WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia





(77) 98149-7619

abril 2026
D S T Q Q S S
« fev    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


:: ‘Destaque1’

Empregador pode ou não exigir que o funcionário tome a vacina contra a Covid-19? Entenda

As empresas podem exigir que seus funcionários tomem vacina contra a Covid-19? E quem se negar pode sofrer punições ou até ser demitido? Advogados especializados em direito do trabalho ouvidos pelo G1 divergem sobre a questão, já que não há uma regulamentação específica sobre o assunto.

Não há consenso sobre a questão:

  • A favor da obrigatoriedade da vacina, advogados argumentam que:
    – STF decidiu que é obrigatória
    – Empresas são responsáveis por garantir ambiente de trabalho seguro
    – Trabalhador não vacinado pode colocar os demais em risco
  • Contra a obrigatoriedade, as justificativas são:
    – Ninguém é obrigado a fazer algo que não seja definido por lei
    – Obrigatoriedade fere o direito de escolha do trabalhador

STF definiu obrigatoriedade

Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a vacinação contra a Covid-19 é obrigatória e que sanções podem ser estabelecidas contra quem não se imunizar. E que essas medidas devem ser implementadas pela União, estados e municípios.

Empresa tem obrigação de garantir ambiente seguro

Rebeca Cardenas Bacchini, especialista em Direito e Processo do Trabalho, explica que existe a possibilidade de o empregador determinar a vacinação dos empregados sob o argumento da sua responsabilidade em manter o ambiente de trabalho saudável e seguro, com base na Constituição, que fixa como direito dos trabalhadores a “redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança”.

“Desse direito subjetivo do trabalhador nasce o consequente dever do empregador de garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro”, diz.

Além disso, segundo ela, a vacinação pode ser considerada como de interesse coletivo, o que justificaria, em tese, até a dispensa por justa causa do empregado que se recusa a vacinar.

Isso porque o empregado não vacinado poderia colocar em risco a saúde dos demais trabalhadores e, portanto, seria dever do empregador o afastamento daquele funcionário para preservar o ambiente de trabalho e a saúde dos demais empregados, fazendo com que a liberdade individual não prevaleça sobre o interesse coletivo.

Argumentos contra

Parte dos advogados entende que os empregadores não poderão exigir a vacinação dos trabalhadores.

Segundo Rebeca Bacchini, a Constituição também determina que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo, senão em virtude de lei, ou seja, o empregador não pode estabelecer essa regra sem que haja uma norma legal.

“Apesar do argumento da preservação da saúde da coletividade, enquanto não houver lei prevendo como requisito para manutenção ou admissão no emprego a vacinação contra o coronavírus, é inviável a iniciativa do empregador de romper o vínculo, com ou sem justa causa. Com justa causa não seria possível, pois não haveria falta grave do empregado; sem justa causa não seria praticável, pois a dispensa poderia ser considerada discriminatória e, portanto, abusiva“, afirma.

Para a advogada, qualquer regra jurídica com restrição ao emprego deve ser criada unicamente pela União, que tem a competência exclusiva para legislar sobre o direito do trabalho. Logo, ainda que estados e municípios criem regras para a vacinação da população, o empregador não poderá se basear nessas normas para justificar eventual dispensa de empregado que não se imunizar.

Fernando de Almeida Prado, advogado, professor e sócio do BFAP Advogados, considera que a empresa não pode desligar um funcionário por justa causa porque ele se recusou a tomar vacina, da mesma forma que não pode abrigá-lo a se imunizar.

“Mesmo que o STF entenda que é uma obrigação do poder público vacinar todas as pessoas, não cabe à empresa obrigar os seus funcionários a tomarem a vacina. O que ela pode, eventualmente, é apontar para as autoridades públicas que uma pessoa está se recusando e aí o problema é da autoridade pública e não da empresa, que não pode obrigá-lo a isso. Da mesma forma, não pode impedir a entrada de um colaborador por não ter tomado vacina”, diz.

De acordo com ele, a empresa pode, caso alguns funcionários apresentem risco relacionado à Covid-19, obrigá-los a trabalhar de um local que não seja a sede, pensando na saúde dos funcionários que estão presentes. “É comum que algumas empresas impeçam funcionários que tiveram contato com trabalhadores ou com qualquer pessoa que tenha Covid-19 de trabalhar fisicamente na sede”.

