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:: ‘Destaque2’

Número de assassinatos cai 7% no Brasil em 2021 e é o menor da série histórica

número de assassinatos no Brasil caiu 7% em 2021 na comparação com o ano anterior. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo g1, com base em dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Em todo o ano passado, foram registradas 41,1 mil mortes violentas intencionais no país – 3 mil a menos que em 2020. Trata-se do menor número de toda a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que coleta os dados desde 2007.

Estão contabilizadas no número as vítimas dos seguintes crimes:

  • homicídios dolosos (incluindo os feminicídios)
  • latrocínios (roubos seguidos de morte)
  • lesões corporais seguidas de morte

A diminuição dos assassinatos em 2021 retoma a tendência de queda registrada no país pelo Monitor da Violência desde o balanço de 2018. Esta tendência foi interrompida em 2020, ano que teve uma alta de mais de 5% em plena pandemia, mas voltou a ser registrada em 2021.

Com a redução, o número de mortes volta ao patamar de 2019, quando foram registradas 41,7 mil mortes. Naquele ano, houve a maior queda da série, de 19%.

Segundo especialistas do FBSP e do NEV-USP, o menor número de mortes é motivado por um conjunto de fatores, incluindo: profissionalização do mercado de drogas brasileiro; maior controle e influência dos governos sobre os criminosos; apaziguamento de conflitos entre facções; políticas públicas de segurança e sociais; e redução do número de jovens na população.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do g1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados apontam que:

  • o país teve 41.069 assassinatos em 2021, o menor número de toda a série histórica, iniciada em 2007
  • houve 3.049 mortes a menos na comparação com 2020, uma queda de 7%
  • 21 estados do país tiveram redução de assassinatos no ano
  • maior queda foi registrada no Acre, de -38%
  • 6 estados tiveram aumento de mortes violentas – sendo que 4 deles estão na região Norte
  • Norte foi a única região do país que registrou alta de assassinatos, de 10%
  • maior alta foi registrada no Amazonas, de 54%

Menor número em 14 anos

O número de assassinatos no Brasil em 2021 é o menor se for levada em conta a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, iniciada em 2007, e os levantamentos realizados pelo Monitor da Violência desde 2018.

O patamar impressiona porque, até 2011, o Fórum contabilizava as ocorrências (em que é possível ter mais de uma vítima). Já os dados coletados desde 2012 pelo Fórum e desde 2018 pelo g1 se referem a números de vítimas. Mesmo assim, os números de 2019, 2020 e 2021 são os menores da série histórica.

O último trimestre de 2021 aponta para uma tendência de queda ainda maior que nos meses anteriores. A reduçao dos assassinatos entre outubro e dezembro do ano passado foi de 14,1% em comparação com o mesmo período de 2020.

Causas para a redução

Os especialistas do Núcleo de Estudos da Violência da USP e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública elencam alguns pontos para explicar os números:

