O que se sabe até agora:- Avião bimotor caiu perto de uma cachoeira por volta de 15h30 desta sexta;
O Banco Central (BC) informou que oito em cada dez consultas feitas no Sistema de Valores a Receber (SVR) na segunda-feira não encontraram ‘dinheiro esquecido’ em bancos.
A estatística considera as operações feitas até às 18h30. Neste primeiro dia de funcionamento do sistema, foram 37,3 milhões de consultas por CPFs e CNPJs, sendo que 30,3 milhões não encontraram nenhum saldo. Outros 7 milhões conseguiram achar um ‘dinheiro esquecido’ em alguma conta bancária.
Em mais detalhes, 29,6 milhões de consultas em CPFs não encontraram nada. Outros 6,9 milhões tinham saldo positivo. Já para CNPJ, o número foi de 737,7 mil sem saldo e 71,1 mil com recursos a receber.
No entanto, esse não é o fim da esperança para quem não encontrou saldo. Nesta primeira fase, estarão disponíveis para devolução R$ 3,9 bilhões para 28 milhões de pessoas ou empresas que tinham saldos residuais em contas-correntes, por exemplo.
Nesta primeira fase, as pessoas podem consultar se têm dinheiro a receber caso se enquadrem nestas situações:
Fonte: O Globo
As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2022 foram abertas nesta terça-feira (15), na página oficial do programa. Os candidatos terão até sexta-feira (18) para fazer a inscrição. (veja calendário mais abaixo).
O processo leva em conta as notas dos candidatos no Enem 2021 para selecionar alunos que irão estudar em instituições públicas. Além de ter feito o Enem, o candidato precisa ter tirado nota superior a zero na redação para participar do Sisu.
O candidato não pode ter feito o Enem como “treineiro”, como é o caso de alunos que não concluíram o ensino médio. No dia 9 de fevereiro, o Ministério da Educação (MEC) divulgou as notas da edição de 2021 do exame.
Escolha do curso
Documentos
Para se inscrever no Sisu, o candidato precisa concluir seu login clicando no botão “Entrar com gov.br” disponível na página do Sisu.
É preciso, no entanto, ficar atento aos documentos exigidos pelas instituições para efetivar a matrícula, em caso de aprovação. Essa informação estará disponível no sistema, no momento de sua inscrição.
Fonte: G1
O preço da cesta básica voltou a subir em outubro, em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese, chegando a passar de R$ 700.
Segundo levantamento divulgado pelo Dieese na sexta-feira (5), a cesta mais cara foi a de Florianópolis (R$ 700,69), seguida pelas de São Paulo (R$ 693,79), Porto Alegre (R$ 691,08) e Rio de Janeiro (R$ 673,85).
Até setembro, o preço ainda não tinha chegado a R$ 700 em nenhuma capital do país. A mais cara era a de São Paulo: 673,45.
Em 1 ano, o preço da cesta básica subiu em todas as capitais que fazem parte do levantamento. Os maiores percentuais foram observados em Brasília (31,65%), Campo Grande (25,62%), Curitiba (22,79%) e Vitória (21,37%).
Para as famílias de baixa renda, o preço da cesta básica de alimentos chega a comprometer, na média entre as 17 capitais, 58,35% do salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (7,5%). Em algumas capitais, já equivale mais de 60% do salário mínimo.
Com base na cesta mais cara do país, o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.886,50, o que corresponde a 5,35 vezes o piso nacional vigente (R$ 1.100). O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.
Entre os itens que mais subiram na passagem de setembro para outubro, o Dieese apontou a batata, o tomate, o pó de café, o óleo de soja e o açúcar.
A cantora Marília Mendonça e mais 4 pessoas morreram na queda de um avião de pequeno porte em uma cachoeira na cidade de Piedade de Caratinga, no interior de Minas Gerais nessa sexta- feira, 05 de novembro.
