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:: ‘Geral’

Denúncia da PGR contra Bolsonaro e seu grupo na tentativa de golpe de Estado: Entenda os principais pontos.

Documento aponta que o ex-presidente liderou uma organização criminosa que praticou atos nocivos contra a democracia e tinha um ‘projeto autoritário de poder’.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia formal contra Jair Bolsonaro e um grupo de aliados por tentativa de golpe de Estado em 2022.

O documento aponta que o ex-presidente liderou uma organização criminosa que praticou atos nocivos contra a democracia e tinha um “projeto autoritário de poder”.

Se a denúncia for aceita, Bolsonaro se tornará réu e responderá a um processo penal no STF, podendo ser condenado pelos crimes descritos na acusação.

PL anuncia filiação de Bolsonaro no próximo dia 30 | Agência Brasil

Foto:  Alan Santos/PR

Dentre os principais pontos da denúncia da PGR estão:

Bolsonaro e o núcleo do golpe

A PGR identificou que a tentativa de golpe foi conduzida por um núcleo central dentro da organização criminosa. Entre os principais nomes envolvidos, além de Bolsonaro, estão:

  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin e deputado federal
  • Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça
  • Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional
  • Paulo Sérgio Nogueira, ex-comandante do Exército
  • Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e ex-vice na chapa de Bolsonaro
  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro

Segundo a denúncia, “deles partiram as principais decisões e ações de impacto social”, sendo Mauro Cid o responsável por “transmitir orientações aos demais membros do grupo”.

Crimes atribuídos a Bolsonaro e seus aliados

A PGR denunciou Bolsonaro e os demais integrantes da organização criminosa pelos seguintes crimes:

  1. Liderança de organização criminosa armada
  2. Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito
  3. Golpe de Estado
  4. Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União
  5. Deterioração de patrimônio tombado

Discurso golpista desde 2021

De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Bolsonaro adotou um tom de ruptura com a democracia desde 2021, ao atacar instituições e questionar o sistema eleitoral.

“A partir de 2021, o Presidente da República adotou crescente tom de ruptura com a normalidade institucional nos seus repetidos pronunciamentos públicos, nos quais expressava descontentamento com decisões de tribunais superiores e com o sistema eleitoral eletrônico em vigor”, destacou Gonet.

Essa escalada autoritária ganhou mais força após a anulação das condenações do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, tornando possível sua candidatura e, posteriormente, sua vitória nas eleições de 2022.

Decreto golpista e pressão sobre os militares

A denúncia aponta que Bolsonaro editou a versão final do decreto golpista, apresentado em 14 de dezembro de 2022 pelo general Paulo Sérgio Nogueira aos comandantes das três Forças Armadas. O documento previa:
  • Decretação do Estado de Defesa, que daria a Bolsonaro poderes extraordinários
  • Criação da “Comissão de Regularidade Eleitoral”, um órgão que revisaria o resultado das eleições

O objetivo da reunião foi pressionar os militares a aderirem à insurreição e garantirem suporte armado para impedir a posse de Lula. O general Freire Gomes, então comandante do Exército, confirmou à PGR que a minuta apresentada era ainda mais abrangente do que a versão inicial de Bolsonaro.

“A reunião tinha o intuito de pressionar novamente os militares a aderirem à insurreição, garantindo, assim, o suporte armado para as medidas de exceção que deveriam ser adotadas”, destacou a PGR.

A minuta do decreto golpista foi encontrada na residência do ex-ministro Anderson Torres.

Operação ‘Copa 2022’ e monitoramento de Alexandre de Moraes

A delação de Mauro Cid revelou que Bolsonaro ordenou diretamente o monitoramento do ministro Alexandre de Moraes. A espionagem fazia parte da Operação “Copa 2022”, que tinha como objetivo a “neutralização” do magistrado.

Inicialmente, as ordens partiram de Rafael Martins de Oliveira e Hélio Ferreira Lima, denunciados como articuladores da operação. O ex-assessor presidencial Marcelo Câmara foi apontado como um dos responsáveis por executar as ações.