  • Profissionalização do mercado de drogas brasileiro: “Mercados criminosos equilibrados, com competidores que aprenderam a conviver entre si ou que descobriram formas de regulamentar a relação entre eles, tendem a reduzir o total de conflitos fatais. (…) A existência de regras e a criação de uma ampla rede de parceiros, que se expandiu com os contatos com criminosos de outros estados feitos nos presídios federais, ajudaram (o PCC) a se tornar um importante distribuidor de drogas e de armas para quadrilhas de outros estados, transformando o mercado de drogas brasileiro, que passou a replicar o modelo criminoso paulista, se organizando a partir dos presídios estaduais”, diz Bruno Paes Manso, do NEV-USP.
  • Maior controle e influência dos governos sobre os criminosos: “O próprio modelo de negócio criado por esses grupos tornou as lideranças das diversas gangues prisionais mais vulneráveis e sujeitas a pressões dos governos. Como parte delas estava presa, suas ordens dadas de dentro do sistema penitenciário para os territórios estavam sendo mais vigiadas e acompanhadas pelas autoridades. Os governos e sistemas de justiça estaduais vinham acumulando e trocando informações que permitiram agir para reduzir os conflitos e punir as lideranças mais truculentas dentro das prisões, que foram levadas a exercer um comando mais diplomático, racional e lucrativo”, diz Bruno.
  • Apaziguamento de conflitos entre facções: “Entre 2016 e 2017 vivemos uma guerra entre dois grupos criminosos, o PCC e o Comando Vermelho, e essa guerra se alastrou por todo o país, especialmente em estados do Norte e Nordeste. A gente tem um apaziguamento desse conflito em alguns territórios e, em outro, tem um certo monopólio de algum grupo. Quando um grupo único vai se consolidando no território, tende a reduzir o conflito”, diz Samira Bueno, do FBSP.
  • Criação de programas de focalização e outras políticas públicas: “Várias unidades da federação adotaram, ao longo dos anos 2000 e 2010, programas de redução de homicídios pautados na focalização de ações nos territórios. O Pacto Pela Vida, em Pernambuco, o Estado Presente, no Espírito Santo, e o Ceará Pacífico, no Ceará, são exemplos de projetos que buscaram integrar ações policiais e medidas de caráter preventivo. Ao longo dos anos, muitos governadores titubearam na manutenção de tais iniciativas, mas houve um aprendizado organizacional das forças de segurança que mostra que, quando existe planejamento, integração e metas, os macros objetivos são mais rapidamente alcançados”, afirmam Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, do FBSP. Os especialistas também citam outras políticas públicas que estão sendo desenvolvidas pelas unidades da federação, focadas na integração das forças policiais com o fortalecimento dos mecanismos de inteligência e investigação.
  • Redução do número de jovens na população: “Tem a ver com as mudanças demográficas, algo que a gente já vem apontando há alguns anos no Atlas da Violência, que é a reduçao do número de jovens na populacão. É sabido que a maior parte da violência letal atinge jovens do sexo masculino. E o Brasil esta diante de uma grande mudança demográfica”, afirma Samira.
  • Criação do SUSP e mudanças nas regras de repasses: “Em 2018, o governo federal conseguiu aprovar, depois de tramitar por 14 anos, a lei que criou o Sistema Único de Segurança Pública, responsável por regulamentar a Constituição de 1988 no que diz respeito à integração e eficiências das instituições de segurança pública. Ainda em 2018, (…) houve uma mudança nas regras de repasse de recursos arrecadados pelas Loterias da Caixa que, na prática, fez com que cerca de 80% de todo o dinheiro da segurança repassado para estados e Distrito Federal de 2019 a 2021 tenha as loterias como origem e, com isso, novos recursos puderam ser destinados à área”, dizem Samira e Renato.

Os pesquisadores destacam que a queda no índice de homicídios pode acontecer mesmo com a maior introdução de armas no país por conta dos decretos e mudanças na legislação promovidas pelo governo federal. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado no ano passado, o Brasil dobrou o número de armas nas mãos de civis em apenas três anos.

“As armas e munições legais e ilegais – que são desviadas e ingressam no mercado do crime – não causam, isoladamente, variações nas taxas. Elas tendem a aumentar os homicídios circunstanciais, em bares, boates e no trânsito, por exemplo, e os femininídios. Mas não afetam necessariamente as dinâmicas criminais nos estados”, diz Bruno Paes Manso.

“O Rio de Janeiro é um exemplo. Apesar da imensa quantidade de fuzis nas mãos de traficantes e milicianos, que controlam diversas comunidades do estado graças a esse poder bélico, a atual força política dos milicianos tem inibido conflitos por poder e mercado, contribuindo para uma redução de mortes intencionais violentas que persistiu nos últimos quatro anos – mesmo com as prisões e impeachment dos seus chefes de executivos.”

