia
Montanhista caiu de um penhasco e foi encontrada morta três dias depois. Especialistas apontam falhas na condução, ausência de equipamentos obrigatórios e demora no resgate como fatores críticos; socorristas se defenderam em post.
A morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, após cair de um penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia, provocou comoção e levantou dúvidas sobre as condições de segurança em trilhas internacionais de alto risco.
Juliana desapareceu no sábado (21), após se separar do grupo de cinco turistas que subia a trilha junto. Seu corpo só foi localizado na terça-feira (24), a mais de 600 metros abaixo da trilha.
Especialistas em montanhismo, guias experientes e turistas que já estiveram no local apontam falhas graves que podem ter contribuído para a tragédia.
A Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) se defendeu de críticas ao resgate: “Fazer trilha até o Monte Rinjani é um esporte de turismo extremo. Tenha respeito e conheça seus limites. Quando acontecer um acidente, não culpe os socorristas sem entender o que eles passam.”
Foto: Skyseeker/Flickr/Creative Commons/G1
Falta de exigência de equipamentos de segurança
Segundo pessoas que já fizeram a trilha do Monte Rinjani, o local não exige que os turistas levem itens básicos de segurança e proteção, como cobertor térmico, casaco ou luvas.
A triatleta, bióloga e escaladora Isabel Leone, que esteve no Monte Rinjani há dez anos, lembrou que no Brasil, provas em montanhas exigem esse tipo de equipamento.
“Não tem obrigação de equipamentos de emergência. Hoje você faz qualquer prova aqui em Itatiaia, você tem que
levar cobertor, casaco, luva, gorro. Lá (na Indonésia) não, eles não exigem nada”, comentou Leone
Abandono na trilha
Pessoas que estiveram junto a Juliana na trilha contam que ela se sentiu cansada no segundo dia de subida e pediu para descansar.
Contudo, o guia seguiu com os demais e só retornou minutos depois, segundo informações da família da brasileira. Ao Fantástico, o guia Ali Musthofa, de 20 anos, disse que ficou apenas três minutos à frente de Juliana e voltou para procurá-la ao estranhar a demora da brasileira.
Especialistas alertam que em trilhas de alto risco, o grupo deve andar junto o tempo todo, sob supervisão visual direta do guia.
“A atitude do guia de se separar de um ou outro participante está incorreta. Se começaram em grupo, precisam terminar em grupo. Todos precisam manter contato visual e orientação pela pessoa mais experiente do grupo, que no caso era o guia”, explicou a montanhista Aretha Duarte.
Silvio Neto, presidente da Associação Brasileira de Guias de Montanha e montanhista há mais de 25 anos, reforçou a necessidade de acompanhamento constante.
“O ideal é que ela não fique sozinha, sempre amparada. (…) O ideal é sempre manter o grupo junto. Mas a gente
sabe que grupos mesmo pequenos são heterogêneos”, comentou Silvio.
Para montanhistas como Aretha Duarte, permitir que a trilheira ficasse sozinha foi uma falha grave. Mesmo com ritmos diferentes, cabe ao guia adaptar a caminhada ao mais lento e garantir a segurança de todos.
“Se não é possível todo mundo manter o ritmo mais forte, todos precisam
seguir o ritmo do mais lento para seguirem juntos e em segurança”, completou Duarte
Falta de preparo de guias
Relatos de quem já esteve lá apontam que muitos guias andam descalços, sem proteção térmica adequada, levando pouca água e comida. Essas informações levantam suspeita sobre a qualidade da formação dos guias locais. Segundo especialistas, isso mostra um despreparo estrutural da atividade turística na região.
“A precariedade dos guias lá é grande. Vários andando descalço. (…)
Levando peso absurdo, pouca água, pouca comida”, disse Leone.
Foto: Reprodução redes sociais/G1
Terreno instável e clima extremo
O Monte Rinjani, com 3.721 metros de altitude, é conhecido por seus riscos. Desde 2020, o Parque Nacional do Monte Rinjani registrou 190 acidentes, com 9 mortos e 180 feridos, incluindo 44 estrangeiros.
A trilha para chegar ao topo da montanha passa por áreas íngremes com areia solta, pedras grandes e encostas perigosas. O clima muda rapidamente, com frio intenso, chuvas repentinas e baixa visibilidade.
“É muita chuva, frio intenso e condições bem traumáticas. O clima mudava muito rápido. Chovia, barraca arrastava. Ele cobra bastante de você”, contou Claudio Carneiro, cinegrafista que esteve no Monte Rinjani, para a gravação do Programa Planeta Extremo.
“Senti muito frio, meus dedos quase congelados, duros, e eu comecei a passar mal,
aquela poeira, tinha que botar uma canga no nariz. E eu falei que não vou, não quero mais.