“O monitoramento então foi solicitado pelo colaborador ao Coronel Marcelo Câmara, que era quem realizava essas operações”, afirmou Cid.

A PGR destaca que a ordem de monitoramento foi reforçada às vésperas do Natal de 2022:

“Quem solicitou o monitoramento do Ministro Alexandre de Moraes foi o ex-Presidente Jair Bolsonaro”, diz a denúncia.

Acampamentos golpistas e tentativa de golpe no 8 de janeiro

Segundo a PGR, Bolsonaro e seus aliados deliberadamente incentivaram os acampamentos em frente aos quartéis militares, para tentar provocar uma ação das Forças Armadas em favor do golpe.

“O então Presidente sempre dava esperanças que algo fosse acontecer para convencer as Forças Armadas a concretizarem o golpe”, disse Mauro Cid em delação.

O general Braga Netto, candidato a vice de Bolsonaro, mantinha contato direto com os manifestantes nos acampamentos e reforçava a narrativa golpista. O mesmo ocorreu com o general Mário Fernandes, que chegou a visitar pessoalmente os acampamentos em novembro de 2022.

Os ataques de 8 de janeiro de 2023, com a invasão das sedes dos Três Poderes, foram resultado direto dessa articulação, segundo a PGR.

PGR defende investigação da PF sobre R$ 17 milhões doados em Pix para  Bolsonaro – Justiça – CartaCapital

Foto: Evaristo Sá/AFP

Plano para matar Lula e Moraes

A denúncia também afirma que Bolsonaro sabia e concordou com um plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes. O plano foi denominado “Punhal Verde Amarelo” e previa:
  • Execução de Moraes e envenenamento de Lula
  • Controle total dos Três Poderes após a eliminação de opositores
  • Criação de um gabinete para organizar a nova ordem golpista

A PGR revelou um áudio de um assessor de Bolsonaro confirmando que o ex-presidente sabia do plano e esperava que fosse executado até 31 de dezembro de 2022.

“O áudio não deixa dúvidas de que a ação violenta era conhecida e autorizada por Jair Messias Bolsonaro”, afirmou Gonet.

Além disso, mensagens trocadas por um grupo de WhatsApp chamado “Acompanhamento” confirmam que a reunião no Palácio do Planalto foi para planejar a execução do golpe.

Relatório sobre urnas

Segundo a delação de Mauro Cid, que é citada na denúncia, o ex-presidente Jair Bolsonaro interferiu diretamente na redação do relatório das Forças Armadas sobre as urnas eletrônicas, determinando que sua conclusão fosse alterada para alimentar dúvidas sobre o sistema eleitoral.

De acordo com a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), Bolsonaro pressionou o Ministério da Defesa para modificar o documento e evitar que ele reafirmasse a inexistência de fraudes nas eleições de 2022.

De acordo com Cid, a versão inicial do relatório não apontava qualquer irregularidade no sistema eleitoral, o que contrariava o discurso bolsonarista de desconfiança nas urnas. No entanto, por ordem do ex-presidente, o texto foi ajustado para sugerir a possibilidade de que fraudes pudessem ocorrer, mesmo sem qualquer prova que sustentasse essa tese. A denúncia destaca que essa interferência foi parte de uma estratégia maior para desestabilizar a democracia.

O relatório manipulado foi amplamente explorado por aliados de Bolsonaro para mobilizar sua base e justificar a necessidade de uma intervenção militar. Essa narrativa foi crucial para manter os acampamentos em frente aos quartéis após a derrota eleitoral, além de fortalecer a tentativa de invalidar o resultado das urnas. Segundo a PGR, a disseminação dessas informações falsas foi essencial para alimentar o movimento golpista.

‘Sangue nos olhos’

De acordo com o documento, Bolsonaro manteve interlocução com apoiadores, estimulou manifestações em frente a quartéis e buscou alimentar um clima de instabilidade para justificar uma intervenção militar.

Segundo a PGR, Mário Fernandes, então chefe substituto da Secretaria-Geral da Presidência, atuava como elo entre o governo Bolsonaro e os grupos que pediam a intervenção militar.

