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:: ‘Destaque3’

MAIS DE 119 MIL DOSES DA VACINA DE OXFORD CHEGAM A BAHIA

O avião com nova remessa de vacinas contra o novo coronavírus chegou à Bahia por volta das 10h35 deste domingo (24). Desta vez, chegaram cerca de 119.500 doses do imunizante desenvolvido pela universidade de Oxford, em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca.

A carga saiu do Rio de Janeiro com destino ao Aeroporto Internacional de Salvador e chegou cerca de 10 minutos mais cedo que o previsto. Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas chegariam por volta das 10h45.

De acordo com a programação do Ministério da Saúde, a Bahia vai receber cerca de 119 mil doses das vacinas enviadas aos estados.

Após desembarcarem no Aeroporto Internacional de Salvador, as vacinas foram encaminhadas para a sede do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer). Chegando lá, foram colocadas em uma sala com refrigeração especial.

No Graer, o imunizante será será catalogado, fracionado e depois distribuído para os municípios. Para isso, uma estrutura para recebimento e armazenamento temporário de vacinas foi montada no local.

A distribuição para as cidades do interior terá início a partir das 14h deste domingo, segundo informações da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

Segundo a SSP-BA, a distribuição acontecerá através de veículos quatro rodas, helicópteros e aviões.

Já em relação à quantidade de doses, a Sesab afirmou que será proporcional ao número de pessoas do grupo prioritário estipulado pelo Ministério da Saúde.

A estratégia usada para essa nova remessa será de usar todas as vacinas recebidas neste domingo, pois ela tem uma resposta imunológica precoce ampla, sendo possível esticar o prazo de aplicação da segunda dose para 90 a 120 dias à frente.

Dessa forma, todas as doses poderão ser aplicadas, diferente da CoronaVac, onde foi necessário guardar cerca de 50% das doses recebidas pelo estado.

GOVERNADOR RUI COSTA SANCIONA FUNDO GARANTIDOR DA PONTE SALVADOR – ITAPARICA

O governador da Bahia, Rui Costa, sancionou, nesta terça-feira (12), o Fundo Garantidor do Aporte da Ponte Salvador-Itaparica. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), o ato sairá no Diário Oficial do Estado, na quarta-feira (13).

De acordo com a SDE, o Fundo Garantidor do Aporte da Ponte Salvador-Itaparica é destinado aos contratos de Parceria Público-Privada (PPP) para a execução das obras e dos serviços de construção, operação e manutenção da estrutura.

“O governador não apenas sancionou o Fundo Garantidor, mas concretizou mais um passo para o início desta importante obra para todo o estado. A construção da ponte deve ter cerca de 7 mil funcionários e é possível começar entre setembro e outubro deste ano. Não começa antes, pois aguardamos o início da vacinação contra a Covid-19”, afirmou o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Conforme João Leão, a ponte Salvador-Itaparica vai ser uma importante geradora de emprego e renda, não só durante a obra, mas com todo potencial de desenvolvimento que vai ser feito no recôncavo, baixo-sul, sul e extremo sul.

“Estamos em Porto Seguro com executivos de uma das maiores empresas de planejamento de obras de Portugal, a Future, e eles ficaram impressionados com o tráfego na BA-001. Apresentamos a eles o projeto para duplicação desta BA, a partir da Ponte do Funil até Porto Seguro, interligando com a ponte Salvador-Itaparica também. Isto vai impulsionar o turismo nessas regiões”, contou João Leão.

O Fundo Garantidor do Aporte da Ponte Salvador-Itaparica foi aprovado na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), na segunda-feira (11), será gerido pela Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) e é destinado aos contratos de Parceria Público-Privada (PPP) para execução das obras e dos serviços de construção, operação e manutenção da estrutura. O governo baiano investirá R$ 750 milhões divididos em parcelas anuais de R$ 250 milhões.

Ponte Salvador–Itaparica

Segundo informações do governo da Bahia, a gestão e administração da ponte terá duração de 30 anos. A Bolsa de Valores informou que a ponte vai ser a segunda maior da América Latina, com 12,4 km.

De acordo com a assessoria da CCCC SOUTH AMERICA, a ponte Salvador-Itaparica poderá ser considerada a maior ponte sobre lâmina d’água da América Latina, já que a Ponte Rio-Niterói, tem 13,2 km, mas contabiliza a parte por terra.