Vou sentar aqui”, completou Isabel Leone.
Ao lembrar da sua experiência no local, Leone avaliou que ela poderia ter tido o mesmo destino de Juliana.
“É um lugar lindo, incrível, por isso atrai tanta gente. Só que esse passeio atrai gente sem experiência, como eu na época. Hoje eu vejo o risco que eu passei. Olho a história dela, me comoveu bastante e vejo o risco que eu passei”, disse.
Resgate lento e desorganizado
Embora um drone tenha localizado Juliana ainda no sábado, ela só foi alcançada por socorristas três dias depois. Especialistas apontam que o tempo perdido pode ter sido crucial para sua sobrevivência.
“O tempo realmente pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Se a equipe não
tem condição de fazer o resgate imediato, é necessário acionar as autoridades locais,
bombeiros, embaixada, seguro de viagem”, comentou Aretha Duarte.
Juliana chegou a ficar mais de 24 horas desaparecida no desfiladeiro. As buscas só foram concluídas no 4º dia de operação.
Segundo relatos, um dos principais problemas enfrentados pelas equipes de resgate no primeiro dia de busca foi a falta de cordas com comprimento suficiente para alcançar o local onde ela estava.
Nesse momento, Juliana estava a cerca de 300 metros da trilha e a corda que a equipe levou para o local tinha metade desse tamanho.
A falha de planejamento se agrava por conta da distância entre o ponto do resgate e a base da montanha, que era percorrida em cerca de 6 horas.
Foto: Reprodução TV Globo/G1
Informações desencontradas
Outro problema grave foi a confusão na divulgação de informações, o que deixava os familiares de Juliana mais desesperados.
Inicialmente, foi divulgado que Juliana havia recebido água e comida, mas a família e o embaixador brasileiro desmentiram a informação no dia seguinte. A comunicação foi considerada confusa e pouco transparente por todos que acompanhavam à distância.
Uso tardio e limitado de tecnologia
Drones foram usados, inclusive com câmera térmica, mas a operação não conseguiu localizá-la com precisão a tempo.
Muitas pessoas no Brasil questionaram nas redes sociais a falta de efetividade no uso da tecnologia. A situação levanta dúvidas sobre o preparo técnico das equipes locais de resgate.
Responsabilidade da agência contratada
Especialistas lembram que a empresa contratada por Juliana tinha responsabilidade civil sobre o acidente e deveria ter tomado providências rápidas, inclusive com suporte emergencial e acionamento de autoridades.
“Existe uma responsabilidade civil inerente à atividade. Era importante
que a agência tivesse a responsabilidade pelas demandas referentes ao acidente,
imediatamente, o quanto antes”, analisou Aretha.
“Ela contratou uma agência e um guia, ela estava com certeza considerando receber orientações e uma rede de apoio de pessoas experimentadas, suficientemente certificadas para que pudessem ofertar segurança”, comentou a montanhista profissional.
Foto: Reprodução TV Globo/G1
Obstáculos diplomáticos e logísticos
O pai de Juliana tentou viajar à Indonésia para acompanhar as buscas, mas enfrentou atrasos devido ao fechamento do espaço aéreo no Catar, por conta do conflito entre Israel, EUA e Irã.
O governo brasileiro prestou apoio, mas a distância dificultou a articulação rápida das ações para acelerar o resgate.
Fonte: G1
Ambiente tóxico no trabalho? Como impor limites e saber quando é hora de sair
‘Não tem preço que pague isso’, diz mulher que trocou salário mais alto para ‘fugir’ de chefe que gritava e criticava sua aparência. Segundo especialista, novas gerações estão cada vez menos dispostas a tolerar comportamentos abusivos.
Uma semana após começar em um novo emprego, Lisa Grouette notou algo diferente no domingo à noite: o fim da sensação de angústia que costumava sentir antes de ir trabalhar toda segunda-feira.
Grouette passou 10 anos em uma agência de seguros com um chefe que, segundo ela, gritava com frequência, batia com as mãos na mesa, criticava sua aparência e quebrava objetos.
Ela afirma que ele a acusou falsamente de roubo e ameaçou negar uma carta de recomendação caso ela pedisse demissão.
Com medo de não conseguir outro emprego, ela permaneceu nesse ambiente tóxico. “Era como se estivesse implícito: ‘Você está presa’”, relembra Grouette, de 48 anos.
Mas ela encontrou uma saída. Quando surgiu uma vaga em tempo integral em um jornal onde já trabalhava como fotógrafa freelancer, pediu demissão. O novo emprego pagava US$ 400 a menos por mês, mas Grouette reduziu seus gastos para conseguir se manter.
