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:: ‘Destaque4’

Anvisa discute se mantém obrigatoriedade de máscaras em aviões e aeroportos

Movimentação de aviões comerciais no aeroporto de Brasília.

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que suspenda a obrigatoriedade do uso de máscaras em aeroportos e aeronaves como forma de prevenção à covid-19. Para fazer o pedido, o CFM se baseou em uma revisão de estudos internacionais publicada na “Cochrane Library”, cuja principal conclusão é de que a proteção facial não teria impacto significativo.

Cientistas apontam fragilidades do estudo e questionam resultados. A Anvisa discute a questão em reunião na manhã desta quarta-feira, 1.

Publicado em 30 de janeiro, o estudo avaliou a eficácia da máscara na prevenção de doenças respiratórias – entre elas a covid-19. O trabalho revisa dados de outros 12 estudos e é assinado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido. A principal conclusão da revisão é que a máscara faz “pouca ou nenhuma diferença” como política de saúde pública destinada a evitar a disseminação de vírus respiratórios. O estudo reascendeu a polêmica que já havia provocado intensos debates no início da pandemia.

Um artigo de opinião assinado pelo jornalista conservador Bret Stephens e publicado no New York Times na semana passada jogou gasolina no já acalorado debate:

(…) Quando se trata dos benefícios do uso de máscara em nível populacional, o veredito é: o uso obrigatório foi um fracasso”, escreveu Stephens. “Os céticos que foram furiosamente ridicularizados e ocasionalmente censurados como ‘desinformantes’ estavam certos. Os principais especialistas que incentivaram as máscaras estavam errados. Em um mundo melhor, caberia a este último grupo reconhecer o erro, juntamente com seus consideráveis custos físicos, psicológicos, pedagógicos e políticos.”

Antes mesmo de o artigo de Stephens ser publicado, o CFM já havia elencado o estudo de Oxford (entre outros trabalhos) no ofício enviado à Anvisa, datado de 13 de fevereiro:

“Ao final, conclui-se que, diferentemente do que ocorre no contexto de profissionais de saúde em ambientes hospitalares usando equipamentos de alto nível, não há justificativa científica para a recomendação ou obrigatoriedade do uso de máscaras pela população em geral como política pública de combate à pandemia de covid-19.”

Pesquisadores brasileiros ouvidos pelo Estadão, no entanto, apontam falhas na revisão da Cochrane que podem ter enviesado os resultados e defendem a continuação da obrigatoriedade do uso de máscaras em aviões e aeroportos.

Os cientistas dizem que os britânicos compararam situações e momentos diferentes (em muitos casos não havia circulação significativa do vírus, por exemplo) e que não houve um controle por exemplo sobre como as máscaras teriam sido usadas.

“Foi uma infelicidade da Cochrane misturar uma revisão sistemática com uma meta-análise; fica uma salada, analisaram situações e momentos diferentes”, afirmou a pneumologista da Fiocruz Margareth Dalcolmo, uma das maiores especialistas do País em covid-19. “Tirar desse estudo a conclusão de que uma barreira mecânica não protege contra uma doença viral de transmissão respiratória é uma estupidez completa.”

O infectologista Júlio Croda, também da Fiocruz, outro expoente do combate à covid-19 no País, concorda com a colega. Croda explicou que todos os estudos incluídos na revisão são ensaios clínicos individuais.

“Muitos profissionais de saúde acreditam que os ensaios clínicos geram as evidências mais robustas para qualquer tipo de pergunta científica, o que não é necessariamente verdade”, afirmou o especialista. “E essa dificuldade de entendimento sobre a qualidade das evidências atrapalha a compreensão das limitações de cada estudo.”

Nos estudos analisados, o uso da máscara é uma recomendação.

“Ou seja, não temos como checar se as pessoas realmente usaram a máscara, se usaram durante todo o tempo, se usaram da forma correta como recomendado”, ponderou.

“Por isso, os estudos clínicos de comunidade são os mais adequados para este tipo de avaliação. Nestes estudos, usamos comunidades semelhantes (nível econômico, educacional), como cidades, bairros ou aldeias. Em algumas fazemos campanhas educativas e distribuímos máscaras. Em outras, não. Como são comunidades semelhantes e a única coisa diferente foi a sua intervenção, é possível medir o efeito dessa intervenção.”