A informação de que a cantora de 26 anos estava no avião foi do Corpo de Bombeiros. A Polícia Civil informou que os cinco ocupantes da aeronave morreram –além de Marília, o piloto, o copiloto, o seu produtor Henrique Ribeiro e o seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho.
Ainda não se sabe as causas do acidente. O avião havia decolado de Goiânia.
Marília faria um show em Caratinga. Ela postou em redes sociais dentro do avião nesta sexta.
O que se sabe até agora:
Há exatos sete meses, era aplicada a primeira vacina contra a Covid-19 no Brasil. Agora, a discussão não é mais sobre se e quando teremos doses suficientes para toda a população, mas sim se já é hora de preparar estoque para uma possível terceira aplicação em pessoas completamente imunizadas. A possibilidade, inicialmente tratada mais fortemente nas esferas estadual e municipal, agora já é considerada abertamente por pessoas do governo federal. A secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite Melo, afirmou nesta segunda-feira (16) que uma parte da população poderá precisar desse reforço e admitiu distribuir lotes para este fim ainda neste ano.
“Se formos pensar numa terceira dose, estamos calculando trabalhar priorizando determinados grupos. Só que a gente não decidiu ainda se teremos ou não terceira dose. Outras variáveis são analisadas. Nossa câmara técnica tem outra reunião esta semana para definir principalmente a parte dos estudos científicos. Mas conseguiríamos fazer (a distribuição da terceira dose) neste ano, sim”, disse Rosana, durante sua participação na reunião da Comissão Temporária da Covid-19 no Senado.
Na última sexta-feira (13), dia em que os Estados Unidos anunciaram a aplicação da terceira dose da vacina da Pfizer em pacientes com comprometimento do sistema imunológico, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pediu à farmacêutica informações sobre os estudos que indicariam a importância desse reforço. Outras análises avaliam cenários com doses extras em pessoas duplamente vacinadas com AstraZeneca.
E está previsto para os próximos dias o início de um estudo no Brasil com quem já recebeu duas doses da CoronaVac. A pesquisa, encomendada pelo Ministério da Saúde à Universidade de Oxford, vai recrutar 1.200 voluntários para testar a terceira aplicação com os quatro imunizantes em uso hoje no país: parte dos participantes receberá a própria CoronaVac, um segundo grupo tomará a AstraZeneca, outro a Pfizer e o último a Janssen.
Chile e Uruguai já anunciaram que aplicarão uma dose de outro fabricante em quem tomou duas da CoronaVac. Rosana Leite Melo disse que o ministério está preocupado com o avanço da cepa Delta, que tem levado a um aumento de casos mesmo em locais com muitas pessoas vacinadas. Presidente da Comissão Temporária da Covid-19 no Senado, Confúcio Moura (MDB-RO) lembrou que o também senador Otto Alencar (PSD-BA) foi infectado, mesmo tendo tomado duas doses, e citou a morte na semana passada do ator Tarcísio Meira, que já tinha completado a imunização.
— Pode ter sido por conta não só do imunizante, mas principalmente por ser alguém acima dos 80 anos. Essas observações nos darão subsídios para definir qual é o tempo da terceira dose. Será que utilizaremos com o mesmo intervalo? Utilizaremos um tempo maior? Ou será que teremos dose de reforço? — questionou a secretária.
A perda de efetividade da vacina entre os mais idosos está ligada ao funcionamento do corpo humano. Em pessoas de idade avançada, o que barra o pleno funcionamento do imunizante é um fenômeno chamado de imunossenescência, que faz com que o sistema imunológico tenha mais dificuldade em desenvolver uma resposta adequada às doenças, sobretudo às novas. Esse é um dos principais argumentos a favor da terceira dose.
Fonte: Site Extra
Pelo menos 9 capitais decidiram antecipar a aplicação da segunda dose da vacina AstraZeneca contra a Covid-19 até esta segunda-feira (12). São elas: Rio Branco, Salvador, Fortaleza, Brasília, Vitória, Campo Grande, Recife, Florianópolis e Palmas.