“Não tem preço que pague isso”, disse. “Foram os 400 dólares mais bem gastos da minha vida, valeu cada centavo. Fiquei um pouco apertada no começo, mas não importava porque eu estava feliz.”
Foto: Peter Hamlin/Ilustração AP
Cresce a intolerância a comportamentos tóxicos
Com o aumento da conscientização sobre saúde mental, crescem também as conversas sobre o que constitui um comportamento nocivo e o tipo de tratamento que as pessoas não devem — ou não precisam — aceitar em troca de um salário.
“Estamos desenvolvendo uma linguagem para lidar com ambientes de trabalho tóxicos”, afirma Jennifer Tosti-Kharas, professora de comportamento organizacional no Babson College, em Massachusetts, nos Estados Unidos.
Segundo ela, gerações mais jovens, como os millennials e a geração Z, são menos dispostas a tolerar comportamentos abusivos de colegas e chefes, além de serem melhores em impor limites.
No início da própria carreira, Tosti-Kharas conta que, ao se deparar com um ambiente tóxico no trabalho, sua atitude era de “engolir seco”. “Acho que não falávamos tanto sobre cuidar da saúde mental quanto deveríamos.”
Como identificar um ambiente de trabalho tóxico?
Conflitos e relacionamentos difíceis podem ser inevitáveis em qualquer ambiente profissional. Mas há uma grande diferença entre um desentendimento ocasional e abusos persistentes.
“O que torna algo tóxico é a persistência, a constância ao longo do tempo”, explica Tosti-Kharas. “Você pode até tentar resolver, mas nada muda. Está profundamente enraizado.”
Sinais de um ambiente emocionalmente prejudicial incluem falta generalizada de confiança e medo de ser rejeitado ao manifestar sua opinião, diz ela.
Para identificar um ambiente potencialmente tóxico ao se candidatar a um novo emprego, confie nos seus instintos e fique atento a sinais de alerta. Anúncios frequentes para a mesma vaga, por exemplo, podem indicar alta rotatividade causada por um ambiente negativo. Você também pode procurar avaliações de funcionários na internet.
Foto: ibrabr.com
O que pode explicar comportamentos tóxicos?
Se você for alvo de comportamentos tóxicos, considere se o problema está mais em quem os pratica do que em você.
“É quase como uma cortina de fumaça para esconder inseguranças”, diz Atchison. “Se alguém se sente ameaçado ou com medo de ser ofuscado, pode tentar sabotar os outros, espalhar boatos ou atrapalhar projetos para se sentir mais no controle.”
Desde a pandemia de Covid-19, os relatos de ambientes tóxicos aumentaram, segundo Atchison. Um dos motivos seria a perda de habilidades sociais devido ao isolamento.
“Socializar é uma habilidade, e ela se deteriorou”, afirma.
Fale sobre suas preocupações
Se você está em uma situação tóxica no trabalho, conversar com amigos de confiança ou com um terapeuta pode ajudar a processar o que está acontecendo e encontrar formas de lidar com isso, em vez de deixar o problema se acumular.
Stephanie Strausser, 42 anos, gerente de produção de vídeo, contou que buscou apoio quando trabalhou com um chefe extremamente controlador, que a fazia se sentir insegura e tomava decisões que ela considerava antiéticas.
“Não esconda nem guarde para você. Converse com as pessoas. Mesmo que seja com o ChatGPT”, recomenda. “Não internalize isso. E não tome a percepção dos outros como verdade absoluta.”
Amanda Szmuc, advogada da Filadélfia, que passou por ambientes tóxicos, sugere documentar os problemas caso seja necessário levar o caso ao RH.
Anotar detalhes das situações, guardar mensagens inapropriadas ou gravações de reuniões pode ser útil — tanto para fins legais quanto para fortalecer sua percepção da realidade e se proteger contra manipulações psicológicas (gaslighting).
Foto: elhombre.com
Estabeleça limites
Se sair do emprego não for financeiramente viável ou você quiser tentar melhorar a situação, vale tentar limitar o contato com a pessoa tóxica.
“As possibilidades podem incluir negociar um cargo que crie distância entre você e a pessoa tóxica, como trabalhar em turnos diferentes ou em projetos distintos”, dizTosti-Kharas.
Você também pode estabelecer prazos para si mesmo, a fim de evitar que a situação piore, diz Szmuc. Por exemplo: ‘Vou dar duas semanas para isso. Houve alguma melhora?’, questiona ela. “Existe alguma forma de talvez mudar minhas circunstâncias ou ter a opinião de outra pessoa?'”
Encontre uma saída
“O ideal seria que um funcionário que se sente maltratado pudesse recorrer a alguém do setor de recursos humanos ou ao gerente do funcionário ofensivo, apresentando evidências que mostrem um padrão de violações de conduta para, então, uma ação disciplinar ser tomada”, disse Tosti-Kharas.