Para Marilia Grespan, advogada da área trabalhista do escritório Miguel Neto Advogados, a obrigatoriedade fere a livre escolha do colaborador e pode dar margem para processos trabalhistas.

“Do ponto de vista empresarial, o risco ainda é alto. A tendência hoje é orientar os trabalhadores, fazer campanhas internas”, afirma.

Argumentos a favor

Alguns advogados ouvidos pelo G1, no entanto, veem como uma possibilidade o empregado ser demitido por se recusar tomar a vacina.

Flavio Aldred Ramacciotti, sócio da área trabalhista de Chediak Advogados, com a decisão do STF determinando a obrigatoriedade da vacina, a empresa poderá exigir isso dos empregados. “Mas a questão é controversa e deverá ser resolvida com bom senso e à luz de cada caso específico”, opina.

Daniel Moreno, sócio do escritório Magalhães & Moreno Advogados, aponta que a tendência é que as empresas tomem atitudes restritivas não apenas por conta da saúde dos funcionários, mas por razões econômicas. “A legislação atual não traz uma solução para o problema. Assim, entendo que cada caso deve ser analisado individualmente”, diz.

Para Rafael Camargo Felisbino, advogado e especialista em direito e processo do trabalho, o empregado que se recusar a tomar a vacina pode ser demitido por justa causa, já que estará colocando a saúde de todos os colegas em risco.

“Além disso, é obrigação da empresa zelar pelo ambiente e pela saúde de seus empregados. Mas é recomendável que haja uma tentativa de conversa antes de medidas mais definitivas. Ou que a justa causa seja precedida de uma advertência ou suspensão, ainda mais se esta for a primeira recusa e o empregado em questão tiver um histórico bom na empresa”, opina.

Na opinião de André Leonardo Couto, gestor da ALC Advogados, o empregado que se recusar a tomar a vacina poderá ser impedido de entrar na empresa e, até mesmo, ser dispensado por justa causa.

“Se a empresa inseriu em seu regulamento empresarial regras sobre adesão à campanha de vacinação da Covid-19, cabe aos empregados observarem as normas de segurança e medicina do trabalho. Caso o empregado se recuse a tomar a vacina, poderá ser impedido de entrar na empresa. Além disso, poderá ser advertido ou suspenso do trabalho. Caso ele insista na recusa, após a aplicação das penas disciplinares, poderá ser dispensado por justa causa”, alerta.

Bianca Canzi, advogada trabalhista do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, observa que ainda não há um entendimento jurisprudencial e nenhuma lei.

“Porém, a empresa poderá demitir ou afastar o funcionário, pois entendo que a vacina fará parte das regras de prevenção”, diz.

Fabio Chong, sócio da área trabalhista do L.O Baptista Advogados, afirma que, considerando o cuidado coletivo, as empresas poderão ganhar força na questão da obrigatoriedade, já que a decisão de tomar ou não a vacina não prejudicará apenas a pessoa em questão, mas todos que estão no mesmo ambiente.

“Com a decisão favorável do Supremo, está fortalecida a decisão de as empresas imporem a obrigatoriedade da imunização. Considerando que a companhia tem a obrigação de zelar pelo ambiente de trabalho saudável, eu acredito que seja razoável essa decisão pensando no bem coletivo”, diz.

Exigência de comprovante

Para Lariane Del Vechio, advogada especialista em Direito do Trabalho e sócia do escritório BDB Advogados, a obrigatoriedade definida pelo Estado permite que as empresas exijam comprovantes de vacinação aos seus empregados.

“A Norma Regulamentadora 9 do Ministério da Economia, por sua vez, atribui ao empregador a responsabilidade pela saúde dos trabalhadores. Se é uma obrigação do empregador zelar pelo meio de trabalho seguro e saudável, as empresas podem restringir a circulação em seu ambiente de pessoas não imunizadas e a sua desobediência pode gerar demissão”, diz.

Flavio Aldred Ramacciotti e Bianca Canzi também consideram que a empresa poderá exigir o comprovante do funcionário.

“A vacina terá que ser considerada obrigatória pelo poder público. Porém, entendo que as empresas poderão ter seu próprio controle. Por se tratar de uma pandemia e na hipótese de a vacinação ser considerada obrigatória, a empresa poderá exigir o comprovante do funcionário“, diz Bianca Canzi.

