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Comutran e PRE realizam ação na Semana Nacional do Trânsito

 

Aconteceu na manhã da última sexta-feira uma blitz de conscientização em comemoração a Semana Nacional do Trânsito.
A ação foi uma parceria entre a Comutran e a Polícia Rodoviária Estadual.
Na oportunidade, os carros eram parados, recebiam panfletos informativo e os motoristas e passageiros ainda tinham a oportunidade de participar de um café da manhã que estava sendo oferecido pra eles.

“Essa parceria é muito importante. Comutran e Polícia Rodoviária são órgãos públicos que trabalham em favor da vida. Então precisamos nos unir para preservar vidas nas estradas”, conclui o coordenador da Comutran Neto Ferraz

 

 

 

Mito ou verdade: a margarina realmente é menos saudável que a manteiga?

 

Elas estão presentes na primeira refeição do dia, nos lanches e na preparação de alguns pratos da culinária brasileira. A manteiga, como a opção de um amarelo mais forte, em embalagens transparentes ou em cubos, e a margarina, com um amarelo mais contido, junto a um pequeno pote. Mas afinal, qual delas é a opção mais saudável? Segundo especialistas da área, a resposta não é tão simples.

 

Quais são as diferenças entre elas?

Segundo Annete Marum, nutricionista e doutora em Nutrição Genética pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ambas têm seus prós e contras. A percepção de qual é mais saudável depende da quantidade consumida e da indicação profissional da dieta recomendada para cada pessoa.

— Essa polêmica se dá principalmente porque as pessoas não entendem que elas tem composições diferentes que precisam ser pensadas antes de se utilizar — afirma a especialista.

Mas vamos, primeiro, entender quais são esses pontos positivos e negativos delas a partir do que são feitas. A manteiga é um produto de origem animal, feita a partir da nata de leite batida. Já a margarina tem origem vegetal, produzida a partir do processo de hidrogenação de óleos, como o de girassol ou milho. As duas têm tipos de gorduras diferentes, o que delimita quando cada uma deve ser utilizada na alimentação.

A gordura presente na manteiga é a saturada, facilmente digerida pelo corpo e utilizada para fornecer energia e produzir hormônios, o que tem um aspecto positivo. Mas, em grandes quantidades, pode apresentar riscos à saúde, como mostra um estudo publicado na revista JAMA Internal Medicine.

Já a margarina, na qual as gorduras presentes são as insaturadas, pode provocar um aumento no colesterol considerado “bom” (HDL) e diminuir o considerado “ruim” (LDL). No entanto, a presença da gordura trans no alimento de origem vegetal é considerado um ponto negativo.

Quimicamente alterada, ela não é facilmente digerida pelo organismo e por isso, pode se acumular tanto no sangue quanto em órgãos importantes. Versões atualizadas de margarina sem gordura trans, consideradas melhores, já podem ser encontradas no mercado.

Por isso, segundo a especialista entrevistada pelo GLOBO, pessoas que estão tentando controlar o colesterol “ruim” devem evitar a manteiga. Mas as margarinas contendo gordura trans não são boas alternativas a ela.

Então, qual escolher?

O debate científico, a partir da publicação de estudos e análise dos pares, ainda não chegou a uma conclusão amplamente aceita sobre qual das duas é a mais “saudável”. Por isso, elas podem ser consumidas de acordo com as necessidades individuais, sempre com moderação.

Conforme mostra um artigo da Harvard Health Publishing, site da Escola de Medicina de Harvard, um competidor potencial que pode substitui-las quando o assunto são benefícios é o azeite. Ele é rico em gorduras mono e poliinsaturadas, associadas à produção do LDL (colesterol bom), sem outros fatores negativos.

“Da próxima vez que você rasgar um pão ou pão quente, considere mergulhá-lo em azeite em vez de cobri-lo com manteiga“, indica o site especializado.

 

 

 

Fonte: O Globo

Brasil terá ondas de calor com máxima entre 40°C e 45°C

 

 

Todas as regiões do Brasil serão atingidas por uma onda de calor com máxima variando entre 40°C e 45°C nos próximos dias.

 

O calor será tão extremo que será tão perigoso que oferecerá risco à saúde e à vida.

 

A massa de ar quente vai afetar com força e com marcas chegando a 45°C alguns estados, como Bahia, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Rondônia, Amazonas, Pará, Tocantins, Piauí e Maranhão.

 

Disparo de arma mata PM lotado na 8ª CIPM, Matheus Borges

O soldado PM Matheus Borges morreu na manhã desta sexta-feira, 15, vítima de disparo de arma de fogo em sua residência, em Itapetinga, segundo as primeiras informações recebidas pelo site Sudoeste Digital.