Mas isso nem sempre acontece, deixando quem fez a denúncia em contato direto com a pessoa denunciada. “No mundo real, você pode perceber que é improvável que ela vá embora — e quem vai ter que sair é você”, diz Tosti-Kharas.
Em situações extremas, o melhor é procurar outro emprego, afirma ela.
“Se um inspetor encontrasse radônio [um gás radioativo] na sua casa, você não diria: ‘Deixe-me tentar conviver com o radônio’ ou ‘Como posso mantê-lo aqui, mas talvez reduzir os efeitos?'”, acrescenta. “Você tiraria a toxina da situação ou se retiraria da situação.”
A maioria das pessoas não pode se dar ao luxo de deixar o emprego sem ter outro em vista. Arranjar tempo para se candidatar a outras vagas é difícil quando você se sente sob ataque, mas também é algo fortalecedor e pode levar a uma situação melhor.
“Se alguém te dá a impressão de que você não pode sair desse emprego, isso simplesmente não é verdade”, diz Grouette. “Esse tipo de pessoa não tem o alcance ou o respeito que afirma ter, porque se é volátil com você, é volátil com os outros também”, conclui.
Fonte: g1.globo (Associated Press)
Governo Lula classifica Instagram como não recomendado para menores de 16 anos
Foto: Bahia Notícias
Labubu: o que é boneco que virou febre mundial e teve venda suspensa no Reino Unido por ‘motivos de segurança’
Criaturinhas penduradas em bolsas de celebridades já levaram ao lucro de mais de US$ 2,3 bilhões à fabricante chinesa, que teve de suspender as vendas presenciais no Reino Unido para evitar aglomerações.
Muito além da febre do bebê reborn, o novo xodó entre adultos é um boneco de pelúcia excêntrico de dentes serrilhados que aparece pendurado na bolsa de celebridades como Rihanna, Marina Ruy Barbosa, Virgínia Fonseca e Maya Massafera.
Foto: diariodocentrodomundo
Trata-se do Labubu, monstrinho criado em 2015 pelo artista de Hong Kong, Kasing Lung.
Após uma parceria com a Pop Mart, as criaturinhas de Lung já levaram à fabricante chinesa a lucrar mais de US$ 2,3 bilhões, segundo a Forbes.
Nos Estados Unidos, o Labubu pode chegar a custar US$ 300. No Reino Unido, a obsessão global fez com que a Pop Mart tivesse que pausar temporariamente as vendas presenciais para evitar aglomerações e garantir a segurança dos consumidores.
Foto: Instagram
Oitavas da Libertadores: veja 16 classificados e detalhes da próxima fase
A Libertadores tem os seus 16 sobreviventes na luta pelo título conhecido. A fase de grupos acabou e definiu os times que jogarão as oitavas de final. Há seis brasileiros na disputa.
Foto: Twitter
Veja os 16 classificados
Estudiantes (1° do Grupo A)
River Plate (1° do Grupo B)
LDU (1° do Grupo C)
São Paulo (1° do Grupo D)
Racing (1° do Grupo E)
Inter (1° do Grupo F)
Palmeiras (1° do Grupo G)
Vélez Sarsfield (1° do Grupo H)
Botafogo (2° do Grupo A)
Universitario-PER (2° do Grupo B)
Flamengo (2° do Grupo C)
Libertad (2° do Grupo D)
Fortaleza (2° do Grupo E)
Atlético Nacional (2° do Grupo F)
Cerro Porteño (2° do Grupo G)
Peñarol (2° do Grupo H)
Foto: Conmebol
Detalhes das oitavas
Times que fecharam na liderança enfrentarão, obrigatoriamente, adversários que ficaram na 2ª posição. Duelos como Palmeiras x São Paulo ou Botafogo x Flamengo, portanto, são impossíveis nas oitavas.
Não há restrição em relação aos grupos: classificados da mesma chave poderão formar um dos confrontos da próxima fase.
As partidas das oitavas serão definidas por sorteio, que ocorre já na segunda-feira, a partir das 12h (de Brasília), na sede da Conmebol.
Os jogos serão disputados no meio de agosto em duas semanas consecutivas. O torneio, portanto, pausa durante o Super Mundial.
Fonte: uol.com
Marta é eleita a melhor jogadora da história pela IFFHS
A Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol divulgou seu Top-10 do futebol feminino; Marta é a única jogadora representando o Brasil.
A brasileira Marta foi eleita a melhor jogadora da história do futebol feminino pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS).