De acordo com as orientações gerais da Organização Mundial de Saúde (OMS), revisadas no último mês, as máscaras são recomendadas para “qualquer pessoa em espaço lotado, fechado ou mal ventilado”.

“Vale lembrar que a OMS não declarou ainda o fim da pandemia. É pouco provável que tenha outra onda, mas não é impossível. O vírus continua circulando”, afirmou Margareth Dalcolmo. “Ainda que os aviões tenham filtros de ar novos, eu defendo o uso de máscara. Se houver um portador de vírus de transmissão respiratória, a chance de contágio é muito grande.”

A Anvisa decide nesta quarta-feira se mantém a obrigatoriedade em reunião da diretoria colegiada.

Em nota enviada à imprensa por ocasião do recebimento do ofício do CFM, portanto antes do feriado do carnaval, a Anvisa informou que “pauta suas decisões nas melhores evidências científicas e está alinhada a organismos nacionais e internacionais de referência como o Ministério da Saúde, a OMS e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).”

A agência reforçou ainda que “há circulação do coronavírus no País, o que pode levar ao aparecimento de novas variantes de preocupação.”

Também por nota, o CFM esclareceu que “não se posicionou contra as máscaras”.

“O CFM apenas compartilhou com a Anvisa, por meio de ofício, o resultado de levantamento feito por pesquisadores sobre estudos relacionados à eficácia do uso de máscaras em aeronaves. O envio teve como objetivo contribuir com reflexão sobre o tema no âmbito daquela autarquia, em especial no que se refere ao trânsito de passageiros e tripulantes na aviação. No Brasil, chama a atenção o fato das máscaras serem obrigatórias apenas nos aeroportos e aviões, enquanto não são cobradas em outros ambientes, como shows e outras aglomerações. Diante disso, entende-se que cabe à agência avaliar os documentos e tomar medidas com base nas evidências arroladas, caso as considere pertinentes.”

 

 

Fonte: Estadão Conteúdo

Cerca de 200 resgatados de trabalho análogo à escravidão no Rio Grande do Sul chegam à Bahia

 

Os 194 trabalhadores baianos resgatados em situação análago a escravo em Bento Gonçalves, na Serra do Rio Grande do Sul, chegaram à Bahia nesta segunda-feira (27).

A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os trabalhadores voltaram para Lauro de Freitas, Feira de Santana, Alagoinhas e Salvador.

Dos 207 resgatados, 198 são da Bahia. Quatro preferiram continuar no RS, enquanto outros voltaram para o estado natal.

As idades dos 207 resgatados variam entre 18 e 57 anos. Os quatro ônibus que levaram os baianos para casa foram escoltados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) até a saída do RS.

Um acordo entre a empresa e os trabalhadores foi fechado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) ainda na noite de sexta. Cada um deles recebeu, por enquanto, R$ 500 para fazer a viagem. O valor total de indenização deve ser pago até a próxima terça-feira (28), por depósito bancário.

De acordo com o MPT, o empresário responsável deverá deverá apresentar a comprovação dos pagamentos sob pena de ajuizamento de ação civil pública por danos morais coletivos, além de multa correspondente a 30% do valor devido. Até o momento, estima-se que o cálculo total das verbas rescisórias ultrapasse R$ 1 milhão. O custo do transporte dos trabalhadores de volta à Bahia também ficou sob responsabilidade da empresa.

O responsável por essa empresa, Pedro Augusto de Oliveira Santana, de 45 anos, também é baiano, natural de Valente. Ele chegou a ser preso, mas vai responder pelo crime em liberdade porque pagou fiança no valor de R$ 40 mil.

O caso

Na quinta-feira (23), a Polícia Federal do Rio Grande do Sul encontrou os trabalhadores em uma situação degradante após três trabalhadores procurarem a unidade operação de Caxias do Sul para dizer que recém tinham fugido de um alojamento em que eram mantidos contra a vontade.

Segundo a PF, a empresa que mantinham os trabalhadores em condições análogas à escrividão tem contratos com diversas vinícolas da região, presta serviços de apoio administrativo e os trabalhadores teriam sido contratados para atuar na colheita da uva.

A polícia apurou no local que esses homens, a maioria da Bahia, eram recrutados nos seus estados de origem para trabalhar no Rio Grande do Sul. Ao chegar no estado, encontravam uma situação diferente das prometidas pelos recrutadores.