 

 

Relatos informaram que o PM foi encontrado em circunstâncias que indicam um possível autoextermínio. Ele apresentava uma perfuração na cabeça.

Borges, ainda chegou a ser socorrido, mas teria morrido antes de dar entrada no pronto-socorro do Hospital Cristo Redentor, aqui em Itapetinga.

 

Omeprazol: os riscos de tomar remédio contra gastrite e refluxo por muito tempo

Omeprazol é indicado para aliviar a acidez do estômago e amenizar quadros de queimação — Foto: GETTY IMAGES via BBC

 

 

Disponível no mercado há mais de 30 anos, o omeprazol promete um alívio rápido e eficaz daquela queimação na barriga e no peito causada pelo excesso de acidez.

Ao lado de pantoprazol, lansoprazol, dexlansoprazol, esomeprazol e rabeprazol, ele faz parte da classe farmacêutica dos inibidores da bomba de prótons (conhecidos também pela sigla IBP).

👉 Para ter ideia da popularidade dessas medicações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) calcula que 64,9 milhões de unidades de omeprazol foram consumidas no país apenas em 2022.

🚨 O que muita gente não sabe é que, em geral, esses remédios só devem ser usados por um prazo bem curto, de no máximo dois ou três meses.

Há exceções: para pessoas com algumas condições de saúde, como pacientes oncológicos, profissionais de saúde recomendam o uso contínuo de omeprazol ou outras medicações dessa classe (entenda abaixo).

Como você vai entender ao longo desta reportagem, o consumo dos IBPs por períodos prolongados — como muitas pessoas acabam fazendo no dia a dia sem orientação de um profissional da saúde — está relacionado a desequilíbrios no sistema digestivo e dificuldades na absorção de vitaminas e minerais.

Alguns estudos sugerem que esse desbalanço causado pelo abuso desses fármacos pode causar até doenças mais graves, como osteoporose, câncer e demência. Mas essas repercussões à saúde ainda não são consenso na comunidade científica e precisam ser estudadas a fundo, como apontam especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.

Acidez além da conta

Nas aulas de química do colégio, aprendemos o que é o pH, uma escala numérica que determina se uma solução é ácida ou básica/alcalina.

No nosso estômago, dependemos de um ambiente ácido para o processo de digestão.

Os sucos gástricos (que são bem ácidos, diga-se) começam a “quebrar” os alimentos em pedacinhos cada vez menores, que depois serão absorvidos pelo intestino delgado.

Só que, em algumas pessoas, essa acidez passa da conta: o líquido estomacal tem um pH tão baixo, ou está numa quantidade tão grande, que ele passa a ser corrosivo para o próprio sistema digestivo.

Em alguns, essa queimação pode aparecer no próprio estômago na forma de gastrites e úlceras — feridas que se formam nas paredes internas desse órgão.

Para outros, o problema é mais em cima. Um defeito na válvula que separa estômago e esôfago faz que o conteúdo ácido suba em direção ao peito e à garganta — o quadro é conhecido como refluxo gastroesofágico.

Como o esôfago é bem menos preparado que o estômago para lidar com substâncias ácidas, ele fica machucado. Os indivíduos acometidos pelo refluxo sentem azia, queimação da boca do estômago à garganta, tosse e até dor no peito intensa, que chega a ser confundida com um infarto.

“No caso do refluxo, o ideal seria ter um remédio que corrigisse o defeito na válvula. Mas, como não possuímos esse tipo de tratamento, o que fazemos é lidar com a acidez”, diz o médico Joaquim Prado Moraes Filho, da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).

É aí que entram os IBPs, como o omeprazol: eles diminuem a acidez do suco gástrico. Com isso, a agressão às paredes do estômago e, principalmente, do esôfago ficam menos intensas.

“Esses remédios bloqueiam a produção de ácido, impedem as lesões e aliviam aqueles sintomas de queimação”, resume Moraes Filho, que também é professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

O médico lembra que, em muitos casos, o uso de omeprazol e companhia precisa se prolongar por quatro a oito semanas.

Essa informação, inclusive, aparece em algumas bulas deste fármaco.

“Geralmente, a dose recomendada de omeprazol varia entre os 10 mg e os 20 mg, administrados antes do café da manhã e durante um período que pode ir da toma única até as 4 semanas de tratamento”, diz o texto da bula, que pode sofrer variações segundo cada fabricante.

Os riscos

Mas aí vem a questão: como mencionado pelo próprio médico, omeprazol e companhia lidam com um aspecto, mas não resolvem a raiz do problema. No caso do refluxo, o defeito na válvula continua.

Ou seja, o ajuste momentâneo da acidez até melhora a queimação. Mas, passado o período de tratamento, pode ser que tudo volte ao estágio anterior, se outros aspectos da vida — sobre os quais falaremos adiante — não forem modificados.