Fotos encontradas no celular de Fernandes confirmam sua presença em acampamentos montados no Quartel-General do Exército em Brasília, onde esteve pelo menos quatro vezes. Além disso, os investigadores apontam um “estreito vínculo” entre Fernandes e as principais lideranças dos atos antidemocráticos.

A denúncia também inclui mensagens enviadas ao ex-presidente pelo major-brigadeiro Maurício Pazini Brandão, indicando que os apoiadores aguardavam um sinal para agir. Em uma das mensagens, Brandão escreveu:

“A ‘minha tropa’ (hehehehe) continua com ‘sangue nos olhos’. […] Conversa hoje com o Amir. Desmobilizamos a tropa ou permanecemos em alerta?”. O texto reforça que o plano golpista contava com apoio e articulação entre setores militares e civis.

Além disso, Mauro Cid afirmou em sua delação que Bolsonaro incentivava os acampamentos em frente aos quartéis para manter viva a expectativa de um golpe militar. Segundo Cid, Bolsonaro “sempre dava esperanças que algo fosse acontecer para convencer as Forças Armadas a concretizarem o golpe”. Esse teria sido um dos motivos pelos quais o então presidente nunca ordenou a desmobilização dos manifestantes, mesmo após o fim das eleições.

A PGR conclui que a permanência dos acampamentos foi deliberada e que os comandantes das Três Forças chegaram a assinar uma nota autorizando a continuidade das manifestações por ordem de Bolsonaro. O documento descreve os eventos de 8 de janeiro como o resultado de uma longa construção da organização criminosa, que desde 2021 propagava a falsa narrativa de que o sistema eletrônico de votação havia sido manipulado para prejudicar o ex-presidente.

Próximos passos

Agora, cabe ao Supremo Tribunal Federal decidir se aceita a denúncia da PGR. Caso isso ocorra:

  1. Bolsonaro e os demais denunciados se tornarão réus
  2. Será aberta uma ação penal com coleta de provas, depoimentos de testemunhas e defesa dos acusados
  3. Ao final do julgamento, o STF poderá condená-los ou absolvê-los
  4. Além disso, a defesa dos réus poderá apresentar recursos dentro do próprio tribunal.

Abertura do Ano Legislativo 2025

Será realizada na próxima terça-feira, dia 18, às 10h., a Sessão Solene de abertura do Ano Legislativo de 2025.

 

A Sessão será realizada no Plenário Ulysses Guimarães, na Câmara Municipal de Itapetinga e irá marcar o início oficial dos trabalhos dos Vereadores e será apresentada a Mensagem do Prefeito Municipal Eduardo Hagge.

 

Toda a comunidade está sendo convidada!

 

 

‘Café fake’: saiba diferenciar café e pó sabor café na prateleira, para não errar nas compras

Produto é mais barato que o café, podendo ser encontrado nos supermercados por R$ 13,99. Governo investiga se o item se trata de um golpe ou de um produto da categoria “preparados sólidos”.

Imagem da noticia Café "fake": Abic alerta para produtos sem grãos na composição

Foto: SBT News

Com o café a quase R$ 50, um novo produto tem se espalhado pelos supermercados: o “pó sabor café“, que acabou ganhando o apelido de “café fake” ou “cafake”.

O item, que não é o mesmo que o pó de café, pode confundir consumidores porque tenta imitar as embalagens de marcas famosas — a descrição “pó para preparo de bebida sabor café” fica em letras pequenas, na parte de baixo dos pacotes. Além disso, ele é mais barato.

café

O café verdadeiro é feito a partir do grão dentro do seu fruto (Divulgação/Freepik)

Em janeiro, um pacote de 500 g de uma marca de pó saborizado poderia ser encontrado nos supermercados por R$ 13,99, informou a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic).

O ministério apura quais seriam os ingredientes utilizados. Para ser considerado café, o produto pode ter apenas o grão. Mas nem toda embalagem do “café fake” menciona a receita ou até mesmo contém o grão, algumas apontam que ele é feito de cevada ou milho, por exemplo.