As decisões têm sido publicadas desde o final de junho, mas o Distrito Federal foi a única unidade da federação que argumentou que o prazo foi encurtado para ampliar segurança contra a variante delta do coronavírus.
As capitais dos outros estados ou não explicaram os motivos de se antecipar aos 90 dias de distância ou justificaram a medida com o argumento de que “acelerar o processo de imunização completa” diante da disponibilidade de doses nos municípios.
Um estudo divulgado pela revista científica Nature, na semana passada, aponta que uma única dose das vacinas da Pfizer ou da AstraZeneca era pouco ou nada eficiente contra as variantes delta e beta, mas que duas doses são capazes de neutralizá-las.
Veja como cada capital está organizando a antecipação da aplicação das doses de vacina:
O governo federal decidiu antecipar os pagamentos da terceira parcela do Auxílio Emergencial 2021 para o público inscrito via canais digitais e do Cadastro Único. O novo calendário foi publicado nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União.
Os pagamentos irão começar já na sexta-feira (18) e os saques em dinheiro serão liberados a partir de 1º de julho. Pelo calendário anterior, o crédito em poupança digital só iniciaria no dia 20, com saques a partir de 13 de julho.
“A mudança mais significativa será para os nascidos em dezembro, que passam a ter direito à terceira parcela ainda em junho, no dia 30, junto com quem faz aniversário em novembro. Antes, quem nasceu no último mês do ano receberia em 21 de julho”, destacou o Ministério da Cidadania.
Para o público do Bolsa Família nada muda. Os repasses continuarão sendo feitos de acordo com o calendário habitual do programa. Em junho, o início dos repasses será na próxima quinta-feira (17) para quem tem Número de Identificação Social (NIS) com final 1. O calendário de pagamento do programa é realizado nos 10 últimos dias úteis de cada mês.
Os beneficiários que tiveram o auxílio cancelado têm até o dia 22 para contestar a decisão, segundo informou o ministério.
Para verificar a possibilidade de retomar o pagamento do benefício, o cidadão deve entrar no site https://consultaauxilio.cidadania.gov.br, verificar se há parcela com a situação cancelada e clicar no botão “contestar”.
Se a razão que motivou o cancelamento permitir contestação, o registro do cidadão será reanalisado pela Dataprev e o trabalhador poderá voltar a receber, caso seja aprovada a contestação.
Por ora, o Auxílio Emergencial 2021 está definido em quatro parcelas, com valor médio de R$ 250, exceção às mulheres chefes de família monoparental (criam os filhos sozinhas), que recebem R$ 375, e os indivíduos que moram sozinhos (família unipessoal), que recebem R$ 150.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, já anunciou, porém, que o governo vai estender o pagamento do auxílio emergencial por mais dois ou três meses, até que, segundo ele, toda população adulta esteja vacinada no país.
Fonte: G1
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta sexta-feira (11), o uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em adolescentes a partir dos 12 anos de idade no Brasil.
Agora, a bula da vacina no país passará a indicar esta nova faixa etária; antes, ela só podia ser aplicada em adolescentes a partir dos 16 anos. A vacina é a única que pode ser aplicadas em menores de 18 anos no Brasil.
Segundo a Anvisa, a ampliação da idade em adolescentes foi aprovada depois de a Pfizer apresentar estudos que indicaram a segurança e eficácia da vacina para este grupo. Os estudos foram desenvolvidos fora do Brasil e avaliados pela agência.
Nos Estados Unidos e na Europa, a Pfizer está testando sua vacina em bebês a partir dos 6 meses de idade e em crianças com 11 anos ou menos.
Fonte: G1
Uma em cada quatro mulheres acima de 16 anos afirma ter sofrido algum tipo de violência no último ano no Brasil, durante a pandemia de Covid, segundo pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgada nesta segunda-feira (7).
Isso significa que cerca de 17 milhões de mulheres (24,4%) sofreram violência física, psicológica ou sexual no último ano. A porcentagem representa estabilidade em relação à última pesquisa, de 2019, quando 27,4% afirmaram ter sofrido alguma agressão.