Com isso, muitas pessoas acabam prolongando o uso dos IBPs por conta própria, com o objetivo de aliviar os incômodos.

Isso é facilitado pelo fato de esses remédios serem acessíveis ao consumidor final, mesmo sem receita — apesar de eles possuírem a tarja vermelha com a orientação de venda apenas sob prescrição médica.

Só que esse consumo de omeprazol sem indicação de um profissional da saúde está relacionado a uma série de consequências.

Já temos a comprovação de que eles aumentam o risco de osteoporose.

— Danyelle Marini, diretora do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP).

Vale lembrar que a osteoporose é um quadro marcado pela perda progressiva de massa óssea. Nela, os ossos ficam cada vez mais porosos e enfraquecidos, o que eleva a probabilidade de fraturas.

“A mesma ação que os IBPs fazem no estômago também ocorre nos ossos. Com isso, eles podem degradar as células responsáveis pela regeneração do esqueleto”, complementa ela.

Quando o omeprazol é utilizado por curtos períodos, de poucas semanas, esse processo de regeneração óssea não é tão prejudicado assim. Nesse caso, a preocupação dos especialistas está mais no consumo contínuo e sem supervisão desses fármacos.

Alguns estudos recentes também observaram outras graves consequências do abuso nos IBPs mais populares.

Um deles, publicado em 2022 por instituições canadenses, estimou um risco 45% maior de câncer de estômago entre usuários frequentes de omeprazol em comparação com aqueles que usavam medicações da classe dos bloqueadores de H2 (como cimetidina e nizatidina).

Já outras investigações, realizadas a partir do final dos anos 1990 e começo dos 2000, descobriram que essas medicações interferem na absorção da vitamina B12, essencial para o funcionamento do cérebro.

Com isso, alguns especialistas começaram a temer que anos seguidos de tratamento com essas drogas poderiam provocar quadros de demência, especialmente nos mais velhos.

💊 Para Moraes Filho, essas evidências precisam ser analisadas com atenção, mas ainda não são contundentes o suficiente.

“Nos últimos anos, foram lançados muitos trabalhos sobre os IBPs, mas os consensos das sociedades médicas dos Estados Unidos, do Reino Unido e do Brasil entendem que os efeitos sobre o uso prolongado desses remédios ainda precisam ser melhor estudados”, pontua o gastroenterologista.

A BBC News Brasil procurou entidades da indústria farmacêutica para que elas pudessem se posicionar sobre as questões apresentadas.

O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) afirmou em nota que possui uma “diretriz histórica” sobre o uso de medicações por pacientes em geral.

“Todo e qualquer medicamento só deve ser usado de forma racional e com base nas orientações transmitidas pelas autoridades sanitárias e médicas.”

Fonte: G1

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CDM estará funcionando em novo endereço provisoriamente

 

A Central de Marcações de Exames e especialidades junto com setor de transportes da Secretaria de Saúde – CDM começa a funcionar em novo endereco amanhã dia 11/09,

Praça Monte Castelo, n 54 – São Francisco de Assis.

 

A Secretaria de Saúde comunica que será de forma provisória até organizar nova sede da secretaria, onde esses serviços farão parte.

Faustão recebe alta médica após transplante do coração em SP: ‘Missão agora é transformar o Brasil em campeão de doadores’

O apresentador Fausto Silva recebeu alta médica neste domingo (10) do Hospital Israelita Albert Einstein, onde foi submetido a um transplante de coração no último dia 27 de agosto.

 

Segundo o boletim médico divulgado pela manhã, Faustão”seguirá sob as orientações médicas e nutricionais necessárias para a reabilitação após o transplante cardíaco” .

 

Após a alta, ele gravou um vídeo de casa e disse que agora tem uma segunda fase, no tratamento, que inclui mais dois ou três meses de fisioterapia para a recuperação total.

 

“Alô galera, já saí. Estou em casa, agora iniciando uma nova fase. Mas antes, de novo: agradecimento eterno a cada um de vocês que rezaram, fizeram mensagens de solidariedade e apoio. Tudo isso me ajudou muito nessa luta pela vida. Agradecer à família do doador, a quem não tenho palavras. Vou rezar por eles pelo resto da minha vida. (…) Agora eu tenho uma segunda fase. São mais dois, três meses de fisioterapia para a recuperação”, declarou o apresentador.

 

O apresentador Fausto Silva gravou um vídeo neste domingo (10) após receber alta hospitalar, depois de dias internado para a realização de um transplante do coração. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Fausto Silva é acompanhado pela equipe formada pelos médicos Fernando Bacal (cardiologista), Fábio Antônio Gaiotto (cirurgião cardiovascular) e Miguel Cendoroglo Neto (diretor médico).