Greve dos caminhoneiros: manhã teve protestos isolados em SP, RN e GO

Anunciada com antecedência e aguardada com expectativa diante dos efeitos causados em 2018, a greve dos caminhoneiros prevista para esta segunda-feira (1/2) fechou a manhã apenas com movimentos isolados no país.

O Ministério da Infraestrutura e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgaram comunicado no qual informam que, até o meio-dia, todas as rodovias federais, concedidas ou sob gestão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), tinham fluxo livre de veículos.

Houve apenas dois registros pela manhã. Um deles foi bloqueio parcial na BR-304, no Rio Grande do Norte, na altura de Mossoró, mas que já foi liberado.

O segundo foi uma tentativa de bloqueio, entre 12h e 13h, ma BR-060, em Guapó (GO). Segundo o Ministério da Infraestrutura, manifestantes atearam fogo em pneus. A PRF, com ajuda dos bombeiros, removeram o material e desobstruíram a rodovia.

Nas rodovias estaduais, um dos registros de manifestações ocorreu no Estado de São Paulo, onde houve pontos de bloqueio nas rodovias Anhanguera e Castelo Branco. O grupo que a organizou reclamava da alta no preço dos combustíveis.

O movimento de greve nacional previsto para esta segunda-feira foi convocada por lideranças dos caminhoneiros autônomos e transportadores de cargas. Entre as reivindicações, estão redução de cobrança de PIS/Cofins sobre o óleo diesel, aumento e cumprimento da tabela do piso mínimo do frete, mudança na redação do projeto da BR do Mar, sobre cabotagem, aposentadoria especial e marco regulatório do transporte.

No domingo (31/1), um áudio de uma conversa entre o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e uma liderança local de caminhoneiros circulou em grupos de Whatsapp, no qual o ministro afirma não ter possibilidade de atender alguns dos principais pedidos do segmento.

Tarcísio de Freitas confirmou ao Estadão Conteúdo a autenticidade do áudio e que a conversa ocorreu no sábado (30/1), mas disse que se tratava, apenas, de esclarecer o papel do governo em cada demanda, o que é possível fazer e o que não é.

EDILSON ASSUME SETOR DE SINALIZAÇÃO, EQUIPAMENTOS, OPERAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DA COMUTRAN

 

A Divisão de Sinalização, Equipamentos, Operação e Fiscalização de Trânsito, NH3, está de novo chefe: EDILSON DA SILVA FERNANDES.

O setor em questão está vinculado a COMUTRAN. O ex-chefe era o atual vereador Neto Ferraz.

Edilson tem demonstrado muito entendimento e grande responsabilidade ao longo do período que vinha atuando como agente de trânsito na COMUTRAN.

A Equipe do Fala Itapetinga parabeniza Edilson pelo excelente trabalho que tem feito e deseja boa sorte pelo novo cargo.

 

 

VACINA DA CORONAVAC CHEGA EM ITAPETINGA

Chegou na madrugada desta terça-feira, dia 19, 860 doses da vacina Coronavac. A mesma é produzida produzida pelo Intituto Butantan em parceria com Sinovac.

Vacinas chegando ao aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista.

As vacinas chegaram em Vitória da Conquista através de um avião e foram encaminhadas para a DIRES. Representantes do Núcleo Regional foram até Vitória da Conquista, escoltados pela PM e trouxeram as doses, que chegaram em solos itapetinguenses por volta das 6 horas da manhã de hoje.

Haverão também doses de vacinas para os 12 municípios que fazem parte da região do Médio Sudoeste.

Saiba quem será vacinado contra a Covid-19 em cada fase do plano do governo

O Ministério da Saúde fez nesta segunda-feira (18) a entrega simbólica de mais de 4,6 milhões de doses da Coronavac aos estados para iniciar a vacinação contra o novo coronavírus em todo o país.

Dessa forma, a vacinação no país será adiantada pelo governo federal e pelos governos estaduais.

Seringas e agulhas para vacinação
Governo federal distribui doses da Coronavac aos estados nesta segunda-feira (18) e adianta imunização contra Covid-19
Foto: HVesna/Pixabay

 

O Ministério da Saúde fez nesta segunda-feira (18) a entrega simbólica de mais de 4,6 milhões de doses da Coronavac aos estados para iniciar a vacinação contra o novo coronavírus em todo o país.

Dessa forma, a vacinação no país será adiantada pelo governo federal e pelos governos estaduais.