Saiba como diferenciar café do 'fake café' pela embalagem — Foto: Bruna Azevedo / arte g1

Saiba como diferenciar café do ‘fake café’ pela embalagem — Foto: Bruna Azevedo / arte g1

Receita: Smoothie de frutas

Smoothie de frutas é receita simples e rápida para se refrescar no calorão

Para preparar este smoothie de frutas, você vai usar suco de laranja congelado em cubinhos, polpa de maracujá congelada, abacaxi em cubos, leite e açúcar. Veja o passo a passo!

Smoothie de frutas: como fazer — Foto: Receitas
Smoothie de frutas: como fazer — Foto: Receitas

Esta receita de smoothie de frutas congeladas é uma excelente opção para você incluir no seu cardápio. Seja no café da manhã ou no lanche da tarde, o smoothie é uma receita prática e fácil de preparar, pois fica pronto em 5 minutinhos e é feito no liquidificador.

Note que o açúcar está entre os ingredientes, mas caso você preferir, pode fazer a receita sem ele: isso deixará a bebida menos doce e mais saudável. Além disso, você ainda pode acrescentar outras frutas ao smoothie, aproveitando o que estiver à disposição na geladeira e evitando o desperdício.

Ingredientes

Smoothie de frutas

  • 150 mililitros de suco de laranja congelado em cubos
  • 150 mililitros de leite gelado
  • 50 gramas de polpa de maracujá congelada
  • 50 gramas de abacaxi picado
  • 1 colher de sopa de açúcar

Smoothie de frutas: receita — Foto: Receitas

Smoothie de frutas: receita — Foto: Receitas

Modo de Preparo

Smoothie de frutas

  1. No liquidificador, coloque 50 gramas de polpa de maracujá congelada, 50 gramas de abacaxi picado, 150 mililitros de suco de laranja congelado em cubos, 150 mililitros de leite gelado.
  2. Acrescente 1 colher de sopa de açúcar.
  3. Feche o liquidificador e bata bem as frutas congeladas com o leite.
  4. Sirva em um copo grande e beba em seguida.

Dica

Congele o suco de laranja em uma forminha de gelo, isso facilitará o processo na hora de bater os ingredientes no liquidificador.

 

Fonte: receitas.globo

Queda de avião na Bahia: o que se sabe sobre o acidente que matou empresário e feriu bioquímico

Situação aconteceu em uma área de difícil acesso do distrito de Cumuruxatiba, na cidade de Prado, no extremo sul baiano. Caso é investigado pelo Cenipa.

Um empresário de 70 anos morreu e um bioquímico ficou ferido depois que o avião onde viajavam caiu, na segunda-feira (10), no distrito de Cumuruxatiba, em Prado, no extremo sul da Bahia.

A aeronave pegou fogo e ficou destruída após o acidente. O caso é investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea do Brasil (FAB).

Uma pessoa morreu após queda de aeronave em Prado, no extremo sul da Bahia — Foto: Diego Ferrari

Uma pessoa morreu após queda de aeronave em Prado, no extremo sul da Bahia — Foto: Diego Ferrari

 

1 – Como foi o acidente?

Testemunhas contaram que viram a aeronave voar baixo, atingir uma falésia e explodir pouco antes de cair no chão. O fogo consumiu a estrutura da nave e atingiu a vítima que morreu. O corpo foi carbonizado.

Ainda não há informações sobre a rota que o avião fazia e nem o que pode ter causado a queda da aeronave.

2 – Quem são as vítimas?

 Fredy Antônio Tanos Lopes: empresário de 70 anos, nascido em Sete Lagoas (MG) e dono de uma rede de laboratórios, que morreu;
  • Mario Gontijo: bioquímico, dono de laboratórios, professor do curso de medicina e ex-secretário de saúde de Eunápolis, que ficou ferido.

Fredy Tano Lopes (à esquerda) morreu no acidente. Mario Gontijo (à direita) sobreviveu. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Fredy Tano Lopes (à esquerda) morreu no acidente. Mario Gontijo (à direita) sobreviveu. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O corpo de Fredy foi removido dos destroços por agentes da Brigada de Emergência Voluntária de Cumuruxatiba, e levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Itamaraju, onde passou por necropsia.