Além disso, relataram enfrentar atrasos nos pagamentos dos salários, violência física, longas jornadas de trabalho e oferta de alimentos estragados. Também disseram que eram coagidos a permanecer no local sob a pena de pagamento de uma multa por quebra do contrato de trabalho.

2022 foi o quinto ano mais quente da história, dizem Nasa e Organização Meteorológica Mundial

 

O ano de 2022 foi o quinto mais quente da história segundo o mais recente estudo global do clima conduzido pela Nasa. A pesquisa da agência espacial americana corrobora os dados divulgados por outras grandes instituições, que também identificaram o ano passado como um dos mais ardentes já registrados.
Também divulgado na quinta-feira (12), o relatório da Organização Meteorológica Mundial chegou à mesma conclusão. No começo da semana, o programa de monitoramento de aquecimento global Copernicus, da Comissão Europeia, foi outro a classificar 2022 como o quinto mais quente da série histórica.
Para a Nasa, 2022 empatou com 2015 na quinta colocação do ranking dos anos mais quentes. Pelos cálculos da agência, os últimos nove anos foram os mais quentes desde que o modelo moderno de documentação foi adotado, em 1880. Eles indicam que a temperatura do planeta aumentou mais de 0,2°C a cada década. Em 2022, o valor registrado foi 1,11°C mais elevado do que a média do século 19.
Esse cenário indica que o mundo se encaminha para ultrapassar a meta estabelecida no Acordo de Paris, em 2015, que prevê limitar o aquecimento global a 1,5°C acima das temperaturas do período pré-industrial.
“Pelo ritmo em que estamos indo, não vai demorar mais de duas décadas para chegarmos a isso [aumento de 1,5°C]. A única maneira de isso não acontecer é pararmos de lançar gases de efeito estufa na atmosfera”, disse o diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da Nasa, Gavin Schmidt.
Apesar dos apelos da comunidade científica, 2022 teve alta nas emissões de dióxido de carbono, mostrando a intensificação da poluição após um ligeiro período de queda provocado pela pandemia da Covid-19. A principal fonte de emissões foi, mais uma vez, a queima de combustíveis fósseis.
Os pesquisadores destacam que 2022 foi o quinto ano mais quente da história mesmo com a ocorrência do fenômeno La Niña, que contribui para temperaturas mais baixas. Os pesquisadores estimam que o fenômeno possa ter auxiliado na redução da temperatura global em cerca de 0,06°C no ano passado. Ainda assim, 2022 foi o ano com La Niña mais quente da série histórica.
O futuro retorno do El Niño -“irmão” do La Niña, mas que favorece temperaturas mais elevadas- deve ter o efeito oposto. Para Gavin Schmidt, da Nasa, o fenômeno “provavelmente vai ser um gatilho para um novo recorde” de temperaturas em nível global em outros anos.
A Nasa chamou ainda a atenção para os efeitos do aumento global de temperaturas, que já provoca danos em todo o mundo, como o derretimento de calotas polares, aumento do nível dos oceanos e temporadas de incêndio maiores e mais prolongadas.
“Nosso aquecimento climático já está deixando uma marca: os incêndios florestais estão se intensificando, os furacões estão ficando mais fortes, as secas estão causando estragos e o nível do mar está subindo”, salientou o administrador da Nasa, Bill Nelson.
A maior parte do calor extra no planeta se acumula nos oceanos e, em 2022, houve um novo recorde de temperatura oceânica. As águas mais quentes têm uma série de consequências ambientais, incluindo o favorecimento de tempestades mais intensas.
A intensificação dos fenômenos extremos também foi um dos destaques do relatório da Organização Meteorológica Mundial.
“Em 2022, enfrentamos vários desastres climáticos dramáticos que ceifaram muitas vidas e meios de subsistência, além de prejudicarem a segurança e as infraestruturas de saúde, alimentação, energia e água”, disse o secretário-geral da organização, Petteri Taalas.
“Grandes áreas do Paquistão foram inundadas, com grandes perdas econômicas e de vidas humanas. Ondas de calor recorde foram observadas na China, Europa, América do Norte e América do Sul. A longa seca no Chifre da África ameaça uma catástrofe humanitária”, enumerou.
Também divulgado nesta quinta-feira o relatório da Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA), que divergiu ligeiramente dos demais, classificando 2022 como o sexto ano mais quente da história.
Devido a diferenças nas fontes de dados e metodologias de análise, é comum a ocorrência de alguma discrepância entre as instituições de pesquisa. A tendência de rápido aquecimento e de aumento nas emissões, no entanto, é comum a todos os trabalhos.