Acre: maior queda de mortes do país

Já no Acre, o estado com a maior queda no número de mortes violentas em todo o país, as autoridades atribuem a melhora dos índices de violência aos seguintes fatores:

  • Integração das forças de segurança do estado (criação da força-tarefa);
  • Intensificação de operações;
  • Retomada dos presídios;
  • Descapitalização dos grupos criminosos;
  • Estabilização de territórios das facções criminosas.

A queda no estado foi expressiva: 38%. Os números passaram de 292 em 2020 para 181 em 2021.

Além das razões citadas acima, outras medidas foram tomadas no estado para controlar a violência desde 2015, ano em que o poder público assumiu de forma oficial que o estado estava lidando com a presença de organizações criminosas.’

O promotor Bernando Albano, coordenador do Gaeco no Acre, que a estabilização de territórios dominados por grupos criminosos no estado também influenciou a redução de mortes violentas em 2021  — Foto: Tiago Teles/Asscom MP

O promotor Bernando Albano, coordenador do Gaeco no Acre, que a estabilização de territórios dominados por grupos criminosos no estado também influenciou a redução de mortes violentas em 2021 — Foto: Tiago Teles/Asscom MP

O promotor Bernardo Fiterman Albano, coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Acre, diz ainda que a estabilização de territórios dominados por grupos criminosos no estado também influenciou a redução de mortes violentas em 2021, já que grande parte dos assassinatos acontece devido à guerra entre as facções por território.

“Mas tem que se perguntar por que as facções criminosas resolveram fazer, digamos, ‘esse acordo’. No nosso entendimento, todas elas estavam pressionadas pela atuação do estado e do Gaeco também, então foi um fator preponderante para a redução dessas mortes no Acre”, diz.

Região Norte na contramão do país

A redução de assassinatos no Acre, porém, é uma exceção na região Norte do país. A região foi a única do Brasil a ter alta de mortes violentas: 10%.

“Ao contrário do resto do estados, onde essa curva de homicídios vem diminuindo, mostrando uma maior estabilidade nessas cenas criminais, no Norte, os estados da Amazônia Legal vivem um desequilíbrio em decorrência da fragilização das instituições de fiscalização e de polícia para controlar os comportamentos criminosos na invasão de terra indígena, de grilagem, de madeira e mesmo da droga”, diz Bruno Paes Manso.

A região Norte foi a única do país que teve alta de assassinatos — Foto: Elcio Horiuchi/g1

A região Norte foi a única do país que teve alta de assassinatos — Foto: Elcio Horiuchi/g1

O Amazonas foi o estado com a maior alta da região e do país: 54% a mais de mortes foram registradas em 2021 que em 2020 no estado – o número passou de 1.019 para 1.571.

Um desses casos foi o do indígena Melquisedeque Santos, de 20 anos. Ele era aprendiz e foi morto no dia 17 de dezembro, durante um assalto a ônibus do transporte coletivo de Manaus. O menino voltava para casa, após um dia de trabalho, com uma cesta de natal para a família.

“Estamos há dois meses esperando alguma resposta das autoridades sobre o caso do Melque. A vida dele foi ceifada de forma brutal. Ele perdeu a vida no transporte coletivo. Agora, esperamos celeridade da justiça”, diz Rucian Vilacio, tio do jovem morto..

“Eu continuo usando o transporte coletivo, mas não me sinto seguro. A cidade está cada vez mais violenta. A gente vê isso no rosto das pessoas, elas andam com medo. A gente precisa ir trabalhar, se sentir seguro, voltar para casa em segurança. Deixamos gente em casa, nossos filhos, pai, mãe, e não sabemos se vamos voltar. Todo dia é uma luta, e a gente continua aqui pedindo justiça pelo Melquisedeque.”