A liberação para a família aconteceu na tarde de terça-feira (11). O corpo foi levado para a cidade natal da vítima, onde será sepultado.

Mario Gontijo pilotava a aeronave no momento do acidente. Ele ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, para onde foi levado de helicóptero após o resgate. Em seguida, foi transferido para um hospital particular em Eunápolis, onde segue internado.

Segundo apuração da TV Santa Cruz, afiliada da Rede Bahia na região, o bioquímico teve um trauma no tórax e uma luxação na clavícula, porém o estado de saúde dele é considerado estável.

3 – Como o caso é investigado?

Segundo o Cenipa, investigadores do Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II), órgão regional do com sede em Recife (PE), foram acionados para a apuração no local do acidente.

Neste momento inicial, conforme detalhou o Cenipa, são aplicadas técnicas específicas para a realização de coleta e confirmação de dados, preservação dos elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave e levantamento de outras informações necessárias.

Os detalhes de como essas ações são desenvolvidas, no entanto, não foram divulgados. Também não se sabe o prazo para o encerramento do caso.

“A conclusão da investigação ocorrerá no menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade da ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes”, diz um trecho da nota.

Fonte: g1 BA

Avião da Gol colide com carro de manutenção durante decolagem no Galeão

Voo seguia do Rio de Janeiro com destino a Fortaleza

Um avião da Gol colidiu com um veículo durante a noite desta terça-feira (11), por volta das 22h, quando decolava no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio.

A aeronave era um Boeing 737 MAX 8 e tinha destino a cidade de Fortaleza.

O Corpo de Bombeiros foi acionado. Segundo a concessionária RIOGaleão, não há feridos e os passageiros já foram desembarcados.

Em nota, a Gol informou que que o veículo com o qual a aeronave colidiu era uma viatura da administradora do aeroporto, que se encontrava na pista durante o procedimento de decolagem.

Avião da Gol colide com carro

Foto: Internet

“A decolagem foi interrompida e todos os passageiros e tripulantes desembarcaram em segurança. Um voo extra para Fortaleza foi disponibilizado para quem optou por seguir viagem. Aqueles que decidiram permanecer no Rio de Janeiro receberam toda assistência para acomodação, transporte e alimentação”, afirmou a empresa em nota.

Ainda segundo a companhia, a tripulação e equipe seguiram os procedimentos e agiram rapidamente para garantir a segurança dos passageiros. Segundo a Gol, o incidente não afetou outros voos.

“A Gol reforça que a segurança é o seu valor número 1 e está à disposição para colaborar integralmente com o CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) nas investigações do ocorrido”, completa a nota.

Em um vídeo, é possível ouvir a conversa da torre com o piloto que confirma que o carro colidiu no eixo da pista.

  • “Torre Gol dois, zero, uno. Boa Noite!”
  • “Confirme no 674.”
  • “Decolagem. Trombamos em um carro no meio da pista. No eixo da Pista. Colidiu.”

Em nota, o RIOgaleão — concessionária que administra o aeroporto — informou o incidente não teve vítimas e que o aeroporto continuou e segue operando normalmente para pousos e decolagens.

Fonte: CNN Brasil

Prefeito Eduardo Hagge cumpriu agenda na capital do Estado.

Na terça-feira (21/01), o Prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge (MDB), esteve cumprindo agenda em Salvador.

Junto com o presidente do MDB-BA, Jayme Vieira Lima, participou de audiência com a Secretária de Saúde, Roberta Santana e o Secretário de Relações Institucionais do Estado, Adolpho Loyola, onde a pauta principal foi a área da saúde. Foram debatidas melhorias na infraestrutura e nos serviços de saúde do município.

 

Foto: Instagram

 

Buscando mais benefícios para Itapetinga, reuniu-se também, com o Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia, Ângelo Almeida. Na agenda estavam projetos de ampliação e prospecção de novas empresas para o município.

 

Foto: Instagram

 

O prefeito ver muito potencial em Itapetinga, e completa, afirmando que o município está pronto para atrair novos empreendimentos, gerar emprego, renda e fortalecer a economia.