“Fica combinado que a gente distribui tudo hoje e começa [a vacinação] ao final do dia, em princípio, às 17h. A gente marca não antes das 17h, mas se alguém tiver delongas, faz parte da missão”, disse o ministro, na cerimônia.

“Quem puder, começa às 18h, mas o importante é que comece hoje, ao final do dia. Esse é nosso combinado”, continuou Pazuello.

Quantas pessoas serão vacinadas?

O Ministério da Saúde informou que com esse primeiro lote de vacinas serão imunizadas 2.854.560 (já considerando a perda estimada de 5% das doses da vacina).

As doses foram divididas proporcionalmente os estados de acordo com suas populações. Ao se considera a divisão regional, as doses da Coronavac serão aplicadas da seguinte forma: Norte: 337.332 doses; Nordeste: 683.924 doses; Sudeste: 1.202.090 doses; Sul: 357.821 doses e Centro-Oeste: 273.393 doses.

E quem serão os primeiros vacinados?

De acordo com informações divulgadas pela Saúde no domingo (17), os primeiros vacinados serão trabalhadores da Saúde (34% deles), população indígena em seus territórios, pessoas com deficiência institucionalizadas e pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas.

Dentre esses grupos, os que receberão a maior quantidade das vacinas neste primeiro momento serão os profissionais da saúde – com mais de 2,2 milhões de imunizados em todo o país –, seguido pelos indígenas – 431 mil –, pelos idosos – cerca de 156 mil – e, por fim, pelos deficientes – pouco mais de 6 mil imunizados.

Já o plano nacional de imunização divulgado pelo governo federal em dezembro informava que o grupo prioritário de brasileiros para receber a vacina contra a Covid-19 inclui, ao todo, 54 milhões de pessoas.

O primeiro grupo, segundo o plano, é formado pelos trabalhadores de saúde (quase 5,9 milhões de pessoas), seguidos pelas pessoas com 80 anos de idade ou mais (4,2 milhões), pessos com 75 a 79 anos (3,4 milhões), pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas (198 mil), e indígenas (410 mil).

Na época da divulgação do plano, no entanto, o governo não previa a inclusão de deficientes já nessa primeira fase de vacinação.

Depois, na segunda fase do PNI, seriam imunizados pessoas com 70 a 74 anos (5,1 milhões), pessoas com 65 a 69 anos (7 milhões), pessos com 60 a 64 anos (9 milhões).

Na terceira fase de imunização entram as pessoas com comorbidades como diabetes, hipertensão, doença pulmonar, entre outras. Esse grupo é composto por 12,6 milhões de brasileiros.

Por fim, na 4ª fase de vacinação o PNI prevê a imunização de professores (2,3 milhões de pessoas), de membros das forças de segurança e salvamento (850 mil) e de funcionários do sistema prisional (144 mil).

Mas São Paulo já começou a vacinar?

Sim, mas apenas alguns profissionais da saúde. No domingo (17), a primeira enfermeira foi vacinada em São Paulo minutos depois de a Anvisa autorizar o uso emergencial. Além dela, outros 111 profissionais da saúde foram imunizados no estado.

A vacinação, mais ampla para esse público-alvo, no entanto, só deve começar nesta segunda-feira (18), em seis hospitais de referência do estado: os hospitais das Clínicas da USP da capital e de Ribeirão Preto, o de Campinas (Unicamp), o de Botucatu (Unesp), o de Marília (Famema) e o Hospital de Base de São José do Rio Preto (Funfarme).

A orientação do governo paulista é que os municípios priorizem os profissionais da saúde, especialmente aqueles que estão na linha de frente do combate à pandemia – que somam, ao todo, cerca de 60 mil pessoas.

Ao todo, cerca de 1,35 milhões de doses da Coronavac ficaram em São Paulo. A campanha de imunização contra a Covid-19 em São Paulo irá progredir de acordo com a disponibilidade das remessas do órgão federal. À medida que o Ministério da Saúde viabilizar mais doses, as novas etapas do cronograma e públicos-alvo da campanha de vacinação contra a Covid-19 serão divulgadas pelo Governo de São Paulo.

Preciso me registrar para receber a vacina?

Não. As vacinas serão oferecidas para as pessoas que fizerem parte do público-alvo que comparecerem a um dos postos de vacinação espalhados pelo país.