Novo salário mínimo já está em vigor; confira valor

O novo valor do salário mínimo – de R$ 1.320,00 – entra em vigor ontem (1º). O Congresso Nacional aprovou o reajuste em dezembro do ano passado, como forma de compensar a desvalorização do Real diante da inflação do último ano. Em 2022, o valor era R$ 1.212,00.
O governo Bolsonaro chegou a propor R$ 1.302,00, mas durante os debates no Congresso Nacional, a Consultoria de Orçamento do Senado apontou que o valor proposto seria suficiente apenas para repor as perdas inflacionárias do período, não representando nenhum ganho real para quem tem sua fonte de renda atrelada ao mínimo. Depois disso, senadores e deputados federais aprovaram o Orçamento Geral da União para este ano com o mínimo de R$ 1.320,00.
O reajuste com 2,7% de ganho real, ou seja, superior à inflação do último ano, ampliará as despesas federais em cerca de R$ 6,8 bilhões. Isto porque as aposentadorias administradas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e vários benefícios sociais e trabalhistas, como o seguro-desemprego, abono do PIS/Pasep, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e outros, são atrelados ao piso nacional, tendo que ser corrigidos.

Novas regras do Pix – mudanças passam a valer nesta segunda-feira

 

Sistema de transferências instantâneas em vigor desde novembro de 2020, o Pix entra 2023 com novas regras. A partir desta segunda-feira (2), o limite individual por transação deixa de existir, o horário noturno passará a ser personalizado e os valores das modalidades Pix saque e Pix troco aumentarão. As informações são da Agência Brasil.

As mudanças haviam sido anunciadas pelo Banco Central no início de dezembro.  Segunda a autoridade monetária, as novas regras oferecerão mais segurança e flexibilidade ao mecanismo de pagamento, que bateu recorde de 104,1 milhões de transações por dia com o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro, em 20 de dezembro.

Segundo o BC, a sugestão para abolir o limite por operação foi feita em setembro pelo Fórum Pix, grupo de trabalho coordenado pelo órgão e secretariado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que reúne as instituições participantes do Pix. Segundo o grupo, o valor máximo por transação era pouco efetivo porque o usuário pode fazer diversas operações pelo valor do limite, desde que respeite a quantia fixada para o período diurno e noturno.

 

Fonte: Bahia Notícias

Empresa cria ‘fones de ouvido’ para cães se protegerem de barulhos do réveillon

 

Os ouvidos supersensíveis dos cães sofrem com barulhos exagerados. Em tempos de réveillon, os inimigos da vez são os fogos de artifício. O empresário Pedro Mancini percebeu como os animais se incomodavam com essa época quando convivia com o cachorro de sua mãe.

 

Ao pensar em como diminuir o sofrimento do pet, percebeu uma oportunidade de negócio. Com a ajuda de engenheiros de material e de som, desenvolveu um protetor de ruído específico para cães.

 

Foram 22 protótipos até chegar ao modelo ideal, que reduz o barulho em até 90%. Pedro terceiriza toda a produção e vende pelo e-commerce. O produto tem três tamanhos e o preço é único: R$ 250. A empresa fatura R$ 100 mil por mês, número que dobra em época de festas.

 

É preciso treinar o cão antes do uso, sem ser em momento de barulho intenso. Caso contrário, o pet vai associar o protetor ao momento de estresse.

 

 

 

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Bahia terá dez feriados prolongados em 2023; confira datas

 

O ano de 2023 terá oito feriados nacionais prolongados e dois estaduais. As 11 datas cairão em dia de quinta, sexta ou segunda-feira. A categoria engloba os feriados que podem se juntar com o fim de semana, gerando de três a quatro dias livres consecutivos.

Confira as datas:

Nacionais:

  • 7 de abril (sexta-feira santa): Paixão de Cristo;
  • 21 de abril (sexta-feira): Tiradentes;
  • 1º de maio (segunda-feira): Dia do Trabalho;
  • 8 de junho (quinta-feira): Corpus Christi;
  • 7 de setembro (quinta-feira): Independência do Brasil;
  • 12 de outubro (quinta-feira): Nossa Senhora Aparecida;
  • 2 de novembro (quinta-feira): Finados;
  • 25 de dezembro (segunda-feira): Natal.