Foto: CBF
A federação divulgou a relação das dez melhores atletas, em lista que é dominada por atletas dos Estados Unidos. A espanhola Aitana Bonmatí, eleita atual melhor do mundo na última temporada, aparece na décima posição.
Atualmente, Marta atua pelo Orlando Pride, dos Estados Unidos, e retornou à seleção brasileira para os amistosos contra o Japão, que serão disputados nos dias 30 de maio e 2 de junho, em São Paulo.
Com a Seleção, a brasileira conquistou três títulos da Copa América Feminina, um vice-campeonato Mundial, dois Jogos Pan-Americanos e três medalhas de prata nos Jogos Olímpicos.
Veja o ranking da IFFHS:
- MARTA (Brasil)
- Mia Hamm (Estados Unidos)
- Christine Sinclair (Canadá)
- Kristine Lilly (Estados Unidos)
- Michelle Akers (Estados Unidos)
- Sun Wen (China)
- Homare Sawa (Japão)
- Heidi Mohr (Alemanha)
- Birgit Prinz (Alemanha)
- Aitana Bonmatí (Espanha)
Foto: IFFHS/Divulgação
Fonte: ge.globo
Confirmado: Ancelotti será o técnico da seleção brasileira
Confirmado. A CBF anunciou a contratação do técnico Carlo Ancelotti para dirigir a seleção brasileira, como antecipado pela coluna. O contrato vai até o fim da Copa do Mundo de 2026.
Ancelotti assume oficialmente o comando da seleção após o encerramento da temporada 2024/25 de La Liga. Sua estreia está marcada para 26 de maio.
Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP
É a primeira vez que a seleção será comandada por um treinador estrangeiro. Italiano, Ancelloti tem 65 anos.
Toda a negociação para a contratação do treinador foi feita pelo empresário do mercado financeiro Diego Fernandes, que liderou as negociações em nome da CBF.
As negociações entre as partes giram nas seguintes bases: além de um salário mensal de R$ 4 milhões, um bônus de € 5 milhões se o Brasil vencer a Copa de 2026.
Prevê também algumas mordomias, como o fretamento de um jato para levá-lo a Europa algumas poucas vezes. Assim como o pagamento do aluguel do apartamento em que o técnico moraria no Rio de Janeiro. O técnico italiano treinaria a Seleção por 14 meses, ou seja, até o fim do Mundial.
Consta também do acordo a realização de um amistoso entre Brasil e Real Madrid. Pelo planejamento inicial, ele desembarcaria no Rio de Janeiro em 26 de maio e, em seguida, anunciaria os jogadores escolhidos para a disputa de dois jogos das Eliminatórias: contra o Equador e o Paraguai, nos dias 5 e 10 de junho.
Fonte: O Globo
Habemus papam! Fumaça branca sinaliza que novo papa foi eleito. Robert Francis Prevost é o novo papa Leão XIV
Para ser eleito, o pontífice precisou do apoio de 89 dos 133 cardeais com menos de 80 anos com direito a voto.
Foto: Reprodução
Depois de quatro votações, o Vaticano anunciou, através da fumaça branca na Capela Sistina, que um novo papa foi eleito. O nome do cardeal é Robert Francis Prevost e seu nome será papa Leão XIV.
A escolha ocorreu após três fumaças pretas serem reveladas. A decisão fica próxima das duas últimas escolhas, de Bento XVI e Francisco, que também duraram dois dias.
O responsável pela tarefa do anúncio ao povo é o chamado cardeal protodiácono, cargo ocupado atualmente pelo francês Dominique Mamberti. O cardeal irá participar do conclave e, caso não seja eleito, será o responsável pelo anúncio na varanda da Basílica de São Pedro.
O texto que ele lerá será o seguinte:
‘Anuncio-vos uma grande alegria. Temos um Papa: O eminentíssimo e reverendíssimo Senhor, Senhor [primeiros nomes], Cardeal da Santa Igreja Romana [sobrenome], que se impôs o nome de [nome adotado como papa]’.
A partir de agora, o que acontece?
Logo após o anúncio de quem foi o cardeal escolhido com 88 votos, o camerlengo, que é responsável pela realização do conclave, faz a pergunta para o cardeal se aceita a eleição para Sumo Pontífice. Se a resposta for positiva, haverá primeiro uma parabenização entre os outros 132 cardeais presentes na Capela Sistina. Logo depois, a fumaça é mostrada para indicar ao público que um pontífice foi escolhido.
Em seguida, esse futuro papa é levado até a Sala das Lágrimas. No local, há três camarotes com vestes brancas de tamanhos diferentes (pequeno, médio e grande), preparadas para vestir quem for escolhido como papa.
‘É nesta sala que o novo Papa, muitas vezes visivelmente emocionado, faz uma pausa para refletir antes de aparecer da sacada central da Basílica de São Pedro para sua primeira saudação ao mundo’, diz o texto do Vaticano.