No estado de São Paulo, porém, é possível fazer um pré-cadastro pelo site vacinaja.sp.gov.br para evitar a aglomeração de pessoas nas unidades de saúde.

Mas mesmo quem não fizer o pré-cadastro poderá ser vacinado, segundo informações do governo paulista.

 

A vacina será totalmente gratuita?

Sim. A vacinação nacional é organizada pelos Ministério da Saúde por meio do Sistema Único de Saúde e, portanto, não terá custo para a população.

É possível que, no futuro, clínicas particulares ofereçam vacinas pagas contra a Covid-19, mas ainda não é possível estimar quando isso acontecerá já que nenhum outro imunizante além da Coronavac e da vacina de Oxford – incorporados ao programa do SUS – já pediu autorização de uso para a Anvisa.

(Com informações do Estadão Conteúdo)

Além disso, a pasta aguarda a chegada de 2 milhões de doses da vacina de Oxford, também já aprovadas para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser incorporada nessa primeira fase de vacinação.

 

Quando começa a vacinação?

A previsão inicial era que a imunização nos estados começasse na quarta-feira (20). Na manhã desta segunda, os governadores chegaram a um acordo para adiantar esse prazo para terça-feira (19), às 14h.

Na cerimônia de entrega das vacinas, porém, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, mudou novamente o prazo e disse que com a chegada das vacinas nos estados até 14h a imunização poderá começar já nesta segunda-feira (18) a partir das 17h.

 

A EFICÁCIA DA CORONAVAC EXPLICADA EM GRÁFICOS

Divulgada em etapas, a eficácia da vacina da Sinovac contra o coronavírus despertou muitas dúvidas, particularmente a eficácia geral de 50,38% tornada pública na terça-feira (12/01).

A partir dos dados da fase 3 dos estudos do Instituto Butantan e com orientação de médicos, a BBC News Brasil destrinchou os dados em um gráfico, para explicar o que cada porcentagem significa na vida de quem se imunizar.

 

 

Na prática, quem não tomar a vacina terá o dobro de chances de desenvolver a covid-19 caso pegue o vírus, explica à BBC News Brasil o médico Marcio Sommer Bittencourt, do Hospital Universitário da USP.

Não vacinados que adoeçam também terão cinco vezes mais chance de precisar de atendimento médico. “E não temos certeza ainda, mas tudo leva a crer que a diminuição nos casos graves e mortes deve ser nessa mesma proporção”, explica Bittencourt.

Outras vacinas em desenvolvimento no mundo também já apresentaram seus dados de eficácia geral.

 

 

Para alguns especialistas, embora a Coronavac não tenha eficácia geral tão alta quanto outras, como a da Moderna ou Pfizer-BioNTech, ela tem como vantagem o fato de ser mais acessível do que os imunizantes estrangeiros que estão sendo disputados acirradamente por muitos países.

Segundo o Butantan, já estão prontas 10,8 milhões de doses da vacina em solo brasileiro. “No final de março, a carga total de imunizantes disponibilizados pelo instituto é estimada em 46 milhões de doses”, diz o órgão.

Para Bittencourt, essa acessibilidade é um ponto-chave.

“A conta simplificada é: quantas pessoas estão protegidas e quanto protejo toda a população. Se vacinar 1 milhão com uma vacina que reduz 95% (a chance de covid-19), o máximo que você protegeu foram 950 mil pessoas. Se vacinar 200 milhões com uma vacina que reduz 50% você protege até 100 milhões de pessoas. Comparado com esperar um ano para ter, por exemplo, a vacina da Pfizer, a melhor alternativa que temos é essa (CoronaVac)”, diz.

Analisando a oferta de imunizantes disponíveis no calendário brasileiro de imunização – e levando-se em conta apenas vacinas aplicadas também em adultos, mesmo público-alvo das vacinas contra o coronavírus -, nota-se que existe uma grande variação na taxa de eficácia.

 

Um fator importante é que, para qualquer vacina ter eficácia, é necessário que uma grande quantidade da população seja imunizada, fazendo com que o agente infeccioso deixe de circular. É a chamada imunidade de rebanho.

 

HERZEM GUSMÃO DEIXA UTI.

O prefeito Herzem Gusmão deixou a UTI do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde está em tratamento após complicações do coronavírus.

O anúncio foi feito pelo filho do gestor, o médico Danilo Gusmão.