Bahia tem mais de 26 mil desabrigados, 61,5 mil desalojados e duas pessoas desaparecidas por conta das chuvas

Entulho espalhado por rua de Itabuna após enchente na cidade do sul da Bahia — Foto: Tayná Borges/Arquivo Pessoal

 

Com base em informações recebidas das prefeituras, a Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) atualizou, neste sábado (8), os dados com relação à população atingida pelas enchentes que ocorrem em diversas regiões do estado. O número de atingidos alcançou 850.424 pessoas.

São 26.607 desabrigados, 61.516 desalojados e dois desaparecidos. Não há detalhes sobre os municípios onde foram registrados os desaparecimentos. O número de mortes segue 26 e o de feridos 520.

Os números correspondem às ocorrências registradas em 176 municípios afetados. Desse total, 165 estão com decreto de situação de emergência. O último decretado foi o município de Caraíbas.

Confira os municípios onde os óbitos foram registrados:

  • Amargosa (2);
  • Itaberaba (2);
  • Itamaraju (4);
  • Jucuruçu (3);
  • Macarani (1);
  • Prado (2);
  • Ruy Barbosa (1);
  • Itapetinga (1);
  • Ilhéus (3);
  • Aurelino Leal (1);
  • Itabuna (2);
  • São Félix do Coribe (2);
  • Ubaitaba (1);
  • Belo Campo (1).

 

SMDS faz alerta para chuvas intensas nos próximos dias em Itapetinga.

Tira-dúvidas: quando vou receber o 13º salário?

Os trabalhadores com carteira assinada recebem o adiantamento da primeira parcela do 13º salário até o dia 30 de novembro. A segunda parcela, por sua vez, precisa ser depositada na conta dos trabalhadores até o dia 20 de dezembro.

A primeira parte representa metade do salário que o funcionário ganha.

Aqueles que pediram o adiantamento do 13º nas férias não recebem a primeira parcela neste mês (pois já receberam), apenas a segunda.

Cabe ao empregador a decisão de pagar em uma ou duas parcelas. No caso de ser apenas em uma única vez, o pagamento deve ser feito até o dia 30 de novembro.

Quem não receber a primeira parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria.

Caso o empregador não respeite o prazo do pagamento ou não pague o valor devido, poderá ser autuado por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho no momento em que houver fiscalização, o que gerará uma multa de R$ 170,25 por empregado.

O pagamento do 13º salário é feito com base no salário de dezembro, exceto no caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou porcentagens – nesse caso, o 13º deve perfazer a média anual dos valores.

O Imposto de Renda e a contribuição ao INSS incidem sobre o 13º salário. Os descontos ocorrem na segunda parcela sobre o valor integral do 13º salário. Já o FGTS é pago tanto na primeira como na segunda parcela.

Quem tem direito

Têm direito ao 13º salário todos os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada, urbano ou rural, avulso e doméstico, além dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – neste último caso, receberam as duas parcelas em maio e junho.

O 13º salário tem natureza de gratificação natalina e está previsto na Lei 4.749/1965. Todo trabalhador que atuou por 15 dias ou mais durante o ano e que não tenha sido demitido por justa causa tem direito à gratificação.

Os trabalhadores que possuem, por exemplo, menos de um ano na empresa, têm direito ao 13º salário proporcional aos meses trabalhados por mais de 15 dias. Por exemplo, um empregado que trabalhou por seis meses e 15 dias deverá receber 7/12 de seu salário a título de 13º.

Já quem trabalhou de 1º de janeiro a 14 de março, por exemplo, terá direito a 2/12 de 13º proporcional pelo fato de a fração do mês de março não ter sido igual ou superior a 15 dias.

Os trabalhadores que tiveram a jornada de trabalho reduzida devem receber o 13º de forma integral, com base na remuneração do mês de dezembro, sem influência das reduções temporárias de jornada e salário. O pagamento integral vale mesmo que, em dezembro, o funcionário esteja recebendo remuneração menor em função da jornada reduzida.

