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Campanha eleitoral começa nesta sexta-feira; saiba o que pode e o que não pode no período
A campanha eleitoral começa oficialmente nesta sexta-feira (16), quando candidatos a prefeito e vereador nas eleições de outubro podem fazer propaganda eleitoral nas ruas e na internet.
A publicidade no rádio e na TV, no entanto, só começa no dia 30 de agosto.
A propaganda eleitoral nas ruas é feita com o uso de bandeiras, adesivos, santinhos, carreatas e comícios. Com estas ações, os candidatos transmitem suas propostas políticas diretamente aos eleitores.
🔎Ou seja, na prática, estão autorizados a pedir votos, o que não podiam fazer na pré-campanha.
Estas ações devem ocorrer dentro do que prevê a legislação eleitoral. Se desrespeitarem as normas, candidatos, partidos, coligações e federações estão sujeitos a penalidades como multas, de R$ 5 a 25 mil reais.
Os atos de propaganda eleitoral, em locais abertos ou fechados, não precisam de autorização da polícia para ocorrer.
Mas é preciso comunicar os eventos à Polícia Militar (PM) com pelo menos 24h de antecedência, para evitar coincidências com ações de outros concorrentes no mesmo local.
Nas eleições de outubro, eleitores de mais de 5,5 mil municípios vão escolher os novos prefeitos e vereadores. O g1 explica as regras, o que pode e o que não pode neste período.
❌O que não pode
▶️ propaganda fixada em bens públicos ou de uso comum (postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos).
Nestes locais, não pode ter pichação, inscrição a tinta e exposição de placas, estandartes, faixas, cavaletes e bonecos que sirvam para publicidade eleitoral.
▶️ material de propaganda em árvores e jardins de áreas públicas, muros, cercas e tapumes divisórios.
▶️ a distribuição, por comitê de campanha, de materiais que possam ser entendidos como um benefício ao eleitor: camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas.
▶️showmícios e eventos semelhantes para a promoção de candidatos. Isso não impede, no entanto, que artistas manifestem seu posicionamentos políticos em seus shows ou em suas apresentações.
▶️uso, na propaganda eleitoral, de símbolos, frases ou imagens associadas ou semelhantes às de órgão de governo ou estatal.
✅O que pode
▶️distribuição de folhetos, adesivos, volantes e outros impressos. A edição do material é de responsabilidade do partido político, da federação, da coligação, da candidata ou do candidato.
▶️uso de carro de som ou minitrio elétrico apenas em carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões e comícios, e desde que observado um limite para o som.
A propaganda negativa é proibida tanto no impulsionamento quanto na priorização paga de conteúdos em aplicações de busca. A norma proíbe o uso, como palavra-chave, de nome, sigla ou apelido de partido, federação, coligação ou candidatura adversária, mesmo que a finalidade seja promover propaganda positiva.
lives realizadas por candidatos são permitidas, mas não podem ser transmitidas ou retransmitidas em site, perfil ou canal de pessoa jurídica e por emissora de rádio e de televisão;
💻Na rede de computadores, é proibido:
o uso de qualquer conteúdo fabricado ou manipulado para espalhar desinformação que comprometa o equilíbrio do pleito ou a integridade do processo eleitoral;
a utilização de deepfakes e de conteúdos sintéticos em áudio ou vídeo, mesmo com autorização, para criar, substituir ou alterar imagens ou vozes de pessoas vivas, falecidas ou fictícias;
a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet, no período entre 48 horas antes até 24 horas depois da eleição.
Fonte: G1
Brasil terá onda de frio mais forte do ano: veja quando e qual a previsão

Desvio de temperatura entre os dias 8 e 13 de agosto indicam frio intenso na metade sul do Brasil — Foto: Climatempo
A onda de frio mais forte de 2024 vai despencar as temperaturas no Brasil, especialmente no Centro-Sul, com chance de geadas amplas e possíveis episódios isolados de neve e chuva congelada nas áreas de maior altitude da região Sul. Além disso, diversas cidades da região Sul terão temperaturas negativas por mais de um dia.