O governo da Bahia ainda informou que a ponte Salvador-Itaparica contará com duas pistas, cada uma delas com duas faixas e acostamento, e ainda com um trecho estaiado de 860 metros.

Formado pelas empresas China Railway 20 Bureau Group Corporation – CR20; CCCC South America Regional Company S.Á.R.L – CCCC SOUTH AMERICA e China Communications Construction Company Limited – CCCCLTD, o consórcio Ponte Salvador terá um ano para elaborar o projeto e outros quatro anos para construir o equipamento.

O investimento será de R$ 5,4 bilhões e o aporte do Estado será de R$ 1,5 bilhão. A previsão é que sejam gerados sete mil empregos durante a obra da ponte.

O equipamento está incluso no Sistema Viário do Oeste, que também contempla a implantação dos acessos ao equipamento em Salvador, por túneis e viadutos, e em Vera Cruz, com a ligação à BA-001, junto com uma nova rodovia expressa, e a interligação com a Ponte do Funil, que também será revitalizada.

A construção da ponte encurtará o tempo de deslocamento em cerca de 100 km.

Atualmente, a travessia para Itaparica é feita através de ferry boat, no Terminal de São Joaquim, em Salvador e pelas lanchas rápidas. Outra opção é usar a a BR-324 e ir sentido Recôncavo Baiano.

APÓS PEDIDO DA PGE, JUSTIÇA SUSPENDE DECISÃO QUE AUTORIZA FESTA DE RÉVEILLON EM PORTO SEGURO

Vista área de Porto Seguro

A desembargadora Cynthia Resende suspendeu a decisão do juiz Rogério Barbosa, que permitia a realização dos festejos de réveillon em estabelecimentos de Porto Seguro, no sul da Bahia.

Com a determinação, está novamente proibida a realização de eventos de fim de ano na cidade. A decisão foi tomada nesta terça-feira (29) e atende a um pedido da Procuradoria Geral do Estado (PGE).

A medida é válida até o dia 4 de janeiro de 2021 e o descumprimento poderá resultar em multa de até R$ 300 mil.

De acordo com a publicação, a liberação dos eventos, autorizados pelo juiz de Porto Seguro, configura usurpação de competência do Tribunal de Justiça (TJ), considerando que qualquer medida de um cumprimento de dever ao município só pode ser outorgada pelo próprio tribunal.

Na decisão, a magistrada afirmou que a realização de festas de réveillon podem desencadear em uma “perigosa e catastrófica aceleração do processo contaminação pela Covid-19, impondo reflexos irreparáveis em toda a população regional e local”.

Decreto proíbe eventos

O Governo do Estado publicou um decreto, no início de dezembro, que proíbe a realização de shows e festas na Bahia, independentemente do número de participantes.

Na semana passada, o governo entrou com pedido de tutela antecipada de urgência, tentando a proibição de festas particulares previstas para esse fim de ano, em Porto Seguro, uma vez que já existe um decreto do estado com essas restrições.

Desde a campanha eleitoral, o prefeito eleito de Porto Seguro, Janio Natal (PL), disse que, quando tomar posse, em 1º de janeiro, vai liberar o funcionamento irrestrito das casas de evento, mesmo com o crescente número de casos de contaminados pela Covid-19 na região.

Turismo em Porto Seguro

A cidade de Porto Seguro é uma das mais visitadas da Bahia. Destinos turísticos balados, como Trancoso, Caraíva e Arraial D’Ajuda, pertencem ao município e atraem pessoas do mundo inteiro, incluindo artistas e personalidades.

No último fim de semana, houve congestionamento de jatinhos no Aeroporto de Trancoso. No mesmo distrito, uma festa com cerca de 200 pessoas foi encerrada pela polícia. Na segunda (28), outro evento em um condomínio de luxo acabou após a chegada da polícia.

Em Caraíva, que fica a poucos quilômetros de Trancoso, uma aglomeração de pessoas que estavam são máscara de proteção contra a Covid-19 também foi registrada.

Governo Bolsonaro reduz gastos com campanhas para incentivar vacinação.

 

16.dez.2020 – O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do Zé Gotinha, personagem criado para as campanhas de vacinação do SUS, durante cerimônia de lançamento do plano nacional de vacinação contra covid-19

contra covid-19Imagem: Mateus Bonomi/AGI/Estadão Conteúd

O governo do presidente Jair Bolsonaro — que tem minimizado a importância da vacina contra a covid-19 e já declarou que não será imunizado contra a doença — diminuiu os gastos com campanhas de incentivo a vacinação em 2019 e em 2020 em relação ao último ano do governo de Michel Temer (MDB), quebrando uma trajetória ascendente de investimentos em propaganda de imunização no país.