No caso dos contratos suspensos, o período em que o funcionário não trabalhou não será considerado para o cálculo do 13º, a não ser que ele tenha prestado serviço por mais de 15 dias no mês. Neste caso, o mês será considerado para o pagamento do benefício.

O empregado afastado por motivo de auxílio-doença recebe o 13º salário proporcional da empresa até os primeiros 15 dias de afastamento. Já a partir do 16º dia, a responsabilidade do pagamento fica a cargo do INSS. Funcionárias em licença-maternidade também recebem 13º salário. Dessa forma, o empregador efetuará o pagamento integral e/ou proporcional (quando admitidas no decorrer do ano) do 13º salário.

O empregado despedido com justa causa não tem direito ao 13º salário proporcional. Se a rescisão do contrato for sem justa causa, por pedido de dispensa ou fim de contrato por tempo determinado, o 13º deve ser pago de maneira proporcional. A conta do valor é feita dividindo o salário integral por 12, e multiplicando pelo número de meses efetivamente trabalhados (a partir de 15 dias de trabalho).

Já no caso de estagiário, como não é regido pela CLT e nem é considerado empregado, a lei que regula esse tipo de trabalho – 11.788/08 – não obriga o pagamento de 13º salário.

Horas extras e faltas contam

As horas extras e o adicional noturno geram reflexos no 13º salário e devem incidir na base de cálculo dessas verbas.

Na segunda parcela do 13º, no pagamento dos outros 50% do salário, são acrescidas as médias das horas extras trabalhadas.

Para o cálculo, deve-se dividir o total de horas extras pelos meses trabalhados no ano para se chegar à média de horas mensal. Depois, calcula-se o valor da hora extra trabalhada dividindo pela jornada mensal prevista em contrato. Como a lei prevê que é preciso pagar um adicional de 50% sobre o valor da hora extra trabalhada, é necessário multiplicar esse valor por 1,5.

Gorjetas e comissões também devem entrar na base de cálculo do 13º salário, assim como adicionais de insalubridade e de periculosidade. Já as diárias de viagem só influem na base de cálculo do 13º se excederem 50% do salário recebido pelo empregado.

As faltas não justificadas pelo empregado, ocorridas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de cada ano, serão consideradas para desconto. Caso sejam superiores a 15 dias dentro do mesmo mês, o empregado perderá o direito a 1/12 do 13º salário.

Fonte: G1

Final da Super Copa de Futebol Léo Matos é adiada devido ao mau tempo

 

A grande final da Super Copa de Futebol Léo Matos foi adiada devido ao mau tempo em Itapetinga.

O jogo estava previsto para acontecer neste domingo (7), às 10:00 horas. A decisão de adiar o jogo foi tomada após acordo entre a organização e os clubes.

As condições do gramado e o alagamento do Estádio Edilson Santana impediram a realização do confronto neste domingo.

Na próxima terça-feira (9), a organização da competição informará a nova data para realização da partida.

Gols e emoção marcam abertura da Super Copa de Futebol Léo Matos

 

Começou, neste domingo (17), a Super Copa de Futebol Léo Matos, realizada pelas Ligas de Futebol dos Bairros de Itapetinga, no Estádio Edilson Santana, no bairro Primavera.

Na partida pré-liminar, o Internacional derrotou o União por 2 x 0. Já na partida inaugural, o Corinthians venceu o Americano pelo placar de 2 a 1.

Antes da bola rolar, a emoção tomou conta dos presentes na cerimônia de abertura com homenagens ao advogado e ex-presidente da Câmara Municipal de Itapetinga, Léo Matos.

Na próximo domingo (24), duas partidas voltam a movimentar a competição. No primeiro jogo às 08:00, o São Paulo enfrenta o São Francisco. Na partida de fundo, o São Francisco duela contra o Juvenil.

A grande final será realizada no dia 7 de Novembro (Domingo). O campeonato conta com o apoio da Prefeitura de Itapetinga, através da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer.