Nesse ambiente, anexo da capela, ele também escolhe qual será o seu nome enquanto pontífice, que será anunciado logo em seguida.
Antes de aparecer diretamente para os fiéis na sacada da Basílica de São Pedro, o novo papa primeiro escolhe a batina através do tamanho que o melhor vista, podendo ser pequeno, médio ou grande, conforme sempre feito pelo alfaiate
Por fim, o papa faz sua primeira aparição oficial com seu nome do pontificado e enquanto pontífice. Ele faz uma benção aos fiéis reunidos, o juramento e ainda, normalmente, uma primeira declaração para o mundo.
Assim, se inicia um novo papado.
Robert Francis Prevost é o novo papa Leão XIV
Robert Francis Prevost – Foto: Foto AP/Riccardo De Luca
Primeiro papa norte-americano da história, liderará a Igreja Católica em um momento de perda gradual de fiéis e terá de fazer frente à alta popularidade do papa Francisco, além de responder se seguirá a agenda reformista de seu antecessor.
Nascido em Chicago, Prevost é considerado próximo a Francisco, que o promoveu a cardeal, indicando que os cardeais seguiram a tendência apontada antes do conclave de que deveriam escolher um nome de continuidade e perfil pragmático.
O tradicional anúncio de “habemus papam” ocorreu pouco mais após a fumaça branca sair da chaminé da Capela Sistina— nos dois últimos conclaves, em 2005 e 2013, os anúncios demoraram entre 1h e 2h após o sinal.
Minutos após a fumaça branca, o Vaticano afirmou também que o novo pontífice “aparecerá em breve”.
A eleição de um novo pontífice também seguiu a tendência das duas eleições de papa anteriores, em 2005 e 2013, e ocorreu no 2º dia do conclave. Desta vez, havia a expectativa inicial de que o processo demorasse mais por conta do número de cardeais votantes — 133, contra 117 no conclave anterior.
A eleição do novo pontífice veio após uma fumaça preta ainda na manhã desta quinta-feira e outra na rodada inicial, na quarta-feira (7).
A escolha do novo papa ocorre também 17 dias após a morte de papa Francisco, por conta de um por conta de um AVC e insuficiência cardíaca em sua residência no Vaticano. Embora tenham sido episódios inesperados, ocorreram em um momento de saúde frágil de Francisco. Ele havia recebido alta após passar cinco semanas internado para tratar uma pneumonia.
Em um papado de 12 anos, Francisco promoveu reformas históricas e aproximou a Igreja de um catolicismo mais próximo aos fiéis, que são mais de 1,3 bilhão de pessoas pelo mundo mas que vêm diminuindo gradualmente.
A fumação branca também encerra oficialmente o chamado período de Sé Vacante, em que o “trono” da Igreja Católica fica sem um líder entre a morte de um pontífice e a eleição do sucessor.
Agora, um novo papado se iniciará e indicará se o Vaticano tem a intenção de seguir, ao menos parcialmente, ou ainda avançar na agenda de Francisco.
Fonte: G1 e CBN
‘Epidemia de diabetes’: Brasil é o 6º com mais casos no mundo e tem alta de quase 6% em 4 anos.
Novo atlas global revela que 1 em cada 9 adultos convivem com a doença no mundo – são 16,6 milhões de brasileiros; ela mata 1 cidadão a cada 6 segundos.
Muitas pessoas, não sabem que têm a doença, mas apresentam níveis de glicose no sangue alterados e estão sujeitos às complicações do diabetes.
O problema desses casos é que, quando mal controlado, o diabetes pode levar à complicações como amputação de membros, cegueira e falência renal. Também pode causar infarto do coração e derrame cerebral, sem que seja considerado a causa de morte em si.
Foto: GI/Getty Images
O diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. A insulina, por sua vez, é um hormônio que regula a glicose (açúcar), no sangue, e garante energia para o organismo.
A principal forma de prevenção e controle é através da prática regular de atividades físicas e de uma alimentação saudável, evitando o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.
Fatores que contribuem para o desenvolvimento do diabetes:
* Diagnóstico de pré-diabetes;
* Pressão alta;
* Colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue;
* Sobrepeso, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura;
* Parentes próximos com diabetes;
* Diabetes gestacional;
* Síndrome de ovários policísticos (SOP);
* Diagnóstico de distúrbios psiquiátricos;
* Apneia do sono.
Foto: uol.com
A Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) publicou nesta segunda, 7 de abril, a edição de 2025 do atlas global da doença. O levantamento revela que 589 milhões de pessoas de 20a 79 anos apresentam o problema de saúde no planeta, 16,6 milhões delas no Brasil. Com esse montante, o país ocupa a sexta posição no ranking mundial de números de casos, atrás apenas de China, Índia, EUA, Paquistão e Indonésia.