A partir desta quinta-feira (8/8), a frente fria, seguida de uma massa de ar polar, começa a avançar do Sul para o Sudeste e Centro-Oeste, e o frio deve durar até quarta-feira (14/8) da próxima semana.
Os modelos analisados pelo agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antonio dos Santos, indicam que no fim de semana a massa de ar polar ganha intensidade e causa frio intenso sobre as áreas mais frias da região Sul, que são as serras. Há possibilidade de geadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, sul e leste do Paraná e extremo sul de Mato Grosso do Sul no sábado (10/8).
A mesma massa de ar polar vai ganhar mais intensidade no começo da semana. Tanto na segunda-feira (12/8), quanto na terça-feira (13/8), há probabilidade de frio ainda mais intenso. Com isso, as geadas serão mais amplas no amanhecer da terça em regiões do Sul e extremo sul do Sudeste. “A terça-feira é o dia de alerta máximo para frio”, diz o especialista.
Segundo Santos, também nas áreas de serra há chance de neve e chuva congelada, ambas de fraca intensidade. A chuva congelada é um tipo de precipitação invernal associada a locais onde a temperatura está abaixo de 0°C. Ela ocorre quando um floco de neve que sai da nuvem passa por uma camada de ar com temperatura positiva, mas congela novamente ao encontrar o ar gelado abaixo da base da nuvem.
Chuva antes do frio
Antes do frio intenso, as nuvens de chuva começaram a se deslocar do Rio Grande do Sul para o Paraná e sul de Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira (8/8) e, na sexta-feira, (9/8) chegam à região Sudeste. São esperadas chuvas irregulares em São Paulo e no sul de Minas Gerais.
Como a frente fria já está em deslocamento para o oceano Atlântico, essa chuva deve cessar até o fim de semana no Brasil, explica o agrometeorologista. Portanto, sábado e domingo (11/8) devem ser dias de frio intenso e tempo aberto, exceto no extremo norte da região Norte e no sul da Bahia, onde deve continuar chovendo.
Até lá, também não há previsão de chuva sobre Rondônia, Mato Grosso, Goiás, grande parte de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e todo o interior do Nordeste, incluindo o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).
Fonte: Globo Rural
Judô dá primeiro ouro do Brasil em Olimpíadas pela quinta vez
Com a conquista de Bia Souza na categoria acima de 78kg nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, nesta sexta-feira (2), o judô obteve a primeira medalha de ouro para o Brasil pela quinta vez na história das Olimpíadas.
O judô tinha sido o primeiro ouro brasileiro em outras quatro oportunidades, das 13 edições anteriores nas quais o Brasil conquistou a medalha mais importante: Aurélio Miguel em Seul 1988, Rogério Sampaio em Barcelona 1992, Sarah Menezes em Londres 2012 e Rafaela Silva em Rio 2016.
O primeiro ouro do Brasil em Paris acontece exatamente uma semana depois da cerimônia de abertura, realizada em 26 de julho. A demora para a maior conquista olímpica vinha preocupando a torcida. Além disso, Bia Souza se tornou a primeira mulher brasileira estreante a ser campeã olímpica em provas individuais.
Das 20 Olimpíadas das quais participou, o Brasil conquistou o ouro em 13 delas. O tempo de espera pela conquista variou muito, de dias a semanas.
Os 13 primeiros ouros brasileiros antes de Paris saíram no judô (4), o esporte que mais dá medalhas ao Brasil, no atletismo (3), na vela (2), no tiro, na natação, no vôlei de praia e no surfe.
Fonte: GE
Tenho que pôr gelo em uma lesão? A ciência desaconselha, e por uma boa razão

A inflamação é um processo fisiológico normal do corpo que se recupera de uma lesão, e o uso de gelo como anti-inflamatório retarda este processo. — Foto: Freepik
Você provavelmente já ouviu, fez isso ou mesmo foi aconselhado a fazer: após sofrer uma lesão aguda (entorse, pancada forte, tendinite…), deve aplicar gelo na área afetada. Novos protocolos de intervenção, no entanto, desaconselham essa prática como regra geral.