Estaduais:

  • 20 de fevereiro (segunda-feira): Carnaval;
  • 8 de dezembro (sexta-feira): Conceição da Praia.

Brasil perde para a Croácia nos pênaltis e está eliminado da Copa do Mundo

 

Assim, o jogo ficou de intermediária à intermediária. O Brasil girava, buscava espaço e perdia. A Croácia assumia e, com jogadas rápidas, encontrava espaço. Principalmente, pela direita, com Juranovic sempre livre, longe dos olhos de Vini. Foi por isso que Danilo levou cartão amarelo ao cortar a bola em golpe de taekwondo.
A partir desse lance, aos 24, os croatas passaram a forçar mais por ali. O ponto positivo é que eles faziam jogo modelo prorrogação e pênaltis. Mesmo tendo mais a bola e controlando, não chutaram a gol. O que o Brasil fez. Principalmente, quando Neymar saiu da posição e veio buscar a bola atrás.
Aos 19, ele combinou com Vini, que chutou fraco. Aos 22, em bola alçada na área, Lovren tirou mal, Neymar tocou para Casemiro, e o chute saiu desviado. Ainda teve uma falta cobrada por Neymar. Com todo o respeito, meu filho de nove anos bateria mais forte.
Assim, o primeiro tempo foi tenso, mas sem emoção. A torcida brasileira, excitada e em bom número, nem quis saber de intervalo. As luzes se apagaram, a música eletrônica veio rasgando e nada de o povo se animar.

Segundo tempo de pura tensão

Menos mal que o Brasil voltou animado. Aos dois, Raphinha, em sua primeira ação ofensiva no jogo, tocou para Paquetá. Ele cruzou e quase Lovren fez contra. Em seguida, Richarlison disputou com Juranovic. A bola bateu no braço dele. O VAR revisou e avisou: “Segue o jogo”.
Havia mais animação, graças a Deus. Aos nove, Richarlison fez pivô de futsal e tocou para Neymar. Livre, só ele e o goleiro. E ele perdeu. O que só aumentou a angústia. Neymar perder gol assim não é bom presságio. Tite colocou Antony e tirou Raphinha, quase sumido. Depois, trocou Vini por Rodrygo.
O Brasil ganhou mais gás. Os dois guris entraram impetuosos. Paquetá, aos 20, entrou área adentro e parou em Livakovic, a esta altura já o nome do jogo. Aos 31, ele parou o arremate de Neymar de dentro da área.
Aos 35, em jogada de Antony e Rodrygo, ele defendeu chute de Paquetá. Tite apostou em Pedro. Não resolveu. O jogo para a Croácia, como sentimos na pele, tinha 120 minutos. Ela passou uma hora e meia sem chutar a gol. E assim fomos à prorrogação. Tensos, com um piano em cada ombro.

Prorrogação com empate

A prorrogação foi na mesma nota do segundo tempo. O Brasil tentando, a Croácia especulando. Em contra-ataque, Vlasic deixou Brozovic livre. Por sorte, ele chutou alto.
Aos 15, enfim, a barreira Livakovic veio abaixo. Marquinhos recebeu, Neymar veio pegar na intermediária. Pelo meio, ele foi. Tocou em Rodrygo, recebeu. Tocou em Paquetá, recebeu, já na área. Driblou o goleiro e colocou forte, no alto da rede. Parecia que acabaria ali a angústia.
Só que essa Croácia é resiliente. Aos 11 do segundo tempo, em contra-ataque, Orsic tocou para Petkovic na entra da área. Ele chutou. O desvio na bola impediu Alisson de chegar. Eram o 1 a 1 e aflição dos pênaltis.

89% dos baianos estão com o esquema vacinal incompleto

 

 

Esses números evidenciam a importância da imunização contra a Covid-19 e comprova que a vacina salva vidas.

 

Certeza de 89% dos pacientes internados na UTI do Hospital Espanhol não completaram o esquema vacinal contra o coronavírus.

 

Por isso fica aqui o nosso alerta: mantenha a vacinação em dia para proteger você e todos os que estão ao seu redor. Somente com todas as doses recomendadas é possível evitar o agravamento da doença e de novas variantes.

Maiquinique: Valéria Silveira é eleita prefeita em eleição suplementar

Valéria Silveira (Podemos) venceu o atual gestor de Maiquinique, Chico Batoré (SD) em eleição suplementar realizada neste domingo (27). A diferença entre os dois únicos candidatos foram de 65 votos.

 

 



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