No cenário nacional, registrou-se uma alta de 5,7% em relação aos números do atlas de 2021, quando se somavam pouco mais de 15 milhões de casos de diabetes.
O documento também chama a atenção para o número de mortes desencadeadas pela doença, para a falta de diagnóstico e para o aumento nas despesas com tratamento do quadro e de suas complicações.
Segundo a IDF, ocorreram em 2024 3,4 milhões de óbitos ligados ao diabetes – ou seja, a doença matou uma pessoa a cada 6 segundos. No Brasil, foram 111 000 mortes causadas pela doença.
“Mas devemos lembrar que esses dados estão subestimados, pois, inúmeras vezes, o diabetes não é considerado a causa de morte em si, mas um fator contribuinte. Isso acontece com o infarto do coração e o derrame cerebral”, esclarece o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da USP de Ribeirão Preto. “O diabetes matou 20 vezes mais que a dengue em 2024”.
O especialista destaca também o alto percentual estimado pela IDF de brasileiros com a doença sem o devido diagnóstico. O atlas aponta que 32% dos adultos com níveis de glicose no sangue alterados, sujeitos às complicações do diabetes, circulam sem saber da presença da doença.
“Fora isso, cerca de 11% dos adultos no país têm pré-diabetes. Isso significa que são 17,7 milhões de cidadãos correndo o risco de desenvolver diabetes já já”, diz Couri.
O custo da doença também impressiona. Somos o terceiro país no mundo em gastos com diabetes, alocando 45 bilhões de dólares para o tratamento do problema e de suas sequelas – quando mal controlada, a enfermidade pode provocar de problemas cardiovasculares e amputação de membros a cegueira e falência renal. “Em termos de despesas, perdemos apenas para potências como EUA e China”, observa o endocrinologista.
O levantamento internacional também revela que 11% das gestações no país evoluíram com a presença do diabetes. Outro dado alarmante, pois o diabetes gestacional aumenta o risco de malformações, parto prematuro e complicações para a mãe e o bebê.
Mais um achado digno de nota foi o número de pessoas com diabetes tipo 1, aquele ocasionado pela agressão do sistema imune ao pâncreas. São quase 500 mil brasileiros com o quadro, geralmente diagnosticado na infância ou juventude. Com isso, somos o quarto colocado no ranking global, atrás apenas de EUA, China e Índia.
“Os novos dados do atlas só reforçam o tamanho do diabetes enquanto problema de saúde pública, que requer, com urgência, uma mobilização de autoridades públicas, gestores privados, profissionais de saúde e pacientes. Enfim, de toda a sociedade”, avalia Couri.
Fonte: veja.abril.com.br
Conclave em 7 pontos: votação, fumaça, sala de lágrimas e os momentos para ficar atento
Foto: Arte O GLOBO
Nas próximas semanas, terá início o conclave, reunião dos cardeais eleitores da Igreja Católica que escolhe o próximo Papa. Nesta segunda-feira, Jorge Bergoglio, o Papa Francisco, morreu aos 88 anos. A causa da morte foi apontada pelo Vaticano como AVC e insuficiência cardíaca irreversível. O conclave deve iniciar-se de 15 a 20 dias após a morte ou renúncia do Papa, a fim de esperar a chegada de todos os cardeais eleitores.
Os cardeais votam e podem ser votados, mas não podem votar em si mesmos. Têm direito a voto os cardeais com menos de 80 anos até a data da morte do Papa Francisco. Para ser eleito, são necessários 2/3 dos votos dos cardeais com direito a voto.
ONDE ACONTECE O CONCLAVE
Os cardeais eleitores ficam alojados na Casa de Santa Marta e se dirigem, diariamente, até a Capela Sistina, onde serão realizadas as votações. Joia da arquitetura e da arte mundial, a capela abriga eleições de pontífices desde o século XV.
INÍCIO DO CONCLAVE
A manhã do primeiro dia do conclave é marcada por uma grande solenidade na Basílica de São Pedro. Lá, acontece a missa “Pro Eligendo Papa”, que marca o início do processo eleitoral. Os cardeais depois voltam para a Casa Santa Marta. Depois, podem ir ou não para a Capela Sistina, onde a primeira rodada de votação poderá acontecer ainda neste primeiro dia.
Foto: Arte O Globo
Nos dias subsequentes, os cardeais participam de até quatro rodadas de votação por dia, duas na parte da manhã e outras duas à tarde. As cédulas são incineradas duas vezes ao dia: depois da sessão matinal e no início da noite. Se, após três dias, ninguém for eleito, a votação é suspensa por, no máximo, 24 horas. Outras pausas poderão ocorrer.