No vídeo de hoje, Faustão também disse que a inspiração dele para enfrentar o transplante do coração foi uma garotinha de 12 anos que esperou seis meses na fila para conseguir um órgão compatível.

“Ela ficou seis meses esperando [eu tive mais sorte com a questão do meu tipo de sangue] e ela já foi transplantada em janeiro do ano passado. E hoje está muito bem. Uma vitalidade incrível.”

“Não desista. Vale a pena o sonho. É impressionante como você pode esperar o tempo que for… A missão agora é conscientizar cada um a colaborar, para que todo mundo transforme o Brasil em campeão de doadores. E que as autoridades espalhem centros [de doação de órgãos] pelo país, para não ficar um cara do Norte ou Nordeste, ter que vir para o Sudeste [em busca de um órgão]. Eterna gratidão a todos vocês e vamos à luta”, completou.

Recuperação rápida

Na última sexta-feira (1º), Faustão já havia sido transferido da UTI para a unidade semi-intensiva.

Na quinta-feira (31), três dias depois do transplante, o apresentador gravou um vídeo para agradecer quem torceu por sua recuperação. Principalmente à família do doador do seu novo coração.

“Quero agradecer, fazer um agradecimento especial ao José Pereira da Silva, pai do Fábio, que teve uma grandiosidade incrível, uma generosidade absurda, que proporcionou que eu estivesse vivo. Eu fico emocionado, me deu a chance de viver de novo”, disse Faustão.

Emocionado, disse para a família de Fábio: “Jamais esquecerei de vocês. E vou um dia agradecer pessoalmente”.

Comutran se destaca no Desfile Cívico de Itapetinga

 

No dia que se comemora a Independência do Brasil, a Comutran esteve empenhada em ordenar o Trânsito nos perímetros do desfile Cívico.

 

 

A operação montada pela Comutran veio garantir que o desfile Cívico fosse realizado com segurança tanto no trânsito quanto para os que foram prestigiar a celebração.

 

 

 

 

Prefeito Rodrigo Hagge decreta ponto facultativo dia 8 de setembro.

 

 

Em virtude das comemorações da Semana da Pátria, o prefeito Rodrigo Hagge decretou ponto facultativo nas repartições públicas do município de Itapetinga para a próxima sexta-feira, 8 de setembro (exceto serviços de emergência).

 

Ciclone no RS: saiba como agir antes, durante e depois de temporais

 

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou uma série de orientações a serem seguidas pela população em momentos de alerta para temporal. É um plano de contingência que busca garantir a segurança de todos, conforme o órgão.

No domingo (3), o órgão havia emitido alerta para temporais, descargas elétricas, queda de granizo, rajadas de vento e chuvas volumosas. Entre domingo e esta segunda-feira (4), 44 cidades foram atingidas, quatro pessoas morreram, 353 tiveram que sair de casa e 1.226 tiveram algum tipo de prejuízo. Durante a noite, um ciclone extratropical se formou no estado.

O número é maior quando se fala em pessoas que foram afetadas direta ou indiretamente pela instabilidade climática: 2 milhões.

Como minimizar os danos de um temporal?

  • Revise a estrutura de sua casa, principalmente o telhado
  • Mantenha as árvores em sua casa bem podadas e longe da rede elétrica
  • Não deixe objetos e entulhos soltos

Como agir quando temporais acontecem?

  • Se estiver em local seguro, permaneça até que o temporal passe
  • Não se abrigue sob árvores ou estruturas metálicas
  • Feche bem janelas e portas
  • Desligue os aparelhos elétricos e feche o registro da água e gás
  • Não tente realizar consertos, principalmente de telhados
  • Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de segurança
  • Ligue para a Defesa Civil (199)

Como agir após o temporal?

  • Evite o contato com cabos ou redes elétricas caídas
  • Avise a Defesa Civil ou o Corpo de Bombeiros sobre situações de risco
  • Ajude na limpeza e recuperação da área onde se encontra, começando pela desobstrução das ruas ou bueiros
  • Ajude vizinhos que foram atingidos

Causas do temporal

De acordo com a Climatempo Meteorologia, uma combinação de fatores causou a instabilidade climática enfrentada pelo RS nesta segunda-feira.

São eles:

  • Correntes fortes de ar quente e úmido, acentuadas pela queda da pressão atmosférica sobre o Rio Grande do Sul
  • Passagem de uma frente fria pelo Litoral
  • Passagem de uma frente fria que ingressa no RS pela Argentina e que causa a formação de um ciclone extratropical

A tendência é que o ciclone e a frente fria se afastem do estado a partir desta terça-feira (5). Com isso, deve parar de chover e as temperaturas devem baixar.



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