De 2018 para o ano passado, a redução dos valores pagos com campanhas de imunização foi de 21%, considerando-se a correção da inflação no período. As despesas caíram de R$ 77 milhões para R$ 60 milhões, conforme dados da execução orçamentária e do próprio governo. Esses valores não se referem ao gasto com compra de imunizantes — que vem crescendo na última década —, mas a campanhas de divulgação nacionais.

Em 2020, até o último dia 22 de dezembro, os valores gastos com as campanhas foram de R$ 45,7 milhões — o que equivale a uma queda 24% em relação ao primeiro ano do governo de Bolsonaro. Esse montante não inclui investimentos previstos para divulgar vacinação da covid-19, que ainda não têm data para ser realizada no país.

O Ministério da Saúde disse que a queda de gastos em 2019 se deve “à redução orçamentária” da pasta. O governo não se manifestou sobre a situação neste ano, marcado pela pandemia do novo coronavírus, que já matou quase 190 mil pessoas no país.

A justificativa, no entanto, contradiz os dados do orçamento do ministério hoje comandado pelo general Eduardo Pazuello, depois da passagem por outros dois ministros, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, durante a crise sanitária provocada pela covid-19.

Entre 2015 e 2020, o orçamento da pasta passou de R$ 131 bilhões para R$ 160 bilhões pagos —com um ano de queda, em 2017. Nos governos de Dilma Rousseff (PT) e Temer, mesmo quando o orçamento caiu, os gastos com campanhas de vacinação subiram. Já no governo Bolsonaro, as despesas do ministério subiram, mas os dispêndios com campanhas foram reduzidos. Procurada pelo UOL, a pasta não se manifestou.

Evolução do orçamento do Ministério da Saúde, em valores corrigidos:

  • 2015 – R$ 131,8 bilhões
  • 2016 – R$ 133,5 bilhões
  • 2017 – R$ 130,7 bilhões
  • 2018 – R$ 136,9 bilhões
  • 2019 – R$ 138,8 bilhões
  • 2020 – R$ 160,5 bilhões

Cobertura de vacinação caiu

A cobertura de vacinação caiu em 2019, o primeiro ano de governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Pela primeira vez desde 1994, quando os levantamentos do governo começaram a ser feitos, o país não atingiu a meta de vacinar 95% do público-alvo em nenhuma das 15 vacinas do calendário público.

Criado em 1973, o PNI (Programa Nacional de Imunizações) é considerado um dos melhores sistemas públicos de vacinação do mundo.

Questionado pela reportagem se relaciona a queda na cobertura de vacinação à diminuição dos gastos com campanhas de imunização na gestão Bolsonaro, o ministério diz identificar redução de cobertura “especialmente a partir de 2016” e afirma que alguns fatores podem estar envolvidos na queda das coberturas vacinais, como:

  • “Sucesso das ações de vacinação, que podem causar falsa sensação de que não há mais necessidade de se vacinar”;
  • Falta de conhecimento da população sobre a importância da imunização;
  • “Alimentação irregular do sistema de informação”;
  • Boatos ou “fake news” sobre vacinas

Segundo a pasta, em abril do ano passado, o governo federal criou o Movimento Vacina Brasil, “como estratégia de conscientização da população para a importância da atualização da situação vacinal”.

Para evitar fake news, o Ministério da Saúde utiliza vários canais para que a informação correta e oportuna chegue à população”trecho de nota do Ministério da Saúde

“Todas as vacinas ofertadas pelo PNI são seguras, possuem os devidos registros na Anvisa e passam por um rígido processo de avaliação de qualidade”, disse a assessoria da pasta.

MORRE NICETTE BRUNO, AOS 87 ANOS, POR COMPLICAÇÕES DA COVID

A atriz Nicette Bruno morreu na manhã deste domingo (20), aos 87 anos. Ela estava internada com Covid-19 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio.

De acordo com o boletim médico divulgado neste domingo (20), o estado de saúde de Nicette “era considerado muito grave”. Ela estava sedada e dependente de ventilação mecânica.

O velório será na segunda-feira (21) às 11h, fechado para família e amigos próximos.