Até o 12º dia da votação, totalizando 34 escrutínios, o candidato que obtiver dois terços dos votos será eleito. A partir daí, se ainda não houver decisão, o sistema muda e a escolha ficará entre os dois mais votados. Porém, mantém-se o quorum de dois terços.
DISTRIBUIÇÃO DAS CÉDULAS
São distribuídas folhas de papel para todos os cardeais-eleitores. Uma delas é a cédula em que está escrita a frase “Eligo in Summum Pontificem” (“Elejo como sumo pontífice”). Nela, deve ser escrito o nome do candidato de cada cardeal, que deve ter uma letra clara, impessoal e não pode ser um voto em si próprio. Uma segunda folha com os nomes de todos os cardeais-eleitores auxilia na escolha e, também, na posterior contagem dos votos pelos três escrutinadores que são escolhidos entre os cardeais, por sorteio, antes da primeira votação.
Foto: Arte O Globo
Além dos escrutinadores, também são sorteados os revisores e os infamariis que votam e trabalham durante o pleito. O sorteio dessas funções é feito em três rodadas. Na primeira rodada são escolhidos os três escrutinadores, na segunda os três revisores e na terceira e última rodada os três infirmariis.
Os escrutinadores verificam as cédulas, contam os votos e queimam todas as cédulas ao fim de cada votação. Os revisores fiscalizam o trabalho dos escrutinadores e os infamariis recolhem os votos dos cardeais que possam estar doentes ou com dificuldade de locomoção.
VOTAÇÃO
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Antes de votar, os cardeais têm de repetir em voz alta um texto em latim no qual juram diante de Deus estar votando em quem consideram ser o mais capaz. A votação é feita por vez, e se inicia pelos cardeais mais velhos que são chamados pelo nome, um a um. A cédula com o voto é dobrada ao meio e o cardeal-eleitor caminha até o altar. O voto é posto em uma bandeja de prata e despejado em uma urna.
Durante a votação, são usadas mais de uma urna. Elas foram desenhadas pelo escultor italiano Cecco Bonanotte em ouro, prata e bronze para substituir os grandes cálices utilizados em conclaves anteriores
A APURAÇÃO
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O primeiro cardeal escrutinador pega a urna e mistura as cédulas. O terceiro confere o número de votos. O primeiro escrutinador abre cada cédula uma a uma, copia o nome em silêncio e passa para o segundo, que verifica o voto em silêncio. O terceiro escrutinador pronuncia o nome na cédula em voz alta para que todos possam anotar e acompanhar a votação, caso queiram. Depois, passa uma agulha com linha em cada cédula, furando a palavra “Eligo”. No fim da contagem, todos os votos estão presos na mesma linha, que tem as pontas amarradas formando um círculo.
FUMAÇA
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Após a votação, as cédulas amarradas no fio são levadas pelos escrutinadores até os dois fornos instalados na Capela Sistina, um para queimar as cédulas e um outro para produzir a fumaça avisando do resultado da votação. Os dois fornos passaram a ser usados no último conclave, que elegeu o Papa Francisco, para aumentar a precisão na cor da fumaça
Desses dois fornos surge a mensagem para o resto do mundo: se a fumaça for negra, a eleição continua e não há eleito; se for branca, a Igreja Católica já tem um novo líder. Depois, os sinos da Basílica de São Pedro também se dobram indicando o fim da eleição.
PAPA ELEITO
Caso algum dos cardeais receba dois terços ou mais dos votos, o camerlengo se dirige a ele e pergunta: “Aceitas a tua eleição canônica para Sumo Pontífice?” No momento em que o cardeal diz a palavra em latim “accepto”, ele é o Papa. Em seguida, ele deve responder por qual nome quer ser conhecido.
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A ROUPA
O Papa é então levado a uma antecâmara, onde deverá vestir a roupa papal. São três as vestes produzidas, em tamanhos pequeno, médio e grande. Uma delas é escolhida e ajustada ao Pontífice. O local em que isto ocorre é conhecido como sala das lágrimas, pois os papas historicamente não conseguem suportar a emoção do momento e choram ali.
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O ANÚNCIO AOS FIÉIS
O cardeal protodiácono, do balcão da Basílica de São Pedro, dirige-se aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro dizendo as palavras: “Habemus Papam.” Em latim, diz o nome de batismo do eleito e o nome pelo qual o Papa será chamado.
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PRIMEIRA APARIÇÃO PÚBLICA
O novo Papa surge de dentro da basílica, fica ao lado do protodiácono e fala sua primeira mensagem para os fiéis como Pontífice.
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Fonte: O Globo