Falha interna derrubou redes, diz Facebook

O Facebook divulgou nota no final da noite desta segunda-feira informando que o apagão global de mais de seis horas em suas redes, que incluem o Whatsapp e o Instagram, foi uma falha interna: um defeito durante alteração em suas configurações. A plataforma informou também que não houve um ataque hacker nem vazamento de dados de usuários.

“Queremos esclarecer que acreditamos que a causa da queda foi uma mudança de configuração”, afirmou a empresa.

 

De acordo com o Facebook, a falha ocorreu durante uma mudança numa estrutura que coordena o tráfego entre seus centros de dados, o que gerou um efeito cascata que interrompeu a comunicação e fez com que outros centros fossem afetados.

O Facebook também utilizou a nota para pedir desculpas aos usuários pelo apagão.

“A todas as pessoas e empresas que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de nossas plataformas”.

A empresa não especificou quem executou a alteração na configuração e se essa mudança estava planejada.

Leia a nota do Facebook:

A todas as pessoas e empresas em todo o mundo que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de hoje em nossas plataformas. Temos trabalhado o máximo que podemos para restaurar o acesso e nossos sistemas estão funcionando novamente. A causa subjacente dessa interrupção também afetou muitas das ferramentas e sistemas internos que usamos em nossas operações diárias, complicando nossas tentativas de diagnosticar e resolver o problema rapidamente.

Nossas equipes de engenharia aprenderam que as alterações de configuração nos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam essa comunicação. Essa interrupção no tráfego de rede teve um efeito cascata na maneira como nossos data centers se comunicam, interrompendo nossos serviços.

Nossos serviços estão novamente online e estamos trabalhando ativamente para devolvê-los totalmente às operações regulares. Queremos deixar claro neste momento que acreditamos que a causa raiz dessa interrupção foi uma alteração de configuração com defeito. Também não temos evidências de que os dados do usuário tenham sido comprometidos como resultado desse tempo de inatividade.

Pessoas e empresas em todo o mundo confiam em nós todos os dias para se manterem conectadas. Entendemos o impacto que interrupções como essas têm na vida das pessoas e nossa responsabilidade em mantê-las informadas sobre interrupções em nossos serviços. Pedimos desculpas a todos os afetados e estamos trabalhando para entender mais sobre o que aconteceu hoje para que possamos continuar a tornar nossa infraestrutura mais resiliente.

A nota foi assinada por Santosh Janardhan, engenheiro de infraestrutura.

Erro interno

A Reuters informou que funcionários da plataforma que não quiseram ser identificados disseram anteriormente que acreditavam que a interrupção foi causada por um erro interno no modo como o tráfego da Internet é roteado para seus sistemas.

As falhas nas ferramentas de comunicação interna e outros recursos que dependem dessa mesma rede para funcionar agravam o erro, disseram esse funcionários.

Fonte: G1

Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social faz atendimento itinerante no Povoado de Palmares.

 

Durante toda essa Quinta-feira, 26, na Escola Duque de Caxias, a Secretaria de Desenvolvimento Social, fará atendimento Itinerante para a população do Povoado de Palmares.

Haverá atendimento do Bolsa Família, CRAS,CREAS,CRM, Conselho Tutelar, Cartão SUS, testes rápidos de glicemia e aferição de pressão e corte de cabelos.

Para realização dos serviços, a pessoa deverá comparecer com os seguintes documentos: RG, CPF, NIS, Comprovante de residência e documentos dos familiares que residem no mesmo teto.

Uso de máscaras é obrigatório. É a Prefeitura de Itapetinga levando maís serviços para a população!

Prédio da Câmara recebe nome de Virgínia Hagge

 

Durante ato solene, nesta sexta-feira (13), o prédio da Câmara de Vereadores de Itapetinga recebeu o nome da ex-vereadora e ex-deputada estadual  baiana Virgínia Hagge, que faleceu no dia 14 de junho do ano passado.