Parece contraintuitivo, pois o uso de gelo (crioterapia) causa uma diminuição na condução nervosa e vasoconstrição local (estreitamento dos vasos sanguíneos), o que alivia a dor no curto prazo e reduz a inflamação e o edema.
Então, por que é melhor não fazer isso? Para descobrir a resposta, vamos primeiro analisar o que é inflamação e se é do nosso interesse agir sobre ela.
Uma reação natural
A inflamação é um processo fisiológico normal do corpo que se recupera de uma lesão. Imediatamente após a lesão, os vasos sanguíneos se contraem para evitar a perda de sangue.
Poucos minutos depois que a ferida é tapada, o calibre e a permeabilidade desses vasos aumentam para permitir a entrada de substâncias e células imunes com efeitos inflamatórios. Esse é o momento para os neutrófilos, que são responsáveis pelo “trabalho de limpeza” da lesão.
O aumento da permeabilidade vascular, por sua vez, gera um aumento no volume de fluidos – o meio de transporte de todas essas substâncias – que chega à área. Esse inchaço é conhecido como edema, e responde às necessidades fisiológicas de cura.
Quando o processo inflamatório está em seu auge, o acúmulo de substâncias produz uma série de sinais bioquímicos que iniciam a fase de proliferação ou cicatrização do tecido. Os mesmos processos que geraram a inflamação no estágio anterior agora liberam compostos como as lipoxinas, que têm grande poder anti-inflamatório.
Além disso, de acordo com estudos recentes, os neutrófilos que vieram “limpar” a área mudam seu modo de ação durante essa fase e também têm efeitos anti-inflamatórios e regenerativos.
Em outras palavras, para que todo o processo de cicatrização ocorra corretamente, a inflamação deve seguir seu curso fisiológico.
Mudanças no protocolo
Como esses mecanismos biológicos passaram a ser mais bem compreendidos, as estratégias para lidar com lesões agudas mudaram.
Criado em 1978 pelo médico americano Gabe Mirkin, o protocolo RICE enfatizava a crioterapia. Seu acrônimo significa Rest (repouso), Ice (gelo), Compression (compressão) e Elevation (elevação). Desde a década de 1980, ele foi substituído pelo protocolo PRICE, que acrescentou a proteção (o P) da área.
Mais tarde, em 2012, surgiu o protocolo POLICE. Esse método ainda recomendava o uso ocasional de gelo em fases muito agudas, mas oferecia uma mudança substancial no tratamento desse tipo de lesão. Ele mudou o R de repouso para o OL de Optimal Loading (carga ótima). Ou seja, o paciente deve começar a se movimentar o mais rápido possível, começando com movimentos que não envolvam a lesão e não causem dor.
Essa estratégia de carga ideal e progressiva de atividade demonstrou que a mobilização precoce e a reabilitação funcional são mais eficazes do que a imobilização e o repouso total.
Protocolo atual: “PAZ e AMOR”.
Apesar da aparente eficácia dos métodos acima na redução da dor, as recaídas (recorrência de lesões antigas) são comuns. De fato, as patologias de tendão mais prevalentes são frequentemente causadas por uma falha no processo de cura. É por isso que se costuma dizer que “as entorses nunca se curam totalmente”.
Isso nos leva a 2019, quando os especialistas canadenses Blaise Dubois e Jean-Francois Esculier propuseram seu protocolo PEACE and LOVE (paz e amor). Como principal novidade, ele sugere evitar medicamentos anti-inflamatórios (O “A” no acrônimo significa Avoidance anti-inflammatory – evitar anti-inflamatórios), incluindo aí o uso de gelo.
Essas mudanças na abordagem são uma resposta às evidências científicas. Já explicamos que a vasodilatação é necessária para que todas as substâncias essenciais para a cura cheguem no local da lesão. Presumivelmente, o gelo retardará este processo e modificará as vias ideais de cura.
Por exemplo, uma revisão sistemática de 22 ensaios clínicos publicada em 2004 já alertava que havia poucas evidências de que o gelo e a compressão tivessem algum efeito significativo na recuperação de lesões.
No mesmo ano, o especialista americano Scott F. Nadler declarou:
“Embora as modalidades de tratamento quente e frio diminuam a dor e o espasmo muscular, elas têm efeitos opostos sobre o metabolismo do tecido, o fluxo sanguíneo, a inflamação, o edema e a extensibilidade do tecido conjuntivo”.
Em resumo, tanto o gelo quanto alguns medicamentos anti-inflamatórios modificam o processo inflamatório e promovem processos de recuperação ruim e fibrose. Isso pode levar a um tecido que não se regenera adequadamente e é mais suscetível a novas lesões.
O próprio Mirkin, criador do protocolo RICE, admitiu em 2015 que “o gelo retarda a cicatrização”.
E quanto à dor?
A dor nociceptiva (nociception) é a dor que sentimos em resposta a danos nos tecidos. Esse sinal de alarme gera mudanças adaptativas (como limitação de movimento e carga) para permitir a cura adequada.
Portanto, anular a nocicepção com gelo ou medicamentos anti-inflamatórios pode retardar ou piorar a lesão, pois ela não cumpre mais sua função protetora se não tirarmos aquelas horas ou alguns dias de descanso adequado.
Como conselho geral, podemos recomendar que as pessoas afetadas sigam o protocolo PEACE and LOVE e, durante a fase de reparação dos tecidos, consumam alimentos ricos em ômega-3 (EPA e DHA) e suplementem a dieta com vitamina C.
No entanto, se você tiver uma lesão grave, é melhor consultar um médico ou fisioterapeuta, que lhe dará orientações e encaminhará no processo de cura mais adequado.
*Beatriz Carpallo Porcar é fisioterapeuta, docente e pesquisadora dos cursos de Fisioterapia e Enfermagem da Universidade San Jorge. Membro do grupo de pesquisa iPhysio da Universidade San Jorge.
*Paula Cordova Alegre é docente e pesquisadora dos cursos de Fisioterapia e Enfermagem da Universidade San Jorge.
**Este texto foi publicado originalmente no site do The Conversation Brasil.
Alécio Chaves filia-se ao PSB
Agora é oficial!
Filiação do Prof. Alecio Chaves ao PSB na sede do partido em Salvador-BA durante encontro com a participação da Dep. Lídice da Mata presidente estadual e vice nacional do PSB, do prefeito de Itapetinga Rodrigo Hagge, Dep. Pedro Tavares, presidente municipal Keylla Reis, Geraldo Trindade, Fred Reis, Wemerson Maia e Adriano Wirz.
Após 1 ano e 8 meses como Coordenador da Comutran, Neto Ferraz pede exoneração do cargo.
Na manhã de hoje, quinta-feira, 28 de março o coordenador da Comutran, Neto Ferraz, protocolou no gabinete do prefeito municipal, Rodrigo Hagge, o seu pedido de exoneração.
Após aproximadamente 1 ano 8 meses atuando de forma atuante, Neto assumirá novamente o seu cargo de vereador a partir da próxima segunda-feira, dia 1° de abril.
No período em que esteve na frente da Comutran, Neto Ferraz realizou grandes atividades que transformaram o trânsito na cidade de Itapetinga.
O desligamento foi feito dentro do prazo determinado pela legislação eleitoral. Assim ele torna-se apto a concorrer uma reeleição.
O nome que irá substituir Neto Ferraz será anunciado na próxima semana.
Neto Ferraz, coordenador da Comutran, faz entrega de bacalhau a servidores da autarquia
Em virtude das comemorações da Páscoa, foi entregue pelo coordenador da Comutran, Neto Ferraz, bacalhau para todos os servidores da autarquia.
Neto afirmou que essa atitude serve para complementar um momento de comunhão entre as famílias.
A atitude foi comemorada pelos servidores, que agradeceram ao coordenador com muita alegria.

