Campanha Janeiro Branco: o que é e como ela surgiu?

A Campanha Janeiro Branco é uma iniciativa que tem o intuito de conscientizar a sociedade sobre a importância da saúde mental. Ela surgiu como uma resposta à necessidade de promover reflexões sobre a vida, relações, objetivos e passados, especialmente no início do ano.

Janeiro é considerado um portal entre ciclos que se fecham e se abrem, tornando-o simbolicamente propício para projeções, escritas e desenhos sobre expectativas e desejos.

 

Janeiro Branco 2025

Quais são os principais objetivos da Campanha Janeiro Branco?

Os principais objetivos dessa campanha envolvem:

  • Promover a conscientização sobre a importância da Saúde Mental na vida de todos;
  • Oferecer informações, conhecimentos e recursos para ajudar as pessoas e as instituições sociais a investirem em vidas e relacionamentos saudáveis;
  • Inspirar e provocar a criação de políticas públicas dedicadas aos universos e às necessidades psicossociais das pessoas e da sociedade;
  • Combater estigmas e preconceitos em torno das questões de Saúde Mental e encorajar atitudes e diálogos abertos sobre o tema.

Quais são as consequências de não priorizar esse aspecto em nossas vidas?

Não priorizar a saúde mental pode levar a diversas consequências negativas. Isso inclui o aumento do estresse, ansiedade, isolamento social e sobrecarga emocional.

Portanto, ignorar a sua importância também pode contribuir para o surgimento de problemas mais sérios, como transtornos mentais, afetando negativamente o bem-estar global e a qualidade de vida.

Quais são as sugestões para quem gostaria de priorizar o bem-estar mental em sua rotina diária?

Algumas sugestões para priorizar o bem-estar mental na rotina diária incluem:

  • Autocuidado: reserve tempo para atividades que proporcionem relaxamento e prazer;
  • Estabelecer limites: saiba dizer não a compromissos que possam causar sobrecarga;
  • Organize a rotina: estabeleça metas realistas e faça uma boa gestão do tempo entre responsabilidades e lazer;
  • Cultive relacionamentos positivos: mantenha conexões sociais saudáveis com amigos, colegas e familiares;
  • Busque ajuda profissional: não hesite em procurar apoio de profissionais de saúde mental quando necessário.

Priorizar a saúde mental é essencial para uma vida equilibrada e plena, contribuindo para uma experiência humana mais saudável e significativa.

Janeiro Branco é uma campanha que promove a conscientização sobre saúde mental, surgindo como uma oportunidade de reflexão no início do ano.

 

Referências: Instituto Janeiro Branco

Fonte: https://uniandrade.br/blog/campanha-janeiro-branco-o-que-e-e-como-ela-surgiu/

Com mais poderes, Trump toma posse nos EUA cercado de superconservadores e magnatas

 

Após vitória com folga na eleição de 2024, Donald Trump assume nesta segunda (20) oficialmente a presidência da Casa Branca. Republicano deve assinar também hoje série de ordens executivas anti-imigração e favoráveis a magnatas que farão parte de seu novo governo.

Foto oficial de Trump como 47º presidente dos Estados Unidos. — Foto: Divulgação

Foto oficial de Trump como 47º presidente dos Estados Unidos. — Foto: Divulgação

 

“Era a Casa Branca ou a cadeia”.

O professor de Relações Internacionais da ESPM Leonardo Trevisan acredita que esses eram os únicos destinos possíveis para Donald Trump em 2025. Com processos judiciais anulados e uma vitória expressiva nas urnas nas eleições americanas de novembro, ele garantiu a primeira opção.

“Quatro anos depois, ele volta nesta segunda-feira (20) a ocupar o posto de presidente dos Estados Unidos com fôlego renovado,

processos judiciais resolvidos e, desta vez, sem a tutela de figurões do Partido Republicano como a do primeiro mandato”.

Trump, que venceu as eleições em novembro de 2024, toma posse nesta tarde em cerimônia em Washington para a qual convidou apenas aliados, entre eles o argentino Javier Milei (veja mais abaixo).

Capitólio no sábado, 18 de janeiro — Foto: J. Scott Applewhite/AP

Também nesta segunda, o republicano  dará o pontapé inicial aos primeiros atos de seu governo: ele vai assinar, de uma só vez, dezenas de ordens executivas direcionadas a políticas anti-imigratórias —que podem afetar brasileiros em situação ilegal nos EUA— e tributárias favoráveis aos magnatas que agora integram seu governo.

A estratégia é a mesma de sua primeira gestão à frente da Casa Branca, quando ele anunciou decretos polêmicos já nos primeiros dias de governo, como a construção do muro na fronteira com o México e a suspensão de vistos para cidadãos de sete países muçulmanos.

Mas isso não quer dizer que a sua nova gestão será similar à anterior. Desta vez, na avaliação do professor de Relações Internacionais da ESPM, Leonardo Trevisano republicano deve governar em “voo solo”, já que se afastou da ala mais experiente de seu partido, de quem dependeu no primeiro mandato por conta da falta de experiência na política.

Ele também se sente mais legitimado pelos eleitores —diferentemente da sua primeira vitória, em 2016, ele venceu sua rival em 2024, a democrata Kamala Harris, tanto por número total de votos quanto na contagem do Colégio Eleitoral, órgão que elege o presidente do país.

“Vamos ver uma grande diferença entre o Trump 1 e Trump 2. O Trump do primeiro mandato conhecia pouco a dimensão exata do que ele podia fazer,

então, se aproximou da ala mais experiente do Partido Republicano. Ou seja, havia sempre “um adulto na sala”.

Agora, Trump não os quer mais”, disse Trevisan ao g1.

“E este será um governo de superconservadores e magnatas. Não há espaço para políticos experientes”.

Posse

Já na cerimônia de posse, também chamada de Dia da Inauguração nos EUA, Trump dará demonstrações desse “voo solo”. Quebrando um protocolo de não convidar governantes do exterior para o evento e sim diplomatas que os representem, o republicano, segundo a imprensa local, enviou uma série de convites diretos a aliados.

Entre eles, os presidentes Javier Milei, da Argentina, Giorgia Meloni, da Itália, e Viktor Orbán, da Hungria, além do brasileiro Jair Bolsonaro — apesar de o Supremo ter negado o pedido de Bolsonaro, que está com o passaporte apreendido, de ir à cerimônia nos EUA.

Trump também chamou políticos de partidos ultraconservadores europeus, como Tino Chrupalla, do Alternativa para a Alemanha (AfD), o espanhol Santiago Abascal, do VOX, e o ultraliberal britânico anti-União Europeia Nigel Farage, de acordo com o site de notícias dos EUA Politico.

Já a presidente da Comissão Europeia — o braço executivo da União Europeia —, Ursula von der Leyen, não recebeu convite, assim como o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. O líder chinês, Xi Jinping, foi convidado por Trump, mas enviou seu vice.

O presidente Lula (PT) não foi convidado para a posse. A embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, vai representar o governo brasileiro no evento.

Nomes do Vale do Silício e magnatas da tecnologia, parte essencial da segunda gestão de Trump — ex-magnata que tem uma fortuna estimada em cerca de US$ 6,5 bilhões (cerca de R$ 32 bilhões) — também terão assentos garantidos na posse.

Segundo a imprensa norte-americana, Elon Musk, CEO da Tesla, do X e do SpaceX; Jeff Bezos, presidente-executivo da Amazon; e Mark Zuckerberg, CEO da Meta, estarão nas primeiras filas.

É justamente pensando nesse nicho que Trump deve assinar uma enxurrada de ordens executivas já durante a cerimônia de posse. As promessas de Trump de deportar imigrantes deverão encabeçar a lista das ordens executivas e, com isso, criar uma cortina de fumaça para medidas tributárias que favorecem o Vale do Silício, segundo o professor Leonardo Trevisan.

“Nós vamos assistir a uma enorme cortina de fumaça nos primeiros dias,

exatamente pela complexidade que terão algumas medidas econômicas”.

As ordens executivas são espécies de decreto, por não precisarem de aprovação prévia do Congresso, mas não criam uma lei específica. São como uma determinação do presidente sobre como órgãos do governo devem usar seus recursos.