No entanto, para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, esse pequeno recuo deve ser analisado à luz de outros indicadores da pesquisa, como o lugar onde a violência ocorreu e quem foi o autor.
Na comparação com os dados da última pesquisa, há aumento do número de agressões dentro de casa, que passaram de 42% para 48,8%. Além disso, diminuíram as agressões na rua, que passaram de 29% para 19%. E cresceu a participação de companheiros, namorados e ex-parceiros nas agressões.
Em 2021, o “vizinho”, que em 2019 ficou em segundo lugar como autor das agressões (21%), neste ano sumiu das respostas. Em seu lugar apareceram o pai, a mãe, irmão, irmã, padrasto, madrasta, o filho e a filha.
“A gente está falando de pessoas da família, que caracterizam esse fenômeno que não é uma violência doméstica como a gente tende a pensar no sentido de ser uma violência só do companheiro. Mas é uma violência intrafamiliar, que está acontecendo ali no seio da família”, disse Samira.
Quando se analisa a violência contra mulheres acima de 50 anos, por exemplo, cresce a participação de filhos e enteados nas agressões.
Assim como nas edições anteriores (2017 e 2019) da pesquisa, as mulheres sofreram mais violência dentro da própria casa e os autores de violência são pessoas conhecidas da vítima.
Em sua terceira edição, a pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil” ouviu 2.079 mulheres acima de 16 anos entre os dias 10 e 14 de maio deste ano, em 130 municípios do país. As respostas tinham como referência o período dos 12 meses anteriores à pesquisa.
Segundo a pesquisa Datafolha, 73,5% da população acredita que a violência contra as mulheres aumentou no último ano e 51,5% dos brasileiros relataram ter visto alguma situação de violência contra a mulher nos últimos doze meses.
A pesquisa mostra ainda que as vítimas de violência doméstica estão entre as que mais perderam renda e emprego na pandemia.
Nos dois primeiros meses de pandemia, dados do Fórum Brasileiro de Segurança mostraram um aumento do feminicídio no Brasil. Ao mesmo tempo, houve uma queda nos registros de lesão corporal dolosa em decorrência de violência doméstica.
Segundo os especialistas, a queda refletiu a maior dificuldade em se registrar as agressões, já que o agressor passou a ficar mais tempo com a vítima.
Violência por idade:
Violência por estado civil:
Mesmo com as medidas de restrição impostas para conter a pandemia de Covid-19, 37,9% das brasileiras sofreram algum tipo de assédio sexual. Em 2019, foram 37,1%.
Entre as mulheres que sofreram assédio, 31,9% ouviram comentários desrespeitosos quando estavam andando na rua, 12,8% receberam cantadas ou comentários desrespeitosos no ambiente de trabalho, 7,9% foram assediadas fisicamente no transporte público, 5,4% foram agarradas/beijadas sem consentimento, e 5,6% sofreram assédio físico em festa ou balada.
O governo federal oferece os seguintes canais de denúncia:
Fonte: G1
O dia 7 de junho é caracterizado pela comemoração da liberdade de imprensa. A liberdade de imprensa é o direito dos profissionais da mídia de fazer circular, de maneira livre, as informações.
O vereador Neto Ferraz (PSC), parabeniza a todos os profissionais da imprensa que trabalham em Itapetinga e afirma que “aqui no nosso município temos diversos profissionais capacitados e competentes que trabalham com os mais diversos meios de comunicação”.
É importante que este dia nos recorde que os meios de comunicação têm o direito e o dever de manter os cidadãos informados. Porém o vereador afirma que “ser livre não quer dizer desrespeitar a liberdade dos outros. Por isso, a imprensa tem o direito de liberdade, mas também tem uma obrigação com a ética. Essa conduta serve para evitar que fatos sejam divulgados sem a devida apuração da verdade, pois a repercussão pode fugir do controle.”