A iniciativa partiu da Mesa Diretora da Casa Legislativa, que apresentou projeto de lei oficializando a homenagem à ex-presidente da Câmara Municipal. Aprovado por unanimidade, o projeto foi convertido na Lei 1.496/2021.

Fizeram parte da mesa solene o prefeito Rodrigo Hagge (MDB), que é filho de Virgínia Hagge, o vice-prefeito Renan Pereira (DEM), o deputado estadual Pedro Tavares (DEM), o ex-prefeito Michel Hagge e a senhora Iracema Hagge, pais da homenageada, o pastor da Primeira Igreja Batista de Itapetinga, Neilton Ramos, o padre da Paróquia Nossa Senhora das Graças, Nilson Laurêncio dos Santos e o ex-presidente da Câmara de Vereadores de Itapetinga Jacy Almeida.

O presidente Valquírio Lima (PSD) falou sobre o apoio dos colegas à iniciativa da Mesa Diretora. “Foi a maior alegria da minha vida quando a gente fez a proposta e todos os 15 vereadores pediram para subscrever”, contou.

Ex-prefeito e ex-deputado estadual baiano, Michel Hagge comentou sobre sua emoção com a homenagem e ressaltou o amor que tem por Itapetinga. “Eu me sinto sem capacidade de agradecer ao que vocês estão fazendo aqui”, disse.

O prefeito Rodrigo Hagge registrou seu agradecimento pela homenagem à memória de Virgínia Hagge e salientou aspectos de sua trajetória de vida. “Não haveria melhor homenagem para minha mãe do que ter no prédio da Câmara Municipal de Itapetinga o seu nome”, declarou.

 

Rodrigo relatou que Virgínia Hagge sempre era muito clara quando dizia que a melhor função já desempenhada havia sido o mandato de vereadora do município de Itapetinga. Emocionado, o prefeito ainda aproveitou o momento para homenagear o avô, revelando que seu filho será chamado Michel Hagge.

Em seus discursos, os vereadores destacaram a importância do legado de Virgínia Hagge, que participou ativamente da história política e contribuiu significativamente para o desenvolvimento de Itapetinga e região.

 

HOMENAGEADA

Virgínia Alice Almeida Hagge nasceu em Salvador no dia 10 de fevereiro de 1964, filha do ex-prefeito de Itapetinga Michel José Hagge Filho e de Dona Iracema Almeida Hagge.

Virgínia era pedagoga, formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), campus de Itapetinga. Foi eleita vereadora em Itapetinga pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) para cumprir mandato entre 2005 e 2008, mas acabou renunciando em janeiro de 2007, para assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia. Foi deputada estadual pelo PMDB entre 2007 e 2011.

Virgínia Hagge ocupou a presidência da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Itapetinga no biênio 2005-2006, período em que marcou a história do legislativo municipal com uma atuação destacada pelo zelo e compromisso com a coisa pública.

Em sua atividade profissional em Itapetinga, Virgínia foi diretora da Biblioteca Municipal, secretária municipal de Cultura, chefe de gabinete da Prefeitura Municipal e professora. Em 2012, assumiu o cargo de Superintendente Federal de Agricultura na Bahia.

Virgínia Hagge faleceu aos 56 anos em Itapetinga, deixando seu nome eternizado na história da cidade.

 

 

Fonte: Site Câmara Municipal de Itapetinga

Sessões serão retomadas na Câmara Municipal de Itapetinga na modalidade presencial.

Câmara Municipal de Itapetinga Virgínia Hagge

 

A partir da próxima quarta-feira, dia 04 de agosto, as sessões da Câmara Municipal de Itapetinga serão retomadas na modalidade presencial. O horário passará das 10h. para às 19 horas e os dias continuarão quartas e quintas. As transmissões continuarão através da Radio Fascinação e Canal da Câmara pelo Youtube.



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