“O prefeito recebeu alta da UTI e foi transferido para a Unidade de Terapia Semi-intensiva. Está usando uma quantidade baixa de oxigênio e, a cada dia, apresentando melhora clínica”, informou a rede social pessoal de Herzem.

 

VEREADOR NETO FERRAZ FOI DESTAQUE DO PROGRAMA BOM DIA VITA, NA RÁDIO FASCINAÇÃO.

Na manhã de hoje o vereador Neto Ferraz concedeu entrevista ao Programação Bom dia Vita, na rádio Fascinação AM.

A entrevista foi bastante produtiva, tranquila e houve participação dos ouvintes através de mensagens enviadas pelo celular.

Na oportunidade, Neto, que também foi eleito 1° secretário da Mesa Diretora da Câmara, reafirmou o seu compromisso com a população de Itapetinga: “Sou vereador do povo. Estou na Câmara para servir a toda a comunidade. Eu, junto com toda a população, quero lutar para Itapetinga ser uma cidade cada dia melhor para se viver”, afirmou Neto Ferraz.

Neto Ferraz com os apresentadores do programação Bom Dia Vita da Rádio Fascinação.

1° DE JANEIRO MARCADO PELA POSSE DOS CANDIDATOS ELEITOS E DA ELEIÇÃO DA MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL

Aconteceu na manhã do 1° de janeiro de 2021 a posse dos candidatos eleitos a prefeito, vice-  prefeito e vereadores do município de Itapetinga.

Os empossados foram:

Rodrigo Hagge – Prefeito – MDB

Renan Pereira – Vice-Prefeito – Democratas

Vereadores:

Aldelino Andrade Fonseca (Peto), do MDB;

Anderson Alves Cruz (Anderson da Nova), do DEM;

Antônio Carlos Gomes (Tuca), do Republicanos;

Antônio Ferraz Silva Neto (Neto Ferraz), do PSC;

Eliomar Alves Barreira (Tarugão), do MDB;

Emanuelle Brandão Dias Carvalho (Manu de Chico Ferro Velho), do MDB;

Evandro Souza Silva (Pastor Evandro Souza), do PSD;

Genison Feitosa do Nascimento (Gegê), do PSB;

Helder Flávio Pinto Ladeia (Helder de Bandeira), do PSC;

Hilderico de Souza Ferraz Nogueira (Tiquinho Nogueira), do PDT;

João de Deus da Silva Filho (João de Deus), do MDB;

Leonardo Rodrigues Matos (Léo Matos), do PSD;

Luciano Santos Almeida (Luciano Almeida), do MDB;

Sibele Shirley da Silva Moura Nery (Sibele Nery), do PT;

Valdeir Chagas do Nascimento (Valdeir Chagas), do PDT

Prefeito, Vice- Prefeito e Vereadores

Na oportunidade, houve a eleição da Mesa Diretora da Câmara para o biênio 2021-2022. Houve somente uma chapa e ficou da seguinte maneira:

Presidente – Leo Matos (PSD)

Vice- presidente – Anderson da Nova (DEM)

1° secretário – Neto Ferraz (PSC)

2° secretário – Tuca (Republicanos)

3° secretário – Gegê (PSB)

Mesa Diretora com Prefeito e Vice- prefeito

HERZEM GUSMÃO TRANSFERIDO PARA UTI DO HOSPITAL SÍRIO LIBANÊS

O Hospital Sírio- Libanês liberou um boletim médico atualizado do prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão.

O boletim informa que o prefeito foi transferido para UTI e que irá precisar de ventilação mecânica, apesar do quadro permanecer estável. Com relação a previsão de alta, ainda não se tem previsão.

 

Confira o boletim:

O senhor Herzem Gusmão, prefeito da cidade de Vitória da Conquista (BA), segue internado no Hospital Sírio-Libanês, onde deu entrada no dia 26 de dezembro, diagnosticado com Covid-19.

Ele foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva para otimização da assistência ventilatória, onde recebe medicação e apresenta um quadro clínico estável. O senhor Gusmão não tem previsão de alta e está sob os cuidados das equipes dos médicos Prof. Dr. Roberto Kalil, Prof.  Dr. Carlos Carvalho e Prof. Dr. David Uip.

Dr. Fernando Ganem                                  Dr. Angelo Fernandez

Diretor de Governança Clínica                  Diretor Clínico



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia