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:: ‘Mundo’

CANADÁ ABRE 200 VAGAS PARA BRASILEIROS. SALÁRIO ANUAL MÉDIO CHEGA A R$403 mi

A cidade de Montreal, no Canadá, abriu 200 vagas para brasileiros interessados em mudar de país. As oportunidades são principalmente para as áreas de tecnologia, jogos e fintechs (startups do setor financeiro).

O processo seletivo está sendo conduzido pela agência Montréal Internacional, que promove uma feira virtual de empregos entre os dias 19 de outubro e 6 de novembro.

A agência busca profissionais com perfil pleno ou sênior (pelo menos três anos de experiência), fluência em inglês ou francês e “forte motivação” para morar no Canadá. As informações são da revista Exame.

Segundo a agência, os profissionais de tecnologia que trabalham em Montreal – considerado um “hub” de inovação global – ganham salários de R$ 403 mil anuais em média.

As oportunidades são para: desenvolvedor backend (.Net / Java), desenvolvedor PHP, fullstack ou frontend (Javascript), desenvolvedor ou analista SAP, programador gaming (C / C# / Gameplay), artista gaming, QA, desenvolvedor ou analista BI, scrum master, dados (desenvolvedor/cientista/administrador/analista), DevOps, arquiteto e especialista em segurança cibernética.

ATAQUE HACKER ATRASA TESTES CLÍNICOS DE TRATAMENTOSE VACINAS PARA A COVID-19

NOVA YORK – Um ataque hacker contra a eResearchTechnology provocou atrasos em testes clínicos de medicamentos, incluindo tratamentos e vacinas para a Covid-19, informou o New York Times.

A empresa, com sede na Filadélfia, fornece softwares usados por farmacêuticas na elaboração dos testes clínicos. Há duas semanas, ela foi vítima de um ataque ransomware, malware que usa criptografia para “sequestrar” sistemas, que só são liberados após pagamento de resgate.

A eResearch Technology não informou quantos testes clínicos foram afetados, mas seu software é usado por farmacêuticas na Europa, na Ásia e na América do Norte. Em seu site, a empresa informa que seus produtos foram usados em três quartos dos medicamentos aprovados pela Food and Drug Administration no ano passado.

O vice-presidente de Marketing da empresa, Drew Bustos, confirmou que os sistemas da companhia foram bloqueados no dia 20 de setembro. Como precaução, os sistemas foram desligados e o FBI foi notificado.

—Ninguém se sente bem com uma experiência como essa, mas ela foi contida — afirmou Bustos, acrescentando que os sistemas começaram a ser religados na última sexta-feira.

Entre os clientes afetados pelo ataque estão a IQVIA, que participa dos testes clínicos da AstraZeneca por uma vacina para a Covid-19, e a Bristol Myers Squibb, que lidera um consórcio que desenvolve um teste rápido para a detecção do coronavírus.

DESDE JANEIRO DE 2020, A CHINA JÁ EXPULSOU 17 JORNALISTAS ESTRANGEIROS

Desde o início de 2020, 17 jornalistas estrangeiros foram expulsos da China. Os dados estão no último relatório da Associação de Correspondentes Estrangeiros na China, publicado no último dia 8.

Os vistos dos profissionais ou não foram renovados ou foram removidos de forma deliberada após reportagens que denunciaram o controle autoritário do presidente Xi Jinping.

As expulsões marcam o ponto baixo nos laços diplomáticos entre Washington e Beijing em meio a tensões políticas e comerciais. Decisão afetou jornalistas de grandes veículos, como os norte-americanos “The Washington Post”, “The Wall Street Journal”, Bloomberg e CNN.

Em fevereiro deste ano, três repórteres perderam as suas credenciais depois que o jornal “The Wall Street Journal” se recusou a desculpar-se por pela coluna de opinião “A China é o verdadeiro homem doente da Ásia” (em tradução livre).

Entre agosto e setembro, autoridades da China detiveram e interrogaram três profissionais australianos. Em agosto, a mídia estatal chinesa removeu vídeos de um “show de negócios” do apresentador australiano Cheng Lei.

Desde o dia 8, os jornalistas Bill Birtles e Micael Smith, de emissoras concorrentes, estão proibidos de deixar a China até responderem a questionamentos sobre Cheng Lei.

China e Austrália divergem sobre o controle no Mar do Sul da China, alvo de ambições territoriais cada vez mais evidentes por parte de Beijing.



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