A cremação será às 13h30 no Cemitério da Penitência, no Caju. As cinzas vão ser levadas para o jazigo da família em São Paulo, onde está enterrado o ator Paulo Goulart.

A informação da morte foi confirmada pela hospital por volta das 13h20. De acordo com a Casa de Saúde São José ela morreu por “complicações decorrentes da Covid-19”.

“A Casa de Saúde São José informa que a atriz Nicette Bruno, que estava internada no hospital desde 26 de novembro de 2020, faleceu hoje, às 11h40, devido a complicações decorrentes da Covid-19. O hospital se solidariza com a família neste momento”, diz a nota de divulgação do hospital.

A filha de Nicette Bruno, a também atriz Beth Goulart, fez uma corrente de oração nas redes sociais para a recuperação da mãe. Na última publicação, ela deixou um recado para os familiares de pacientes de coronavírus e agradeceu o trabalho dos profissionais de saúde.

“Minha mãe, minha vida, meu amor #teamomaezinha #deuscuidadaminhamãe”. “ORAÇÃO PARA NICETE” e para todos os doentes de Covid, fortalecimento para os familiares e para as equipes de saúde que estão trabalhando incansavelmente. Gratidão a todos”.

SEGUNDA ONDA DA PANDEMIA PODE SER PIOR POR FESTAS DE NATAL E REVEILLON

Após o relaxamento das medidas de restrição para contenção da pandemia, os números de casos e de mortes provocadas pelo novo coronavírus voltaram a subir. Enquanto o debate político contamina as estratégias de vacinação, existe o temor da chamada segunda onda de contaminações, que, para os especialistas que participaram do debate “E Agora, Brasil?”, chegará ao país no início de janeiro, após as festas de fim de ano.

O evento foi promovido na última quinta-feira pelos jornais O GLOBO e Valor Econômico, com patrocínio do Sistema Comércio, através da CNC, do Sesc, do Senac e de suas Federações.

— O que vai trazer a segunda onda para o Brasil são as festas de Natal e de fim de ano — alertou a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo. — Teremos o janeiro mais triste da nossa História porque nós falhamos em trazer uma consciência cívica da gravidade do que estamos vivendo.

Segundo a especialista, a epidemia “mudou de lugar”: saiu das ruas e entrou nas casas, porque os jovens, acreditando serem invulneráveis, abandonaram o isolamento social e levaram o coronavírus para seus pais e avós.

— Lamento, não dá para fazer a festinha de Natal. Pode reunir no máximo seis ou sete pessoas, sob pena de expôr nossos entes queridos a um risco que eles não merecem — afirmou Margareth. — E não vai ter festa de réveillon, para que nós estejamos vivos para os próximos que virão.

Mesmos cuidados em 2021

Drauzio Varella ressaltou que a vacinação, apesar de já estar acontecendo em outros países, ainda é um sonho distante para o brasileiro. Além disso, disse o especialista, a vacina não é a solução definitiva. O coronavírus vai continuar circulando, e as medidas de segurança deverão ser mantidas.

— Eu acho que, infelizmente, muitas pessoas vão morrer por causa das festas de fim de ano, em meio a essa ilusão de que agora temos uma vacina e o problema ficou para trás — afirmou o médico. — Em 2021 teremos que tomar os mesmos cuidados: andar de máscara, evitar aglomerações, tudo igual. Qualquer outra mensagem é falsa, não está de acordo com a realidade.

Margareth alertou para os riscos do discurso antivacina e de apologia a tratamentos ineficazes, inclusive por membros da comunidade médica. Os especialistas reconhecem a dificuldade em se manter o isolamento e os cuidados, mas ainda são os únicos meios eficazes de prevenção à doença.

— É imperdoável um médico vir a público para falar que a vacina vai mudar o código genético das pessoas — condenou a pneumologista.

A economista Monica de Bolle destacou o agravante de a segunda onda — ou a continuação da primeira, dado que a pandemia nunca foi controlada no Brasil — atingir o país num momento em que a população não terá a proteção do auxílio emergencial, e o governo, com o fim do estado de calamidade, terá pouco espaço de manobra orçamentária:

— O risco que nós corremos é o de termos uma espécie de convulsão social, de a população ir para as ruas. Nós não vimos isso até agora, mas está ficando cada vez mais difícil imaginar que isso não ocorra.

MEC DESISTE DE RETORNO DAS AULAS EM JANEIRO EM UNIVERSIDADES FEDERAIS

Após repercussão negativa, o ministério da Educação vai revogar a portaria publicada nesta quarta-feira que determina o retorno das aulas das universidades federais a partir de janeiro. A informação foi confirmada pelo O GLOBO por uma fonte no MEC. Uma nota será divulgada nesta tarde explicando a decisão.

A portaria pegou de surpresa as instituições. As aulas presenciais estão suspensas desde março devido à pandemia do novo coronavírus.

O epidemiologista Pedro Hallal, reitor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), criticou a medida, classificando como “ato nulo”:

— As universidades públicas têm autonomia garantida pela Constituição. Com todo respeito, não cabe ao MEC decidir sobre isso. O objetivo da portaria foi jogar os alunos contra as universidades. Com as pausas decorrentes da chegada da pandemia, muitos deles ficaram ansiosos, com a formatura atrasada.

Em nota, Denise Pires de Carvalho, reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse que a instituição  “seguirá, com muita seriedade e responsabilidade, protegendo a vida da comunidade universitária e não deixará de cumprir, com autonomia, a sua missão institucional”.

A Universidade Federal de Brasília (UnB) emitiu um comunicado em que diz ter recebido com surpresa a publicação da portaria e reitera que não colocará em risco a saúde dos integrantes de sua comunidade. “A prioridade, no momento, é frear o contágio pelo vírus e, assim, salvar vidas. A volta de atividades presenciais, quando assim for possível, será feita mediante a análise das evidências científicas, com muito preparo e responsabilidade”, conclui a nota.

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) também se manifestou contrário à portaria, em um comunicado intitulado “Governo quer colocar nossas vidas em risco. Não aceitaremos.” A diretoria do Andes considerou a iniciativa da pasta “coerente com a postura negacionista do governo federal” e defendeu que as aulas presenciais só retornem após a vacinação em massa da população.

Congressistas também criticaram a medida. Em rede social,  o deputado federal Idilvan Alencar (PDT-CE) disse que a postura do governo “tem sido fugir da responsabilidade e jogar a culpar nos outros”. Ele avalia que o MEC  “faz algo para arrumar confusão e politizar um assunto que deveria ser tratado com base em dados e evidências”.

COLBERT MARTINS, MDB, É REELEITO PREFEITO EM FEIRA DE SANTANA

Com 100% das urnas apuradas na segunda maior cidade da Bahia, COLBERT MARTINS foi reeleito prefeito de Feira de Santana com 54,42% dos votos válidos, o que representa 164.831 dos votos.

Seu concorrente, Zé Neto, candidato do PT, ficou com 138.073 votos, o que representa 45,58% dos votos válidos.

COLBERT MARTINS, prefeito reeleito em Feira de Santana.

CAMPANHA EM COMBATE AO MOSQUITO DA DENGUE ESTÁ SENDO INICIADA EM ITAPETINGA

O Aedes aegypti é um mosquito doméstico. Ele vive dentro de casa e perto do homem. Com hábitos diurnos, o mosquito se alimenta de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. A reprodução acontece em água limpa e parada, a partir da postura de ovos pelas fêmeas. Os ovos são colocados e distribuídos por diversos criadouros.
Em 15 minutos é possível fazer uma varredura em casa e acabar com os recipientes com água parada – ambiente propício para procriação do Aedes aegypti.
Quando o foco do mosquito é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores, como terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis criadouros.

A MOBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE É FUNDAMENTAL PARA VENCER A LUTA CONTRA O MOSQUITO. CONVOQUE SUA FAMÍLIA E SEUS VIZINHOS PARA ESSA BATALHA.

TODOS CONTRA A DENGUE. É uma campanha da Prefeitura Municipal, Secretária de Saúde do Município e Vigilância Epidemiológica.

 

MORRE WALTINHO DA FARMÁCIA SUDOESTE

Faleceu no início da tarde dessa segunda- feira, 23 de novembro, Walter Andrade, o Waltinho da Farmácia Sudoeste, como era conhecido na cidade.
Waltinho era proprietário da Farmácia Sudoeste, situada no Centro da cidade de Itapetinga.
Ele estava com 61 anos e encontrava-se internado na UTI em Salvador após sofrer um infarto na sua casa, aqui em Itapetinga.
O velório e sepultamento serão em Itapetinga.


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