Entre as que devem ser assinadas já nesta segunda estão também o texto em que Trump declara a imigração ilegal uma emergência nacional, o que na prática autoriza a liberação de fundos militares para a construção do muro na fronteira com o México, e a que permite agentes de imigração federal a prender pessoas sem antecedentes criminais.

Fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters apontam que também haverá uma série de ordens executivas no setor de energia, de regulações sobre veículos elétricos e até mesmo a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima.

resto da cerimônia vai seguir a tradição das posses nos EUA, começando com um serviço religioso seguido de um chá com seu antecessor, Joe Biden, que participará da cerimônia apesar de Trump não ter comparecido à posse do democrata em 2021 — na primeira vez em 150 anos em que um ex-presidente não foi à cerimônia de seu sucessor.

Trump discursará no Capitólio logo após um ato de posse, que será seguido da assinatura das ordens executivas, a revisão de tropas e um baile noturno.

A única quebra de tradição será a mudança do ato da posse para um local fechado, dentro do Capitólio, por conta do frio — há previsão de que a temperatura chegue a -6º C.

Fôlego extra

A partir da terça-feira e ao longo das primeiras semanas, a imprensa americana avalia que Trump deve continuar com a estratégia de choque inicial que adotou em sua primeira gestão, mas, desta vez, com fôlego renovado.

Há menos de um ano, Trump era réu em quatro processos judiciais e enfrentava o risco de prisão. Com sua vitória, os casos praticamente evaporaram, seguindo a compreensão jurídica de que a vontade individual — neste caso, expressa através das urnas — devem ser soberanas. Até por isso, a legislação norte-americana teria permitido que ele governasse atrás das grades, caso tivesse sido condenado à prisão.

“Isso interferiu na postura de Trump e lhe deu mais credibilidade para governar sem precisar de ninguém.

Agora, o que vai importar para ele é lealdade e obediência”, disse o professor Leonardo Trevisan.

Trajetória

Melania Trump será primeira-dama pela segunda vez. — Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz

Trump se muda de volta à Casa Branca novamente ao lado de Melania Trump, sua terceira esposa. O agora presidente dos EUA tem cinco filhos, dez netos, frutos de três casamentos diferentes.

Ao contrário do que já disse algumas vezes, Donald Trump não construiu sua fortuna do zero. Seus primeiros passos e milhões de dólares foram proporcionados por seu pai, Fred Trump, filho de um imigrante alemão que investiu no incipiente mercado imobiliário de Nova York na década de 1950.

Após se formar em economia na Universidade da Pensilvânia, em 1968, ele assumiu oficialmente a imobiliária da família, que começou a expandir por Nova York com construções de prédios altos em Manhattan e hotéis, campos de golfe e cassinos fora dos EUA, que sempre batiza com o nome da família.

Foto: arte g1

Fonye: G1 Mundo

Com 836 votos, Neto Ferraz se reelege e garante um futuro promissor pra Itapetinga.

 

“Que posso eu oferecer a Deus, o SENHOR, por tudo de bom que ele me tem dado?
Eu te darei uma oferta de gratidão e a ti farei as minhas orações.”
Salmos 116: 12 e 17

Gratidão, em primeiro lugar, a Deus.
Grato por tamanho amor e fidelidade a mim.
Grato por permanecer ao meu lado em todos os momentos da minha vida.
Tudo está no controle de Deus e eu creio que, durante toda a minha campanha, Deus esteve ao meu lado me dando o direcionamento e me mostrando o caminho a ser seguido.

Agradeço de coração ao povo da minha amada Itapetinga. Cidade que me acolheu tão bem e hoje tenho um amor inexplicável.
Foram 4 anos dando o meu melhor pela cidade. Prometo que darei mais 4 anos da minha vida para lutar pelo povo daqui.

Prometo que irei honrar não apenas as 836 famílias que em mim votaram. Mas sim, honrarei a todas as famílias itapetinguenses.

Que Deus me dê sabedoria e força para continuar lutando pelo bem de Itapetinga.



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